Redação Pragmatismo
Eleições 2020 27/Nov/2020 às 10:36 COMENTÁRIOS
Eleições 2020

Vantagem de Covas para Boulos é a menor já registrada, mostra Datafolha

Publicado em 27 Nov, 2020 às 10h36

A dois dias da eleição, nova pesquisa Datafolha mostra que virada é possível em São Paulo. Vantagem de Bruno Covas (PSDB) para Guilherme Boulos (PSOL) é a menor já registrada

bruno covas guilherme boulos

O Instituto Datafolha, a pedido da TV Globo e do jornal “Folha de S. Paulo”, divulgou nesta quinta-feira (26) uma pesquisa de intenção de votos para o segundo turno das Eleições 2020 em São Paulo.

A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento foi feito entre os dias 24 e 25 de novembro e o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Confira os números abaixo.

VOTOS TOTAIS

Bruno Covas (PSDB): 47%
Guilherme Boulos (PSOL): 40%
Branco/nulo: 9%
Não sabe/não respondeu: 4%

VOTOS VÁLIDOS

Bruno Covas: 54%
Guilherme Boulos: 46%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

SEGMENTO E DECISÃO DO VOTO

Boulos tem ampla vantagem entre jovens de 16 a 24 anos (61% a 27%), e Covas inverte esse resultado na outra ponta, entre quem tem 60 anos ou mais (61% a 28%). Os mais jovens, porém, pesam menos (12%) no eleitorado do que os eleitores mais velhos (23%).

A pesquisa também perguntou o grau de decisão do voto: 84% dos eleitores dizem que estão totalmente decididos e 15% dizem que o voto ainda pode mudar. Veja o percentual por candidato:

Bruno Covas: 83% dos eleitores estão totalmente decididos; 17% dizem que o voto ainda pode mudar.

Guilherme Boulos: 87% dos eleitores estão totalmente decididos; 13% dizem que o voto ainda pode mudar.

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