Redação Pragmatismo
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Dilma Rousseff 14/Mar/2015 às 10:00
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Quem ganha com o impeachment de Dilma Rousseff?

A quem interessa o impeachment de Dilma? Educador enumera quem são e quais são os interesses dos que se beneficiariam com o impedimento da atual presidente do Brasil

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A quem interessa o impeachment de Dilma? (Imagem: Pragmatismo Político)

Desde que ocorreu a última eleição presidencial, na qual Dilma Rousseff foi reeleita como presidente ou presidenta do Brasil, iniciaram os movimentos para a sua derrubada. Houve várias tentativas e formas, primeiro para que nem fosse diplomada, depois que não tomasse posse e que fosse cassado o registro da Dilma e de seu vice Michel Temer e, em seu lugar, o candidato que ficara em segundo lugar, ou seja, Aécio Neves ocupasse a presidência. Como nada disso deu certo, iniciou-se uma movimentação nacional para tentar o impeachment de Dilma Rousseff, tendo como fundamento a grave crise política gerada a partir da Operação Lava-Jato que investiga o bilionário desvio de recursos da Petrobrás, apelidado de Petrolão.

Não quero aqui ser advogado da Dilma, nem do PT, nem de ninguém. Quero unicamente fazer uma reflexão sobre o que está por trás de todo esse movimento de impeachment.

Para começar, Impeachment é um ato político e não tem nada a ver com o Judiciário como alguns estão imaginando. No dicionário encontraremos a seguinte explicação: “Impeachment é uma expressão inglesa usada para designar a cassação de um chefe do Poder Executivo. Significa também impedimento, impugnação de mandato, retirar do cargo uma autoridade pública do poder Executivo“. Portanto, que fique claro, que isto é um procedimento do Poder Legislativo. Em outras palavras, um ato político.

Pergunto: quem atualmente, em sua grande maioria compõe o novo Congresso Nacional? Vários deles são suspeitos e sendo acusados na Operação Lava Jato. Para dar um exemplo, segundo já publicado e veiculado na mídia impressa e televisiva, dez dos 15 deputados indicados até o momento para a nova CPI da Petrobrás receberam doações nas últimas eleições, algo em torno de R$ 1 milhão e novecentos mil reais, das empreiteiras citadas na operação Lava Jato e prováveis alvos da CPI criada.

Não. Esse país não é sério. São estes que estão propondo o impeachment de Dilma. A primeira coisa a ser deixada bem clara é que, caso isso de fato ocorresse, é que no caso de seu impedimento quem assume a presidência é o vice Michel Temer. Ora, o que significa isto, sob o ponto de vista político? Michel Temer é do PMDB, que está tão envolvido com toda esta roubalheira da Petrobrás e de tantas outras empresas quanto o PT. Também não tenho medo de afirmar que todos os partidos, uns mais e outros em menor escala estão envolvidos com irregularidades. Partido político no Brasil virou um grande negócio.

Outra coisa que tem que ser lembrado neste momento é que os governos estão a serviço das grandes empreiteiras e empresas, muitas delas multi e transnacionais. Estas, por sua vez, são altamente especializadas e envolvem e financiam políticos, governos e governantes, pois controlam todo um sistema econômico. Não é por acaso, que tantos empresários estão presos ou respondendo por crime nesta ação. Não tem inocente nesta história.

Portanto pergunto novamente: a quem interessa o impeachment? Para muitos, o impeachment acalmaria uma parte da sociedade e os enganaria, tentando mostrar que todo o problema estaria resolvido. Ledo engano.

Eu sou uma testemunha viva, como muitos que lerão este artigo, do impeachment do presidente Fernando Collor de Melo. Também fui um “cara pintada” em Belém do Pará, levando alunos do Ensino Fundamental para as ruas, com as caras pintadas, tarjas pretas e gritos de ordem. Confesso que me envolvi neste movimento nacional, por motivações ideológicas, acreditando piamente que estava ajudando a moralizar o país. Mas afinal, valeu a pena isto tudo?

O processo de impeachment de Collor foi aprovado no Congresso Nacional por 441 votos a favor e 38 contra, no dia 29 de setembro de 1992, quando foi afastado do governo. Ele renunciou no dia 29 de dezembro daquele ano o que não impediu a finalização do processo. Na época, ele foi acusado por mais de 100 crimes, entretanto no dia 12 de dezembro de 1994, o Supremo Tribunal Federal inocentou Collor do crime de corrupção passiva do qual era acusado. Dos demais crimes, foi absolvido da mesma forma, tendo como advogado o ex-deputado e condenado no mensalão o advogado criminalista Roberto Jefferson. Mais tarde, Collor retornou à vida pública, deu a volta por cima e atualmente é Senador da República.

Quem estava com Collor na época, também era o atual presidente do Senado Federal Renan Calheiros, poderoso e também acusado de corrupção. Caso viesse a ocorrer o impeachment de Dilma, Renan seria o maior beneficiado com todo o processo. Portanto, pergunto novamente: Vale a pena? A quem interessa?

Nossa luta não pode ser por um processo de impeachment, mas sim contra a corrupção. Esta sim deve ser combatida, e ressalte-se, está em todos os partidos e no DNA de grande parte dos políticos que se dizem representantes do povo. Estes, não representam o povo, mas unicamente as grandes empresas, os oligopólios, as transnacionais que os bancam para que ajam em favor de seus interesses econômicos.

Espero sinceramente, que todos os envolvidos com a corrupção, empresários, políticos ou mesmo representantes de outros poderes, seja
na Petrobrás ou qualquer outra empresa, sejam punidos.

Impeachment neste momento ofuscará e enganará a sociedade e esconderá o verdadeiro problema.

Para finalizar, lembro o que tenho dito a meus alunos de Comunicação Social, que grande parte da mídia está a serviço desta onda e por este motivo cito Joseph Pulitzer, inspirador do principal prêmio de imprensa e literatura nos EUA: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma“.

Wolfgang Teske, Conexão Tocantins

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Comentários

  1. Thiago Teixeira Postado em 14/Mar/2015 às 10:19

    Acho inútil ficarmos remoendo esse papinho fraco de Impeachment, só estamos repercutindo e fazendo divulgação gratuita dessa frescura de coxinha mimado pela vó.

    • Tiago Silva Postado em 16/Mar/2015 às 10:00

      Acho que o governo tem a chance de corrigir o que não foi feito no passado (inclusive num passado que é muito parecido com o que ocorre hoje no Brasil): Realizar uma nova série de "Reformas de Base" para realmente melhorar o Brasil e diminuir a desigualdade e outros problemas... e assim caminharmos à índices de países desenvolvidos - espero que a mídia e os que ganham com a desigualdade, 1¢, dessa vez deixem... sob pena de vir um partido novo Syriza e as faça!!! Acho também que foi totalmente descabida a comparação dos movimentos de Diretas Já e os movimentos de Junho de 2013 (que começaram por um aumento da passagem em 20 centavos)... com a marcha que ocorreu 15/03!!! Simplesmente porque o público não era o mesmo!!! Esta "marcha anti-PT" apenas se assemelha com a "marcha da família" que ocorreu em 1964, também incentivada por uma mídia e quem lucra com a desigualdade no Brasil, temerosos e em reação a possíveis mudanças (REFORMAS: Política com proibição de financiamento empresarial, Tributária que aumente a progressividade de impostos diretos, urbana, agrária, educacional, saúde, administrativa, mídia) que podem vir a ocorrer (e que esses conservadores de ontem e hoje não querem que ocorra... ou ocorra com a cara deles - PMDB, PP, PSDB, PR - para apenas legitimar os privilégios e desigualdades que existem no Brasil e que já foram motivo de reformas desde o começo do século passado nos países desenvolvidos)!!! Espero que essa promoção do ódio ao anti-PT (e que até faz cegar contra a corrupção de todos partidos, pois quase não se fala em proibição de financiamento empresarial de campanhas)... não faça que essa parte da classe média (e que ganhou muito nos governos PT, principalmente empresários) não perca uma oportunidade de tornar o Brasil próximo dos melhores países de se morar (como países da Escandinávia), mas para isso essa parcela da população tem que se conscientizar que muita coisa que está lutando atualmente (como foi na "marcha da família" em 1964), pode funcionar apenas para manter as desigualdades existentes e postergar por ainda mais tempo as Reformas que o Brasil precisa fazer para se almejar ser desenvolvido!!!

  2. Dinio Postado em 14/Mar/2015 às 11:36

    Os USA, país exemplo para os coxinhas globeleza tem sua mídia regulamentada desde a década de 1950. Regulamentação tem a ver com REGRAS, não com controle! A Medicina é regulamentada, a Advocacia é regulamentada, as Engenharias são regulamentadas, os Bancos são regulamentados (+ ou - no Brasil) etc...etc...porque a mídia não, no Brasil??? Ela está acima da lei por acaso! Desculpa, não sou bom desenhista.

  3. Rodrigo Postado em 14/Mar/2015 às 15:11

    Numa dessas conversas sobre caber ou não processo de impeachment, bem como sobre revelar ou não golpe, me mandaram estudar mais. Eu o fiz e encontrei a seguinte definição, de um certo Professor de Direito Constitucional: "Aquele que exerce função política responde pelos seus atos. É responsável perante o povo, porque o agente público está cuidando da res publica. A responsabilidade é corolário do regime republicano" (TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional. 18 ed. rev. e atual. até a EC 35, de 20.12.2001. São Paulo: Malheiros, 2002, p. 165). Duas conclusões: 1- vendo as atuais falas de Temer, lembro do Sociólogo Sorriso e seu "esqueçam o que eu escrevi"; 2- se há elementos, se há fundamentos, cabe o processo, caso contrário não, o instituto sendo legal e, mais, constitucional.

    • Rodrigo Postado em 14/Mar/2015 às 15:11

      *(Outro Rodrigo)

  4. Onda Vermelha Postado em 14/Mar/2015 às 15:52

    #DevolveGilmar a ADI 4650 ao plenario do STF porque é preciso por um fim nas doações de empresas privadas para campanhas políticas, origem e matriz da corrupção. E fim de papo!

  5. MARIA Postado em 14/Mar/2015 às 19:04

    O GOLPE FOI DADO! QUEREM AÉCIO, A QUALQUER PREÇO MESMO! RICOS X POBRES, QUEM PODE MAIS? CONCHAVARAM, CONSPIRARAM, ENGANARAM E AGORA ESTÃO INSULFLANDO E USANDO O POVO COM LICENÇA POÉTICA: " O MACHO ADULTO RICO BRANCO SEMPRE NO COMANDO!"

  6. Eduardo Ribeiro Postado em 14/Mar/2015 às 20:16

    Deixa de mimimi. E a Lei de Mídia é uma necessidade, estamos décadas atrasados. Tire bastante fotos amanhã na Micareta do Impeachment.

  7. João Almeida Postado em 14/Mar/2015 às 20:38

    Fala isso pro Cunha, q acusa Dilma de mandar investigá-lo.

  8. Roberto Pedroso Postado em 14/Mar/2015 às 22:32

    De fato a luta deve ser por meios de se combater a corrupção,coibi-la e alertar a classe politica (principalmente os membros do legislativo)que a sociedade está atenta e não admitirá mais este estado de coisas no qual impera o fisiologismo,o clientelismo e o proselitismo politico,bem como a malversação do erário publico mas não obstante atribuir todos os males de nossa republica a um único partido ou a presidente atual é mera simplificação pueril de ignorantes políticos, que agem como massa de manobra,para os fins e anseios pouco nobres de uma determinada classe que teve seus interesse e prerrogativas colocadas em cheque nos últimos anos,está claro e bem colocado que estamos diante de uma encruzilhada.Sendo assim por qual caminho você pretende optar e seguir?

  9. angela Postado em 14/Mar/2015 às 23:38

    Dinio,falou tudo!! Regulamentação da mídia já!!

  10. enganado Postado em 15/Mar/2015 às 00:48

    Só para refrescar a memória: Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias. Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou. Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”. Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI. Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD. Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada. Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”. Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC. Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado. Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia. Continuando 11) Mensalão do PSDB; 12) Lista de FURNAS (nome do Aecínico); 13) TRENSALÃO do PSDB; 14) Aeroporto de Claudio/MG; 15) Não aprovação das contas de MG pelo Tribunal de Contas=7 bi--roubados, hein! Aópio! Isto deu impeachment aos ordinários do PSDB? NÃO! Até o Aloysio Nunes=motorista Mateus levou Trezentos mil do Roubo Anel de S. Paulo para quitar seu APTO e ainda disse que a Presidenta DILMA vai sangrar até o final do mandato. Olha seu fdp, vai sangrar sua mãe e dos seu amiguinhos também, porque se vc não tem respeito por uma mulher, que seja uma puta de zona, vc, oh seu fdp tem que respeitar. O Sr. Carlos Marighella qdo lhe mandou para França, significa que escapou de ser torturado e/ou levar uma mamãe Dolores no rabo, viu seu traidor de uma figa. Cuspo na sua cara! Não tenho medo de homem frouxo e de seus amiguinhos. A minha Pátria merece respeito, viva o BRASIL!

  11. Félix Postado em 15/Mar/2015 às 11:03

    Independem? Porque na era FHC não investigou? Porque Aécio não foi investigado em Minas? Ou você acredita que os empreiteiros só entregam propina para políticos do PT?

  12. enganado Postado em 15/Mar/2015 às 11:14

    Muda para Columbine, e adote cidadania dos "Assassinos da Humanidade"ou será que estás satifeitos com o número de crianças mortas no Iraq, Gaza, Cisjordânia, Síria, Sérvia, Afg, Somália, ... e ainda deseja isto para o BRASIL. Pois mude para lá e vire um assassino com número no Pentágono.

  13. Joaquim Neto Postado em 15/Mar/2015 às 11:15

    Quem ganha com o impeachment de Dilma Rousseff? - O Brasil, é claro.

  14. Mauro Postado em 15/Mar/2015 às 15:05

    Quero saber dos "especialistas " que defendem o impeachment , se a Dilma cair como a corrupção vai acabar? Os deputados, senadores, médicos, advogados, administradores, juízes , promotores , ministros e etc que são corruptos vão deixar de ser?Simples assim?

  15. Thiago Teixeira Postado em 16/Mar/2015 às 08:33

    Intervenção militar fica no devaneio seus da direita golpista. Que fiquem no twitter, pois o povo está ocupado trabalhando e se preocupando em pagar suas contas.

  16. Eduardo Ribeiro Postado em 16/Mar/2015 às 11:03

    Poxa...vocês já se esqueceram do Brindeiro ou apenas são meninotes que desconhecem o nome?