Vereador do DEM propõe criação de banheiros para segregar gays e lésbicas
O vereador evangélico Carlos Apolinário, de São Paulo, apresentou projeto de lei que, se aprovado, cria banheiros públicos e em restaurantes, shoppings, cinemas e em casas noturnas para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.
Ligado à Assembleia de Deus, Apolinário é tido como homofóbico pelo movimento de defesa dos homossexuais.
Para ele, já existe no Brasil uma ditadura gay. Em 2011, Apolinário conseguiu que a Câmara Municipal aprovasse o “Dia do Orgulho Heterossexual”. A lei foi vetada pelo prefeito Gilberto Kassab.
Apolinário disse que teve a ideia de propor a criação do terceiro banheiro a partir da polêmica desencadeada por Laerte Coutinho, 60, que foi barrado ao tentar entrar em banheiro feminino de uma lanchonete. O cartunista da Folha de S. Paulo é bissexual e atualmente se veste de mulher.
O vereador do DEM considerou inaceitável o argumento de Laerte segundo o qual naquele dia procurou um banheiro feminino porque estava se sentindo mulher.
Ele disse que uma pessoa com esse tipo de motivação pode ser “sem vergonha, mau caráter, que nem tem essa opção sexual”, podendo estar interessado, por exemplo, em abordar crianças.
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Laerte disse que a aprovação do projeto de lei seria a “consagração do gueto”.
“É uma solução que não é uma solução, porque discrimina de uma vez por todas. Como se os outros fossem normais e uma outra parte não”, disse.
Para o vereador, os gays no Brasil são “muito folgados”. “Eles querem privilégios, e isso não pode acontecer. Como a sociedade caminha para essa abertura sexual, acho natural criarmos uma opção unissex. O que não é possível é minha mãe entrar em um banheiro e encontrar um homem vestido de mulher.”






13 comentários
posso não concordar com o todo, mas acho uma justa solução. Homens e mulheres, por uma questão de moral, pudor e civilidade, sempre tiveram banheiros separados, não configurando este fato “segregação”. Esta na hora de encontrarmos soluções adecuadas de bem-conviver com a diversidade sexual. Já perguntaram para as mulheres se elas querem dividir seus banheiros com quem, de nacimento, não é do genero feminino ? Os direitos de um, acabam onde começa o direito do outro.NÃO A HOMOFÓBIA, SÍM A MORAL, O PUDOR E O RESPEITO ENTRE GENEROS !
Sou mulher e concordo com vc, Gerson. Não gostaria ter que dividir o banheiro com travestis.
A comunidade LGBT está lutando pelos seus direitos civis, legítimo, totalmente legítimo, mas é preciso ficar claro que reconhecer tais direitos não significa dizer que os héteros abrirão mão de seus direitos. A pretensão do vereador de lei que cria o 3° banheiro para os que se dizem LGBT, representa os interesses dos héteros, e vocês LGBT’S tem que entender isso gostem ou não gostem. Com esse esperneio que vocês LGBT ficam praticando na imprensa, dão vezo a que os héteros desse pais passe a argumentar que a comunidade LGBT está sofrendo de hétero fobia. Vocês se assumem LGBT e agora estão estranhando os héteros? querem voltar a ser héteros? Vocês ainda teem essa opção, de se tornarem ex- LGBT, reflitam!!!
Gerson Soares, leia ((((http://revistatrip.uol.com.br/so-no-site/entrevistas/paradoxo-de-salto-alto. html)))) sobre a questão de gênero. Homens e mulheres têm banheiros separados por uma questão cultural que PRESSUPÕE que não haja tal diversidade: apenas duas sexualidades, uma para cada banheiro. Gênero há somente dois: masculino e feminino. Outra coisa é a sexualidade em sua orientação, dando origem a diversas “combinações”. Trata-se de segregação sim, é JUSTAMENTE como um lugar para negros nos ônibus dos EUA há 40 ou 50 anos atrás: alguém perguntou para os brancos se eles queriam dividir o banco com um negro? Percebe como é absurdo?
Professora Nina, a senhorita é homofóbica. E nojenta. Não gostaria de ter que ler uma imbecilidade como a que você escreveu.
” Opção de se tornar ex-LGBT? ” – Essa é forte concorrente para pérola do ano.
victor, então vamor pressupor que existe uma terceira sexualidade. Sabemos que GLBTs exístem desde sempre, e por razões puramente de fundamentalismo religioso, sempre foram perseguidos, excluidos e segredados. Pois bem, é o direito a ser tratados como todo mundo que querem ? Ok, só que todo mundo, homens e mulheres, tem SEU espaço no convivio social, existem regras e condutas a serem respeitadas. A moral e o pudor e a civilidade, não tem sexo. Se aprende. Eu como hetero, não posso entrar em um banheiro feminino, sob pena de ser autuado por autoridade competente de atentado violento ao pudor. Mas não e por isto que eu não adentro o recinto intimo feminino, e que a educação e a vergonha na cara não me permitem. A grande questão é : as pessoas GLTBs estão lutando por seus direitos, ou estão lutando para terem os direitos das mulheres ? Cuanto a “diversidade” de situações que a liberdade sexual permite, tenho uma opinião : se nasce e se é GLBT, não é uma opção de escolha, cérto ? O que não se pode e misturar com imoralidade e libertinagem. Tenho varios amigos gays, que me dispensam o mesmo respeito que tenho por eles, que no dia-a-dia são tão normais cuanto eu, cuanto vc. O que fazem na vida íntima não é do meu interesse, tanto cuanto não é do interesse de ninguém a minha com a minha esposa. Diversidade sexual, ok. O que não pode e criar-se a regra do “tá tudo liberado” transvertido de direitos, sob pena que nossa sociedade regrida, e em um futuro próximo, possamos ser comparados aos animais. Alías, as vezer os animais dão lição de civilidade aos humanos…
concordo com vc…
Eu sou gay e acho um absurdo um homem se vestir de mulher e querer entrar no banheiro das mulheres. Não exste isso de “hoje esto me sentindo mulher”. Ou a pessoa é trans ou não é. Sexualidade existe várias. Sexo existem dois, tanto é que as pessoas que nascem hemafrodita optam por um gênero mais cedo ou mais tarde. Essas condutas acabam por denegrir a imagem que os homossexuais sérios tetam hermafroditizado e acabam dando razão para loucos como esse pastor!
Deveria ser um banheiro para todos, acho tolice até a divisão entre homens e mulheres, nossa sociedade vive pregando igualdade e mantém ainda por mera conveniência essa divisão. Com banheiro único para todos não seria necessário se preocupar se deveria ou não ter sanitário diferenciado. Até algumas décadas atrás em vários países se discutia se deveriam manter ou não banheiros para brancos ou negros, se os ciganos deveriam utilizar os mesmos banheiros que as pessoas de bem. Podem travestir o discurso de como quiser, cientificamente comprovado, divisão de gênero, boa moral e bons costumes, melhor para todos, etc… a discussão é se deve segregar demais ou de menos, eu digo que deveria acabar com a segregação de qualquer forma, a divisão de gênero é a mesma coisa.
Eu defendo todos os grupos e me recuso a chamar qualquer um deles de minorias, inclusive. Sou um hater de haters.. mas esse lance de homens (independente de sua orientação sexual) usarem banheiros femininos é uma tremenda sacanagem. As pessoas que lá estão, podem se sentir invadidas e pior! Tarados podem começar a botar saias só pra poderem passear livremente por banheiros femininos (lugar em que também circulam crianças)! Não é porque o cara é transexual que ele deva se sentir ofendido de usar um banheiro, masculino. Entre, faça seu xixi e seja feliz com sua orientação, seja ela qual for
Muito triste a ignorancia de alguns comentarios aqui. Primeiramente fernando vc é gay entao vc tem quem respeitar muito as travestis. porque sao elas que dao a cara tapa todos os dias a sociedade preconceituosa e lutam para um dia sairmos livres na rua sem tomar uma pedrada ou ser até assacinada. Entao vicente vc gostaria que um transexual entra-se no banheiro masculino. como vc acha que transexual se sente. se orienta cara, procure saber antes de opinar besteiras. Se uma transexual entrar em um banheiro masculino os homens que estivérem por la vao bater nela ou agarra-la.
devia haver um banheiro para que os membros do DEM entrassem e pudéssemos soltar uma bomba!
Acho engraçado, porque o Larte não é gay, ele é hetero, mas se define como uma mulher. Qualquer noticiazinha é pretexto pra segregar as pessoas. Povo ignorante é foda.