Redação Pragmatismo
Meio Ambiente 27/Ago/2019 às 15:10 COMENTÁRIOS
Meio Ambiente

Bolsonaro é o “menor e mais mesquinho” dos líderes globais, diz NYT

Publicado em 27 Ago, 2019 às 15h10

Edição internacional do The New York Times traz na capa um texto intitulado “A devastação da Amazônia por todo o Brasil”, no qual o presidente Jair Bolsonaro é classificado como “o menor e mais mesquinho” dos líderes mundiais

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New York Times diz que Bolsonaro “é o menor dos líderes” (NYT/Reprodução)

A edição internacional do The New York Times traz nesta segunda-feira (26), na capa um artigo intitulado “A devastação da Amazônia por todo o Brasil”, no qual o presidente Jair Bolsonaro é classificado como “o menor e mais mesquinho” dos líderes mundiais.

O texto afirma que o primeiro sinal de que a Amazônia não teria um bom ano foi a demissão do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, após o cientista ter divulgado dados alarmantes sobre o desmatamento da floresta amazônica em 2019.

“O presidente Bolsonaro avaliou a divulgação dos dados como um ato não patriota e disse que Galvão não era um bom brasileiro que queria servir ao seu país”, critica o texto assinado por Vanessa Barbara, jornalista colaboradora da publicação.

O artigo conclui que “um tesouro global como a Amazônia vive à mercê do presidente Bolsonaro, o menor, mais maçante e mesquinho de todos os líderes”.

Os incêndios na Amazônia chamaram a atenção da comunidade internacional e foram discutidos na Cúpula do G7, que reuniu os chefes de Estado de Estados Unidos, Alemanha, Japão, França, Reino Unido, Itália e Canadá.

Anfitrião do encontro, o francês Emmanuel Macron, declarou neste domingo que é necessário ajudar os países da Amazônia a combater os incêndios o mais rápido possível.

Na última sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) autorizando o emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios.

O envio dos militares dependerá da solicitação de cada governador da região, que inclui os estados de Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

Entre esses estados, apenas Maranhão e Amapá ainda não requisitaram o apoio federal.

Exame e outras agências

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