Redação Pragmatismo
Educação 01/Feb/2017 às 16:44 COMENTÁRIOS

Jovem que prestava vestibular há 7 anos morre ao comemorar aprovação

Calouro morre ao comemorar com amigos aprovação em universidade pública. O jovem tentava há sete ser aprovado no vestibular. Fatalidade provocou comoção, sobretudo por ter ocorrido em um momento de extrema felicidade

Geone Natalino vestibular Pará
Geone Natalino sofreu mal súbito enquanto comemorava aprovação em vestibular com amigos, dizem testemunhas. Ele tentava entrar na faculdade há 7 anos

Um ataque cardíaco pôs fim à vida de um jovem na cidade de Soure, arquipélago de Marajó, no Pará. As informações são da mídia local.

Aprovado para o curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Pará (UEPA), o estudante Geone Natalino Azevedo Silva, de 29 anos, não resistiu à emoção e morreu no dia em que conseguiu realizar o sonho de ingressar no ensino superior.

Determinado, o jovem prestava vestibular há 7 anos em busca de uma vaga na UEPA.

De acordo com amigos de Geone, ele era cardiopata e teve um mal súbito enquanto comemorava em frente ao cursinho que frequentava.

Segundo o Diário do Pará, o jovem calouro havia consumido bebida alcoólica. O estado de emoção e euforia, somado à provável ingestão de álcool e a anomalia cardíaca podem ter sido determinante para o óbito.

O jovem foi levado para o hospital cerca de 10 minutos depois. Lá, médicos tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu.

Geone iria cursar Pedagogia no Campus XIX, de Salvaterra. A morte provocou comoção nas redes sociais, principalmente por ter sido em um momento de tamanha felicidade.

Calouros

Embora até aqui não haja indícios de que Geone Natalino tenha sido alvo de algum trote ou sido estimulado a beber álcool excessivamente, há muitos casos trágicos envolvendo calouros no Brasil que não foram acometidos por fatalidades.

Em 2014, um estudante que iniciava no curso de medicina abandonou a faculdade após ser vítima de trote violento. Na ocasião, ele sofreu ferimentos físicos, perdeu a consciência e foi encontrado seminu.

Dois anos depois, pelo menos seis calouros foram queimados com larvicida e creolina durante um trote violento em Vilhena (RO). “Chorei e pulei de dor. Me deu tontura e quase desmaiei”, revelou, à época, uma das vítimas.

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