Redação Pragmatismo
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Impeachment 12/May/2016 às 07:58
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O voto dos senadores no impeachment e o que acontece em seguida

Veja o que Dilma Rousseff perde e o que ela mantém a partir do afastamento e saiba como cada senador votou no processo contra a presidente. Michel Temer assume hoje

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(Imagem do painel do Senado após proclamado o resultado da votação do impeachment)

Mesmo com o afastamento consumado pelo Plenário do Senado nesta quinta-feira (12), a presidente Dilma continuará recebendo salário de R$ 31 mil. O anúncio foi feito pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao final da votação onde 55 senadores votaram pelo afastamento de Dilma e 22 contra.

Segundo Renan, a presidente continuará morando no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Também terá direito a transporte aéreo presidencial, equipe a serviço do gabinete pessoal, apoio à saúde, carros e motoristas.

De acordo com a legislação, Dilma ficará afastada do cargo por até 180 dias, período em que o julgamento definitivo deve ser realizado pelos senadores. Nesse intervalo de tempo, assume o vice-presidente Michel Temer.

A partir de agora, o julgamento será comandado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandoski. Sua presença no julgamento só é absolutamente necessária no dia da votação final. Mesmo que não haja uma definição em seis meses, Dilma retorna ao Planalto para esperar a decisão dos senadores. Acredita-se, portanto, que o futuro dela deve ser decidido antes do prazo protocolar.

Pela jurisprudência do STF, na ausência de Temer, quem assume o cargo é Renan Calheiros. Já que o atual presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), não é o titular do cargo.

A seguir, confira como cada senador votou na sessão do impeachment. A lista é por ordem alfabética:

Acir Gurgacz (PDT-RO) – Sim
Aécio Neves (PSDB-MG) – Sim
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – Sim
Alvaro Dias (PV-PR)- Sim
Ana Amélia (PP-RS) – Sim
Angela Portela (PT-RR) – Não
Antonio Anastasia (PSDB-MG) – Sim (relator)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) – Sim
Armando Monteiro (PTB-PE) – Não
Ataídes Oliveira (PSDB-TO) – Sim
Benedito de Lira (PP-AL) – Sim
Blairo Maggi (PR-MT) – Sim
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – Sim
Ciro Nogueira (PP-PI) – Sim
Cristovam Buarque (PPS-DF)- Sim
Dalirio Beber (PSDB-SC) – Sim
Dário Berger (PSDB-SC) – Sim
Davi Alcolumbre (DEM-AP) – Sim
Donizeti Nogueira (PT-TO) – Não
Edison Lobão (PMDB-MA) – Sim
Eduardo Amorim (PSC-SE) – Sim
Elmano Férrer (PTB-PI) – Não
Eunício Oliveira (PMDB-CE) -Sim
Fátima Bezerra (PT-RN) – Não
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – Sim
Fernando Collor (PTC-AL) – Sim
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)- Sim
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)- Sim
Gladson Cameli (PP-AC) – Sim
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – Não
Hélio José (PMDB-DF) – Sim
Humberto Costa (PT-PE) – Não
Ivo Cassol (PP-RO) – Sim
João Alberto Souza (PMDB-MA) – Não
João Capiberibe (PSB-AP) – Não
Jorge Viana (PT-AC) – Não
José Agripino (DEM-RN) – Sim
José Maranhão (PMDB-PB) – Sim
José Medeiros (PSD-MT) – Sim
José Pimentel (PT-CE) – Não
José Serra (PSDB-SP) – Sim
Lasier Martins (PDT-RS) – Sim
Lídice da Mata (PSB-BA) – Não
Lindbergh Farias (PT-RJ) – Não
Lúcia Vânia (PSB-GO)- Sim
Magno Malta (PR-ES)- Sim
Marcelo Crivella (PRB-RJ) – Sim
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)- Sim
Marta Suplicy (PMDB-SP) – Sim
Omar Aziz (PSD-AM) – Sim
Otto Alencar (PSD-BA) – Não
Paulo Bauer (PSDB-SC) – Sim
Paulo Paim (PT-RS) – Não
Paulo Rocha (PT-PA) – Não
Raimundo Lira (PMDB-PB) – Sim (presidente da comissão do impeachment)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) – Não
Regina Sousa (PT-PI) – Não
Reguffe (Sem partido-DF) – Sim
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) – Sim
Roberto Requião (PMDB-PR) – Não
Roberto Rocha (PSB-MA) -Sim
Romário (PSB-RJ)- Sim
Romero Jucá (PMDB-RR) – Sim
Ronaldo Caiado (DEM-GO) – Sim
Rose de Freitas (PMDB-ES) – Sim
Sérgio Petecão (PSD-AC) – Sim
Simone Tebet (PMDB-MS) – Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE) – Sim
Telmário Mota (PDT-RR) – Não
Valdir Raupp (PMDB-RO) – Sim
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – Não
Vicentinho Alves (PR-TO) – Sim
Waldemir Moka (PMDB-MS) – Sim
Walter Pinheiro (Sem partido-BA) – Não
Wellington Fagundes (PR-MT) – Sim
Wilder Morais (PP-GO)- Sim
Zezé Perrella (PDT-MG) – Sim

Absteve-se por estar no exercício da Presidência do Senado:

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Ausentes:

Eduardo Braga (PMDB-AM)
Jader Barbalho (PMDB-PA)

A lista acima tem apenas 80 senadores, e não 81, porque o suplente de Delcídio do Amaral (MS), cassado na terça-feira, ainda não tomou posse. Saiba mais sobre Pedro Chaves.

Congresso em Foco

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Comentários

  1. octavio Postado em 12/May/2016 às 10:11

    Vai estudar seu infeliz.

  2. Denisbaldo Postado em 12/May/2016 às 11:33

    Os 3 primeiros mandatos do PT ficarão marcados para a história do Brasil como exemplo de democracia, legitimidade e governo pelo povo e para o povo. Já o quarto mandato ficará marcado pela vergonha escancarada de parte de uma elite revoltada com a verdade, com o avanço, com a inteligência. Nunca imaginei que isso poderia realmente se concretizar. Pois é, eu estava enganado, a falta de escrúpulos de nossa classe dominante é infinita. Neste momento eu sinto muito mesmo por este país.

    • poliana Postado em 12/May/2016 às 13:48

      não se entregue, denisbaldo, sei q é um momento muito triste e doloroso da nossa democracia. mas continuaremos nossa luta, e em 2018, mostraremos a eles o q acontece com os golpistas traidores da pátria.

      • Thiago Teixeira Postado em 12/May/2016 às 16:12

        Certíssimo Poli, como diz um velho conhecido da politica Brasileira ... "a luta continua companheiros"! Que se abater que nada, foram 13 anos resistindo o poder descomunal da direita rica e golpista.

      • Denisbaldo Postado em 13/May/2016 às 11:29

        Não Poliana, meu tom não é de entrega e sim de tristeza, de lamentação, de luto. Luto que se tornará luta. A lição tem de ser aprendida, e a esquerda tem que fortalecer sua representação nas casas legislativas deste país. Devemos aprender que "Os fins não justificam os meios", não podemos mais abrir exceções para chegar ao poder. Não podemos mais abrir mão de nossos princípios. De qualquer maneira só conseguimos nos manter ni pode porque a direita nos deixou, e agora eles decidiram nos afastar e assim o fizeram. Devemos instruir os cidadãos deste país sobre os males desta elite corrosiva, poluída, podre. O legislativo é o verdadeiro poder.

    • Richard Postado em 12/May/2016 às 13:48

      Avanço??? Com quase 10 milhões de desempregados, com várias empresas fechando, com o defict publico aumentando exponencialmente, com a segurança publica deteriorando cada vez mais, com o PIB decrescente, com a liberação da FIFA para pagar nenhum imposto no Brasil, obras superfaturadas, a corrupção desenfreada dentro da estrutura governamental, e com inchaço de cargos de confiança ... Esse é o avanço desse governo???

      • Marcos Postado em 12/May/2016 às 14:12

        Esqueci que o Brasil sempre foi uma maravilha! Na epoca do FHC então desemprego nem exisita, muito menos super faturamento. Menos né..menos...

      • Galvão Postado em 12/May/2016 às 16:55

        Richard, só para lembrar você, FHC quando saiu do governo, deixou o país com 12.500.000 desempregados, o salário mínimo a 70 dolares (hoje é cerca de 280 dólares) e uma dívida externa na casa do 300 bilhões de dólares (Hojé além dela ter sido quitada, nossas reservas externas é de mais de 350 bilhões de dólares e somos a sétima economia do mundo). PORÉM PARA VOCÊ NÃO SE ESQUECER VEJA ALGUMAS DAS PROEZAS DO FHC. vale a pena ler.AS VERDADES DO GOVERNO FHC Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias. Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou. Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”. Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI. Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infraestrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD. Privatização da Telebrás. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infraestrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada. Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”. Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC. Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado. Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

      • Eduardo Ribeiro Postado em 12/May/2016 às 17:14

        Denisbaldo fala nitidamente dos avanços INEGÁVEIS e HISTÓRICOS dos governos Lula/Dilma, e vagabundo me entende "avanços" como "os últimos 8 meses" ou algo do tipo....ah, porra....a desonestidade corre no DNA desse povo. Gostaria de lembrar que o PIB brasileiro é o sétimo do planeta hoje, e era o 13o. no final de 2002 (ninguem gosta de falar do Brasil pré-2003, por que será?). E lembrando que a isenção fiscal pra Copa 2014 foi aprovada por meio de lei que passou pelo Congresso, ok? Não foi uma decisão unilateral do "vilãozão" Lula, ou da "bandidona" Dilma. E lembrando que o deficit externo não chegou a 2,5% do PIB no acumulado dos ultimos 12 meses. E lembrando que não teve a reclamação, mas a inflação está em queda. E nem me faça começar a falar dos desempregados na era do boca-de-sacola FHC. Quem VIVEU sabe. Eu vivi, já era um adulto em idade laboral, querendo e precisando trabalhar, e posso falar. Mas é isso...quando falamos em AVANÇO, estamos cobrindo um período histórico de melhora em comparação a um período anterior de trevas. Não estamos falando nem do mandato atual direito, uma vez que Dilma - não obstante os erros que cometeu - foi AMARRADA e não teve sequer a chance de governar.

      • Denisbaldo Postado em 13/May/2016 às 11:37

        Pois é Eduardo Ribeiro, estes que falam do desemprego de hoje não se lembram mais da fome e miséria que o povo sofria, além de um desemprego ainda mais acentuado. Aliás, somente nos últimos meses a mídia passou a lidar com o desemprego em números absolutos, porque em termos relativos ainda é menor que a era FHC. Ganhar no tapetão e ainda comemorar é típico de gente mau caráter. Roubado é mais gostoso, não é mesmo??? Eles podem ficar tranquilos, voltaremos ainda mais fortes e preparados, e não haverá governo de coalizão. Os reflexos deste golpe virão ainda este ano nas eleições. Eles podem nos derrubar, mas o povo nos elege de volta.

    • Denisbaldo Postado em 13/May/2016 às 11:21

      Não Pereira, viva o individualismo e egoísmo da sua seita de fanáticos, que são discípulos de Jesus Cristo!?!? É bom você começar a torcer para o seu cargo pública não virar CLT e depois ser terceirizado. Funcionário público de direita é mais bizarro que pobre de direita.

  3. eu daqui Postado em 12/May/2016 às 11:44

    Engano seu. Feiticeiros/serpentes como vc terão que arcar com overdoses de seu proprio feitiço/veneno. O interino atacará tantos direitos da maioria que, em 2018, esa maioria novamente traumatizada colocará o pt no poder por uns 30 anos.

    • poliana Postado em 12/May/2016 às 13:45

      exatamente, eu daqui. mas n adianta falar isso pra eles. estão entorpecidos pela "vitória" do momento.

  4. Galvão Postado em 12/May/2016 às 12:30

    Você vai sentir saudades do PT seu filho da puta, você era feliz e não sabia. A hora que a rola grossa do PMDBosta e PSDBOSTA entrar em seu rabo você vai chorar de saudades do PT. Ignorante, iludido pela grande mídia, não tem cérebro para pensar por si só, e eu vou estar rindo de você e de todos os coxinhas.

    • Felipe Postado em 12/May/2016 às 14:02

      Chora mais que tá bom. #Tchau, querida.

    • felipe Postado em 12/May/2016 às 14:28

      Quanto amor.....rs

    • Pedro Accioli Postado em 12/May/2016 às 15:15

      Sem duvidas Galvão e não vou dar nem 2 anos para que implorem pela volta de um governo de esquerda e muitos vão falar: "eu era feliz com o PT e não sabia!!" e vou fazer questão de mandar todo mundo tomar no ** quem for falar isso!

    • eu daqui Postado em 12/May/2016 às 15:57

      é que ele certamente não tem a dignidade nem a conquista de viver exclusivamente do proprio trabalho. Então não será prejudicado. Ao menos até 2018.

  5. Carlos Alberth Postado em 12/May/2016 às 12:32

    Esse menino e mais um idiota útil desse país. Um verdadeiro PIB: Perfeito Idiota Brasileiro. Que miséria mental!

  6. Jonas Schlesinger Postado em 12/May/2016 às 14:03

    Boa. Agora vamos à próxima etapa. Acusação e defesa.

    • Ricardo Postado em 12/May/2016 às 17:25

      Não te ilude, Jonas, aqui não é a Alemanha. Tudo não passa de um grande carnaval. A decisão já está tomada, só é preciso o verniz do direito (com "d" minúsculo, bem minúsculo).

    • Eduardo Ribeiro Postado em 12/May/2016 às 18:52

      A próxima etapa é a prisão ou a inelegibilidade de Lula. O assunto Dilma está oficialmente encerrado. O resto é circo, teatrinho, burocracia necessária pra ter as papeladas da "parte legal do golpe" em dia. A decisão está tomada. Ninguém está suscetível a mudar de posição, não importa quão competente seja a defesa, ou quão frágil, mentirosa ou patética seja a acusação, ou quantas toneladas de calhamaços de provas sejam esfregadas na cara e despejadas na mesa dos caras. A decisão já está tomada.

  7. Júlio Postado em 12/May/2016 às 14:08

    Me causou revolta a postura covarde dos senadores do PT que deixaram, assim como os deputados, de apontar em seus discursos o verdadeiro golpista que se chama globo.

    • Jonas Schlesinger Postado em 12/May/2016 às 16:10

      Júlio, entenda. Você que é simpatizante, militante ou caralho a 4 do PT se revolta com a Globo. Porém, que é do PT e que está no poder não faz isso porque de algum jeito quem está no cargo público tem algum interesse com a Globo. Ou seja, essa emissora dá uma bofetada na cara dos petistas e depois alisa, bate de novo e depois alisa de novo. Nem a esquerda mais radical que nem o PSOL teve essa coragem. Sabe quem vai ter essa coragem? A Direita quando entrar no poder. Aí a globo vai ver o que é bom pra tosse.

    • Thiago Teixeira Postado em 12/May/2016 às 16:10

      Senti a mesma coisa, esse foi o maior erro do PT, não enfrentar a mídia golpista com mais vigor, tentaram ser democráticos, educadinhos, meiguinhos, amiguinhos, achando que os golpistas iriam aliviar a deles. Dilma tinha que iniciar o mantado de 2015 atacando a Globo, mostrando que ela era o maior opositor do governo federal, além de denunciar a politização do STF, PF, CGU, TCU, não atacar diretamente o Cunha e Temer, estes são secundários, são extensões da elite branca golpista, foi ai que o governo caiu pois todos sabiam que se a cabeça dela fosse papar no legislativo era um abraço. Teve golpe? Claro, mas faltou estratégia.

      • poliana Postado em 12/May/2016 às 23:08

        deixa de ser mau caráter, pereira!! quem teve 54 milhões de votos foi a dilma e n o temer. se a chapa tivesse sido temer como presidente e dilma como vice, ele jamais teria sido eleito. vc sabe muito bem q no nosso sistema eleitoral, n podemos votar em ambos os candidatos de forma separada, pois a escolha do CANDIDATO A PRESIDENTE, automaticamente, sem qq opção, inclui a do vice-presidente. da mesma forma q vc votou em aécio neves, e n em aloízio nunes. n aja de má fé...vc sabe disso! ou vc realmente acredita q se temer fosse o candidato a presidente com dilma como vice ele teria 54 milhões de votos??? cara, n suporto desonestidade intelectual. n seja cínico!

  8. Eduardo Ribeiro Postado em 12/May/2016 às 14:52

    """"comunistas""""....que analfabeto...não vale nem a pena dar umas risadas e lembrar que você chorará sangue assim que o interino começar a botar no popoti dos trabalhadores brasileiros, porque eu estou no mesmo barco que você. Choraremos juntos, coleguinha.

    • poliana Postado em 12/May/2016 às 23:12

      eduardo, ignora! vc sabe q é o diego maria cesar souza xonga andre dr. matsuda q voltou! agora ele posta como FELIPE, em caixa alta mesmo! as palavras sempre o entregam.

  9. pedro Postado em 15/May/2016 às 20:56

    Caracas Galvão, voce disse tudo ,claro toda a verdade que FHC fez,voce so esqueceu oque Ele fez com os trabalhadores,lembra da temida URV, Unidade Refencial de Valores, na epoca Ele pegol os salarios dos trabalhadores que já vinha de um golpe que Collor nos deu ( uma inflação de 84% so deu 40% ) FHC pegou as inflações de Novembro e Dezembro de 94 e Janeiro e Fevereiro de 95 e indexou ao salarios deixando a URV seguir ate Julho quando mudou a moeda para Real, os salarios ficaram restrito àqueles meses e os preços ajustados na nova moeda, matematica simples para segurar a inflação,segurou os salarios,é esse tipo de governo que esse povo gosta.vamos rir muito deles ainda, parabens voce é um dos poucos Brasileiros que sabe muito, continue esclarecendo esse povinho que so assiste a rede Globo, Abraços.