Redação Pragmatismo
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Cultura 14/Dec/2015 às 20:08
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Mano Brown e Suplicy dividem palco em 'Negro Drama' e 'Vida Loka'

Eduardo Suplicy e Mano Brown dividiram o palco no show de encerramento do 3º Festival de Direitos Humanos. O ex-senador acompanhou os Racionais durante Vida Loka (Parte 2) e Negro Drama

Mano Brown Suplicy
Mano Brown e Eduardo Suplicy (Imagem: Manuela Scarpa/BrazilNews)

No dia 13 de dezembro de 1968, o Ato Institucional 5 anunciava o período mais violento e opressor dos anos de ditadura militar no Brasil.

Quarenta e sete anos depois, no parque Ibirapuera, o show Cidadania nas Ruas marcou o encerramento do 3º Festival de Direitos Humanos que levou ao palco nomes como Elza Soares, Criolo, Ney Matogrosso, Pitty, Ava Rocha e Mano Brown.

Nenhum deles estava ali por acaso. Todos são ligados à defesa dos direitos humanos, a liberdade sexual, igualdade, democracia e o fim do racismo e do machismo.

A apresentação, que reuniu porta-vozes de diferentes bandeiras da luta pelos direitos humanos, teve como ponto alto da festa o momento em que o secretário de Direitos Humanos da prefeitura de São Paulo, Eduardo Suplicy, foi convidado para dividir o palco com Mano Brown, vocalista do Racionais MC’s. Juntos, eles cantaram “Vida Loka Parte 2” e “Negro Drama”, clássicos do quarteto paulistano.

Confira trechos:



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Comentários

  1. Thiago Teixeira Postado em 14/Dec/2015 às 22:51

    Ney Matogrosso???????????????????? Esse deveria participar de eventos em Higienópolis, Barra da Tijuca, Miami ...

    • Amoney Postado em 15/Dec/2015 às 03:13

      Você não entende nada sobre o Ney, né? Haha

      • joao Postado em 15/Dec/2015 às 10:43

        Sabemos das Sabemos das declarações do Ney na tv portuguesa

  2. Górki Postado em 15/Dec/2015 às 02:58

    Talvez o Brasil e o mundo fossem mais a esquerda, mais sustentáveis, mais democráticos, mais plurais, mais justos e mais humanos do que são, melhor, de verdade, se Eduardo Suplicy tivesse ganho as prévias de 2002 e sido o candidato eleito presidente pelo PT no lugar do Lula, que não soube administrar a popularidade imensa que tinha naqueles anos e peitado aquele congresso em nome da governabilidade, quando tinha ao seu lado a massa dos movimentos sociais que o elegeu. Ao contrário, foi ouvir quem não devia, submeteu-se aquela corja de malfeitores e deu no que deu... Hoje, um pulha chamado Eduardo Cunha e o partido do atraso ou da estagnação, escolha, denominado PMDB querendo peitar uma mulher honesta, honrada, guerreira, corajosa como a presidenta Dilma Rousseff. É curioso olhar pra trás e imaginar o que poderia ter sido. Hoje, ver um homem da dimensão do Eduardo Suplicy restrito a seu estado, quando o Brasil inteiro precisa dele, em "detrimento" de um mau caráter como Aloysio Nunes - PSDB (Copyright) me causa imensa tristeza e até depressão. Lembro, como fosse hoje, ao conversar, ainda jovem, com jovens lideranças do PT no meu estado e sugerir que Lula desse oportunidade ao Suplicy ser presidente. Eles, mesmo dizendo-se ligados ao MST e aos movimentos sociais, defenderam Lula. Hoje, passados quase 14 anos, olho pra eles ligados a muita grana, conquistado poder e status ao seguirem a cartilha de uma falsa esquerda e olho pra mim, com as mesmas convicções, com os mesmos ideais, acreditando que talvez as coisas possam ainda ser diferentes, ao contrário do que estão, do que são,, me enxergo de fora pra dentro, olho ao redor, tenho orgulho de mim mesmo e concluo, tal os grandes sábios: o tempo é o senhor da razão...

  3. George Postado em 15/Dec/2015 às 08:17

    aí sim!!!!

  4. Eduardo Ribeiro Postado em 15/Dec/2015 às 11:04

    MB e Suplicy....é respeito demais num palco só...

  5. irineu Postado em 21/Dec/2015 às 14:19

    ele ainda pode ser nosso homem de 2018, vamos deixar o lulinha descansar