Redação Pragmatismo
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Corrupção 21/Nov/2014 às 19:27
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Empresário tucano diz que "nunca se roubou tão pouco no Brasil"

"Não sendo petista, e sim tucano, sinto-me à vontade para constatar... ". O texto mais lido e comentado de hoje no meio político e econômico é o do empresário tucano que admite que os roubos de agora são 'irrisórios' perto do que acontecia antes e não era investigado

ricardo semler nunca roubou tão pouco
Ricardo Semler é empresário, advogado e administrador de empresas, formado pela universidade norte-americana de Harvard. Na política, se diz orgulhoso de ser tucano, com ficha ‘assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC’ (divulgação)

“Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia”. A observação é do empresário Ricardo Frank Semler, 55, tucano desde a fundação do PSDB, chefe-executivo (CEO) e sócio majoritário da empresa Semco S/A, empresa brasileira reconhecida, internacionalmente, pela reengenharia corporativa e a implementação dos conceitos da democracia industrial que lhe valeram o destaque ao redor do mundo. Sob sua gestão, os rendimentos da indústria cresceram de US$ 4 milhões, em 1982, para US$ 212 milhões em 2003. Em artigo publicado na edição desta sexta-feira da Folha de S. Paulo, no qual mantém uma coluna semanal, o empresário, advogado e administrador de empresas formado pela universidade norte-americana de Harvard não poupa críticas à sociedade brasileira.

Intitulado Nunca se roubou tão pouco, Semler inicia o texto com a certeza que “não sendo petista, e sim tucano”, sente-se à vontade para constatar que “essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país”.

Leia, a seguir, a íntegra do artigo:

Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.

Não há no mundo dos negócios quem não saiba disso. Nem qualquer um dos 86 mil honrados funcionários que nada ganham com a bandalheira da cúpula.

Os porcentuais caíram, foi só isso que mudou. Até em Paris sabia-se dos “cochons des dix pour cent“, os porquinhos que cobravam 10% por fora sobre a totalidade de importação de barris de petróleo em décadas passadas.

Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia. Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão – cem vezes mais do que o caso Petrobras – pelos empresários?

Virou moda fugir disso tudo para Miami, mas é justamente a turma de Miami que compra lá com dinheiro sonegado daqui. Que fingimento é esse?

Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido.

Não sendo petista, e sim tucano, com ficha orgulhosamente assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país.

É ingênuo quem acha que poderia ter acontecido com qualquer presidente. Com bandalheiras vastamente maiores, nunca a Polícia Federal teria tido autonomia para prender corruptos cujos tentáculos levam ao próprio governo.

Votei pelo fim de um longo ciclo do PT, porque Dilma e o partido dela enfiaram os pés pelas mãos em termos de postura, aceite do sistema corrupto e políticas econômicas.

Mas Dilma agora lidera a todos nós, e preside o país num momento de muito orgulho e esperança. Deixemos de ser hipócritas e reconheçamos que estamos a andar à frente, e velozmente, neste quesito.

A coisa não para na Petrobras. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas.

O que muitos não sabem é que é igualmente difícil vender para muitas montadoras e incontáveis multinacionais sem antes dar propina para o diretor de compras.

É lógico que a defesa desses executivos presos vão entrar novamente com habeas corpus, vários deles serão soltos, mas o susto e o passo à frente está dado. Daqui não se volta atrás como país.

A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.

Boa parte sempre foi gasta com os partidos que se alugam por dinheiro vivo, e votos que são comprados no Congresso há décadas. E são os grandes partidos que os brasileiros reconduzem desde sempre.

Cada um de nós tem um dedão na lama. Afinal, quem de nós não aceitou um pagamento sem recibo para médico, deu uma cervejinha para um guarda ou passou escritura de casa por um valor menor?

Deixemos de cinismo. O antídoto contra esse veneno sistêmico é homeopático. Deixemos instalar o processo de cura, que é do país, e não de um partido.

O lodo desse veneno pode ser diluído, sim, com muita determinação e serenidade, e sem arroubos de vergonha ou repugnância cínicas. Não sejamos o volume morto, não permitamos que o barro triunfe novamente. Ninguém precisa ser alertado, cada de nós sabe o que precisa fazer em vez de resmungar.

Correio do Brasil

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Comentários

  1. Karina BB Postado em 21/Nov/2014 às 20:25

    O mais dificil da campanha eleitoral foi ouvir Aecio dizer que pra acabar com a corrupcao,bastava ytirar o PT e colocar o PSDB,nossa isso doeu nos meus ouvidos

    • Tiago Postado em 22/Nov/2014 às 11:59

      Carlos, a sua noção sobre o espectro político convencional tá tão bagunçada quanto o seu senso de moralidade. Em quatro fastiosas linhas você disse muito sobre si, e me faz lamentar.

    • MIRON Postado em 22/Nov/2014 às 12:16

      É olhem só, quem está dizendo... eu falo e sempre falei isso... é questão de inferência... dois poderes combinantes: o oficial e o midiático... historicamente fomos saqueados pela Direita perversa...

    • Elaine Postado em 22/Nov/2014 às 18:23

      Carlos, qual foi a parte do "nunca se roubou tão puco" que vice não entendeu? Pelo que o peessedebista disse se tira que quando era o PSDB roubava-se bem mais e mesmo assim você ainda acha que eles não iriam fazer tanto estado assim no comando do país? Essa sua lógica é bem confusa mesmo...

    • Thiago Lopes Postado em 22/Nov/2014 às 20:53

      Porque vocês gastam saliva pra ensinar as coisas pra esse jumento do Carlos Prado? O cara é tão burro que chama o PSDB de esquerda.

    • Carlos Augusto Lopes Postado em 23/Nov/2014 às 19:15

      O PSDB traria muito mais estragos do que se possa imaginar, caro Carlos Prado. Só quem vivenciou / pesquisou a respeito do governo deles, pode saber. e com o progresso dos casos de corrupção na Petrobrás, no metrô de São Paulo, aparecerá em cena, as nefastas ações do PSDB, DEM e outros partidos. E, espero, evidencie - se, também, o mensalinho mineiro, o escândalo de Furnas e os processos de todas as privatizações feitas no governo de FHC. Que todas as máscaras caiam e, doa a quem doer, independentemente de que parido for. E não é à toa que no ranking do TSE, da corrupção, o PT ocupe o nono lugar, enquanto o do PSDB e DEM, sejam os segundo e primeiro, respectivamente !

      • Robson Postado em 09/Aug/2015 às 19:01

        concordo plenamente!!

    • renato Postado em 23/Nov/2014 às 20:39

      quanto mais vejo gente pro-PSDB abrindo a boca, menos esperanca tenho na humanidade ! todo santo dia vejo gente que eu ACHAVA ser pessoas de bem revelando um lado odioso, agressivo, desrespeitoso ao extremo, intransigente e infantil. um amigo meu que eu respeitava revelou-se o "ogro" anti-social-mor, onde firma TUDO justificavel e legitimo em nome de fritar no azeite quem pensar diferente dele. simplesmente ignoram TUDO que nao lhes for favoravel, mas aceitam e propagam TUDO que for mentiroso, duvidoso e escancaradamente parcial e falso como válido. Zero de bom senso, comportamento psicótico e gravemente nocivo. e tristemente, este é o comportamento-padrao dos famosos "coxinhas"... rolam raras EXCEÇÔES. (nem vou falar da paranoia comunistofobica, que é pior ainda...)

      • Prentice Postado em 27/Nov/2014 às 17:32

        São muito boas as suas colocações Renato, concordo plenamente.

    • Marcos Pedroso Postado em 24/Nov/2014 às 02:55

      PSDB esquerda? Dando Fôlego para o povo? Que planeta vc vive cara? Pq será que estes ignorantes e desinformados filhotes bastardos da Ditadura insistem em vir na net falar merda... Eu sinceramente não consigo entender...

    • Marlon Postado em 24/Nov/2014 às 04:00

      "E é menos mal quando esse pessoal desvia verba apenas para o próprio do que quando utiliza para se perpetuar no poder e subjugar às instituições que mantem a democracia." Pois é justamente o contrário, quando o que está em jogo é um processo de democratização do poder o qual só pode ser levado a cado por pessoas que tem comprometimento com o povo. O princípio vem de Maquiavel, o qual tornou-se maquivélico por aqueles que não souberam lê-lo. E também está descrito por John Rawls, o qual sugere que o incentivo a iniciativa privada só é justificado quando ocasiona no bem da maioria - máxima defendida pelo PSDB, mas que na realidade nunca deu certo no pobre Brasil.

    • Maria Elisa Gonçalves Postado em 11/Jan/2015 às 10:19

      ESSE É UM DESCARADO SUJO, BANDIDO MALDITO, RAIZ DA RAÇA MALDITA QUE ASSALTA O BRASIL HÁ MAIS DE 100 ANOS. É só pesquisar quem é a raça desse GANGSTER.

    • valter Postado em 26/Nov/2015 às 03:35

      Nesse dia o Aécio não estava nas CNTP (condições normais de temperatura e pressão), de tão simplório seu comentário. A leitura do artigo do Ricardo Semler nos dá a dimensão exata do problema da corrupção e que somente agora teve início seu desnudamento e submissão dos crimes cometidos à Justiça.Ao menos agora temos a esperança de punições aos que cometeram ilícitos.Sem mais engavetamentos.

  2. marcelo Serodre Postado em 21/Nov/2014 às 21:08

    Estamos vivendo um momento realmente curioso: de um lado, depois de 12 anos de governo do PT, um país mais forte e soberano, um país que superou uma mediocridade secular, implantou programas sociais e educacionais bem-sucedidos e reconhecidos por líderes e órgãos internacionais, e até copiados pelo mundo afora. Um país que tirou 40 milhões de pessoas da miséria, um país onde a taxa de mortalidade infantil e o analfabetismo caíram drasticamente, um país que se tornou a sétima economia do mundo, com uma indústria vigorosa e o turismo interno revigorado. Também nunca tantos brasileiros, de todas as classes, viajaram ao exterior. Um país onde milhões de microempresários saíram da informalidade graças aos incetivos a micro e pequenas empresas. Por todo Brasil Microempreendedores Individuais realizam seus negócios com pequena carga tributária e quase nenhuma burocracia. Trabalham com cartão de crédito e tem conta bancária. Um país com o menor desemprego da história. Um país com uma frota de veículos nova e grandes obras de infraestrutura. Um país com bares lotados, estádios lotados, feiras lotadas. Um país que cada dia mais se torna protagonista entre as grandes nações. Um país com melhor distribuição de renda e maior oportunidade para todos. Um país que atravessou, de cabeça erguida, graves crises internacionais. Um país de economia estável onde é permitido planejar e sonhar. 200 milhões de pessoas com melhores perspectivas e maior confiança no futuro. Do outro lado: privilégios para um grupo de políticos, privilégios para alguns órgãos da imprensa, o retrocesso e a velha mediocridade.

    • Jane Silva Postado em 09/Dec/2014 às 12:53

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Maria Elisa Gonçalves Postado em 11/Jan/2015 às 10:17

      Parabéns Marcelo Serodre! Você tem toda razão. Eu tenho muitos parentes na política, no interior de SP e Brasília, mas em especial um primo que foi presidente da Câmara de SCS por 36 anos, foi procurador do estado de SP, foi deputado federal, foi assessor de Lincoln Grilo e assessor de Janio Quadros, dizia que o povo nunca teve noção do que os políticos fazem para perpetuar no poder e todos são AVES DE RAPINA há centenas de anos, passando seus cargos de pai para filho, formando gigantescas megas-quadrilhas. Apesar dele ser do PSDB, ele dizia que mais sujos que PSDB, PMDB e DEM, SERIA IMPOSSÍVEL. Contou-me que durante décadas estes partidos imundos fabricavam sacos e mais sacos de dinheiro em época de eleições, cujas cargas eram depositadas em uma mansão do Morumbí, onde os bandidos políticos arquitetavam seus planos diabólicos. Eu ainda era ingênua para entender tanta bizarrice, mas aos poucos ele foi me esclarecendo sobre o resultado nefastos de dinheiro fabricados exclusivamente para eles. NÃO ADIANTA TENTAR SUJAR O PT COM CALÚNIAS, MENTIRAS, DIFAMAÇÕES...etc.... QUALQUER PARTIDO DO POVO TERÁ QUE PERPETUAR NO PODER PARA IGUALAR NO ROUBO COM ESSES AVES DE RAPINAS, RESPONSÁVEIS PELO ATRASO DO BRASIL. TANCREDO NEVES FOI UM BANDIDO INIGUALÁVEL, QUE COLOCOU UNS 500 MEMBROS FAMILIARES EM SUAS QUADRILHAS. São vagabundos que possuem centenas de contas em paraísos fiscais, com ajuda da MALDIÇÃO DA MÍDIA, POIS TODO ROMBO AOS COFRES PÚBLICOS SÃO DISTRIBUÍDOS POR TODO O BRASIL. VIVA O PT! VIVA A PRESIDENTE DILMA! De agora em diante AS AVES DE RAPINA ESTÃO SENDO DESMASCARADAS E SERÁ DIFÍCIL DAR GOLPES DE BILHÕES NOS COFRES PÚBLICOS ANUALMENTE.

  3. Maria das Graças e Silva Postado em 21/Nov/2014 às 21:16

    Pela primeira vez durante toda a operação lava jato, li um texto tão verdadeiro, apesar de não conhecer os dados históricos.

    • Eduardo Postado em 22/Nov/2014 às 22:14

      O Caso Banestado, no Paraná, o rombo foi de 160 bilhões.....pelo que li por aqui mesmo... porque tanto alarde, parece que os perdedores tem esperança de ganhar o poder a poder de conversa fiada.... Uma coisa é FALAR, outra é provar.... que o diga a "oia" no casa da capa panfleto pró A S....

  4. Denisbaldo Postado em 22/Nov/2014 às 06:17

    Imagina só se todos aqueles que pudessem ter falado um dia, tivessem falado. Não teríamos tido um presidente por 6 meses consecutivos neste país.

    • Maria de Lourdes Cardoso Postado em 22/Nov/2014 às 21:41

      Assino embaixo do que o empresário Ricardo Semler, escreveu, pois vivi a era FHC como funcionária federal. Entregaram o governo depois da privatização, sucateamento de todos os ministérios, mensalões e praticamente ausente do país. Fechou com chave de ouro e ninguém abriu a boca, apenas os sindicatos, mas não éramos ouvidos.

  5. Pedro Postado em 22/Nov/2014 às 10:24

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

  6. SAMWISE Postado em 22/Nov/2014 às 10:40

    Menos impostos e mais saúde. A reconquista da Classe C, especialmente a do Centro-Sul do país é a chave para um segundo mandato da Presidenta Dilma ao mesmo nível do segundo tempo de Lula. E também é a solução contra o Golpismo que ronda o país. Recomendo os textos abaixo, que refletem sobre isso: http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR3.html http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR.html http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR2.html

  7. André Anlub Postado em 22/Nov/2014 às 11:50

    Está arriscado a derrubar até a mim. O poder corrompe! Quem não é ingenuo sabe disso, mas a questão é: Quem olha e/ou olha mais, para os pobres/miseráveis, os mais oprimidos e as crianças com fome?

  8. CLÁUDIO LUIZ PESSUTI Postado em 22/Nov/2014 às 11:57

    Semler , no passado, foi muito famoso, chegou a ser cotado , inclusive , para cargos políticos. A inovação gerencial que ele implantou na Semco se tornou "revolucionária" diante do quadro retrógrado dos empresários brasileiros. Muito bom que ele tenha se manifestado, pois conhece a fundo, como empresário, esta situação da Petrobrás.Certamente vai ser criticado na próxima reunião do PSDB, mas é o preço que se paga por ser sincero.

    • poliana Postado em 22/Nov/2014 às 12:55

      Criticado!? Ele será desligado totalmente do partido! Pode ter certeza q terá uma punição severa a ele!

      • enganado Postado em 22/Nov/2014 às 23:30

        Cara Poliana Concordo em gênero, número e grau. Se não for sumariamente expulso.

    • mani Postado em 22/Nov/2014 às 23:33

      Criticado no PSDB, por ser honesto?

  9. Denise Marquez Postado em 22/Nov/2014 às 12:12

    Assim é fácil: arrumar alguém para incriminar o outro na tentativa de limpar o seu poleiro. O cara já se vendeu para o PT. Esse daí é mais um dos que se locupletam com essa trupe do governo. Aparece agora com a cara-de-pau tentar livrar a sujeira escandalosa do PT. Imagino o tamanho da molhada de mão que ele recebeu.

    • poliana Postado em 22/Nov/2014 às 13:30

      Hahahaha...coxinhas....sempre hilários!

    • Eva Cardoso Postado em 24/Nov/2014 às 10:22

      Mas voce de jegue o jegue e bem melhor pq ele não sabe ler e entender então nem pensar Denise amebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    • Eva Cardoso Postado em 24/Nov/2014 às 10:24

      O Denise de jegue o jegue é bem melhor q vc, entendimento então passou longe leu e não entendeu , tu vens de onde mesmo anta q pena a anta e bem mió o xente.

  10. vilmar Postado em 22/Nov/2014 às 12:33

    é Exatamente o que eu sempre falei, o povo babaca do SL e SD se achando inteligentes querendo eleger os seus partidos favoritos com a falsa imprensão que seu partido nunca roubou,ai ficam xingando o povo nordestino de burros e atrasados por ter escolhido o candidato que pra eles é o menos pior, eu falo menos pior porque o melhor não existiu até hoje pelo menos .

  11. vilmar Postado em 22/Nov/2014 às 12:43

    este pais ja foi formado através de roubo rapá!!! vocês querem ver o que? ai é herança passada de geração em geração! ou seja: filho de ladrão ladrão é!!! temos que conviver com esta vergonha por muito tempo ainda. este rastro maldito de covardia corrupção diferença social entre grupos do mesmo pais ainda vamos ver por muitas gerações futuras infelismente, mas não podemos cruzar os braços e continuar vendo estes absurdos sem ter ação, temos sim que intervir e combater sempre estes ladões que estão perpetuando no poder a seculos.

  12. Claudio Postado em 22/Nov/2014 às 13:07

    As coisas estão ficando mais claras, graças a pessoas como esse empresário, que tem espaço e sinceridade para falar. A corrupção não é exclusividade das estatais, porque nas prefeituras de todos os municípios, por menor que seja, essa prática é vergonhosamente comum.

  13. Natália MS Postado em 22/Nov/2014 às 13:09

    Texto antológico do empresário Ricardo Semler, homem prócer da direita brasileira, filiado ao PSDB, que faz uma crítica coerente em relação a investigação na Petrobras.Ou seja, sem ódio e rancor,estamos precisando de uma oposição assim, eloquente e coerente, longe dessa verborragia demagógica que se instalou no PSDB, que muitas vezes parece mais uma virgem do século X..Como dizia o grande Mário Lago " o moralista já é falso"

  14. Natália MS Postado em 22/Nov/2014 às 13:15

    Carlos Prado,o fato do sócio já ter sido presidente da Petrobras já não seria mais um motivo pra ele saber o que está falando..Pra mim o esquema de lavagem de dinheiro na Petrobras teve o início na sua fundação, no governo Getúlio Vargas.

  15. Fabio Hideki Postado em 22/Nov/2014 às 15:06

    Argumento de um classe média paulista contra o artigo: PETRALHA, ODEIO O PT

    • Thiago Lopes Postado em 22/Nov/2014 às 20:55

      esse é na verdade o argumento deles pra tudo, seja qual for o assunto

    • Eduardo Postado em 22/Nov/2014 às 22:09

      tem gente que odaia a cor vermelha.... se bobear odeia até a si próprio.

      • Sarah Postado em 23/Nov/2014 às 09:59

        Tem gente que acho que vai mudar a cor do sangue de tanta birra que pegou com a cor vermelha!

      • Thiago Lopes Postado em 25/Nov/2014 às 23:54

        Hahaha igual touro, não pode ver vermelho que fica com raiva

    • Sarah Postado em 23/Nov/2014 às 10:01

      Nao precisa ser paulista! Há muitos cearenses falando a mesma coisa! Uma falsa classe que se acha burguesa!

  16. Luiz Parussolo Postado em 22/Nov/2014 às 17:38

    Conheci os meandros do sistema financeiro público entre 1976 e 1995 e derivado dele atuação de produtores, empresários, agentes públicos, políticos..Também tive contato físico com vendas a entes públicos e compras em atacado e área judicial. Desde financiamentos subsidiados, desvios de recursos, desvio de bens e produtos, contrabando, propinas em vendas, manipulações de licitações e vendas públicas. suspendo por aqui. O que ele mencionou é muito pouco perto da realidade brasileira, principalmente envolvendo grandes grupos empresarias e latifundiários com sustentação em políticos e corporações organizadas. Só existe um equívoco que provoca toda a esculhambação de qualquer estrutura e projeto, desde os Poderes Constituídos aos mais humildes, o homem brasileiro. Quanto a roubar menos é um equívoco. Após o neoliberalismo os atos corruptos tornaram-se muito superiores devido à internacionalização e a expansão física do espaço econômico. No entanto todo empreendimento possui assessorias técnica/administrativa e jurídica, própria ou corporativa; a legislação é deficiente e leniente deixando vazios `z interpretação; a fiscalização e controle é frágil por estar na dependência direta da figura humana devido à precariedade cibernética; os órgãos de representação e o poder judiciário são dogmáticos e morosos e a burocracia da forma que emperra o processo econômico e social favorece o mascaramento das atividades ilegais. Lobbies atuam frente aos parlamentos na elaboração de leis genéricas e estas acobertam as ações específicas dando forma aos atos irregulares de legalidade enquanto o judiciário pacifica decisões as quais favorecem a impunidade. Em todos os empreendimentos há um corpo técnico, administrativo e jurídico especializado e em interação enquanto no passado, salvo os grandes monopólios, os empreendimentos não dispunham de corpos especializados, salvo o escritório ou corpo técnico interno de formação técnica contábil e conhecimentos práticos adquiridos na empresa. Fora não existiam corporações civis com conhecimentos especializados como disponíveis associações, consultorias, auditorias, corporações políticas, internet, etc..

  17. MARIA Postado em 22/Nov/2014 às 18:40

    SÓ PARA CONSTAR, " NA ERA FHC", O VESTIBULAR ERA MONOPOLIZADO:OS PROFESSORES DE CURSINHOS ELABORAVAM AS PROVAS PARA OS ALUNOS QUE FAZIAM CURSINHO PAGOS OU ESTUDAVAM EM ESCOLAS PARTICULARES CARAS, "OS FILINHOS DE PAPAI" O ESTUDO NÃO ERA PARA TODOS!PORQUE? "NÃO QUERIAM QUE "TODOS" TIVESSEM CONHECIMENTO! PURA POLITICA!HOJE, SÓ NÃO FAZ FACULDADE QUEM NÃO QUER! BOM, AGORA SOBRE A REPORTAGEM , CONCORDO COM TUDO QUE ELE DISSE TEMOS QUE SEGUIR EM FRENTE E PENSAR QUE MUITA COISA MUDOU PARA MELHOR!RETROCEDER NUNCA MAIS! AH! PARABENS! SENHOR MARCELO SERODRE.

  18. enganado Postado em 22/Nov/2014 às 19:45

    Sr, Almanakut Brasil " ... "Se Paulo Roberto falar, ele derruba a Dilma" ... " . Se ele falar TUDO MESMO, vai ter que contar sobre o çERRA e FHC, aí sim o bicho vai pegar. Mas como já sabemos, o doleiro, seu advogado e a senhora já devem estar contratados pela rede globo, com salários rateados no GAFE-FIESP-DEM-Clube Militar-AIPAC-Banca Internacional Anglo Sionista- ... etc. Então vamos ver se realmente a VERDADE vai aparecer! rsrsrsrsrs .... NUNCA! NEVER! JAMAIS (fr)! MAI! NIGDY! קיינמאָל!, NOOIT! NIE! Quer dizer que a Direita aceita verdades? Taí onde foram parar os 7 bi que o Aecínico roubou do de Minas Gerais da Saúde e Educação? Será que o pornográfico Merdal sabe? Acorda!

  19. enganado Postado em 22/Nov/2014 às 19:49

    Presado Ricardo Só para confirmar. Somem e vejam qto foi ROUBADO no governo do FHC. EX: Onde foram parar os 30 bilhões que faltaram na venda Vale do Rio Doce? Hein! FHC. Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias. Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou. Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”. Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI. Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD. Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada. Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”. Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC. Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado. Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

    • Luiz Parussolo Postado em 22/Nov/2014 às 22:19

      O pseudo sociólogo Fernando Henrique Cardoso, este sem nenhum reconhecimento na classe, tem história das mais deploráveis e sujas neste país como psicopata a serviço da Fundação Ford, CIA, EUA e Inglaterra e o Plano Real foi articulado todo no FMI e implementado para destruir nosso sistema produtivo e comercial capitalista liberal e acabar com sua independência submetendo-o produtiva e tecnologicamente ao grande capital internacional e às grandes nações e ficando apenas como produtor primário, coisa de países atrasados: acabando com o trabalho técnico científico e introduzindo atividades burguesas parasitárias tecnológicas e burocráticas sem dimensão produtiva. Se o Brasil houvesse que pagar tudo que foi destruindo pelo plano real e o Governo FHC somente teria que vender o território. O processo de sujeição do Brasil continua com o PT e o endividamento começado no FHC é progressivo e irreversível impedindo o país de quaisquer possibilidade de reconstrução industrial e nenhum dos partidos quer que isso ocorra. Também a corrupção e a violência são promovidas desde o FHC são produtoras de comércios e serviços. Na implementação do plano a imprensa foi parelhada e os opositores nacionalistas tiveram que calar-se ou foram calados, assim como especialistas e políticos. Mas está chegando o momento da sociedade conhecer a verdade sobre o plano e a verdade escravocrata do país e saberá também que não existe diferença de governo entre PT e coligados e PSDB e coligados, tão-somente as divergências ideológicas de esquerda.

  20. Eduardo Postado em 22/Nov/2014 às 22:08

    "Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido." Comentar mais o que????

  21. Luiz Parussolo Postado em 22/Nov/2014 às 22:34

    Plano Real: o mito da estabilidade e do crescimento Por Nildo Ouriques A vida sustentada pelo antigo mito da estabilidade em que se apoiaram os governos tucanos já não é mais possível e, de certa forma, tampouco o governo petista pode manter o controle da situação apenas com o “princípio de transformação da matéria mítica”, o crescimento. Plano Real o mito da estabilidade e do crescimento O Plano Real é o maior pacto de classe conquistado pela burguesia brasileira após abril de 1985. Fernando Henrique Cardoso lançou mão da antropologia estrutural de Lévi-Strauss para justificar sua adoção poucos dias antes de sua eleição para a Presidência da República ao assinalar o caráter simbólico, de extração mítica, da estabilização monetária. “A minha experiência de campanha é a seguinte: tudo aqui é simbólico. Você necessita criar um mito. E tem que contar a mesma história repetindo quem é bom e quem é mau. Tem que ter dois ‘Y’ e vai mudando na estrutura do mito, como Lévi-Strauss. É binário: o bem e o mal. Tem que contar durante toda a campanha de várias maneiras, o mesmo mito. Em nosso caso é a moeda. O que é o mal? A inflação. O que é o bem? A estabilização. Foi o que fizemos. A cada momento eu ataco outra vez o mito principal. Mito no sentido antropológico. Você tem que chegar à estrutura mais elementar e insistir nela. A cada três ou quatro programas eu volto ao assunto. O real é bom, a inflação é má. Quem está com a inflação são os maus, quem está com o real são os bons. Foi apenas isso.” (Veja, 27 set. 1994) Enfim, o mito da moeda forte deu a eleição a FHC. No entanto, ainda que exale certa elegância, a lição estava incompleta. A antropologia estrutural de Lévi-Strauss, o antropólogo francês, revela a estrutura binária do mito, mas indica também, em outro texto, a importância da “morte dos mitos”, algo útil para analisar a situação atual quando observamos sinais de exaustão social com a estabilidade monetária. No contexto brasileiro, quando as dificuldades do Plano Real se revelaram no segundo mandato de FHC e amplos setores sociais começaram a exigir o crescimento econômico, ocorreu o “princípio de transformação da matéria mítica”, ou seja, do mito da estabilidade nasceu o mito do crescimento econômico. Na primeira fase – os dois mandatos de FHC –, a função do mito garantiu a necessidade burguesa da estabilidade monetária. O ativismo sindical da época inflacionária não somente desacreditava o mercado, como indicou o comportado Keynes, mas, sobretudo, permitia que a luta dos trabalhadores para recuperar o poder de compra corroído pela inflação alta impulsionasse níveis de consciência crítica maior no sindicalismo brasileiro. No período presidencial de Lula, quando a estabilidade já era “pão comido” e as novas gerações já não se iludiam com o fantasma da volta da inflação – na realidade, estavam muito mais interessadas na luta contra os baixos salários –, surgiu no final do primeiro mandato (2003-2006) o mito do crescimento, ou seja, o princípio da transformação da matéria mítica que consta na antropologia estrutural do professor francês que se fez intelectual na colonização da USP. Não há, portanto, oposição entre a fase neoliberal do Plano Real (governo FHC) e a emergência da fase desenvolvimentista (governos Lula e Dilma). Há, antes de tudo, necessária continuidadeentre os dois governos, ainda que a fabricação da opinião pública insista na oposição partidáriaentre petistas e tucanos, como se, de fato, ambos não compartilhassem a mesma razão economia-política. Na prática, tem razão Gilberto Vasconcellos ao afirmar a existência do “petucanismo”, essa perversa forma de dominação burguesa que perpetua o desenvolvimento do subdesenvolvimentono país, limitando o destino da nação à condição de um anão no jogo de poder mundial, da mesma forma que realiza uma inédita digestão moral da pobreza conveniente para as classes dominantes e, de quebra, exibe a impotência da burguesia industrial comandada por São Paulo. Não há que se iludir sobre o fundamental, pois tanto a fase da estabilidade econômica quanto o posterior “crescimento” outro destino não possuem senão a manutenção do país na condição de um gigante com pés de barro. Ambas as fases – a estabilidade e o crescimento – têm um custo demasiadamente elevado e comprometem não somente o futuro das próximas gerações, mas impedem, de maneira radical, a construção de um projeto nacional. Não deixa de ser expressão desse pacto de classe a quase coincidência entre os economistas de todos os candidatos com possibilidades eleitorais nas eleições que se aproximam. As divergências entre eles estão reduzidas quase que exclusivamente a uma “crise gerencial”, como se estivéssemos limitados a uma crise de competência na gestão da mesma política. Nesse contexto, não haverá jamais – ao contrário da ideologia que rola entre os economistas como se fosse conhecimento científico – a possibilidade de uma combinação ótima entre as metas de inflação de um lado e a taxa de juros e de câmbio de outro, condição necessária para abrir a senda do crescimento. Há grave regressão intelectual na ciência econômica, pois os economistas se especializaram em explicar como o mundo deveria ser, e não as razões pelas quais ele é como é. Em consequência, atuam como ideólogos e destinam seu tempo e “teorias” ao ocultamento sistemático da realidade. Assim, ignoram as razões que levaram as distintas frações do capital ao desprezo das condições favoráveis existentes entre 2004 e 2008 para inaugurar a desejada fase de crescimento sustentado. Afinal, por que as travas do crescimento não foram removidas se as condições internas e externas eram então favoráveis? Ao contrário do perigoso consenso estabelecido entre os economistas, opino que o megaendividamento estatal, a superexploração da força de trabalho e a severa regressão industrial são obstáculos insuperáveis para uma nova fase de expansão produtiva. O Plano Real, o pacto de classe que paralisa o Brasil, sustenta-se sobre três pilares. O primeiro deles – tanto na fase da estabilização (FHC) quanto na do suposto crescimento (Lula/Dilma) – é o gigantismo do endividamento estatal (interno e externo). Em junho de 1994, a dívida interna não superava R$ 64 bilhões e FHC concluiu seu segundo governo com R$ 700 bilhões. Lula não ficou atrás: após oito anos, a dívida interna alcançou R$ 1,5 trilhão e Dilma tampouco vacilou em superar os R$ 3 trilhões. Na mesma direção, o endividamento privado externo voltou a crescer e contribui de maneira direta para manter o automatismo da dívida segundo o qual quanto mais o país “paga”, mais a dívida cresce! A consequência necessária dessa opção é que em nenhum ano o Estado brasileiro destinou menos de 44% do orçamento para o pagamento dos juros e dividendos da dívida. O superendividamento estatal trouxe duas consequências nefastas: por um lado, inibiu severamente a taxa de investimento estatal, variável indispensável para impulsionar o investimento privado que a política desenvolvimentista requer e, por outro, naturalizou o princípio neoliberal de austeridade fiscal, permitindo somente em termos marginais programas sociais consistentes e a melhoria da infraestrutura que os neoliberais exigem. É fácil observar a incapacidade do Estado brasileiro – prisioneiro do automatismo da dívida – e a impotência dos governantes diante do quadro. Quando explodiram as jornadas de junho, as propostas para melhoria do transporte público exigidas por milhões de pessoas não foram mais do que cosméticas, como podemos agora comprovar. Os empresários reclamam da elevada carga tributária como se esta não fosse, de fato, um princípio do endividamento estatal programado em junho de 1994, quando o Banco Central elevou a taxa de juros aos incríveis 49,9%. Em oposição, eles preferem afirmar que a dívida é resultado de um Estado ineficiente e perdulário, “tese” sem qualquer sustento. O segundo pilar do Plano Real é a superexploração dos trabalhadores, agora devidamente ocultada pela ideologia da emergência da “nova classe média” e as “teorias” do “precariado”, entre outras. A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República divulgou há poucas semanas a metodologia que terminou por criar uma poderosa classe média em nosso país. Agora, a classe média altaestá definida pela rendapercapitaentre R$ 741 e R$ 1.019! Não é um luxo? Antes da novidade, o quadro já era gravíssimo, pois no Brasil pelo menos 76% da população economicamente ativa recebe até três salários mínimos. A economia política inglesa ensina desde os tempos de Adam Smith (1776) a importância do salário mínimo necessário– aqui no Brasil calculado pelo Dieese –, que alcançou em junho o valor de R$ 2.979,25, razão pela qual mais de 80% da PEA não atinge sequer as condições mínimas de reprodução da força de trabalho. Contudo, não estamos de mãos abanando. No lugar da antiga lição da economia política inglesa, o governo – e a oposição tucana também! – lançou mão da caridade cristã na forma de política social. A política social criada no governo FHC e turbinada por Lula mais tarde destina migalhas da riqueza social aos pobres e simula a impressão de que os governos petistas são mais sensíveis do que os tucanos. Ninguém ignora o desprezo aos pobres e a violência contra os sindicatos durante o governo de FHC, mas não se pode tampouco desprezar o fato de que a riqueza pública cresceu de maneira expressiva na última década, razão pela qual as migalhas foram um pouco maiores nos governos petistas. No limite, a política social serve na prática de ideologia para a solução da “questão social” no estreito marco de um país dependente, onde, supostamente, já não seria mais um “caso de política” (Washington Luís) e poderia – na versão oficial – ser resolvida sem tocar na propriedade privada e/ou no poder político. Sem dúvida, o melhor dos mundos possíveis para a classe dominante! À classe média – e seus porta-vozes na TV que execram a política social petista e denunciam seu suposto caráter “populista” – fica garantida a paz social, pois os pobres já não são detentores de uma razão iracunda indispensável para a sobrevivência política e social e combustível necessário para o protesto social, mas se limitam à simulação de uma “cidadania” – necessariamente passageira e limitada – do consumo, sem custo maior para o Estado. Eis a razão pela qual, para dar apenas um exemplo, o principal programa do governo – o Minha Casa, Minha Vida – é tão modesto, incapaz de enfrentar ou sequer diminuir o déficit habitacional de 13 milhões que o país acumula. Por isso, ao contrário do que diz a propaganda petista, os tucanos jamais revogarão os programas sociais dos últimos governos porque aqueles são parte de uma estratégia de dominação que interessa a ambos. Nenhum candidato da oposição eliminará os programas sociais e tampouco há sinais de que estamos diante da emergência de uma direita fascista capaz de atacar os pobres. O terceiro pilar do Plano Real é o reforço do país numa posição adversa na divisão internacional do trabalho, ou seja, como mero exportador de produtos agrícolas e minerais. Esse processo aparece sob a forma de uma denúncia genérica contra a “desindustrialização”, cuja solução poderia ser – como indicam os tucanos – a redução ainda mais radical dos custos industriais via abertura industrial mais profunda destinada a importar peças, máquinas e equipamentos de países como a China. O governo descarta o nacionalismo econômico (política industrial) na pretensão de que com renúncia fiscal destinada a manter o consumo de geladeiras ou carros fosse possível constituir um projeto nacional e manter o pacto entre o capital transnacional e as frações perdedoras do agonizante capital nacional. Contudo, contraditoriamente, há vida na agonia. A taxa de câmbio que denunciam sobrevalorizada é a mesma que permite aos industriais lucros extraordinários e, obviamente, dólar abundante e barato para importação de máquinas e equipamentos que aumentam a produtividade do trabalho e condenam o processo de industrialização que simulam defender. Os comerciantes não ficam atrás e se lançam no Sudeste Asiático na compra de todo tipo de mercadorias com as quais inundam o mercado interno, “segurando” a pressão inflacionária e aprofundando a desnacionalização. A experiência histórica demonstra que não pode existir mercado interno forte sem nacionalismo econômico. Ademais, a manutenção da superexploração da força de trabalho e a acelerada desnacionalização da produção de máquinas e equipamentos fecham o cerco contra as ilusões desenvolvimentistas segundo a qual o mercado interno seria capaz de sustentar a expansão de taxas de crescimento superiores às modestíssimas exibidas no governo da presidente Dilma. O fim da reforma agrária em nome da expansão da fronteira agrícola destinada à produção para exportação elimina qualquer esperança num projeto nacional de desenvolvimento. Contudo, é indispensável para manter o pacto entre latifundiários e transnacionais, além de contemplar capitais industriais e comerciais nacionais. Os sinais de esgotamento do pacto chamado Plano Real são claros. O crescimento não chegou, causando inocultável constrangimento aos desenvolvimentistas; além disso, mesmo a modestíssima pressão inflacionária permite aos neoliberais o clima necessário para retomar a iniciativa política exigindo mais “reformas” na direção de eliminar direitos sociais considerados excessivos num país dependente e a afirmação da velha ortodoxia neoliberal. No limite, todos os candidatos à sucessão presidencial tramam em silêncio um novo ajuste que será considerado tão inevitável quanto necessário para o futuro da nação após as eleições. As greves voltaram nos últimos dois anos e o humor dos trabalhadores com a promessa de estabilidade e/ou crescimento não é o mesmo de outros tempos. A vida sustentada pelo antigo mito da estabilidade em que se apoiaram os governos tucanos já não é mais possível e, de certa forma, tampouco o governo petista pode manter o controle da situação apenas com o “princípio de transformação da matéria mítica”, o crescimento. No mundo em crise, não pode haver dúvida a respeito: somente quando os trabalhadores superarem a condição cativa em que ainda se encontram poderão inaugurar um novo tempo em que construirão seu futuro com a energia criadora de suas próprias mãos, governados exclusivamente pela consciência crítica de seus próprios interesses. Nildo Ouriques - Professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais e membro do Instituto de Estudos Latino-americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

  22. Sarah Postado em 23/Nov/2014 às 09:57

    Tem um bla bla bla aqui que quase não terminava!! Pois bem! Antes de falar dos grandes roubos, prestem atenção nos pequenos! Gente que gritava Aécio nas ruas, onda azul e não bota o pé no trabalho, e sim coloca outra pessoa nao concursada para assumir seu lugar, so para garantir sua aposentadoria! Gente que faz doação mentirosa de imóvel para camuflar uma venda e não pagar imposto de renda! Gente aprovada em concurso publico com ajuda de terceiros, gente que torce o pe no futebol e vai a delegacia fazer BO para dar entrada no DPVAT alegando que foi acidente de moto! Gente que adiquire miveis escolares sem licitação e com preços super hiper mega ultra faturados! Gente que enche o carro de dinheiro para comprar votos para não perder o cargo de diretor e ter que voltar para o cargo de vigia! Gente que se acha acima da lei por ser magistrado ou mulher de "magistrado"! Gente que coloca pai ou mãe idosos para pagar suas contas só para não ter que pegar fila no banco! Essas são as poucas histórias que meus 35 anos viu e ouviu! O que o empresário tucanista fala é disso! Pessoas que vorazmente falam de crimes grandes e não se atentam para seus crimes pequenos!! Crime é crime! Não existe grande ou pequeno!

    • Luciano Postado em 24/Nov/2014 às 15:57

      Lembro sempre do comentário do chefe da Polícia Civil Hélio Luz no "Notícias de uma Guerra Particular" de 1994. Faço questão de transcrevê-lo aqui: "A sociedade quer uma polícia que não seja corrupta? É fácil, não é difícil não. E isso não tô falando só na teoria não. Eu já trabalhei com equipe nossa... era fácil, porque ia pra cidade do interior com trinta homens que não levavam grana. Então nós passamos lá, os dois primeiros meses foram ótimos. Porque o carcereiro-chefe tinha tomado conta da boca de fumo da cidade. Então a cidade estava em pânico. Então chegamos lá com trinta homens que não levavam grana, tá. Aplausos durante dois meses. No terceiro mês, um segurança do dono de supermercado deu um tapa num garoto que tava roubando uma garrafa de cachaça. Aí foi autuado o garoto e foi autuado o segurança. Aí o dono do supermercado veio "Mas doutor, é um ladrão". Mas não pode. Segurança não pode bater no ladrão. Foram autuados os dois. Aí os clubes de serviço já não me convidavam mais pro jantar de quarta-feira. Aí parou. Aí um fazendeiro praticou um homicídio. Foi autuado. Aí pronto. Aí encrencou, entende? Aí o que era bom, deixou de ser. Aí se coloca pra sociedade: há interesse pra sociedade em ter uma polícia que não seja corrupta? Porque uma polícia que não seja corrupta vai ser que nem nos demais países, você não pára em local proibido porque o cara chega lá e te aplica uma multa. Você não avança o sinal. Começa no trânsito. Você não picha. Você não faz nada. Então a gente chega e atua na favela e no posto nove. Para de cheirar em Ipanema. Vai ter mandado de segurança e pé na porta na Delfim Moreira. Não é isso? Essa é uma polícia que não seja corrupta. Ela não tem limite. A sociedade vai conseguir segurar isso?"

  23. Telma M Morra Postado em 23/Nov/2014 às 18:40

    Meu Deus a que ponto chegamos. Pior cego é aquele que não quer ver. ( velho ditado mas é verdadeiro). políticos em nosso país são todos iguais. Como podemos defender esse ou aquele que roubou ano passado, seculo passado. Gente, o mundo evoluiu e nos estagnamos e, ainda ficamos medindo quem levou mais ou menos. Isso não interessa. Em todas os lados nós é que estamos cada vez mais pobres, mas desfazados. Cada vez menos educação, menos saúde. Segurança nem se fala. Tem muitos cursos técnicos, tem muitas faculdades mas, não temos investimentos e sem investimento não ha crescimentos e logo não haverá empregos. Não existe e nunca haverá diferenças entre os povos do norte, sul, leste e oeste. Tudo isso é para confundir e nos tornar refém de uma classe que não existe. A maior parte do povo brasileiro é classe assalariada e, somos escravos do trabalho se quisermos termos uma vida mais ou menos. Tudo está muito caro, os salários não acompanham os aumentos anuais.O numero de pessoas que abandonam a escola para trabalhar é muito grande. Acho que o povo deveria voltar mais para uma união, atos como foram feitos em 2013, mas não se evadir como se evadiram ou venderam-se quando começou assustar a classe politica. Por se existi uma coisa que assusta o politico é o povo na rua. (Palavras do Senador morto Ulisses Guinares). Morte por sinal muito estranha. É isso ai galera, acho que não temos que ter partido. Nós somo o Brasil, somos o povo que o amamos e, porque deixar esses corruptos destruí-lo. Ainda existe uma chance de sermos o Gigante!!!!!!

  24. WALMIR SILVA RAMOS Postado em 23/Nov/2014 às 21:06

    Parabéns pela ousadia desse Empresário, Sr. RICARDO SEMLER, ao declarar tantas verdades, se expondo a ser uma vítima dessas máfias instaladas no nosso País há muitos séculos. Mas, todo o cidadão que se preze, estará de olho no que vier a acontecer com esse Empresário, com "E" maiúsculo, que merece todo o nosso respeito e o nosso ilimitado apoio. Faço votos que, a nossa imprensa, apoie esse abnegado e corajoso Empresário, de forma muito cuidadosa, e objetiva, oferecendo toda a divulgação possível, desse texto que o Sr.RICARDO SEMLER escreveu a favor do nossa sociedade. Parabéns Sr.RICARDO SEMLER. Em tempo, não sou ligado a nenhum partido político.