Redação Pragmatismo
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Mídia desonesta 06/Mar/2013 às 12:09
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Hugo Chávez é mais atacado morto do que quando estava vivo

William Waack, âncora do Jornal da Globo, leu texto hidrófobo sobre um ser humano que acabara de perder a vida

Eduardo Guimarães, Blog Cidadania

Não se pode dizer que seja exatamente uma surpresa o fenômeno que passou a ser visto após o anúncio da morte de Hugo Chávez. Logo após esse anúncio, o título do texto aqui publicado já dizia que o venezuelano não morrera, mas que, antes, acabara de nascer – ou renascer –, agora como mito.

O fenômeno em tela é o de o ex-presidente, depois de morto, estar sofrendo um nível de ataques na mídia americanizada do Brasil – e nas de tantos outros países latino-americanos – que poucas vezes se viu quando estava vivo.

william waack chávez morto

Morto, Chávez é mais atacado do que quando estava vivo. (Foto: William Waack, âncora do Jornal da Globo)

Foi surpreendente, porém, a virulência com que a edição do Jornal da Globo que foi ao ar entre a noite da última terça-feira e o começo da madrugada de quarta tratou o presidente recém-falecido.

O Jornal Nacional, poucas horas antes, fugiu de mostrar os avanços sociais na Venezuela durante a era Chávez, mas não enveredou pela hidrofobia sem limites que se viu no Jornal da Globo – telejornal destinado ao público que dorme e acorda mais tarde e que tem maior poder aquisitivo.

Abaixo, o texto hidrófobo lido pelo âncora do Jornal da Globo Willian Waack sobre um ser humano que acabara de perder a vida.

Um texto desrespeitoso à Venezuela e à parcela esmagadora de seu povo que apoiou o ex-presidente até seu último suspiro e que continua apoiando, agora na figura de Nicolás Maduro, provável herdeiro político de Chávez.

Willian Waack, JORNAL DA GLOBO
5 de março de 2013

Hugo Chávez nunca reclamou quando o chamaram de caudilho, embora preferisse o título de comandante revolucionário. Como todo caudilho sul-americano, a revolução era ele.

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O dono de um tal de socialismo bolivariano, que ninguém, nem mesmo Chávez, foi jamais capaz de explicar. Começou a carreira como muitos militares do continente, dando um golpe, descontente com políticos e elites tradicionais, que jamais, no caso da Venezuela, foram capazes de distribuir a grande riqueza do país: petróleo e energia.

Chávez fracassou na primeira tentativa de chegar ao poder, em 1992, mas não desistiu. Escolheu a marcha através das instituições formais da democracia como maneira de atacar a própria democracia, que, no entendimento dele, o caudilho bolivariano, só servia apenas aos interesses de quem ele declarava seus inimigos.

Em 1999, eleito presidente, Chávez não perdeu tempo. Convocou uma Assembleia Nacional Constituinte com a qual forjou as ferramentas que o manteriam no poder até o fim da vida.

Um de seus principais alvos era a imprensa independente: Hugo Chávez ganhou um lugar na já repleta história de caudilhos sul-americanos incapazes de conviver com o contraditório e a liberdade de imprensa.

Para ele, pouco importava: admirador dos irmãos Castro e do experimento ditatorial de Cuba, Chávez achava que a revolução social que tinha como propósito justificaria o emprego de qualquer meio. Foi beneficiado por uma extraordinária conjuntura internacional, que favoreceu a principal — quase única — fonte de renda do país: o petróleo.

Chávez transformou a então bem gerida e produtiva PDVSA, a estatal do petróleo, em um braço político dedicado ao distributivismo típico dos caudilhos preocupados apenas com a própria popularidade.

A indústria venezuelana ficou pelo caminho, a corrupção tornou-se ainda pior do que no regime político anterior, a inflação ficou sendo uma das maiores da América do Sul, mas Chávez continuava repetindo: “adelante siempre”.

Fez escola entre outros países ricos em energia, como Equador e Bolívia, onde conquistou adeptos. Tratou de exportar seu modelo para outro país rico na história em caudilhos, a Argentina.

Declarou os Estados Unidos da América como o pior inimigo da Venezuela. Protagonizou um dos piores momentos da Assembleia Geral das Nações Unidas, ao dizer que onde o então presidente americano George W. Bush havia acabado de discursar ainda prevalecia o cheiro de enxofre, o cheiro do diabo.

Sua maior desmoralização internacional, no entanto, ocorreu nas mãos do rei da Espanha, Juan Carlos, que o mandou se calar. Chávez quase foi derrubado em 2002 por um mal-articulado golpe militar no qual ele identificou a mão do império, a mão dos Estados Unidos.

Rompeu relações diplomáticas com Israel e estreitou laços com o Irã. Tornou-se muito popular em Moscou com as pesadas compras de armas, e um inimigo da vizinha Colômbia, que o acusava de abrigar, armar e ajudar os narcoguerrilheiros das Farc.

Encontrou no governo petista do Brasil um aliado confortável em várias iniciativas no continente, como a expansão do Mercosul, através de um truque diplomático articulado contra o Paraguai.

Faltou, porém, com a palavra dada a um de seus maiores amigos, o ex-presidente Lula, com quem combinou construir uma refinaria em Pernambuco. Até hoje, o aporte financeiro prometido por Chávez não se materializou, obrigando a Petrobras a tocar sozinha o projeto.

Ajudado por uma oposição desarticulada, desmoralizada e vítima também de perseguições, Chávez dominou a Venezuelal, mas não conseguiu realizar o tal do socialismo bolivariano, inspirado na figura de Simon Bolívar, que ele mandou exumar e venerava como um santo.

Como todo caudilho, embevecido de si mesmo, Chávez detinha a última palavra em qualquer assunto. Tinha a certeza de que seu nome, e a inspiração aos camisas vermelhas, seria o suficiente para levar a Venezuela a um grande futuro, pelo qual o país — dividido, traumatizado, empobrecido e violento — continua esperando.

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Um aspecto interessante desse texto lido por Waack no ar é que, a certa altura, parece lamentar o insucesso da tentativa de golpe de Estado contra Chávez em 2002 ao dizer que ele “Quase foi derrubado em 2002 por um mal-articulado golpe militar no qual ele identificou a mão do império, a mão dos Estados Unidos”.

A quantidade de distorções dos fatos contida na cobertura da Globo e do resto da grande mídia sobre o que foi o governo Chávez, é imensurável. Essa afirmação de que foi o venezuelano que “identificou” a interferência dos EUA na tentativa de golpe que sofreu, é hilária.

A tentativa de golpe contra Chávez em 2002 foi publicamente condenada pelas nações latino-americanas (os presidentes do Grupo do Rio se reuniram em San José, Costa Rica, na época, e emitiram um comunicado conjunto de repúdio ao golpe) e pelas organizações internacionais.

Apenas os Estados Unidos e a Espanha rapidamente reconheceram o governo de facto da Venezuela, agora presidido pelo rico empresário Pedro Carmona, presidente da Fiesp venezuelana, a “Fedecámaras”.

Como primeira medida, o “presidente” Carmona fechou o Congresso e a Suprema Corte de Justiça do país e reprimiu, com tropas leais, as manifestações pró-Chávez que tomaram Caracas, com a população descendo dos morros que circundam a cidade para irem protestar diante do Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano.

E para que fique absolutamente claro que a participação dos EUA no golpe não foi uma invenção de Chávez, basta ver notícia que o portal da mesma Globo na internet, o G1, publicou em 2009. Leia, abaixo, trecho da matéria.

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Jimmy Carter diz que EUA sabiam de golpe contra Hugo Chávez em 2002

G1

20 de setembro de 2009

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1311305-5602,00-JIMMY+CARTER+DIZ+QUE+EUA+SABIAM+DE+GOLPE+CONTRA+HUGO+CHAVEZ+EM.html

Os Estados Unidos estavam sabendo do golpe que quase derrubou o presidente venezuelano Hugo Chávez em 2002, e talvez tenham até apoiado a frustrada tentativa, declarou o ex-presidente americano Jimmy Carter em entrevista publicada neste domingo (20) pelo jornal colombiano “El Tiempo”.

“Acho que não há dúvidas sobre o fato de que em 2002 os Estados Unidos estavam sabendo, ou tiveram participação direta, no golpe de Estado”, disse Carter ao jornal. Assim, as críticas de Chávez contra os Estados Unidos “são legítimas”, destacou o ex-dirigente democrata, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2002.

(…)

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Parece-me material suficiente para que, ao menos, a Globo não atribuísse só a Chávez a acusação de que os Estados Unidos foram parte integrante da tentativa fracassada de golpe em 2002 na Venezuela, certo?

É claro que o que o Jornal da Globo apresentou não foi uma reportagem, mas um editorial capenga, cheio de furos e que, se fosse publicado em uma televisão norte-americana, seria passível de ser contestado no ar por qualquer cidadão que se sentisse prejudicado, como determina o Federal Communications Commision (FCC), órgão regulador das comunicações eletrônicas naquele país.

Mas isso é nos EUA, que, como todos sabem, é um país “marxista”…

Voltando à dura realidade brasileira, no mesmo Jornal da Globo ainda tivemos Arnaldo Jabor com mais opinião e ainda menos fatos, vociferando sem parar contra Chávez, omitindo, distorcendo, inventando etc.

Nos blogs e sites, os antichavistas pareceram ter enlouquecido com a imortalidade recém-adquirida por Chávez. Virulentos, pornográficos, hidrófobos ao impensável, mentecaptos de todas as idades e de todas as regiões do país tentavam se superar em palavrões, insultos e praguejamentos diversos contra um ser humano que acabara de falecer e que, segundo informações minimizadas e distorcidas da Folha de São Paulo do dia seguinte, reduziu a pobreza na Venezuela de 20% para 7%.

Tanto o telejornalismo da Globo quanto os grandes jornais impressos do dia seguinte simplesmente não deram uma linha sobre o fato de que Chávez conseguiu os maiores avanços em termos de redução da pobreza, da miséria e de distribuição de renda na América Latina, sem falar do feito histórico de ter acabado com o analfabetismo em seu país, conforme referendo público da Unesco.

A impressão que o noticiário sobre a morte de Chávez deu a qualquer um que assistiu ou leu – mesmo às pessoas despolitizadas –, foi de surpresa. Muitos não conseguiram entender a razão de tanto ódio contra alguém que acabara de deixar a vida para entrar na história.

A explicação, porém, já foi dada aqui mesmo poucas horas após o falecimento de Hugo Rafael Chávez Frías: morto, está mais poderoso do que nunca. É relativamente simples destruir os vivos – ainda que, às vezes, como no caso de Chávez ou do próprio Lula, nem tanto. Mas é praticamente impossível destruir um mito.

O que se viu e ainda será visto nos próximos dias, semanas e até anos em termos de hidrofobia político-ideológica contra o falecido Chávez, portanto, não passa de um medo absolutamente visceral que a direita sente de um homem que ergueu a América Latina social e economicamente.

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Comentários

  1. pedro Postado em 06/Mar/2013 às 13:44

    eu tenho nojo dessa imprensa cancerígena, e pena ( pra não dizer raiva) dos alienados que a assistem. pq os malditos que vem aqui falar mal de lula e chavez nuca precisaram de algum tipo de ajuda não sabe oque é passar fome não ter agua e luz, sempre tiveram tudo,acham ruim que classes inferiores estão crescendo com as oportunidades que lhes foram dadas graças a pessoas acima citadas. pra quem acha que não basta analise os dados sociais e economicos da venezuela e do brasil antes e depois de chavez e lula.

  2. Chico Postado em 06/Mar/2013 às 15:26

    Caro Pedro: nenhuma burguesia no mundo ficará chateada porque as "classes inferiores estão crescendo (seu poder aquisitivo) com as oportunidades". O capitalismo vive de mercados e estes são melhores quanto mais gente estiver com mais dinheiro no bolso! Mas é discutível se este "o crescimento de renda" deve ser feito às custas de esmolas ou de produtividade na economia. O primeiro caminho, normalmente, é o utilizado por quem faz do discurso social a justificativa para o clientelismo estatizante. O segundo é o caminho recomendado porque é sustentável. O primeiro dá uma lufada do mercado, mas é uma bolha que estoura quando o Estado, com suas finanças infladas pela inflação e empreguismo, não consegue mais pagar a conta. Isto te parece semelhante com o que está acontecendo no Brasil?

  3. Lucia Postado em 06/Mar/2013 às 16:07

    É uma crueldade! Quem ciu no ridiculo foi o rei: autoritário e cheio de corrupção na familia!!!

  4. Tom Postado em 06/Mar/2013 às 16:11

    Vocês são muito competentes em colocar links que apontam para as opiniões contrárias a vossa opinião, assim podemos ver e tirar nossas próprias conclusões. Muito diferente do que tenho visto por aí em sites como o da Folha, e outros meios gigantões que simplesmente alimentam as pessoas somente com o a informação que elas querem digerir (sem mastigar). Continuem assim !

  5. elias da silva Postado em 06/Mar/2013 às 16:33

    esses canalhas jabour e waack só não são mais ridiculos por falta de espaço,esse fim que teve o presidente venezuelano era o sonho destes malditos globais imperialistas por aqui(sabem do que falo)mas o que me deixa feliz nesse mundo é a justiç divina que faz com que só realize as coisas do seu desejo e não o que determinam esses idiotas gloibais entre outros..nãq tenho mais estomago pra assistir caras como josé neumane pinto tambem um cara que não tem o minimo censo do ridiculo .

  6. Alexandre Postado em 06/Mar/2013 às 16:36

    O mesmo que fizeram com Eva Perón depois de morta, hoje até quem não gosta respeita, Evita virou um mito tão poderoso que seus distratores desistiram de descontrui-lo. Chico eu concordo em termos com vc, é óbvio que um estado não se sustenta com assistencialismo, e no caso Brasileiro não acredito que seja a intenção, até a Europa capitalista abraçou a ideia com seus programas generosos de assistência social, o próprio SUS é assistencialista, como também o ensino público, a previdência, o seguro desemprego entre outros.

  7. Elino Luck Postado em 06/Mar/2013 às 16:43

    Prezado Pedro: seu discurso está totalmente impregnado da lógica neoliberalista... É muito fácil afirmar que o Capitalismo, como sistema, é sustentável quando ocorre o crescimento da renda... Isso é tão lógico como dois mais dois são quatro... Todavia, do que adianta crescimento econômico se essa riqueza não é distribuída????? Como afirmar que o crescimento econômico às custas "de produtividade na economia" levará ao aumento da renda, um vez que a riqueza está concentrada na mãos de poucos?????? O Capitalismo é benéfico, essencialmente, àqueles que detém poder, que detém recurso!!!! O que você chama de "clientelismo estatizante" é, em suma, uma forma paliativa de o governo promover a distribuição de valores entre as demais camadas sociais as quais "subvivem" a margem da sociedade!!!! Por fim, afirmo que realmente concordo com o senhor quando afirma que "nenhuma burguesia no mundo ficará chateada porque as “classes inferiores estão crescendo (seu poder aquisitivo) com as oportunidades”", realmente isso é verdade. Contudo, toda a burguesia do mundo ficará chateada (e desamparada) quando não possuir alguém para produzir sua riqueza, quando não possuir pessoas miseráveis ávidas por alguma forma de "renda"...

  8. Chico Postado em 06/Mar/2013 às 17:53

    Entendi: a burguesia quer matar a galinha dos ovos de ouro??? Claro que distribuir renda é vital (para a burguesia, para os bem intencionados, para religiosos, para fiscais de renda, etc) e ninguém será contra. O que estamos discutindo é o caminho (melhor) para isto. Cuba divide a miséria (por causa do bloqueio? Pode ser). O que estou propondo é dividir riqueza, que precisa ser construída para poder ser dividida. O melhor caminho para produzí-la é a propriedade coletiva sobre os meios de produção? É a propriedade privada? E, nesta hipótese: o capitalismo selvagem? O capitalismo de Estado (como na China)? Um capitallismo regulamentado? A segunda questão é o papel do Estado. Ele deve ser mínimo ou gordo, metendo-se em tudo? Você quer um Estado determinando o que assistir na TV, o que ler, onde comer, ou se vai dar uma chinelada no seu filho? Um Estado que define o que você pode, ou não, escrever? Pessoalmente, não preciso de burocrata nenhum para me dizer o que preciso para ser feliz!

  9. Elino Luck Postado em 06/Mar/2013 às 18:13

    Senhor Chico, interessante sua visão... O senhor diz que "O que estou propondo é dividir riqueza, que precisa ser construída para poder ser dividida", concordo em gênero, número e grau com sua visão... Todavia, no Capitalismo a construção da riqueza é, em suma, objetivo, consequência até... Mas sua divisão (sem meios regulatórios que enquadre-se isso) é pura utopia... Desculpe-me, mas afirmar isso beira a hipocrisia... Com relação ao papel do estado (se o mesmo deverá ser mínimo ou gordo) dependerá da necessidade (e do cinismo) capitalista, vejamos: fazer com que os governos estaquem financeiramente o buraco gerado por uma crise de cunho capitalista, com origem em ações inconsequentes utilizando, para isso, o argumento de ingenuidade do mercado é defender um Estado "gordo" e "apadrinhador", não?

  10. Fernando B. Ribeiro Postado em 06/Mar/2013 às 18:32

    Elino disse tudo! Eram todos contra a intervenção do Estado na economia, mas quando a bolha explodiu, pra onde todos correram desesperados clamando por socorro?

  11. Ivan Postado em 06/Mar/2013 às 18:35

    Obama "reafirma" seu "apoio" ao povo venezuelano após morte de Chávez: http://goo.gl/9Iq95

  12. Karla M Postado em 06/Mar/2013 às 21:06

    Chávez...un gran hombre! Impresionada por el valor de la fibra y el hombre que era. Alguien que hizo un gobierno del pueblo, por el pueblo y para el pueblo. Lo que realmente luchó por los derechos de los más desfavorecidos, que se enfrentaron a los Estados Unidos y la insurgencia, incluso dentro de su propio país. El mundo debería tener más de Chávez, más personas que luchan por el bien común. Siempre será recordado por la fuerza y el coraje para seguir el camino correcto! Soy una gran admiradora de los grandes logros de Hugo Chávez!!!!

  13. Nadir Postado em 06/Mar/2013 às 23:18

    Para falar quem foi Chávez, não precisa gastar palavras...Veja a manifestação maciça e consternada do povo venezuelano...Um homem como esse que tratou o povo com a generosidade que ele merece pode ser um mau homem, um mau Presidente da República?...Agora, os magnatas que só pensam no seu próprio progresso, logicamente, não gostam de quem faz o bem aos menos favorecidos...

  14. Chico Postado em 07/Mar/2013 às 11:24

    Esta estórinha de correr para o Estado, quando a pua pegou, no sistema bancário mundial, foi porque a regulação do sistema financeiro foi (e é) fraca. Se os Estados não tivessem segurado a onda, TODOS OS PAÍSES do Mundo, inclusive a China, teriam tido problemas seríssimos por conta de uma insolvência global. Mas, por acaso, isto torna o capitalismo inviável? O risco, afora o sistema financeiro (por conta da circulação da moeda/crédito inter-países), é do investidor. Quem cobre o prejuízo dos empresários pequenos e médios que quebram diariamente, mundo afora? São os sócios falidos...Nem por isso, estes empreendedores estão pedindo um Estado gordo e intervencionista. Governos que se pretendem eternizar no poder, estes sim, é que utilizam os recursos da nação para privilegiar seus amigos, na forma de crédito farto e barato, Consultem as operações do BNDES...E, por favor, atenham-se às idéias. Não conheço ninguém que está palpitando aqui, nem ninguém me conhece. Porque, então, a pecha de hipócrita? Posso até sr chamado de burro ou de teimoso, pelas idéias, mas hipocrisia é característica de comportamento (aquele que diz uma coisa, mas faz outra). Como alguém, neste espaço, pode saber como outro se comporta???

  15. Rosa Postado em 07/Mar/2013 às 16:55

    É uma pena, que pessoas nao percebem que, com todo respeito pelo sofrimento do Hugo Chaves, ele era temeroso. Um louco, que deveria ser assistido por um psiquiatra sempre. Mesmo louco, tinha qualidades. Mas o povo da Venezuela, foi preparado para ser semi analfabeto e ficar contente com as migalhas que o maluco do Hugo lhes dava, enquanto fazia propaganda de si próprio , se endeusava , e sabia faze-lo muito bem. Enquanto fazia fortuna para si e os seus. Pobres venezuelanos iludidos!!!!! Que nem Cuba, onde todos vivem a pão e agua( nao passam fome) e os Castros, comem lagosta e caviar. Acordem caros esquerdistas...

  16. Filipe Postado em 08/Mar/2013 às 08:30

    É uma pena que usando e aceitando argumentos falaciosos, as pessoas acreditem em pessoas como Waack ou Jabor e concordem com suas críticas erradas. Conheçam de verdade Cuba e outros países antes de saírem comentando bobagens. Já vivi em Cuba e posso afirmar, pois estive in loco, que as pessoas não sobrevivem a pão e água.

  17. carlos Postado em 09/Mar/2013 às 15:46

    Um aspecto interessante desse texto lido por Waack no ar é que, a certa altura, parece lamentar o insucesso da tentativa de golpe de Estado contra Chávez em 2002 ao dizer que ele “Quase foi derrubado em 2002 por um mal-articulado golpe militar no qual ele identificou a mão do império, a mão dos Estados Unidos” morreu o ultimo governante q não se rebaixava para os grandes

  18. carlos Postado em 09/Mar/2013 às 15:47

    deveria ser decretado luto em toda a Ámerica Latina

  19. Chico Postado em 10/Mar/2013 às 18:09

    Todo mundo que não concorda com petistas usam argumentos "falaciosos". Quando uma cubana fala de Cuba, como a blogueira Yoanis, não se pode dar ouvidos porque é uma "agente da CIA". Aliás, não a deixam nem falar...Isto é postura democrática? Como acreditar em quem não permite o outro lado se manifestar? Ou só as "forças populares" tem o direito de dizer o que pensam...

  20. TARCÍLIO B. DE MESQUITA Postado em 02/Apr/2013 às 18:57

    A tese do Sr. Chico é a mesma do Delfim durante a ditadura: fazer o bolo crescer para depois distribuí-lo. Acontece que os pobres e miseráveis já esperam por essa distribuição há cinco séculos, o que nunca ocorreu e nunca ocorreria não fossem os governos Lula/Dilma. Dizer que a burguesia não acha ruim a distribuição de renda é conversada fiada, pois o que ela deseja é manter os pobres e miseráveis sob seu chicote, obrigando-os a produzir riquezas a troco de um pedaço de rapadura e uma cuia de farinha.

  21. Li-Liu Postado em 07/Apr/2013 às 23:16

    Te juro que naquela noite, depois de ver o Jornal da Globo , eu dormi muito mal. Fiquei impressionado com tanta barbaridade ali descrita. Com o ódio que transbordava na fala do apresentador, foi , e é horrivel, agora relendo , deu um flash back´indescritível. mas com certeza jamais tiveram minha audiência a partir daquela noite.

  22. Felipe Postado em 14/May/2013 às 20:25

    Falar bem da pessoa só pq ela morreu é a maior hipocrisia, lol! Se o cara fez merda na economia e usou o dinheiro do petróleo pra suprir necessidades de curto prazo de uma parcela da população em detrimento do resto, causando problemas como superinflção, desabastecimento e fechamento de grande parte do setor privado em vez de investir em infraestrutura, etc , tem mais é que cair de pau em cima dele mesmo. Mas isso é só minha opinião. Nada mais natural do que ter outras pessoas que tem opiniões diferentes da minha.