Luis Soares
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Aborto 22/Mar/2013 às 10:08
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Conselho Federal de Medicina defende aborto pela primeira vez

Pela primeira vez, Conselho Federal de Medicina apoia a despenalização do aborto no Brasil

A proposta de dar à mulher a opção de interromper a gravidez até a 12ª semana, ampliando os casos previstos de aborto legal, ganhou o apoio de conselhos de medicina.

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Marcha das Mulheres também defende a despenalização do aborto no Brasil.

A posição é inédita e respalda o anteprojeto da reforma do Código Penal entregue ao Senado no ano passado, de acordo com o CFM (Conselho Federal de Medicina).

O entendimento foi aprovado pela maioria dos conselheiros federais de medicina e dos presidentes dos 27 CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) reunidos em Belém (PA) no início do mês. Antes disso, o tema foi debatido internamente por dois anos.

“Defendemos o caminho da autonomia da mulher. Precisávamos dizer ao Senado a nossa posição”, diz Roberto D’Ávila, presidente do CFM.

O anteprojeto, preparado por uma comissão de advogados e especialistas, propôs a ampliação das situações previstas para o aborto legal.

Inclui casos de fetos com anomalias incompatíveis com a vida e o aborto até a 12ª semana da gestação por vontade da mulher –neste caso, desde que médico ou psicólogo constate falta de “condições psicológicas”.

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Os conselheiros vão além do anteprojeto e rejeitam a necessidade do laudo desse do médico ou psicólogo.

A posição será encaminhada à comissão especial do Senado que analisa a reforma do Código Penal. A previsão era que o parecer final dessa comissão fosse apresentado este mês. O prazo, porém, foi suspenso para dar mais tempo para debates e análises.

Em 2005, o governo federal estimou em 1 milhão o total de abortos induzidos por ano no país.

DESCRIMINALIZAÇÃO

A posição adotada não significa apoiar o aborto ou a descriminalização irrestrita da prática, afirma D’Ávila.

Mesmo assim, o entendimento não teve unanimidade entre os conselheiros. “Cerca de um terço foi contra”, afirma João Batista Soares, presidente do CRM-MG.

Soares está no grupo que foi contra a proposta. E diz que o conselho mineiro aprovou um texto contrário à posição e o enviou ao CFM.

“Não é uma questão religiosa. Enquanto médicos, entendemos que nossa obrigação primeira é com a vida. Existem situações especiais que justificam [o aborto]. Agora, simplesmente porque a mulher não quer ter aquele filho, aí somos contra.”

Para Soares, o apoio ao anteprojeto pode passar o recado que o médico está liberado para praticar o aborto.

D’Ávila discorda. “Não estamos liberando o aborto. Vamos continuar julgando os médicos que praticam o aborto ilegal, até que, um dia, o Congresso Nacional torne o aborto não crime.”

O Dia

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Comentários

  1. Sandra Maria Loth Postado em 22/Mar/2013 às 11:13

    Pense com mais responsabilidade antes de se deitar com qualquer um, pois o filho será a melor parte da história, o pior é se pegar uma coisa mais séria.O ALCÓOL é uma das causas dos arrependimentos.

  2. Rodrigo Postado em 22/Mar/2013 às 13:41

    Não entendo como pode-se falar em exercício do direito à escolha, quando a escolha é feita por apenas um dos indivíduos envolvidos na questão, tornando a opção da mulher mais valorado que o direito à formação, ao pleno desenvolvimento e nascimento, do outro ser. Não se trata de embates religiosos ou filosóficos, pois, mas de serem negados exercícios de direitos a ser outro em desenvolvimento, que não se confunde com a mulher. Decerto não sei o que passa uma mulher que é estuprada e tem uma gravidez indesejada, restando-me unicamente respeitar a lei, o mesmo nos casos de anencefalia e de risco à vida da mãe. Ao contrário, estou falando de, mais e mais, estarmos a fugir de nossas responsabilidades, do resultado de nossas condutas (novamente, não estou tratando dos 3 casos acima expostos), a buscar atalhos em detrimento dos direitos de outrem.

  3. Clara Telis Postado em 22/Mar/2013 às 14:57

    1° de tudo : o aborto é opcional ,as pessoas pensam que daqui pra frente todas as mulheres vão abortar e causar extinção da humanidade. 2° de tudo : chega de hipocrisia gente ! legalizado ou não o aborto é uma realidade,muito triste ,visto que , as mulheres que querem fazer vão em focinhos de porco e acabam morrendo ou sofrendo muito. 3° de tudo: essa questão é de saúde pública .

  4. Larissa Postado em 23/Mar/2013 às 10:47

    Se eu estivesse sido abortada, não estaria aqui nem você nem fulano nem ciclano. Sou contra o aborto, salvo alguns casos como estupro, anencefalia e risco à genitora. Mas a mulher que quiser abortar sem motivo que justifique, ela que arque com as consequências depois, não só consequências fisiológicas.

  5. Thiago Sabaia Postado em 23/Mar/2013 às 18:18

    Sou a favor do aborto. A mulher que fez a criança, ela tem o direito de escolher se quer ou não ter o filho.

  6. SOFIA Postado em 24/Mar/2013 às 07:07

    Que liberem logo como disse a Clara Tellis , deixemos de ser hipocritas, aborto é uma realidade no pais responsavél pela mortalidade de muitas mulheres. No Brasil aborto nao é legalizado por causa do machismo e não por causa dos direito dos fetos visto o enorme numero de crianças abandoandas , delinquentes e maltratadas em geral que encontramos em todo o pais que não são cuidadas nem pelo Estado e nem por estes individuos que defendem a vida. Nao aceitam que a mulher se distancie do seu primàrio papel dar prazer aos homens, ser fecundada , fazer e criar outros individuos.

  7. ze Postado em 25/Mar/2013 às 12:00

    O aborto é mais um plano judaico para a destruição da sociedade não-judaica. É um passo para a esterilização das pessoas. Ah, gostaria de saber porque vocês judeus são tão fascinados com os homossexuais????

  8. Bertone Postado em 25/Mar/2013 às 14:20

    A legislação já prevê o aborto para os casos que a Larissa mencionou. Querer ir além disso não não parece ser uma atitude justificável. Mesmo que se coloque como questão de "escolha", o aborto pode causar danos irreversíveis à mulher e muitas não sabem disso. Há muitos métodos contraceptivos para se evitar gravidez e abortar indiscriminadamente por causas sociais também não é a melhor forma de lidar com a situação. http://bertonesousa.wordpress.com/

  9. Kanella Postado em 26/Mar/2013 às 14:05

    MANDOU MUITO BEM SOFIA!!! PELO DIREITO À ESCOLHA DAS MULHERES!!!

  10. Larissa Postado em 26/Mar/2013 às 16:04

    Não sei o que é pior, o feminismo ou o machismo. O certo é que a ideologia sexista é carrasca, independentemente do lado. A feminista que defende o aborto deliberado, não passa de uma egoísta, que está mais preocupada com os quilos a mais, as estrias na barriga, o corte perianal ou a cicatriz no abdome. Não está nem um pouco preocupada com as consequências de dar à luz a uma criança "sem perspectiva". Se nós tivéssemos educação, saúde e segurança dignos, seríamos um país melhor. Culpar um ser que vem ao mundo pelas mazelas que nele já imperam é justificativa de pessoas medíocres, nessa sociedade individualista. É assegurado o direito à vida desde a concepção. A união dos dois gametas, as divisões celulares, a formação de mórula já é uma vida em potencial. Ainda mais nos três meses de desenvolvimento, onde a criança já está quase com o sistema nervoso central e periférico formados. É uma vida. E uma vida que nem sequer tem voz para gritar "EU QUERO VIVER E NÃO MORRER" Abortar sem força maior é muita covardia!!!

  11. Bernadete Horst Postado em 27/Mar/2013 às 21:26

    Começo a duvidar, de que o amor materno, e o amor maior, pois vejo mulheres maes, lutando p/ matar seus filhos, mesmo antes de nascer.Nao venham me dizer que e por causa, do aborto de risco, isso e desculpa, pois se legalizado o aborto, sempre existira as clinicas clandestinas, praticando aborto, a torto e direito, por um precinho de banana e vai continuar a mesma coisa..quem pode pagar, faz com mais segurança, quem nao pode vai na clandestina...ai querem condenar a medica que decidia quem deveria deixar de viver, na uti do hospital do Parana...

  12. thiago Postado em 04/Apr/2013 às 14:48

    O Conselho Federal de Serviço Social tbm defende o aborto.

  13. tatiana Postado em 14/Apr/2013 às 00:15

    Claro que o ideal seria priorizar a educação para que a população pudesse utilizar de recursos preventivos e também condições para planejamento familiar, mas sabemos que isso é utópico nesse nosso sistema falido. Acredito que restringir através de lei não é garantia de que o fato não será realizado, muito pelo contrário, a ilegalidade gera maiores danos e emburrece as pessoas de repensarem as ações. Sou a favor da escolha do sujeito e da legalização porém também acredito que o governo, através da educação, deve fortalecer as pessoas para realizarem escolhas pautadas em conhecimentos para que seja evitada a legalização de abortar como a única forma de não ter filhos.

  14. Santos Postado em 29/May/2013 às 22:58

    A lei que fala do aborto é suficiente do jeito que está hoje. O problema não está na proibição ou permissão do aborto, e sim no bendito PLANEJAMENTO FAMILIAR!! Criançada de 15 anos já parte pra transar com o(a) namorado(a) deliberadamente sem camisinha, porque é "mais gostoso", porque aprenderam que camisinha protege CONTRA A AIDS e por ser seu único parceiro, não precisa usar, "não vai dar em nada". Custa fazerem uma campanha contra a gravidez irresponsável?? Será que ao menos as escolas estão orientando as crianças com esse foco, ou nem mesmo isso?

  15. Cíntia Postado em 09/Aug/2013 às 00:15

    A questão de forçar a mulher a "aguentar as consequências de seus atos" é que essas consequências vão recair sobre... a criança que está teoricamente sendo defendida. A mulher não vai necessariamente aceitar a criança porque foi forçada a manter a gravidez. Em alguns casos, essa criança estará sujeita ao abandono, sofrimento, miséria, privação. E se a mãe for de classe média? A chance maior é de que ela rejeite essa criança que era, lembra? indesejada, e se ressinta contra ela. E claro, é uma maravilha crescer rejeitado pela própria mãe. Isso não causa sofrimento nenhum.

  16. Luiza Postado em 15/Jan/2014 às 19:28

    São todos contra o aborto até serem eles a crescerem em orfanatos.

  17. Arnaldo Ribeiro ou Israel Postado em 23/Sep/2016 às 15:59

    CONSEQUÊNCIAS ESPIRITUAIS DO ABORTO VIVA JESUS! Bom-dia! queridos irmãos. O QUE DIZ A MEDICINA ESPÍRITA? As complicações clínicas advindas dos abortos provocados na esfera ginecológica são inúmeras e podem, inclusive, determinar o êxito letal da mulher. No campo psicológico, são comuns os processos depressivos subseqüentes que acometem as mulheres que se submeteram à eliminação da gestação indesejada. A sensação de vazio interior, mesclada com um sentimento de culpa consciente e inconsciente, freqüentemente, determina uma acentuada baixa de vibração na psicosfera feminina. Paralelamente, a ação do magnetismo mental do espírito expulso passará gradativamente a exacerbar a situação depressiva materna. Como já estudamos, em muitos casos, aquele que reencarnaria como seu rebento estava sendo encaminhado para um processo de reconciliação afetiva. O véu do esquecimento do passado é que possibilitaria a reaproximação de ambos sob o mesmo teto. Com o aborto provocado, à medida que o espírito recobra a consciência, passa, nesses casos, a emitir vibrações que, pelo desagrado profundo, agirão de forma nociva na psicosfera materna. Em que pese o esforço protetor exercido pelos mentores amigos, em muitas circunstâncias se estabelece o vínculo simbiótico, mergulhando a mãe nos tristes escaninhos da psicopatologia. Ao desencarnar, de volta ao plano espiritual, a mãe apresentará em diversos níveis, conforme o seu grau de responsabilidade, distonias energéticas que se farão representar por massas fluídicas escuras que comporão a estrutura de seu psicossoma (perispírito). Apesar de serem atendidas com os recursos e as técnicas terapêuticas existentes no mundo astral, a chaga energética, em muitos casos, se mantém, em função da gravidade e agravantes existentes. As lesões na textura íntima do psicossoma a que nos referimos, muitas vezes, só podem ser eliminadas numa próxima encarnação de características expiatórias. Expiação, longe de ter uma conotação punitiva, pois esse critério não existe na planificação superior, é um método de eliminação das desarmonias mais profundas para a periferia do novo corpo físico. A expiação sempre tem função regeneradora e construtiva e visa restaurar o equilíbrio energético perdido por posturas desequilibradas do passado. As deficiências que surgirão no corpo físico feminino, pelo mecanismo expiatório, visa, em última análise, suprimir o mal, drená-lo para a periferia física. Segundo os textos evangélicos: “A cada um de acordo com as próprias obras”. Os desajustes ocorrem inicialmente nas energias psicossomáticas do chacra genésico, implantando-se nos tecidos da própria alma as sementes que germinarão no seu novo corpo físico, em encarnação vindoura, como colheita de semeadura anterior. RESPONSABILIDADE PATERNA Se é verdade que a mulher se constitui no ninho onde se aconchegam os ovos, que, acalentados pelo amor, abrir-se-ão em novos filhotes da vida humana, não há como se esquecer da função paterna. A pretensa igualdade pregada por feministas, que mais se mostram como extremistas, não permite que se enxergue pela embaciada lente do orgulho, que a mulher jamais será igual ao homem. A mulher é maravilhosamente especial para se igualar a nós homens. Já nos referimos às complexas conseqüências para o lado materno no caso da interrupção premeditada da gestação. Faz-se necessário, não só por uma questão de esclarecimento, mas até por justiça, estudarmos os efeitos sobre o elemento paterno que, muitas vezes, é o mentor intelectual do crime. Desertando do compromisso assumido, ou pressionando pela força física ou mental, o homem, a quem freqüentemente a mulher se subordina para manter a sobrevivência, obriga a sua companheira a abortar. Não estamos eximindo quem quer que seja da responsabilidade, pois cada qual responde perante a lei da natureza proporcionalmente à sua participação nos atos da vida. A mãe terá sua qüota de responsabilidade, ou de valorização, devidamente codificada nos computadores do seu próprio espírito. O homem, freqüentemente, obterá na existência próxima a colheita espinhosa da semeadura irresponsável. Seu chacra coronário ou cerebral, manipulador da indução ao ato delituoso, se desarmonizará gerando ondas de baixa freqüência e elevado comprimento ondulatório. Circuitos energéticos anômalos se formarão nesse nível, atraindo por sintonia magnética ondas de similar amplitude e freqüência, abrindo caminho à obsessão espiritual. As emanações vibratórias doentias do seu passado, que jaziam adormecidas, pulsarão estimuladas pela postura equivocada atual e abrirão um canal anímico de acesso aos obsessores. O chacra genésico também recebe o influxo patológico de suas atitudes, toma-se distônico e, na seguinte encarnação programa automaticamente pelos computadores perispirituais a fragilidade do aparelho reprodutor. Objetivamente, veremos moléstias testiculares e distúrbios hormonais como reflexos do seu pretérito. Lembramos sempre que não se pode generalizar raciocínios nem padronizar efeitos, pois cada espírito tem um miliar de responsabilidades e, a cada momento, atos de amor e de crescimento interior diluem o carma construído no passado. CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTADO A especificidade de cada caso determina situações absolutamente individuais no que se refere às repercussões sofridas pelo espírito eliminado de seu corpo em vias de estruturação. Se existe na ciência do espírito uma regra fundamental que rege a lei de causa e efeito, poderíamos enunciá-la assim: A reação da natureza sempre se fará proporcional à intencionalidade da ação. Isto é, jamais poderemos afirmar que um determinado ato levará inexoravelmente a uma exata conseqüência. Quando a responsabilidade maior da decisão coube aos encarnados, pai e ou mãe, eximindo o espírito de participação voluntária no aborto, teremos um tipo de situação a ser analisada. O espírito, quando de nível evolutivo mais expressivo, tem reações mais moderadas e tolerantes. Muitas vezes seria ele alguém destinado a aproximar o casal, restabelecer a união ou, mesmo no futuro, servir de amparo social ou efetivo aos membros da família. Lamentará a perda de oportunidade de auxílio para aqueles que ama. Não se deixará envolver pelo ódio ou ressentimento, mesmo que o ato do aborto o tenha feito sofrer física e psiquicamente. Em muitos casos, manterá, mesmo desencarnado, tanto quanto possível, o seu trabalho de indução mental positiva sobre a mãe ou os cônjuges. Nas situações em que o espírito se encontrava em degraus mais baixos da escada evolutiva, as reações se farão de forma mais descontrolada e, sobretudo, mais agressiva. Espíritos destinados ao reencontro com aqueles a quem no passado foram ligados por liames desarmônicos, ao se sentirem rejeitados, devolvem na idêntica moeda o amargo fel do ressentimento. Ao invés de se sentirem recebidos com amor, sofrem o choque emocional da indiferença ou a dor da repulsa. Ainda infantis na cronologia do desenvolvimento espiritual, passam a revidar com a perseguição aos cônjuges ou outros envolvidos na consecução do ato abortivo. Em determinadas circunstâncias, permanecem ligados ao chacra genésico materno, induzindo consciente ou inconscientemente a profundos distúrbios ginecológicos aquela que fora destinada a ser sua mãe. Outros, pela vampirização energética, tornam-se verdadeiros endoparasitas do organismo perispiritual, aderindo ao chacra esplênico, sugando o fluido vital materno. As emanações maternas e paternas de remorso, de culpa ou outras que determinam o estado psicológico depressivo, abrem caminho no chacra coronário dos pais para a imantação magnética da obsessão de natureza intelectual. A terapêutica espiritual, além da médica, reconduzirá todos os envolvidos ao equilíbrio, embora freqüentemente venha a ser longa e trabalhosa. Há também espíritos que, pela recusa sistematicamente determinada em reencarnar, para fugir de determinadas situações, romperam os liames que os unia ao embrião. Estes terão seus débitos cármicos agravados e muitas vezes encontrarão posteriores dificuldades em reencarnar, sendo atraídos a gestações inviáveis e a pais necessitados de vivenciar a valorização da vida. No entanto, o grande remédio do tempo sempre proporcionará o amadurecimento e a revisão de posturas que serão gradativamente mais harmoniosas e, sobretudo, mais construtivas. Todos terão oportunidade de amar. Extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 26, páginas 06-11. Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/aborto/consequencias-espirituais-do-aborto/#ixzz4L5f99EMo