Redação Pragmatismo
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Corrupção 15/Jul/2016 às 16:23
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Delegados da Polícia Federal cobravam até R$ 800 mil para barrar investigações

Ministério Público Federal aponta que delegados da PF receberam até R$ 800 mil para evitar investigações e transformaram a Deleprev em um balcão de negócios e de impunidade. Foram presos os delegados Ulisses Francisco Vieira Mendes, Rodrigo Cláudio de Gouvea Leão e Carlos Bastos Valbão

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Jornal GGN

Um novo conflito entre delegados da Polícia Federal e procuradores da República foi exposto em despacho, desta quinta-feira (14), pelo Ministério Público Federal. O órgão informou que três delegados presos na Operação Inversão “transformaram a Delegacia de Combate a Crimes Previdenciários (Deleprev) em um balcão de negócios e de impunidade”.

De acordo com a Procuradoria da República, os policiais cobravam até R$ 800 mil, entre 2010 e 2015, para barrar uma Operação da PF contra fraudadores da Previdência. Um alvo da Deleprev teria feito pagamentos irregulares para evitar as investigações.

Foram presos pela Operação deflagrada pela PGR os delegados Ulisses Francisco Vieira Mendes, ex-chefe da Deleprev agora aposentado, Rodrigo Cláudio de Gouvea Leão e Carlos Bastos Valbão. “Pesam contra eles várias provas de sua participação, inclusive obtidas com interceptação ambiental e ações realizadas em seus gabinetes com autorização judicial”, disse o MPF.

Segundo os procuradores, “os investigados transformaram a Deleprev, que deveria atuar na apuração de delitos previdenciários – que tanto sangram os cofres da União – num balcão de negócios e de impunidade”.

Além do MPF, fez parte dessa investigação da “Inversão” o setor de contra-inteligência da Polícia Federal. Esses delegados também cumpriram 10 mandados de prisão preventiva, com relação a seis intermediários do esquema e quatro investigados que supostamente pagaram propina aos policiais.

Segundo a apuração, Marivaldo Bispo dos Reis, o Miro, teria pago entre R$ 500 mil a 800 mil aos delegados que investigavam fraudes em dezenas de agências do INSS em São Paulo. Miro é dono de uma consultoria previdenciária. Além dele, outras quatro pessoas ligadas foram alvo de condução coercitiva.

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Comentários

  1. João Paulo Postado em 16/Jul/2016 às 16:13

    Não adianta qualquer reforma previdenciária (necessária ao meu ver), enquanto o principal problema não foi combatido de forma radical. É difícil entender a rejeição à pena de morte e tortura em crimes desta natureza.

    • Ricardo Postado em 20/Jul/2016 às 16:48

      É difícil, mas necessário. Mais importante do que a pena de morte, a meu ver, seria o confisco dos valores indevidamente acrescidos ao patrimônio, a perda da função pública e a proibição de exercício de qualquer função pública, anida que por concurso. Só daí passaremos a dar a seriedade que o assunto merece.

  2. enganado Postado em 16/Jul/2016 às 18:16

    Tudo mentira! A PF_DB NUNCA Roubou NADA! Só recebiam propina do FBI em Brasília. O juiz MORO e a rede gRoubo vão por tudo isto em pratos limpos. Acho que isto é coisa do PT e dos comedores de criancinhas LULA/DILMA, não é general? ___“” braZil, –– slogan –– ___””””” ÓDIO e RETROCESSO ””””___ ___“” braZil,__Pátria de INJUSTIÇAS, Viciados em COCAÍNA e LADRÕES ””___ ___”” GOLPE-2018 “””, PLUTORACIA Eterna___ ___“” Golpe é na gRoubo ””__ gen. SÉRGIO ETCHEGOYEN, ministro da Secretaria de Segurança para que Nenhum 7Ps= ..., PETISTAS aproximem do Institucional e antigo “””Palácio do URUBU””” (Jaburu), atual, __“””Palácio 4 de Julho”””, e/ou também cognominado ___”””Palácio do roubALTO=Temer””” (cognome dado pela CIA/MOSSAD)____.