Redação Pragmatismo
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São Paulo 26/Jul/2016 às 15:18
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Alckmin perdoa R$ 116 milhões em dívidas de empresa investigada

Geraldo Alckmin (PSDB) perdoa dívidas da Alstom – investigada por cartel no metrô de São Paulo – que somam R$ 116 milhões e aceita que a multinacional entregue produtos contratados com dez anos de atraso. Relações fraudulentas dos tucanos com a empresa são 'investigadas' desde 2008. Até hoje, o processo ainda não foi julgado

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O governador Geraldo Alckmin (divulgação)

Num contrato em que o Metrô apontou perdas de mais de R$ 300 milhões, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) fez um acordo com a multinacional francesa Alstom no qual perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões e aceitou que o produto contratado seja entregue até 2021, com dez anos de atraso.

A medida foi adotada em janeiro este ano, período em que o Metrô passa por uma grave crise financeira.

As relações da Alstom com tucanos são investigadas desde 2008, quando surgiram indícios de que a multinacional francesa teria pago propina entre 1998 e 2003 para fechar contrato com estatais de energia, no governo de Mário Covas. Oito anos depois, o processo ainda não foi julgado.

O sistema da Alstom foi contratado em 2008, no governo de José Serra (PSDB), por R$ 780 milhões, sob a justificativa de que melhorararia a eficiência das linhas 1-azul, 2-verde e 3-vermelha.

Perdão da dívida investigado

O Ministério Público afirmou que investigará o acordo selado “em segredo” pelo governo Alckmin e a empresa francesa Alstom. Antes disso, a promotoria havia recomendado a suspensão do contrato com a Alstom, mas Alckmin não acatou a sugestão.

“Não vejo sentido nesse acordo. O Metrô aplicou multas no limite máximo à Alstom em decorrência do contrato. Como agora perdoa essas multas?”, disse o promotor Marcelo Milani.

“Também não é razoável que um contrato essencial para o Metrô sofra um atraso de dez anos”, completou Milani, que afirma que o acordo é ilegal.

‘PT saqueou o País’

Horas depois do anúncio do perdão da dívida de R$ 116 milhões, Geraldo Alckmin fez um duro discurso contra o PT durante a convenção do PSDB que homologou a candidatura do empresário João Doria à Prefeitura de São Paulo.

“Os treze anos do lulopetismo levaram o País a ser saqueado, literalmente. São milhões de desempregados. É um período difícil, mas precisamos virar a página”, bradou o governador.

com informações de Folhapress

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Comentários

  1. Eduardo Ribeiro Postado em 26/Jul/2016 às 16:20

    Seguimos com o som do silêncio das panelas paulistas.

  2. enganado Postado em 26/Jul/2016 às 18:09

    E qual é a novidade de uma ROUBALHEIRA da Direita? O MORO quer pegar o LULA. O gen. SÉRGIO ETCHEGOYEN, ministro da Secretaria de Segurança para que Nenhum 7Ps= POBRES, PRETOS, PROSTITUTAS, PATRIOTAS, PERIFÉRICOS, PROFESSORES (quem gosta de dar porrada em professores é o tal ministro da INJUSTIÇA, Alexandre "careca"=caçador de terroristas), PETISTAS, também quer pegar o LULA, o Janot quer pegar o LULA, o Fux quer pegar o LULA, a Rosa Weber quer pegar a DILMA, o Gilmar quer pegar o LULA, .... e assim vai ... . Agora quem quer pegar o Picolé de Chuchu & Cia pela ROUBALHEIRA? NINGUÉM! O que todos tem em comum: APÁTRIDAS, MENTIROSOS, LADRÕES, CÍNICOS, BANDIDOS, CALHORDAS, VENAIS (recebem grana da AIPAC-TODOS), ... . É do P$$$DB? Tá livre e solto! Como diz o PHA, o ___braZZZil___ é uma ESCULHAMBAÇÃO, ou seja, O CX da Mãe Joana. Morte aos """" 7P's """" !