Redação Pragmatismo
Compartilhar
Barbárie 13/Jun/2016 às 16:14
4
Comentários

Jovem enviou mensagens para a mãe antes de morrer na boate Pulse

"Preso no banheiro. Pulse. Centro. Chame a polícia. Chame eles mamãe. Agora. Ele está vindo. Eu vou morrer". Jovem se comunicou com a mãe antes de ser assassinado na boate gay Pulse, em Orlando

boate pulse orlando atentado mortes
Parte externa da boate Pulse, em Orlando, horas após o atentado que matou 50 pessoas

Mina Justice estava dormindo quando recebeu a primeira mensagem de seu filho, Eddie Jamoldroy Justice, 30, e acordou, sonolenta.

O rapaz estava na boate Pulse, em Orlando, na Flórida (EUA), na madrugada de domingo (12), onde um atirador matou 50 pessoas e morreu em seguida.

“Mamãe eu te amo”, dizia o texto. Eram 2h06 de domingo. “Estão atirando na boate.”

Mina tentou ligar para o filho, sem sucesso. Ela enviou então outra mensagem a Eddie, perguntando se ele estava bem. O rapaz respondeu: “Preso no banheiro. Pulse. Centro. Chame a polícia”.

Às 2h39, Eddie enviou: “Chame eles mamãe. Agora. Ele está vindo. Eu vou morrer”.

Eddie foi um dos dez primeiros nomes identificados e divulgados pela Prefeitura de Orlando na lista de vítimas do massacre na boate Pulse.

O atirador, o americano Omar Mateen, 29, disse ter agido em nome da milícia Estado Islâmico, que assumiu nesta segunda (13) a autoria do atentado.

A polícia americana, porém, ainda não encontrou evidências que comprovem a ligação de Mateen com a facção terrorista.

‘Soldado do califado’

O grupo extremista EI (Estado Islâmico) reivindicou nesta segunda-feira (13/06) o massacre que deixou 50 mortos e 53 feridos na boate Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, e qualificou Omar Mateen, acusado pelo ataque, como um “soldado do califado”.

“O irmão Omar Mateen, um soldado do califado, realizou uma incursão de segurança com a qual conseguiu irromper no clube noturno de homossexuais de Orlando, onde matou e feriu mais de cem antes de ser assassinado”, disse o grupo em uma mensagem divulgada naemissora de rádio Al Bayan.

Segundo a mensagem do EI, Deus teria permitido a Mateen atacar os ‘cruzados’ e destacou que a ação é “a maior registrada nos EUA pelo número de mortos”.

O comunicado veio um dia após outra mensagem do grupo, divulgada pela agência Amaq, dizer que o massacre havia sido obra de “um combatente”.

A ação, que começou por volta das 2h local (3h em Brasília) do domingo, foi o ataque com armas de fogo mais letal da história norte-americana

com informações de AFP

Acompanhe Pragmatismo Político no Twitter e no Facebook

Recomendados para você

Comentários

  1. Sergio Carneiro Postado em 13/Jun/2016 às 18:32

    Logo logo vão achar dois culpados: A homofobia e a venda de armas. Pessoas desse grupo matam indiscriminadamente: Crucificação de cristãos, escravizam mulheres, decapitam ocidentais, fuzilam estrangeiros, matam jornalistas e ...E a bola da vez foi uma boate GLBT, mas oportunista não faltaram com seus discursos inflamados.

    • Fabiano Postado em 13/Jun/2016 às 22:00

      Eu não sei se você sabe, mas o pai afirmou que ele era homofobico. Ou seja, isso TAMBÉM foi homofobico. Falta muita leitura para você mesmo, viu?

    • Eduardo Ribeiro Postado em 14/Jun/2016 às 10:18

      Quanta bosta...mamãe do céu...Pereira e outros vão ter que se esforçar pra superar essa cagalhada..

  2. Thiago Teixeira Postado em 14/Jun/2016 às 08:30

    Mortos por um AMERICANO beneficiado pela política irresponsável de se comercializar Fuzil como se fosse saco de tomate. Nada de homofobia, estado islâmico ou terrorismo.