Redação Pragmatismo
Compartilhar
Educação 05/Apr/2016 às 16:35
242
Comentários

Professora humilha universitária que levou filha para a sala de aula

Professora da UFRGS assedia aluna que levou filha para a sala de aula. Durante festival de grosserias, sobrou até para a criança

professora humilha estudante filha UFRGS porto alegre
Nina Bitencour, graduanda em Letras, na UFRGS (reprodução)

Nina Bitencourt mora em Porto Alegre e é estudante de Letras, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Também é mãe da pequena Anya, de cinco anos. Com todas as dificuldades de criar uma filha e conciliar os estudos, Nina persiste na caminhada e continua na universidade. Mas, infelizmente, há sempre algumas pedras pelo caminho. De onde menos se espera: de uma professora.

Na última quinta-feira, Nina precisou levar a filha para a sala de aula, mas a professora não reagiu bem à presença de Anya. A mãe compartilhou um relato sobre o episódio no Facebook. O texto já tem mais de 11 mil compartilhamentos.

“Entrei na sala, dei oi e fui seguindo pra me sentar. A professora me olhou com um ar de incredulidade e, sem sequer me responder o cumprimento, iniciou um sistemático questionário sobre a minha filha: ” ELA VAI ENTRAR NA AULA?”; “ELA PODE ASSISTIR AULA?”; “ELA NÃO VAI SE CHATEAR E INCOMODAR A AULA?”; “TU NÃO TEM CRECHE PRA DEIXAR ELA?”; “NENHUM PARENTE PODE FICAR COM ELA PRA TI?”; “TEM CERTEZA”. Respondi pacientemente às perguntas e expliquei que ela estar ali comigo era o modo de garantir minha permanência na universidade.

Mesmo explicando a necessidade da filha estar presente na sala de aula, a professora reagiu de forma negativa, com olhares raivosos para a criança. Depois de 15 minutos de aula, a professora indagou o motivo de Nina não deixar a filha com outra pessoa:

“Até que, num certo momento, após uns 15 minutos de aula e sem nada ter sido feito da parte da minha filha pra provocar tal reação, a professora explode repetindo a pergunta: “MAS TU NÃO TEM MESMO COM QUEM DEIXAR ELA?”.

A mãe não aceitou o assédio da professora e se retirou da sala. Muitos colegas tentaram intervir na discussão, tentando apoiar Nina. Em seu relato, ela conta que foi até a Comissão de Graduação para apresentar queixa.

“Fui até à Comissão de Graduação e, enquanto eu era orientada quanto às medidas cabíveis, a professora apareceu e continuou falando, justificando, se exaltando e repetindo NA FRENTE DA MINHA FILHA o quanto ela estava atrapalhando porque estava BRINCANDO. Não respondi, me dirigi à funcionária da Comissão agradecendo e dizendo que ia abrir o processo por assédio moral e que não tinha mais nada pra falar com a professora.

Nina conta que a criança ficou sem entender nada e se sentiu culpada por ver a mãe saindo da aula. “O que eu fiz pra deixar minha mãe triste assim? Por que minha mãe foi expulsa da aula por minha culpa? Essas duas perguntas encheram a cabeça da Anya”, conta.

O que diz a lei

Pela lei nº 6.202 (criada em 1975) universitárias têm direito ao chamado regime domiciliar: a partir do oitavo mês de gestação, durante três meses, podem compensar a ausência nas aulas com trabalhos feitos em casa. O que determina o início e o fim desse regime é o atestado médico apresentado pela aluna.

Na visão de especialistas, documentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Constituição resguardam os direitos de mães e filhos, se sobrepondo a regras ocasionais criadas pelas instituições de ensino.

Nina é uma entre milhares de mães que lutam pelo direito de continuar estudando e lutando pelo futuro de seus filhos. No seu relato no Facebook, ela criticou o fato de a mulher mãe ser excluída de qualquer oportunidade na sociedade:

“A maternidade e o quanto ela causa a exclusão da mulher no mercado de trabalho, na escola e na universidade é uma pauta que grita por visibilidade dentro dos movimentos sociais. Eu vou perder a cadeira, não tem condições de seguir assistindo aula com uma pessoa dessas. O que alguém assim pode me ensinar? Entrei grávida na universidade e estou 4 semestres atrasada do meu tempo de ter me formado, porque sou mãe e preciso trabalhar nos horários que a UFRGS disponibiliza as aulas. O questionamento que quero deixar com esse breve relato é: Quantas mães não assistiram aula por causa dos seus filhos hoje? Quantas mães não conseguiram emprego por causa dos seus filhos hoje? E quantas mais serão excluídas por serem mães amanhã?”

Edgar Maciel, HuffPost Brasil

Acompanhe Pragmatismo Político no Twitter e no Facebook

Recomendados para você

Comentários

  1. poliana Postado em 05/Apr/2016 às 17:31

    meu deus, q mulher doente!!! tinha q vir do rio grande do sul...só exemplos maravilhosos! impressionante!!!!!!!

    • Alessandro Postado em 05/Apr/2016 às 19:55

      "Tinha que vir do Rio Grande do Sul"...Isso aí, lute contra o preconceito com mais preconceito.

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:54

        Bom minha gente, a minha opinião sobre a matéria. Tivemos aqui a discussão enorme sobre a poliana e um pobre Jonas (^^) lá em cima. Quero me retratar. Quando eu disse sobre o sul, concordando com a poliana, eu sempre cito que a xenofobia, o fascismo etc vem da camada mais top do povo gaúcho ou de outra região (em especial o sudeste e o sul). Top no sentido dessas pessoas de classe mérdia cheio de não me toques, que vivem no Morumbi da vida, em Higienópolis ou em alguma zona sul desses estados. Só vemos preconceito até mesmo contra pobre. Então quando eu falo "povo de baixo" há uma ressalva: "povo do nariz empinado aí de baixo". Não me julguem, até porque não fui vítima de preconceito em RS porque sou de lá, mas meus amigos que têm a pele parda ou negra já sofreram sim. Mesmo um olhar desconfiado, uma risadinha por causa do sotaque. É fogo. A poliana pode estar exagerando? Pode. Contudo, a meu ver, algo aconteceu com ela. Assim como aconteceu comigo, ainda me lembro quando fui pra SP acompanhar meu pai a trabalho um dos clientes dele fez uma piadinha que não gostei. É de dar raiva isso, e olhe que não sou pardo. Eu hein. Quando alguém olha pra mim pensa que sou algum ariano, mas quando abro a boca eu viro nordestino ignorante de uma hora para a outra. Porque digo isso? Porque muita gente julga o nordeste. Reclamaram quando o PT ganhou as eleições,e veio muita gente fazendo posts enormes no facebook dizendo assim: "morte aos nordestinos, nordestinos filhos da puta"// Ninguém reclama Bah! Quanto à matéria: A professora não está errada por não deixar a mãe entrar com a filha (até porque eu entendo que a aluna teria que avisar antes), mas ela tratou a criança como se fosse bicho, como se fosse um vermezinho desprezível. Deu pra sentir a frieza dá docente só pelo relato da garota. E isso me choca! Eu tenho um irmão de 10 anos e partiria a cara de quem fosse agredi-lo desse jeito. Ela deveria usar de tato para chamar a atenção da moça, mas a garotinha ficou muito assustada. Estou aqui em plena madrugada de domingo comentando o que eu acho. A partir de hoje vou especificar meus comentários a respeito de preconceito para não criar confusão. Abraços e que Deus os abençoe. (desculpa, Alessandro por usar seu espaço.)

    • Braga Postado em 05/Apr/2016 às 19:59

      Poliana, não seja preconceituosa e ignorante!!! Exemplos ruins vem de tudo que é lugar!!!

    • Taciane Postado em 05/Apr/2016 às 20:06

      Não tome essa professora como representante do estado do Rio Grande do Sul e sim temos exemplos maravilhosos ao contrário dessa professora.

    • Fernando Postado em 05/Apr/2016 às 20:16

      "Tinha que vir do Rio Grande Do Sul" Ou seja, segundo o seu comentário eu devo acreditar que todas as pessoas oriundas do RS têm o mesmo pensamento que esta professora? Tu Estás criticando uma atitude preconceituosa com outro preconceito?

      • Eduardo Postado em 05/Apr/2016 às 22:04

        Fernando, não vejo problema algum na citação de Poliana, ela é cabível devido ao alto grau de perfeição que os brasileiros do sul se acham, basta ver os jogos de futebol onde o hino do RS é cantado nos estádios e o nacional ouvido, por várias vezes já lemos sobre intenções separatistas do resto do país por se acharem melhores que os outros estados, é por isto, simplesmente por isto, quem se apresenta tão perfeitos não deveriam fazer tamanha cagada, principalmente sendo mulher. Tinha outros meios e bem mais inteligentes vindo de uma professora então, bem bem bem mais inteligentes, que o de humilhar e traumatizar uma criança. O Brasil é um só, e será assim até o fim dos tempos, somos todos o mundo dentro de um país, por isto temos que saber conviver com todo tipo de burrice. Até a minha aqui quando defendo certa dose de preconceito.

      • Dullius Postado em 05/Apr/2016 às 23:03

        Não concordo.....você não pode generalizar todo um ESTADO por conta da ação de uma pessoa...é o mesmo que no momento político, criar o ódio por uma pessoa por causa de uma SIGLA. Acho que você deveria rever seus conceitos...

      • SILVIO MIGUEL GOMES Postado em 06/Apr/2016 às 07:15

        Eu sou Paulista e posso garantir que aqui é pior o preconceito.

      • SILVIO MIGUEL GOMES Postado em 06/Apr/2016 às 07:17

        A Professora de repente ficou possuída pelo espírito que baixou na Dra. Janaína. Tá precisando de descarrego por esse Brasil afora.

      • Matheus Postado em 06/Apr/2016 às 08:37

        Exato, Eduardo, havia muitas intenções separatistas mesmo... Em 1835, porém não em 2016!!! Vocês precisam aprender que a valorização da cultura local (que acarreta o canto do Hino do RS em situações como a que você citou) é muito diferente de um sentimento de superioridade (este ultimo não existe em pleno século XXI). A atitude inumana dessa professora poderia ser cometida por qualquer pessoa fraca no quesito relações interpessoais e gestão de ambiente de trabalho, é por isso e, exatamente por isso, que a citação da Poliana é mais uma dessas generalizações banais e infundadas (pelo visto com um pouco de preconceito, possivelmente acarretado por alguma ma experiência) que a gente lê pela Internet.

      • Jaqueline Postado em 06/Apr/2016 às 09:50

        Eduardo: não deveriam fazer tamanha cagada, principalmente SENDO MULHER. Machismo detected

      • Daniel Postado em 06/Apr/2016 às 11:49

        Eduardo... Não concordo com você.. pelo menos não na era em que vivemos... A História mostra que o grupo separatista surgiu quando a "federação" tentava tomar todo o território, o Sul foi a última resistência Brasileira, só isso. Mas hoje, digo em 2016, ainda há sim grupos separatistas, e por incrível que pareça, o maior situa-se no Estado de São Paulo, curiosamente formado por Paulistas. Mas enfim... O primeiro estado a apoiar a abolição da escravatura adivinha quem foi ? Incrível, foi o Rio Grande do SUL... Não somos melhores que ninguém, ao contrário, muitas vezes somos piores em alguns sentidos.. Eu morei, somando-se ao todo, 10 anos fora do meu Estado. Morei no RJ, SP, RN, MG e PR... Sabe aonde eu ví a maior intolerância ? Em SP... foi aonde mais sofrí com discriminação, porém foi aonde mais fácil eu arrumei trabalho na minha vida,enfim, no RJ o povo é leve, solto e brinca bastante, apesar das piadas tendenciosas, eles amenizam com seu jeito. Em Natal me senti um Sheik, extremamente bem tratado, lugar de um povo maravilhoso e receptivo, em Minas Gerais foi aonde mais tempo fiquei e posso afirmar, é um povo tão simples, mas tão simples que você acaba se apaixonando pela cultura Mineira... Retomando: Somos suscetíveis á informações, não sei de onde tirou as que colocastes, mas sugiro rever a sua fonte. Jamais apoiaria a atitude desta mulher com título de professora. Para concluir.. sempre que ouço alguém falando em "separatismo" percebo que não é do Sul... como você. Pré conceito é, e sempre será pré conceito, independente de que lugar venha, da mesma forma racismo e tantos ismos por aí... Acho que estamos esquecendo que não somos e não devemos ser classificados, pois todos somos seres humanos, e vendo por este prisma, a humanidade não deveria ser classificada, muito menos rotulada, indiferente de opção sexual, cor da pele, tendências religiosas e políticas. Quando atingirmos este estágio de maturidade, com certeza o mundo vai ser um lugar melhor. Um grande abraço a todos irmãos que aqui postaram seus comentários, sejam eles concordando ou não, ofendendo ou não.

      • Eva de Melo Cardoso Postado em 06/Apr/2016 às 11:58

        Adorei essa terra de baixo, até esse hino Rs sirvam nossas façanhas , Povo que não tem virtude acaba por ser escravo, virtude??? esse HIno dos bombachudos e um acinte, não canto mais essa porra de hino, povo que não tem virtude ACABA POR ESCRAVIZAR, Bem aqui na UFRGS é chei dessa gente até o Vice Reitor o Tal Hopermann e um racista de primeira , tenho asco desse jegue * ops. desse burro da terra de baixo.

      • Daniel Postado em 06/Apr/2016 às 12:08

        1) http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/01/1580281-separatistas-querem-nova-moeda-e-sao-paulo-livre-de-brasilia.shtml 2) Sim existe Gaúcho idiota como esta: http://gd-ma.com/2011/12/09/estudante-gaucha-da-show-de-xenofobia-contra-nordestinos/ Mas é de todos os lados....

      • Leandro Postado em 06/Apr/2016 às 14:40

        A lei diz que devem ser feitos em casa aos trabalhos, não é? Então qual é a dúvida? Não tinham que ficar em casa ambas : aluna e filha da aluna? Estavam contra a lei e reclamando do quê?

      • Gabriela Postado em 06/Apr/2016 às 20:54

        Pois é, também não entendi o comentário dessa mulher. Não consigo acreditar em pessoas que generalizam qualquer tipo de coisa. RIDÍCULO! Sou gaucha com muito orgulho e meu estado tem muitos MUITOS exemplos bons sim!

      • Line Postado em 07/Apr/2016 às 13:58

        Foi um comentário estúpido sim.

    • CALA BOUCA TROUXA! Postado em 05/Apr/2016 às 20:19

      Tinha que vir do RS? A lei que te garante no teu emprego veio de um grande homem do RS - Getúlio Vargas, a primeira companhia da América - Varig iniicou no RS dentre outros. Fica quieta retardada!

    • Patrick Postado em 05/Apr/2016 às 20:23

      Antes de passar vergonha na internet generalizando e sendo preconceituosa, melhor se informar. Está agindo como a tal professora!!

    • wallace Postado em 05/Apr/2016 às 20:29

      exatamente! so tem animais no rio grande do sul ,como aqueles lixos que jogaram gliten no mito

    • Pedro Postado em 05/Apr/2016 às 20:31

      http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/05/o-desabafo-de-uma-estudante-humilhada-na-usp-por-ser-mae.html Poliana, ñ seja o que vc critica.

    • Márcia Postado em 05/Apr/2016 às 20:31

      Impressionante!!!!!

    • Marco Forlin Postado em 05/Apr/2016 às 20:40

      Poliana Sua generalização e xenofobia empobrecem o comentário, que já foi raso e superficial. O Rio grande do sul tem vários problemas, incluindo sim uma educação patriarcal até devido a forte imigração e presença de poucas cidades populosas no passado, além de uma tradição machista. Ninguém nega isso, mas por outro lado, a dor ensina a gemer. É justamente devido a esses problemas que temos um núcleo muito forte de resistência feminista aqui, e várias mulheres do cenário político influentes nesse tema como Luciana Genro e Maria do Rosario. Acho que esse teu preconceito não acrescenta em nada ao debate.

    • Priscila Postado em 05/Apr/2016 às 20:52

      Depois de ler um relato desses, não acredito que essa moça (Poliana) ainda tenha coragem de fazer comentários tão preconceituosos.

    • Jonas Schlesinger Postado em 05/Apr/2016 às 20:55

      Bando de hipócritas. Desde quando a gente vê situações assim no nordeste, norte ou centro-oeste? A gente vê essas abominações na terra de baixo, na terra do preconceito, PRECONCEITOLÂNDIA. A Preconceitolândia começa na ponta norte de São Paulo e termina no Chuí. Nada ali se escapa. O povo tem preconceito com o próprio povo, cobra engolindo cobra. Eu tenho é pena da minha família ser de lá, graças a deus eu vim pro nordeste porque deus é tudo menos preconceituoso e xenofóbico. A terra da xenofobia, a terra dos Europeus hue br, os "bringos". Vemos professor sendo morto no Paraná, SC não fica atrás, São Paulo é o ninho do abate: se abate mulher, gay, puta, pobre e afins como se fossem gados e vocês têm o Marcelo Resende, Datena, Sherazade, Bacchi e Bonner como maiores exemplos a serem seguidos. Ah vão tomar no Cunha!

      • poliana Postado em 05/Apr/2016 às 21:38

        eles adoram esse discurso demagogo de "n se combate preconceito com mais preconceito", ou " assim vc se iguala a eles", jonas...ignora, ignora!!!!!

      • Senhor A Postado em 05/Apr/2016 às 23:11

        Você não conhece muito o Norte então meu filho, é o que mais rola na UEA/UFAM,e alunos são humilhados por motivos mais pifios, se eu fosse começar uma lista começaria com uma Aluna com cancer que passou mal na aula de Eng civil porque teve de ficar numa sala cheia de poeira, embora ela estivesse com atestado o professor a obrigou, e o resultado ta ai.

      • Vinicius Postado em 05/Apr/2016 às 23:23

        Vem da "terra de baixo" o preconceito? E o que foi isso que você acabou de escrever, queridão?

      • MCecilia. Postado em 05/Apr/2016 às 23:58

        Ai mas vc TAMBÉM ta respondendo a preconceito com preconceito! Arre! Tem paulista bom, paulista mais ou menos, ruim,carioca bom, mais ou menos, ruim... Me parece tão claro!!!

      • Jonas Schlesinger Postado em 06/Apr/2016 às 00:54

        "Ain, eu sou vítima de xenofobia, mas vou ficar calado porque tenho que meter meu rabo entre as pernas" Tá aqui uma banana bem dura pra você. Milhares de nordestinos são alvejados por preconceitos e você acha que ninguém pode se revoltar? Se você tivesse uma filha e ela fosse estuprada, você sentiria a obrigação de estuprar o filho da puta que fez isso com ela. Isso se chama reação, meu irmão. Mas sempre vai vir um dizendo que não se combate preconceito com preconceito. Preconceito é tu chamar um nego de macaco, aí ele vai te meter a porrada aí o que outra pessoa diz? "Ain a culpa é do nego, combateu preconceito com violência" Viva na sua bolha, Jimmy.

      • Matheus Postado em 06/Apr/2016 às 08:50

        Quanta bobagem. Mas de uma coisa eu tenho certeza: a "terra de baixo" é essa abominação toda porque esta lotada de individuos arrogantes e preconceituosos que pagam de intelectuais na Internet. Coincidentemente trata-se do perfil desse Jonas, ou seja temos varios Jonas Shwharever cagando com a sociedade. Tudo uma questão de estatistica! Violência/preconceito não se combate com violência/preconceito, a lei esta ai p/ isso e vitima nenhuma esta acima dela. Abraços!

      • José Ricardo Postado em 06/Apr/2016 às 16:55

        O termo "baianada" ainda existe por lá.

      • Armando Divan (POA-RS) Postado em 06/Apr/2016 às 17:58

        Não siga por esta linha de dividir o país em regiões como se umas fossem melhores do que outras, ser diferente não quer dizer nem melhor nem pior, apenas diferente e isto é que faz do Brasil um país encantador e rico, a extrema diversidade de nosso povo, de sua natureza, de suas belezas e encantos naturais, de sua cultura, de sua música, de nosso folclore. Sim há preconceito em alguns setores da sociedade, seja aqui no RS, seja em SP ou em qualquer estado da federação, mas o maior preconceito atual é contra as classes menos favorecidas da sociedade. Houve um tempo em que esse discurso odioso contra a população nordestina tinha certo apelo entre certas pessoas no RS, até porque ouvíamos falar sobre a industria da seca no nordeste via a rede Bobo. Felizmente nos livramos desta gente podre que se beneficiava do sofrimento do povo para auferir lucro e poder. Ao mesmo tempo este discurso contra o "Nordeste" virou folclore entre os gaúchos, até pq nossa economia está uma merda e o nordeste cresce e se desenvolve. Hoje em dia, o discurso separatista é ridicularizado e ninguém dá crédito a pessoas que o defendem. Talvez os únicos que ainda se manifestam preconceituosamente contra os "nordestinos" são alguns paulistas herdeiros da 'casa-grande' que ainda pensam no tempo da escravidão e chamam os 'nordestinos' de preguiçosos assim como também chamavam seus escravos. Porém, sabemos de onde vem a riqueza dos senhores, do trabalho dos outros. Então, não embarque neste papo de chamar SP de 'sul', pois a região sul é composta pelos estados do PR, SC e RS. Podemos não ser tão amáveis e hospitaleiros ao primeiro contato como o povo do nordeste, mas depois que nos conhecemos melhor qualquer um terá oportunidade de comprovar que somos até muito parecidos.

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 02:56

        Matheus, pra começo de conversa... F.O.D.A.-.S.E! Vá se foder, querido. Ninguém me paga pra comentar, não. Estou no PP há 2 anos. Eu não preciso de esmola de ninguém pra expressar o que penso não. Procure os meus comentários mais antigos, vai ver como tem gente de esquerda me massacrando e de direita também. Eu não me apego a ideologias partidárias não. Não me interessa se você acha que vai aparecer um bando de gente com nome fake por aí só pra espalhar o terror na internet com "preconceitos". Eu não estou nem aí. Nem pra você, nem pra poliana, muito menos para essa gente que ficou dando de lenientes aqui neste post. Eu trabalho e tenho vida fora daqui. Quando entro pra comentar eu comento o que penso, e penso sim que há uma discrepância nos tratos com os nordestinos na região sul ou deles mesmos. Quanto à lei você vive cagando pra ela, não é? Acha que na hora da raiva quando uma pessoa é assaltada, quando um pai tem uma filha estuprada ou quando um negro é alvo de racismo é tudo uma questão de razão. Quem passa por isso sabe. Viva na sua zona de conforto, querido. E pra terminar, foda-se, vá se foder, enfie uma mandioca no seu cu.

    • Professora Postado em 05/Apr/2016 às 21:18

      Ah Poliana! Que feia sua manifestação. Saiba que sou professora universitária no Rio Grande do Sul. Já tive em sala de aula, alunas e alunos (inclusive); pais que necessitaram eventualmente trazer seus filhos à sala de aula. Acolhi, nessas situações, a criança. Conversei e até brinquei ... Nada fiz de diferente de minha prática cotidiana, baseada em respeito com o outro e compreensão. Simplesmente isso! Agora você me perdoe, fazendo uma generalização dessa ordem, que posso eu dizer????. Nao são as instituições, não são as regiões em que as pessoas vivem que são melhores ou piores: é o ser humano que pode estar no Rio Grande do Sul, Paris, ou no lugar em que você vive.

      • poliana Postado em 05/Apr/2016 às 21:40

        aí no sul vcs são os piores, professora. sinto de informar, mas tua região é o q há de pior no país em termos de preconceito, xenofobia, racismo, arrogância...

      • Fernando Postado em 06/Apr/2016 às 01:17

        Poliana, O Rio Grande do Sul possui mais de 11 milhões de pessoas. É óbvio que tem o pessoal racista, xenófobo etc.... mas colocar tudo no mesmo saco é complicado. Deixe de ser tão amarga e entenda que você irá encontrar todo o tipo de pessoal em qualquer lugar. Cuide-se e um abraço do tamanha do Rio Grande.

      • Ágata Postado em 06/Apr/2016 às 09:23

        Concordo!

      • MUDABRASIL Postado em 06/Apr/2016 às 13:05

        Primeiro que a lei nº 6.202 (criada em 1975) universitárias têm direito ao chamado regime domiciliar: a partir do oitavo mês de gestação, durante três meses, podem compensar a ausência nas aulas com trabalhos feitos em casa. O que determina o início e o fim desse regime é o atestado médico apresentado pela aluna. Não tem nada a ver com a sua situação POLIANA , Segundo : PROFESSORES ESTUDAM 5 ANOS PARA SE FORMAR , MAS MESTRADO SE FOR O CASO 2 ANOS E MAS DOUTORADO SE FOR O CASO MAS 3 ANOS MINIMO , PRA ENTRAR NO SEU LOCAL DE TRABALHO E LHE DAR COM UMA SITUAÇÃO DESSA , E AINDA SER TAXADA COMO A PROFESSORA QUE HUMILHA ?! MINHA CARA POLIANA , VOCÊ LEVANDO O SUA FILHA PRA FACULDADE , VOCÊ REALMENTE PODE ESTAR ATRAPALHANDO OS COLEGAS DE SALA E O TRABALHO DESSA PROFESSORA. QUEM AQUI LEVA FILHO PARA O EMPREGO ?!? QUEM LEVA O FILHO PRA FICAR BRINCANDO EM UM EMPRESA ? ENQUANTO TRABALHA? E PORQUE AGORA NA UNIVERSIDADE NA ONDE SE TEVE PROVAS PARA APROVAÇAO E REPROVAÇAO PARA COMEÇAR A CURSAR É POSSIVEL ? POR FAAAAVOR BRASIL , VALORIZE OS PROFESSORES , E RESPEITE O LUGAR DE TRABALHO DELES !!!!! ELES NÃO PODEM PAGAR O PREÇO PELAS ESCOLHAS ALHEIAS

      • leonardo Postado em 06/Apr/2016 às 14:05

        Perfeito!

      • Vânia Postado em 06/Apr/2016 às 14:18

        Gente. Preconceito existe em todos os lugares neste país. Somos um povo miscigenado, em contextos de desigualdades sociais, econômicas e sobretudo de consciência. Penso que o que tenha que ser mudado é o pensamento linear de alguns. Sou professora do Ensino Fundamental I e já até segurei filhos de alunas para estas realizaram seus trabalhos em sala de aula. As alunas precisam sentir se acolhidas e os professores tem que adquirir consciência que vivemos em um país muitos contrastes e sem entender e tentar ajudar os alunos e situação só tende a piorar. Aproveitar a situação de "emergência " e oportunizar um debate acerca deste realidade com as alunas e os alunos tb é muito bacana. Temos que ser cidadãos éticos, tolerantes, pacientes e reflexivos.

      • Isaura Leao Postado em 06/Apr/2016 às 19:17

        Professora, eu fiz licenciatura na FAPA. Durante este período, engravidei e não tinha com quem deixar meu filho. Dirigi-me ao diretor da faculdade e expliquei minha situação e prontamente fui liberada a trazê-lo nas aulas ( eu o amamentava). A única observação e orientação que me foi dada é que cuidasse para não atrapalhar as aulas. Tudo ocorreu de forma tranqüila durante os os quatro meses finais do curso. Agradeço sempre aos meus professores e a direção da faculdade por este ato de humanidade e parceria. Portanto, concordo contigo. Não são as instituições que agem de forma preconceituosa, são os seres que não tem um "pingo" de humanidade.

    • Guilhermo Postado em 05/Apr/2016 às 21:53

      Eu sou do RS e sou maravilhoso.

      • Jonas Schlesinger Postado em 06/Apr/2016 às 00:55

        Nossa Guilhermo, tirando você e o Pereira, ó. O resto vai pro inferno hehehe

      • Gaúcho Postado em 06/Apr/2016 às 14:14

        graças a Deus que sou do sul e moro bem longe da poliana, pelo jeito que ela fala só pode ser uma azeda mal comida kkkkk

      • Silva Postado em 06/Apr/2016 às 14:29

        Não concordo, é exatamente a cara da arrogância dos sulistas.

      • Silva Postado em 06/Apr/2016 às 14:29

        Não concordo, é exatamente a cara da arrogância dos sulistas.

    • Ricardo Postado em 05/Apr/2016 às 22:40

      Não sei qual é o seu Estado. Mas que exemplo maravilhoso. Impressionante seu comentário preconceituoso. Você é tão doente quanto a professora que critica.

    • Juvenal Parente Postado em 05/Apr/2016 às 22:58

      Sou riograndense do sul, moro há 35 anos em Florianópolis e aconteceu algo do gênero, apesar de não tão grave, comigo, quando era acadêmico, e tinha de ter meu filho comigo, em sala, às vezes. Você conhece o Rio Grande do Sul?

    • Juvenal Parente Postado em 05/Apr/2016 às 23:01

      Sou riograndense do sul e vivo há 35 anos em Florianópolis, que fica em Santa Catarina, e cujos habitantes são denominados, catarinenses. Aconteceu comigo algo semelhante, apesar de bem menos grave, quando precisava levar meu filho à sala de meu curso na Universidade. Você conhece o Rio Grande do Sul?

    • Cristian Bandeira Costa Postado em 05/Apr/2016 às 23:25

      Sou de Santa Maria -RS, e entendo tua colocação, ultimamente e historicamente muitos casos absurdos como o dessa professora fizeram o restante do país criar essa imagem daqui. Mas não somos todos assim não, e te afirmo que ter uma posição esquerdista na sociedade do Sul, é bem mais complicado que por aí. São tempos difíceis, onde muitas vezes somos jogados uns contra os outros. Não façamos o jogo deles companheira. Não generalizemos. Respeitemos.

    • Lopes Postado em 05/Apr/2016 às 23:42

      Deixa de ser idiota! Vá passar alguns dias em Gramado e coma muito chocolate para diminuir essa sua amargura.

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:22

        gramado, dakele povo extremamente racista???!! hahahahaha...não, filho, obrigada!!! ano passado um amigo meu foi passar um feriado com a família lá, e nunca mais volta. gentinha extremamente racista!!!vc deveria ter vergonha de acobertar esses absurdos!!! "vai pra gramado"..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 14:07

        voltará*

    • Edson Postado em 05/Apr/2016 às 23:44

      Aí Poliana...sem preconceitos!

    • Jorge Postado em 05/Apr/2016 às 23:52

      Gente do sul se achando? Aaaah váááá... kkkkk

    • MCecilia. Postado em 05/Apr/2016 às 23:53

      Sou de SP. Não acho isso dos gaúchos nao... Q comentário desnecessário!

    • Fulana Postado em 06/Apr/2016 às 01:30

      "Bah" Poliana, que feio! Atacando o preconceito da professora com mais preconceito ?! Eu acho que você deveria rever seus conceitos... E preconceitos! Fala de nós gaúchos, mas está agindo segundo o que você própria disse que temos de piores, preconceito.

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:40

        tô dizendo, jonas!!!?? olha o discurso hipócrita deles de"n se combate preconceito com mais preconceito"!!?? traduzinho: nós nordestinos temos q abaixar a kbça e ouvir todo tipo de insulto xenófobo vindo dessa gente sulista!!!!nojo dessa hipocrisia sulista!!!!!!!!!

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:02

        Sim meu amo. Como queira, meu amo. Acredito meu amo. (de cabeça abaixada mais a de baixo tá pra cima kkk)

    • Laurie Postado em 06/Apr/2016 às 01:54

      Nossa eu sou gaúcha, e vou me tornar professora é desacordo totalmente dessa professora acima citada.... E saiba que ao ler os seus comentários, você é simplesmente uma grande preconceituosa e que com certeza não conhece o RS, pois se você viesse para cá conhecer seria muito bem recebida e tiraria essa ideia patética que você tem do estado do Rio Grande do Sul... Bjks de luz e paz... Pq querida você precisa de muita luz para iluminar essa sua mente preconceituosa!!!

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:30

        laurie, filha..não conheço o rio grande do sul e nem conhecerei. tenho nojo de sua gente e de sua terra. do sul eu só conheço santa catarina e paraná. e tua gentinha de teu estado é tão "trilegal", q tenho mil casos de amigos e conhecidos q foram praí e sofreram na pele a xenofobia e/ou o racismo. só pra te dar um exemplo: uns conhecidos meus q são concurseiros, há uns anos foram fazer um concurso aí em porto alegre. assim q entraram no táxi, o taxista começou a puxar assunto com eles. todos os 3 eram do nordeste. assim q eles começaram a dizer q estavam ali pra fazer um concurso do estado, o taxista se revoltou e começou a falar desaforos dizendo q os empregos do rio grande do sul deveriam ser somente dos gaúchos, q lá n era lugar de nordestino trabalhar...e começou a acelerar o carro, super p* da vida. tb tive um amigo q já foi passar férias aí e assim q chegou perguntaram qto tempo ele ia ficar!! o cara tava ali a turismo, injetando dinheiro na m%$ da cidade, e a gentinha local ainda perguntou qdo ele ia embora!!! esses são os nojentos gaúchos!! nojo de vcs!!!!!mas enfim, tenho mil casos desse tipo pra te contar, mas não vale a pena!!!! boa tarde, querida!

      • Anônimo Postado em 06/Apr/2016 às 21:55

        "tenho nojo de sua gente e de sua terra" disse a pessoa que não tem preconceitos, mente aberta, liberal, o nome disso é contradição. Não venha nunca pro sul mesmo, pessoas preconceituosas e arrogantes como você ninguém precisa aqui, tua opinião é super importante para os gaúchos, vocês mesmo se rebaixam, portanto acreditam que nos exaltamos. O que algum gaúcho já te fez? Vocês ficariam surpresos em saber que poucas pessoas aqui são loiras de olho azul como vocês idealizam, acho até engraçado.

    • Lenice Rocha Postado em 06/Apr/2016 às 02:40

      Qual o problema de ser do Rio Grande do Sul??? Nem todas as gaúchas são ignorantes como esta professora! Sou Gaúcha e sou mãe e trabalhadora e ai?!! Por que sou gaúcha não posso ser um exemplo? ?? Está tendo preconceito igual ou pior que está professora. Respeito é bom e nós gaúchos merecemos!

    • Ágata Postado em 06/Apr/2016 às 09:19

      Mais preconceito!!! Assim queremos julgar, avaliar e justificar condutas de caráter. Com preconceito! É assim que se muda alguma coisa? Responder agressão, com agressão? ? Eu tenho a plena convicção que isso não acontece somente no RS, mas não vou aprofundar-me nesta discussão porquê o foco principal do tema, não é esse.

    • ademar Postado em 06/Apr/2016 às 09:39

      Poliana, fiquei surpreso com seu comentário agora, não esperava atitude preconceituosa como está, acompanho seus comentários, e mesmo não concordando na maioria das vezes com o conteúdo, respeito pela divergência de opinião, mas neste caso foi extrema xenofobia, que argumentos pode usar na defesa do preconceito contra o nordeste ou nordestinos utilizando-se desta foram que se manifestou? "meu preconceito pode, o dos outros é crime"

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:30

        ademar, ação e REAÇÃO...já ouviu falar?

      • Isaura Leão Postado em 06/Apr/2016 às 19:23

        Pessoal pra que dar tanta explicação para alguém que não está disposta a ouvir? O mundo da voltas e nesta rotação encontramos todos os tipos de pessoas, seja racistas, preconceituosas pobres, ricas, analfabetas, corruptos, e honestos. Então discutir com a Poliana é " chover no molhado".

    • Jaqueline Postado em 06/Apr/2016 às 09:46

      Faço de suas palavras as minhas: - Meu Deus, que mulher doente! Sou do RS e essa mulher não me representa!!!

    • Jerusa Postado em 06/Apr/2016 às 10:37

      Estudo na FURG e, pelo menos no meu curso, os babys sempre foram muito bem vindos. É bem frequente colegas levarem seus filhos para a aula, o mais legal é que não são apenas mamães, mas também papais levam seus filhotes quando não tem com quem deixar <3 Nunca vi um professor se incomodar, já vi brincar com a criança até, e os babys são uns amores ficam quietinhos, se ficam agitados, o responsável sai com a criança e a aula continua sem maiores transtornos. Esse é um belo exemplo, e acontece na FURG, em Rio Grande, mas quando o intuito da pessoa é provar que o Sul é o berço e a raiz de todo mal, é impossível mostrar que coisas boas acontecem por aqui e que o preconceito e falta de empatia é um mal da humanidade que deve ser combatido, não é exclusividade do RS. Não poderia ler seu comentário sem deixar este EXEMPLO MARAVILHOSO de uma Universidade do Rio Grande do Sul.

    • Gilberto Funchal Postado em 06/Apr/2016 às 11:32

      Poliana, pense bem antes de ser preconceituosa com o povo do Rio Grande do Sul! Poderia ter acontecido em qualquer estado do Brasil. Não jungue uma comunidade/povo por um fato isolado. Pois os GAÚCHOS não tem o mesmo pensamento que esta professora. Alias temos uma História rica de igualdade e fraternidade, buscamos sempre uma melhoria no ensino, desenvolvimento acima da média no social! Temos sofrido preconceitos de muitos por sermos um povo trabalhador, que gosta de desbravar novas searas, que não se curva ao populismo barato, temos fibra, lutamos por nossos direitos assim como esta ESTUDANTE! Se queres saber?Nosso povo tem orgulho de ser GAÚCHO antes de sermos Brasileiros... Isso incomoda! Pois cultivamos nossas raízes, nossa história de lutas contra os desmandos destes governo centralizador...Povo que não tem história acaba por ser escravo.. Nosso Hino trás versos que todo o brasileiro deveria saber...

    • Hugo Postado em 06/Apr/2016 às 11:36

      infeliz comentário...

    • Thiago Teixeira Postado em 06/Apr/2016 às 12:51

      Está certíssima POLI. Sul e Sudeste só tem babaca, coxinha e gente preconceituosa, (pelo menos 93,12% de sulistas escrotos). Eu nasci aqui, moro e convivo com essa gente a mais de 30 anos. Morei em Goiás, Mato Grosso, um tempo no Pará, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Ceará e notei a diferença. Quem não gostou que prove ao contrário. Difícil.

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 14:08

        pois é tico, mas na visão dessa gente, eles podem agir com todo preconceito e insultar eternamente os nordestinos, mas qdo nós REAGIMOS, estamos errados pq "preconceito não se combate com preconceito". cara, essa hipocrisia me mata!!!!!!

    • Ana Paula Postado em 06/Apr/2016 às 13:13

      doente é tu, gente como esta professora tem em qualquer lugar do mundo, ofender um estado é mais insano ainda.

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:43

        "ofender um estado é mais insano ainda"....................então fale isso pros seus conterrâneos!!!

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:04

        Toma na cara.

    • Fernando Postado em 06/Apr/2016 às 13:57

      Triste mas o maior preconceituoso,esta aqui.Vejo isso todo o dia.

    • Oberti Postado em 06/Apr/2016 às 14:03

      Bah... quanto preconceito da TUA parte, hein, poliana? Impressionante como uma pinta pode falar contra o preconceito lançando mão do mesmo... tu és parte e acentua o problema que denunciaste... tu ajudas a espraiar a praga do preconceito que deveria ser extirpada desse século...

    • Armando Divan (POA-RS) Postado em 06/Apr/2016 às 17:42

      Concordo que a forma que a professora, e pior "universitária", lidou com a situação de sua aluna se fazer acompanhar pela filha na sala de aula revela um estado emocional perturbado e, talvez, doentio (estresse, talvez). Mas também não entendi porque colocar o RS no meio da discussão, pois tal fato poderia acontecer em qualquer estado da federação e ainda deu margem a um comentário completamente fora de propósito de um tal de Eduardo, que reuniu um punhado de bobagens que retratam o falta de conhecimento da história de nosso país. Sim, nos gaúchos nos orgulhamos de tradições de nosso estado, embora os ditos tradicionalistas também desconheçam certas verdades históricas nossas e muito se fala em um pretenso separatismo dos gaúchos com desconhecimento de causa, mas se esquece que houveram outras revoltas que também pregavam o separatismo em épocas próximas à Revolução Farroupilha, tal como a Confederação do Equador. Atenham-se aos fatos e deixem de especular com coisas que não estão em discussão e se o fizerem, ao menos o façam com conhecimento de causa e não com argumentos bobos e sem conteúdo.

    • Ângela Maria Postado em 06/Apr/2016 às 21:06

      Rio Grande do Sul é um nome próprio, em consequência disto deve ser escrito com letras maiúscula no inicio de cada palavra. Quando souberes escrever corretamente, te dou o direito de tentar denegrir o nome de um povo, educado, simpático e hospitaleiro. Tenha a santa paciência menina. Respeito é bonito e aqui no Rio Grande do Sul gostamos e usamos. PS. Em início de frase também se usa letra maiúscula. Estas nervosa porque não terminou o Mobral?

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:45

        já ouviu falar em linguagem virtual, sua estúpida??!! n a confunda com erros de português. e eu escrevo o nome do seu estado com letras minúsculas mesmo. elas representam a mediocridade de vcs!

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:07

        Ângela, você é uma estúpida, boçal e ignorante. Vive na internet dando aula, minha filha? Pessoa escreve o que quiser, ler quem quer. Quer que eu te pague quanto aí na escola do Moulin Rouge pra você me ensinar a descrever as posições do kamasutra?

    • Vinicius Chaussard Postado em 06/Apr/2016 às 21:14

      Infelizmente, mesmo o povo gaúcho sendo educado, nós não podemos ser nivelados pelos erros de alguns poucos. Não vejo porque da grosseria indireta. Poderia citar vários péssimos exemplos de outros cidadãos de outros estados, mas não é o caso.

    • Carmem Postado em 06/Apr/2016 às 21:57

      o motivo da xenofobia se dá por conta de...? Você vem criticar uma ação com outra tão feia quanto?

    • Line Postado em 07/Apr/2016 às 13:57

      O comentário da poliana foi tão estúpido que parece trollagem

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:46

        não sou troll não. falei a verdade!! estúpidez é o q vcs fazem com o povo nordestino!!!!

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:46

        estupidez*

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:09

        O Bolsonaro te paga quanto, Line? Deixa de ser "Liniente" com casos aflorados que ocorrem na tua região. Enquanto você bate boca com a poliana, um "Lampião" é morto aí na porta do teu bairro por grupos neonazistas.

    • Julia Postado em 13/Apr/2016 às 11:43

      Arrasou, Poliana. Concordo com você. Pretendo visitar o Brasil inteiro mas no sul não coloco os pés. Nosso Nordeste é tão lindo. Muito melhor é apreciar os meus vizinhos.

  2. João Paulo Postado em 05/Apr/2016 às 18:39

    Universidade não é lugar de criança, ainda que fique muda. A professora está correta. E que os hipócritas venham com seus discursinhos ...

    • Rosa Maria Feijó Postado em 05/Apr/2016 às 19:36

      Em uma sociedade machista, como a nossa, todos os ônus de de dar vida a uma criança ficam com as mulheres ! É a mulher quem tem de perder aulas, perder o emprego, se virar em 10 para dar conta de tudo. E o pior é que o machismo vem também de outras mulheres. Preconceitos e falta de empatia e compaixão pelo outro são sinais claros de pobreza e inferioridade de espírito.

      • Jonas Schlesinger Postado em 05/Apr/2016 às 20:57

        Toma distraído kkkk (cara otário)

      • Vera Postado em 05/Apr/2016 às 22:10

        Aplausos. Também me choco com esse machismo por parte de mulheres, e muito impressionada com a falta de compaixão e Boa vontade!!

      • Édson Postado em 05/Apr/2016 às 23:47

        Numa eventualidade tudo bem, mas o resto é blá blá blá sem fundamento...

      • tomas Postado em 06/Apr/2016 às 08:46

        tb vou levar meu cachorro pra aula.

    • neni Postado em 05/Apr/2016 às 20:47

      Espero que nunca tenhas uma filha que precise passar por isso!

    • Robson Lopes Postado em 05/Apr/2016 às 21:02

      Universidade não é lugar de criança, é lugar de que? O próprio significado da palavra universidade já contradiz o que você falou, qualidade do que é universal. Se a universidade não é lugar de criança, não é lugar de mãe, ou de pai, ou de filhos, mas apenas de quem pensa que o saber é estéril e tem fim em si mesmo. Para que estudamos? Para que procuramos evoluir, se não para passar adiante os conhecimentos, para avançar humanisticamente e cientificamente falando, e isso em função das pessoas. Quando num ambiente, como uma universidade, temos mentes fechadas, sua função básica está perdida, eu até entendo seu ponto de vista, é baseado na visão conservadora e tradicional do ensino como sempre foi feito até aqui, mas estamos no século XXI, o modelo, o formato e a metodologia de ensino de 10, 20, 30 anos atrás estão obsoletos, precisamos de modelos mais inclusivos, que incluam principalmente e especialmente as pessoas, que respeitem os diversos tipos de pessoas, pessoas ricas, solteiras e sem outras responsabilidades, pessoas ricas, casadas e com muitas responsabilidades, pessoas pobres solteiras e alguma responsabilidade, pessoas, pessoas, sejam como forem, não podem ter sua capacidade intelectual avaliada em função de ter alguém ou não para deixar os filhos. Uma universidade que difunde o preconceito, o autoritarismo, a falta de respeito, não merece esse nome, não merece sequer existir como entidade de ensino, se alguém anda ensinando por aí que a universidade deve ser um ambiente austero, cheio de amarras e limites, seria melhor procurar outro lugar para estudar.

      • Calistro Bether Postado em 05/Apr/2016 às 23:05

        Robson, o João deve estar se referindo à uma "universidade" particular. Se ele tivesse tido a oportunidade de vivenciar em uma Universidade Pública, Federal ou Estadual, não teria este tipo de opinião.

      • Cris Sol Postado em 05/Apr/2016 às 23:30

        Disse tudo Robson!!! E depois, o preconceito não ta na cidade, estado ou regiao...o preconceito está na pessoa. Por favor... não seja mais uma Poliana.

      • João Paulo Postado em 05/Apr/2016 às 23:37

        Robson, apesar da minha discordância, parabéns por postar o único comentário construtivo e aberto ao debate. E nem por apelar para argumentos rasos como machismo ou fascismo. Ninguém questiona que o modelo de ensino é ultrapassado e que a evolução acarretará o convívio harmônico das diversas classes de pessoas, seja econômica, social, cultural ou das mais diversas faixas etárias. Temos que ter cuidado apenas em não confundir liberdades com baderna. E exercer nossos direitos sem atropelar os dos que nos cercam. Quem sabe num futuro possa haver a plena interação entre crianças, adolescentes, adultos e idosos no ambiente acadêmico. É uma ideia progressista e válida. No entanto, não é o modelo vigente até o momento. O ambiente acadêmico voltado para aulas teóricas, atreladas ao modelo clássico, não são adequadas para criança, nada lhes agrega. Ainda que admitamos ampla pluralidade no ambiente acadêmico, uma criança ou adolescente não tem condições de participar de aulas em universidades. Repiso, não no formato que concebemos. Uma criança não tem maturidade, seja para conviver no meio de adultos, seja para assimilar qualquer coisa que não seja alfabetização e brincar. Isso não podemos nos esquecer. O seu discurso é ideal num mundo que não existe. As dificuldades práticas (brincadeiras, falta de compreensão, o fato de distrair outros adultos, a mãe eventualmente a repreendendo, etc) não credenciam crianças numa sala de aula. Tenha certeza de que a professora foi a única a se manifestar, porém - certamente - a presença da criança causou incômodo a outras pessoas. Você e a mãe podem não se incomodar, mas há de se respeitar aqueles que "jogam com as regras", qual seja, presença apenas de adultos ou - no máximo - adolescentes. É um costume consolidado e que demorará no mínimo décadas para sucumbir. Tenho dúvidas também da utilidade da inserção em meio acadêmico (repiso pela terceira vez, tal qual atualmente concebido) para uma criança. O modelo sugerido por você, até onde sei, não existe em qualquer parte do planeta. Nem mesmo nos países mais avançados em termos de educação. No mais, eu, você e a mãe temos problemas. Os mais variados possíveis, inclusive falta de planejamento familiar. Qualquer mulher pode conceber no momento em que quiser, porém isso traz ônus que não podem ser compartilhados com quem não lhes interesse assumir (no caso, professora e outros alunos). Às vezes, é preciso escolher prioridades. E isso vale não só para o caso de criança: poderia ser um familiar doente, uma viagem, uma oportunidade de trabalho, etc. Nem por isso nós os levamos para as salas de aula.

    • Carolina Langnor Postado em 05/Apr/2016 às 21:16

      Universidade não é lugar de machista, ainda que fique mudo!

      • João Paulo Postado em 06/Apr/2016 às 22:50

        Nem de idiota! Se é que já foi alguma vez para a universidade ...

    • Professora Postado em 05/Apr/2016 às 21:22

      João Paulo, como as pessoas estão infelizes não é? Num momento de necessidade, uma criança em uma sala de aula, considerando as circunstancias ... Embora você não vá admitir nunca, manifestação sua, da minha "colega" tem em si, sementes fascistas. Que pena, viu!

      • João Paulo Postado em 05/Apr/2016 às 23:12

        Professora que quer debater usando o jargão da moda para tudo que a desagrada (fascismo), não tem muito o que ensinar.

      • Lilian Postado em 06/Apr/2016 às 12:57

        Concordo que a mulher deve ter o direito de estudar nesse caso de Nina e em tantos ouros casos, o correto mesmo seria a obrigatoriedade de áreas de recreação nas Universidades e também no ambiente de trabalho. Hoje em dia as mães não tem mais com quem deixar os filhos, as avós que faziam essa função de quebra galho, estão trabalhando também, á noite e aos finais de semana não existe creche. Agora como não existe esse sistema, a mãe tem que deixar de estudar? Acho que não, se essa professora fosse um pouco mais inteligente, teria chamado a criança a sentar na cadeira dela e oferecido alguma distração como colorir, sei lá, qualquer coisa. Acontece que muitas pessoas perderam o poder de amar, de fazer amizade, de fazer o bem, de olhar pro outro como da mesma espécie, e não como direita/ esquerda, sulista/nortista, branco/preto. As situações são únicas e complexas como deveriam ser para uma espécie com um cérebro tão desenvolvido como a nossa espécie.

    • FEr maia Postado em 05/Apr/2016 às 21:24

      Fiz pós graduação nesta mesma universidade e uma colega levava a filha e as vezes levava as duas filhas .... que ficavam desenhando tranquilas. A mais velha inclusive ajudava a mae lembrando dos trabalhos que a mesma deveria fazer. O professor, um Dr. muito renomando não se importou e inclusivie chamou a situaçãode "a próxima geração da universidade" já está aí... Vamos pegar os seu pensamento quadrado e lembrar que a pouco tempo atras... a univesidade nao era lugar de negros tb ... nem de pobres, nem de indios e já nao foi lugar de mulher tb!!!!!!!!!!

    • mônica Postado em 05/Apr/2016 às 21:27

      Poder não pode, mas porque não ajudar ao próximo e avisar que aquilo não poderia se repetir, ter um pouco de compaixão e inteligência emocional, foi o que faltou eu acho. sei lá! chamar num canto, pedir para se retirar, o que ela teve meu caro foi um chilique.

    • FernandoH Postado em 05/Apr/2016 às 21:33

      Em país desenvolvido sala de aula não é lugar de criança. Inclusão a qualquer custo é esculhambação, haja vista os péssimos resultados do país em qualquer exame internacional (PISA, ranking de citações por artigo acadêmico, etc.). Deveria haver creche e condições para a aluna exercer a maternidade. Se a moda pega, vamos ter aulas repletas de crianças. Discurso de entreguistas, contrários ao país, este de que sala de aula tem que ser "descontraída". Se está em aula, é para se concentrar. No caso, segundo a tendenciosa reportagem, a criança estava quieta. Como garantir que sempre vá acontecer? Muito pelo contrário, a expectativa é a inversa, já que a garotada atualmente é dominadora e viciada em celular. Porém, não há de fazer muita diferença, pensando bem. Já está um caos e um escolão vergonhoso, a nossa universidade que é porta voz do atraso. Virtual ausência de ideias relevantes para a humanidade e ciência sempre à reboque dos países dominantes.

      • João Paulo Postado em 06/Apr/2016 às 22:52

        Em outro site, sem caráter tendencioso, há informação de que a menina estava "cochichando com as bonecas".

    • Nairon Luiz Postado em 05/Apr/2016 às 21:35

      Pois ora, quem deveria ditar o que é e o que não é lugar de se fazer na faculdade são os alunos, já que a faculdade é - ou deveria ser - voltada para eles, e não vice e versa, por tanto, se não for atrapalhar a aula, qual o problema? E desde quando sou hipócrita por apoiar isso aliás? Hã?

    • Eduardo Postado em 05/Apr/2016 às 22:06

      é realmente ela deveria deixar a filha na sarjeta para poder estudar, depois da volta da aula ela pegaria ela de volta.... LUGAR DA FILHA É JUNTO DA MÃE, seja onde a mãe for. Parabéns à mãe e não a insensível que se diz mestra

      • Felipe (T) Postado em 06/Apr/2016 às 06:17

        Lugar de filha é junto a mãe, seja onde a mãe for? Alguém vai te chamar de machista! kkk... agora falando sério, imagina a mãe ter que levar a criança a todos os ambientes que um adulto frequenta? Sem cabimento...

      • tomas Postado em 06/Apr/2016 às 09:03

        O que ela deve fazer com a filha é problema dela, as aulas são para alunos matriculados uma exceção sendo acordado antes tudo bem. Quero ver você no dia da prova precisando de nota e um bebe chorando do seu lado com a fralda vencida porque o lugar da filha e junto da mãe e dos colegas de sala também.

      • Adriana Postado em 06/Apr/2016 às 09:04

        Lugar da filha é junto da mãe? O pai não pode cuidar?

    • Marcos de Menezes Postado em 05/Apr/2016 às 22:14

      com certeza vc deve ser filho de chocadeira! se colocar no lugar das pessoas ajuda bastante na evolução do ser humano.

    • Adelar Heinsfeld Postado em 06/Apr/2016 às 00:19

      Não sei qual o seu conhecimento sobre universidade. Sou professor universitário já faz 30 anos. Tive o privilégio de trabalhar em várias instituições... e em todas elas sempre tive o maior prazer em receber em minhas aulas filhos pequenos das minhas alunas e alunos. Portanto, digo com conhecimento de causa: universidade é lugar de criança sim!

      • Carlos Augusto Normann Postado em 26/Apr/2016 às 11:46

        Grande professor! |Me lembro quando minha mãe era aluna do curso de Filosofia da PUCRS, e eu, com cinco anos, muitas vezes saía da escola onde estava e era entregue a minha mãe, que estava em aula. O professor Annuncio João Caldana, que ministrava Ética, me acolhia, assim como os/as colegas de minha mãe. Lembro de colegas levando brinquedos, e do prazer que era ir para o final de aula de minha mãe. A professora em tela perdeu uma ótima chance de ficar quieta....

    • Felipe (T) Postado em 06/Apr/2016 às 06:14

      "exercer nossos direitos sem atropelar os dos que nos cercam", colocação perfeita... a maternidade não precisa ser um ônus à mãe. Se pai e mãe estudam, por exemplo, devem conciliar a maternidade com as aulas, alguns dias a criança fica com a mãe, outros com o pai. Infelizmente sempre tem alguém pra começar com o discurso de que "essa atitude é machista/fascista", ah façam o favor né... Agora imaginem se todos na sala de aula precisassem levar seus filhos (estou falando de mães e pais, já que não é só mãe que cuida do filho não), como que alguém estuda com crianças brincando, com toda sua inocência, criando pequenas distrações a todos? O "direito" de levar o filho junto com a mãe (ou pai) acaba atrapalhando o direito de quem quer prestar atenção à aula sem interrupções.. já presenciei isso nas minhas aulas da faculdade (instituição privada). Uma colega precisou levar a filha (mais de uma vez) e os professores aceitaram na boa, porém, a menina agia exatamente como se espera que uma criança aja em uma aula na universidade: inquieta, sem paciência e falando com a mãe o tempo todo (ou seja, atrapalhando à aula). Eu não levaria um filho às minhas aulas simplesmente pelo fato de que eu mesmo não conseguiria me concentrar na aula dessa forma, além de saber que iria atrapalhar os demais.

    • Ingrid Postado em 06/Apr/2016 às 07:51

      Concordo, não consigo imaginar essa situação sendo normal. Não da, não é viável querer permitir que crianças participem de aulas.

      • Aderval Postado em 06/Apr/2016 às 13:52

        Porque não??? Ela está apenas assistindo a uma aula, na verdade deveria se aberto a qualquer um !!!

      • Rafaela Postado em 06/Apr/2016 às 21:03

        E você sugere o que? Que ela deixe de estudar? Que largue a criança nas mãos de outra pessoa? Menos.

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:14

        Essa bolsonárica só pode ser mal amada, por Deus. Se for catar os comentários dela daqui do PP vai ver que ela deixa no chinelo muito reaça. Olavo de Carvalho é comunista na frente dessa troll.

    • Gisela Postado em 06/Apr/2016 às 09:34

      Também concordo! Se a moda pega....A não ser que haja nas próprias Universidades uma solução, tipo, creches para filhos dos estudantes, mas com esse governo aí do Brasil, fica difícil...

    • Catita Postado em 06/Apr/2016 às 09:48

      Concordo contigo João, universidades não são lugares para crianças. Em casos emergenciais, acredito não haver problemas em aceitá-las. No entanto a professora, que sim é a autoridade da sala, deveria ter sido informada. A mãe poderia muito bem justificar a presença da criança naquele momento, informando que se trata de uma situação atípica. Não acho correto chegar com a criança, como se fosse a coisa mais normal do mundo... Já pensou se todos começarem a levar seus filhos? E existe outro ponto a ser questionado. A visão da professora. Sempre há pelo menos duas histórias a serem contadas. Estamos discutindo sobre o que aconteceu, sob apenas um ponto de vista. Enfim: em minha opinião, as duas estão erradas (segundo a versão da universitária), pois também não deveria haver exaltação por parte da professora. E meu deus... preciso deixar aqui minha indignação: quanto lixo escrito nesses comentários acima!!!!! Faço suas minha suas palavras: que bom ver um comentário que gere discussão construtiva. ✌

    • Eduardo Ribeiro Postado em 06/Apr/2016 às 10:19

      Pouxa....mandem me prender então...já dei um numero bem consideravel de aula pra alunas com a mesma necessidade. A criança ficou de boa, eu inclusive gosto de criança (e tenho pé atrás com quem não gosta). E a aula fluiu dentro da normalidade do cotidiano. Vai do carater dos envolvidos, da ética, se o professor em questão teve exemplo em casa, se desenvolveu a própria humanidade, o apego aos irmãos brasileiros...não tem essa de "não é lugar pra criança". A necessidade às vezes aparece, e na hora de AGIR E TOMAR UMA DECISÃO, aparecem o senso de civilidade de uns, e a calhordice de outros. Eu sou civilizado, brasileiro. Essa professora não é. Simples assim.

    • Romildo Postado em 06/Apr/2016 às 13:11

      Concordo contigo. A aluna prá começo de conversa não respeitou a professora. Quem manda na sala de aula e com isso tem que ser respeitada. A aluna teria que pedir permissão para a professora, por sua vez a professora deveria ser mais profissional e humana e resolver o problema da melhor maneira. A aluna agiu como se estivesse na casa dela.

    • Aderval Postado em 06/Apr/2016 às 13:48

      A universidade é o lugar de todos menos da ignorância!!

    • Leonardo Postado em 06/Apr/2016 às 14:13

      As duas estão erradas. A aluna por ter entrado na sala sem perguntar previamente à professora se ela permitiria a presença da criança (sou do tempo em que a gente costumava respeitar professor). Se ela percebesse intolerância da professora, poderia ter evitado o desgosto e o trauma à criança. E a posição da professora também foi péssima. As pessoas não precisam ser grosseiras para se comunicar em nenhuma situação e muito menos para demonstrar autoridade. Poderia muito bem ter chamado a mãe até o lado de fora da sala de aula para conversar e saber o porquê de a criança estar ali naquela aula específica, acordar os termos da permanência ou, até mesmo, pedir a ela para se retirar, sem causar constrangimentos desnecessários a ninguém.

    • Maria de Lourdes Cardoso Postado em 06/Apr/2016 às 15:31

      João Paulo, não esqueça que até uma tragédia pode acontecer com uma criança que fica com estranhos. Deixei meu filho com 3 anos, com uma empregada e fiz uma ponte do serviço para a faculdade. Ao chegar em casa por volta de 23:30 ele estava só e com a porta apenas escostada, vendo TV. Não sabia me dizer o que havia contecido com a empregada, que abandonou o emprego... quero pedir ao Pragmatismo para citar também o nome da Professora. Li várias matérias sobre a médica pediatra que se negou a atender uma mãe com um bebê e precisei catar na internet, o nome da envolvida.

      • João Paulo Postado em 06/Apr/2016 às 17:41

        Desculpe, Maria de Lourdes. Não concordo com a opinião do site e dos comentaristas. Apenas para emendar meus comentários, é óbvio que o fato de a criança acompanhar a mãe na aula deve ser encarado com naturalidade, desde que em decorrência de situação EXTRAORDINÁRIA. Veja bem. Acredito que isso tenha acontecido uma única vez e que talvez tenha havido falta de tato da professora. Por outro lado, há ausência de trato social por parte da aluna. Se chamasse a professora no canto e esclarecesse que não podia deixar a criança com alguém, que isso não aconteceria com frequência, etc, certamente a professora não se sentiria de alguma forma desrespeitada. Acreditar que a presença de crianças é natural em universidades é besteira e hipocrisia.

    • Diana Postado em 06/Apr/2016 às 15:32

      Se todo mundo começar a achar que tem direito de levar as crianças para a faculdade... Já já vai querer levar o cachorro também .

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:16

        Aí eu te pergunto, tu vais parir um cachorro? Hum?

    • Rodrigo Postado em 06/Apr/2016 às 21:18

      Humanidade é uma coisa que você não tem João Paulo.

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:18

        Rodrigo? O.o Tá de sacanagem, né não? Diz que você foi sarcástico? Podia acreditar que seria o outro rodrigo, mas o rodrigo que nós conhecemos jamais falaria uma coisa dessa kkk

    • Emiliano Postado em 06/Apr/2016 às 21:58

      E se todo mundo decide levar seus filhos a faculdade? essa lei que postaram foi distorcida, só se refere aos primeiros meses após a gestação!

  3. Daniel Postado em 05/Apr/2016 às 20:04

    Estudo na UFRGS e posso garantir que essa professora não representa toda uma categoria,muitas mães levam bebês em carrinho para a sala de aula e os professores nunca comentaram nada ,a questão aí é a professora específica que tem que ser processada e ao meu ver exonerada se for adjunta ou seu contrato suspenso se for substituta,ela agiu com extrema arrogância e está envergonhando o nome da instituição,eu estou concluindo o doutorado e como pai já tive que levar meu filho ainda pequeno quando fazia a graduação e sempre dentro da Federal de Pelotas onde cursei fui muito bem acolhido.Essa professora não representa a instituição e nem a categoria dos professores.

  4. Camila Postado em 05/Apr/2016 às 20:04

    Sou uma felizarda por ter total apoio dos meus docentes na Universidade do Minho aqui em Portugal.

  5. Cassiano Postado em 05/Apr/2016 às 20:19

    Como assim, tinha que vir do RS??? Que comentário estúpido, me desculpe...

  6. Henrique Postado em 05/Apr/2016 às 20:21

    Se o RS pode ser personificado em uma pessoa, posso pensar que a Bahia é como tu. Neste caso, cruz credo virgem maria vade retro satanás! ô Estado podre, avarento, hip´crita e xenófobo. SQN! isto é apenas uma moradora de lá

    • FEr maia Postado em 05/Apr/2016 às 21:26

      Vamos combinar que o RS está dando show de preconceitos e ignorância né minha cara... Sou gaúcha tb mas nao me faço de desentendida. Esqueceream que aMonica Leal deu um jantar pra comermorar o golpe de 1964 na semana passada?? Meno gente, menos

    • poliana Postado em 05/Apr/2016 às 21:42

      não, querido henrique...sinto te informar, mas tudo isso q vc falou, se encaixa perfeitamente no teu sul maravilha!!

      • Deisi Postado em 06/Apr/2016 às 14:35

        Arrasou Poiana, concordo com você, morei um ano em SC, senti na pele a arrogância e o tamanho do racismo desse povo

    • poliana Postado em 05/Apr/2016 às 21:45

      a minha bahia e o meu povo baiano são maravilhosos. nem de longe são como vcs sulistas. mesmo vcs nos tratando como lixo, sempre lhes recebemos de braços abertos. fique a vontade e seja feliz em sua estadia na bahia. n se preocupe q n trataremos vcs com a mesma arrogância, xenofobia e racismo com que vcs sempre nos tratam.

      • Fernanda Lacerda Postado em 05/Apr/2016 às 21:57

        ô, Poliana, minha nêga, a gente aqui na Bahia não tá precisando desse tipo de exibição não, viu? Pegue visão, viu, inha?

      • Clare Postado em 06/Apr/2016 às 00:41

        Sinta-se tb mto a vontade de vir ao nosso querido sul, Poliana. Tenho certeza que seras tratada de maneira mto digna e respeitosa, como todos merecem .Te falo isso, pois tendo nascido e crescido aqui no sul, sinto-me no direito de me sentir magoada e indignada com tua "absurda colocacao" de ideia como o sul do Brasil tratam os demais estados brasileiros. Sempre fui ensinada a respeitar tdos os brasileiros, pois somos uma nacao! Conheco muitos trabalhadores nordestinos que vieram para o sul tentar a vida, e sempre os tratei com muito respeito e admiracao. Infelizmente, nunca fui ao nordeste, nem ao norte, e conheco muito pouco do centro e sudeste, mas isso nao me da ao direito de pre julgar ninguem! Voltando ao assunto principal da materia, tive na minha graduacao maes que levaram eventualmente seus filhos aos bancos universitarios, e isso nao atrapalhou de forma alguma as aulas. Fiz curso tecnico pelo SENAI e maes tambem levaram eventualmente filhos as aulas, e isso nao atrapalhou de forma alguma o andamento da aula. Abracos!

      • Laurie Postado em 06/Apr/2016 às 02:02

        Poliana... Desculpa lhe informar, mas VC com esses comentários está sendo muito estúpida, idiota e hiper preconceituosa ou é somente uma invejinha do Rio Grande do Sul!!! Bjinhos de luz :*

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:31

        invejinha do teu "rio grande"?! não, filha, é NOJO MESMO!!! boa tarde!

      • Deisi Postado em 06/Apr/2016 às 14:40

        Povo baiano hospitaleiro e alegre, sabem receber pessoas de todo mundo, em breve pretendo visitar o nordeste maravilhoso Já pro sul nem pagando, não tenho a mínima vontade.

      • Gabriel Becker Postado em 06/Apr/2016 às 21:41

        Caramba nunca n veio no RS e fala isso típico de pessoa que se deixa influênciar, não digo que seja perfeito o RS mas simplesmente tu tá enlouquecida com xingamentos baseados em coisa que tu ouviu... Comece a tirar tuas próprias conclusões, evita generalisar, seja mais mente aberta, tenho orgulho do meu estado e nem por isso sou racista homofóbico machista xenófobo, não se julga todo um povo por uma pessoa se fosse assim todo alemão era preconceituoso, todo o mulçumano era terrorista. Mais amor no teu coração, aliás não só no teumas no de todos que pensam assim.

      • Rejane Postado em 06/Apr/2016 às 21:49

        Pelos teus comentários tu pareces bem preconceituosa e xenofóbica. Aqui no RS tem gente idiota, como em qualquer lugar do país, quanto ódio no coração. Paz e amor pra ti.

    • professora Postado em 05/Apr/2016 às 22:52

      Henrique. A cada resposta ela corrobora sua posição de ignorância. Tentei. Já não jogo "perolas a porcos" Deixe-a!

    • Jonas Schlesinger Postado em 06/Apr/2016 às 01:03

      Bora parar com essa hipocrisia. É a marca da besta em suas testas 666, novo significado: número da xenofobia, preconceito etc. No dia que vocês fizerem uma intensa campanha para acabar com 98% da xenofobia aê talvez se torne igual ao nordeste. Quando o PT ganhou por causa do nordeste, lascaram o pau aqui tanto vocês quanto SP (e não falo de elite não. Rico não tem tempo pra perder tempo na internet não. Trabalham de S à S na empresa e falta tempo. Nem de pobre, porque pobre tem que ralar cedo no trampo) Né? Agora aguente as consequências.

      • Felipe (T) Postado em 06/Apr/2016 às 06:23

        Generalizações sempre são um problema. Porém, algumas pessoas do sul apoiarem um movimento separatista e dizerem que "a gente trabalha enquanto os lá de cima vivem as nossas custas, fazendo filho e ganhando bolsa família que é pago com nossos impostos", diz muita coisa sobre essas pessoas. Aqui, no Rio Grande do Sul, existem diversas destas pessoas, ou seja, há um pouco de verdade nos comentários dos que criticam o sul. Contudo, não se pode generalizar, pois isso é mesmo que os preconceituosos daqui fazem (dizendo que "nordestino é tudo vagabundo")... isso não é atitude e discurso de "gente do sul", isso é simplesmente uma atitude de gente preconceituosa, e esse tipo de gente há em todo lugar.. inclusive aqui (não é Poliana?).

      • Deisi Postado em 06/Apr/2016 às 14:44

        Jonas, não adianta malhar em ferro frio, jamais um gaúcho irá aceitar o tamanho de seus preconceitos.

  7. Cassiano Postado em 05/Apr/2016 às 20:27

    De que estado tu és, querida, onde só há pessoas "de bem"? Caso não tenhas percebido, a aluna vítima da situação também era do RS, os colegas que tentaram a defender também eram. No RS, assim como em qualquer estado, tem inúmeros exemplos de pessoas de excelente qualidade tanto que alcançaram fama nacional, quanto anônimas. Do mesmo modo, tem aqueles que envergonham o país, também como em qualquer outro estado (menos o seu, que é perfeito). Pense antes de escrever asneiras preconceituosas!

  8. Cintia Postado em 05/Apr/2016 às 20:33

    Moça! Eu também sou mãe e como você tive que estudar e trabalhar, e não por isso joguei a culpa ou responsabilidade em outras pessoas ou na sociedade. Você quem deve organizar a vida para seguir em frente e não os lugares se moldarem a seus problemas. Eu não faria isso com a minha filha, eu não me faço ou fiz de vítima. A escolha ou falta de planejamento foi tua, foi minha, e a Universidade é o lugar que adultos frequentam e não crianças, se todas as mães ou mulheres que não tem com quem deixar os filhos levassem os mesmos para aula, você acha que estaria certo... Repense seus princípios, repense o que é certo sem expor a sua filha que é só uma criança.

  9. Rô Santos Postado em 05/Apr/2016 às 20:33

    Eu só tenho a agradecer aos professores do departamento de História da UFPR, do período de 1996 a 2002. Todos ajudaram a cuidar do meu menininho :)

  10. Heloísa Postado em 05/Apr/2016 às 20:35

    Ô Poliana, você também possui algum distúrbio. Como defende uma sulista atacando todos os outros? Numa mesma frase, inclusive. Lamentável.

  11. Paulo Sérgio Mendonça Per Postado em 05/Apr/2016 às 20:40

    Não é neste estado, que todos dizem,existir as pessoas mais cultas e inteligentes, isto e para você verem,lixo tem em todo lugar no Brasil.

  12. Maurício Postado em 05/Apr/2016 às 20:51

    Essa professora é aquela pessoa típica que implica por tudo, mesmo que não esteja incomodando ela. Só pra implicar. Que gosta de dificultar tudo.

  13. Rafael Postado em 05/Apr/2016 às 20:54

    Já minha universidade isso acontecia várias vezes, de várias mães diferentes, e ninguém nunca achou ruim. As crianças ficavam sentadas e quietas e a aula seguia normalmente. Em meu modo de ver existiria problema apenas se a criança ficasse inquieta e atrapalhasse a aula. Ai a mãe deveria se retirar e pronto.

  14. Jorge Braga Postado em 05/Apr/2016 às 20:55

    Meu filho quando morava em Porto Alegre era aluno da rede estadual. Neste período houveram algumas paralisações dos professores da rede estadual e na falta de ter com quem deixar levei ele comigo em algumas aulas na Faculdade de Agronomia - UFRGS e em nenhuma das vezes tive problema em relação a isto. Porém eu tive o cuidado de esperar os devidos professores no corredor antes do começo da aula, explicar a situação e sempre fui muito bem tratado pelos professores da FAgro. Semestre passado um colega de faculdade numa situação idêntica também não teve nenhum problema em fazer o mesmo. Não sei se foi ato isolado, mas só para que não haja generalizações deixo o meu relato.

  15. Kat. Postado em 05/Apr/2016 às 21:11

    Só tem uma coisa pra escrever: Faço faculdade federal da minha cidade, semana passada uma professora foi dar palestra na minha sala e teve que levar a filha que ainda amamentava (5 meses). Um dos meus professores segurou a criança no colo e a palestra foi ótima. Todo mundo na aula entendeu e se tivesse atrapalhado, sinceramente, não teria comido tanto tempo de aula, então é ridículo todo um auê. Precisamos ser mais humanos.

  16. vinicius Postado em 05/Apr/2016 às 21:23

    uma duvida essa lei serve para homem tbm ??? pois sou casado tenho filho e ja quase levei meu filho comigo a sorte foi que aos 45 do segundo tempo minha mãe chegou na minha casa e ficou com ele

  17. Ana Paula Postado em 05/Apr/2016 às 21:32

    Em contra partida, temos bons exemplos fora do Brasil. http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2015-05-13/professor-acalma-bebe-de-aluna-durante-aula-em-universidade.html

  18. Ícaro Gomes Postado em 05/Apr/2016 às 22:17

    Bolsonaro tirou o chapéu pra essa professora... ("Mulheres que engravidam, têm menos direitos...").

  19. Iran Postado em 05/Apr/2016 às 22:18

    É o caso da Universidade, sobretudo como instituição de excelência da vida em sociedade, providenciar creches para mães estudantes. Agora, que criança de 5 anos não pode ficar em sala de aula de gente grande não pode mesmo. Não tem razão a mãe em processar a professora, ela é quem deveria se mancar e achar alguem para cuidar da filha, assim como achou alguem para fazer junto com ela. Lamento mas é o que eu penso.

    • Katiane Postado em 05/Apr/2016 às 23:54

      A melhor forma de entender a situação do outro é se colocar no lugar do msm, se vc fosse mãe , tivesse uma filha (o) ,morasse longe dos familiares e seu marido trabalhasse a noite o que vc faria? A. Levaria pra faculdade B. Deixaria em casa sozinho trancado. C. Deixaria com vizinha cujo o marido dela vc nem sabe quem é Julgar é fácil....fazer esse exercício é bom pra saber o que vc faria!!! Eu fico com a A e vcs?

    • Luiz Postado em 06/Apr/2016 às 00:42

      Poliana, não tem jeito. A prova de que a região (é óbvio!) não define o caráter das pessoas que ali vivem é a genialidade de tanto baianos célebres (desnecessário citá-los aqui) em contraposição à sua estupidez. Ou melhor, vou citar apenas um, dizendo como ele responderia seus "argumentos": "Eu não consigo entender bem o que você fala, porque você fala de uma forma burra." (Caetano Veloso)

    • Luiz Postado em 06/Apr/2016 às 00:46

      É para lamentar mesmo, Iran...

  20. Camilla Postado em 05/Apr/2016 às 22:21

    Gente, antes de me acusarem de tudo quanto é nome, só queria entender algo: Pode mesmo levar filho para sala de aula? E se todas as mães também fizessem isso? A criança não atrapalha não? Talvez teria sido melhor a professora falar em particular com a mãe sem que ela fosse denegrida.

    • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:23

      É isso aí. É essa a questão. A professora Podia ter dito "fulana vem cá só um instante" e dizia que trazer filho só em casos especiais ou com alguma autorização da reitoria. Mas a professora, no seu ódio por crianças, lascou o pau na mãe e deixou a criança triste. São dessas pessoas que me dá raiva, de gente Animal!

  21. Goul4rte Postado em 05/Apr/2016 às 22:52

    A pessoa tem um filho com o primeiro que aparece na sua frente, sem estrutura familiar nenhuma, sem nenhum planejamento. Ae depois que já nasceu a criança e virou mãe solteira, ae decide que quer estudar. Não culpo essa mãe, por não ter sido instruída da forma correta na adolescência. Sei que MUITAS adolescentes estão na mesma situação. Mas também não culpo a professora, por não querer uma criança, tirando a atenção dos seus alunos, chorando, gritando, ou até mesmo "brincando" como a mãe descreveu. Essa mãe querer frequentar a faculdade cuidando da filha, é a mesma coisa que tu querer ver um filme ao mesmo tempo que lê um jornal. Tu não vai absorver NADA do filme, mas vai sair falando que já assistiu.

  22. Anezita Postado em 05/Apr/2016 às 23:03

    O bagulho e' forte!

  23. Pietro Postado em 05/Apr/2016 às 23:07

    A professora agiu muito bem. Sala de aula universitária não é lugar de criança. Na hipótese de ficar quieta, até é tolerável, mas isso não acontece porque toda criança é inquieta, a não ser que seja anormal. A professora tem toda a razão. A aluna teria que dar um jeito com a criança ou não ir à faculdade. Infelizmente é cruel a realidade e a natureza das situações em que se encontram certas regras para a boa convivência. Eu como professor também não aceitaria, caso a criança ficasse inquieta e dispersando a atenção da aula ministrada.

  24. Lopes Postado em 05/Apr/2016 às 23:41

    Poliana, que cometário mais idiota! Inveja do RS?

    • Jonas Schlesinger Postado em 06/Apr/2016 às 01:05

      Eu no caso acho o sul extremamente preconceituoso, mas não invejo. Invejo nem quem mora na Alemanha pois meus antepassados são de lá. Agora a Poliana eu não sei. Poliana inveja o RS? Você inveja o estado-piada rsrsrsrsrs

      • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:37

        tu acha, jonas??!! com nosso nordeste tão maravilhoso, existe espaço pra invejar a gentinha sulista???!! uma região qn tem nada a nos acrescentar??? hahahaha..não, obrigada!!! não troco nosso maravilhoso nordeste por nada!

    • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:32

      não, é NOJO mesmo!

      • Deisi Postado em 06/Apr/2016 às 14:49

        Compartilho com sua opinião, também tenho nojo, inveja do que de um povo soberbo e preconceituoso.

      • Thiago Teixeira Postado em 06/Apr/2016 às 17:50

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Gabriel Becker Postado em 06/Apr/2016 às 21:50

        Como nada a gente tem uma puta história de luta, a cultura é extremamente valorizada aqui, e tem muuito amigo meu que tinha essa mesma noção de que a gente é fechado....surpresa, não somos, entre numa roda de chimarrão que tu vai ver quão gentil é o gaúcho, pq tanto ódio contra as pessoas do RS. Isso não leva a nada só a um ciclo vicioso de mais ódio pra que continuar com isso...

    • Rosangela Postado em 06/Apr/2016 às 22:03

      Rio grande do sul é maravilhoso não podemos generalizar!! Poliana querida,tira esse ódio do Sul querida!!!preconceito existe em todos os lugares de norte a sul isso sempre vai existir...e vc esta demostrando um forte preconceito com as pessoas do Sul. Eu sou do sul e com muito orgulho.

      • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:26

        Você não acha que essa poliana teve algum trauma, foi vítima de algo ou conheceu alguém? Eu tenho amigos aqui de Fortaleza que foram pra aí e trouxe 33% coisa boa e o resto...

  25. Suelen Postado em 05/Apr/2016 às 23:52

    Sou super a favor que a Poliana responda judicialmente por sua colocação infeliz e preconceituosa. Afinal, ele ofende um estado inteiro.

  26. Paulo Postado em 06/Apr/2016 às 00:16

    O legal é ler os comentários, sem noção e cheios de preconceitos, comentando uma matéria sobre...preconceito. Evoluiremos, mas vai demorar.

    • Carolina Postado em 06/Apr/2016 às 17:36

      Exatamente.. infelizmente, as pessoas têm a triste mania de julgar o todo pela parte!

    • Fernanda Postado em 06/Apr/2016 às 19:48

      É triste, meu caro. Em pleno século 21 as manifestaçōes/comentàrios pouco questionaram a falência do sistema. Todo ele. Ao contrário, se locupletam em pequenos ódios pessoais. Fico me perguntando se as pessoas tem noçāo do papel ridículo que desempenham neste jogo. Com rarissimas exceções, por aqui só vi integrantes do "the walking deads".

    • Guilhermo Postado em 08/Apr/2016 às 09:15

      O melhor é sempre os comentários. No começo fiquei um pouco chocado com as colocações de alguns comentaristas exalando preconceito contra o sul. Agora eu só dou risada, afinal, o que se pode fazer? De qualquer forma os fatos estão aí para quem quiser ver. Sudeste e sul lideram o mapa do idh e contra esse fato não há argumentos. Só inveja.

  27. vania Postado em 06/Apr/2016 às 00:49

    Aqui na UFPB-João Pessoa,tem uma brinquedoteca para as crianças.

  28. Gaucha Postado em 06/Apr/2016 às 00:53

    Nossa primeiramente tanto a professora quanto a aluna são do rio grande do Sul... É a Poliana só lamento te dizer mas a economia e pagamentos de impostos da região sul do país ajuda teu estado a não ter tantos ignorantes!!!

    • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 17:56

      entendi..vcs são os grandes salvadores da pátria! graças a vcs sulistas, meu estado está de pé, pois nós baianos não pagamos impostos!! obrigada pelo brilhante (sqn) esclarecimento!

  29. Renata Postado em 06/Apr/2016 às 05:40

    Bem acho que a situação não teria tomado esta proporção toda se a aluna tivesse chegado perto da professora e perguntado se teria algum problema da filha assistir a aula com ela naquele dia, pois não teria com quem deixar a criança. Mas ela simplesmente entrou com a criança na sala de aula como se fosse óbvio. Agora imaginem se 5 pessoas fizerem o mesmo? O ideal seria a universidade oferecer uma creche para filhos de alunos ou um espaço de recreação com profissionais para tomar conta.

    • Laura Postado em 06/Apr/2016 às 08:52

      "Quando há humanidade e bom senso, não necessita de Lei. Caso contrário ...tem que elaborar Lei que proteja". Sou professora de Ensino Médio, eventualmente permiti mães assistir aulas com filhos pequenos, isso não prejudicou a aula, muito pelo contrário ...dignifica o ensino e aproxima educador do educando. Há conhecimentos que se ensina com a prática, não vale de nada ter conhecimento teórico e não ter prática. É claro que fiz acordos internos temporários com a aluna/mãe.

    • tomas Postado em 06/Apr/2016 às 08:57

      Correto Renata, ela chegou e já foi entrando, sem explicar o caso para o professor age sem o menor respeito com o professor. O caso teria um final diferente se ela entra pede ao professor explica a situação. Agora imagine 5 pessoas fazendo o mesmo como vc disse? levando bebes que choram com a fralda vencida no dia da prova final? quero ver os colegas defenderem. Vejo um monte de gente aqui defendendo a mãe com argumentos que nada tem a ver em relação ao ambiente universitário. Nem toda criança é boazinha, eu mesmo era uma praga.Essa mãe pertence a uma geração que acha que pode tudo que só tem direitos.

  30. Rafael Postado em 06/Apr/2016 às 05:47

    Faculdade não é lugar de criança, por motivos óbvios né gente. Se uma mãe pode, todas podem, assim ocasionalmente as salas poderão ter com frequência mais de uma criança na aula, e as crianças não sabem se comportar nesse ambiente. Crianças em geral tem não gostam de ficar quietas, tem bastante energia, as vezes gostam de fazer bagunça, e os outros alunos da sala de aula não devem ser prejudicados pelas responsabilidades dos outros. Sou universitário e não gostaria que o ambiente das minhas aulas fosse frequentado por crianças nessa idade.

  31. Luciana Postado em 06/Apr/2016 às 05:51

    Qdo fazia faculdade, a filha de uma aluna de uns 7 anos, evitou que nós alunos dessemos "volta" no professor. Dissemos que ele ñ havia pedido trabalho dia anterior, Ele: achei q havia falado Alunos: Ñ prof; A filha aluna finalmente falou e disse: Vc falou p eles sim tio!! O prof: Gente! criança ñ mente - kkkkkkkkk. Enfim, essa professora retrógrada perdeu uma aliada incontestável...rsrs

  32. Luciane Ladwig Postado em 06/Apr/2016 às 07:17

    Já estudei na UFRGS, e precisei levar minha filha na aula em alguns momentos, e sempre fui bem tratada. Infelizmente pessoas sem empatia sempre existiram, independentemente de origem/formação. Não tenho o que reclamar da minha universidade. Tenho pena de quem, ao invés de se solidarizar com quem é agredido, usa o espaço para espalharam preconceito e discurso de ódio.

  33. Liliane Postado em 06/Apr/2016 às 07:39

    Nina, sou professora da Faced da UFRGS e me somo a tua indignação e defesa de nossas alunas mães. Já tive filhos em minhas aulas que enriqueceram muitonosso encontro. Sinta-se fortalecida pelo nosso apoio. E, caso haja outra turma da nesma disciplina com outra professora peça sua transferência para não perder a cadeira, e além do processo civil por assédio moral vc deve fazer processo interno denunciando o ocorrido. Sinto e fico muito indignada por atitudes assim vinda de "professores".

  34. Alexandre Postado em 06/Apr/2016 às 08:09

    Essa é a endeusada elite da educação, o caso narrado é mais comum do que imagina-se, aliás, há piores, note esse trecho: A representante discente também nos relatou que, após a reunião mencionada, voltou a ser ofendida pelo diretor acadêmico. “Quando estávamos sozinhos no corredor ele me disse que as alunas que levaram seus filhos para a Congregação se comportaram como mães que levam seus filhos para um prostíbulo”. Fonte: http://unifesplivre.org.br/2014/04/04/representante-discente-denuncia-insultos-ameacas-e-intimidacoes-de-daniel-vasquez/ O que ocorre é que universidades federais passam mais tempo em greve do que lencionando, e os dortores que recebem R$ 10.000,00 de salário base (com bonificação maior ainda) para dar apenas 1 dia de aula por semana, consideram deuses... Quando privatizarem e cobrarem os deuses por produção, ou seja exigindo competência dos mesmos, talvez algo mude, até lá, é apenas um antro que sustenta dortores egocêntricos improficientes.

  35. Helene Postado em 06/Apr/2016 às 08:12

    Mesmo problema 2 solucoes diferentes. http://www.tudointeressante.com.br/2015/05/quando-o-bebe-de-uma-aluna-comecou-a-chorar-esse-professor-tomou-uma-atitude-incrivel.html

  36. MENDES Postado em 06/Apr/2016 às 08:30

    BOM, EU VENDO CATAIA, ALGUEM CONHECE OU QUER?? ASSIM PODEM SENTAR E TOMAR UMA CATAIA PRA DIGERIR O ASSUNTO.. VÃO LER UM LIVRO.. BEM MELHOR!

  37. aluna universitária Postado em 06/Apr/2016 às 08:34

    Faço faculdade e não tenho filhos, mas muitos das minhas colegas tem e sempre que é necessário os levam para sala, e isso não atrapalhar nem a mim e nem ninguém é nem os professores se incomodam, e se durante a aula a criança quiser comentar mesmo que seja algo sem importância todas até a professora escuta com atenção. todos tem direito a educação inclusive mães que necessitam as vezes levar os filhos. poxa já é difícil um nível superior pra quem tem filhos e o fato dessas mulheres estarem ali devem ser honrado são mães que passam o dia trabalhando cuidando da casa e do filho e a noite onde poderiam estar descansando ou curtindo com a família decidiram estudar

  38. Alana Postado em 06/Apr/2016 às 09:21

    Não é todo gaúcho que é viado, não é todo baiano é preguiçoso , não é todo paulista que é frio, não é todo carioca que é marrento, o acre existe, por aí vai... não tem como tu julgar todo um estado pelos no sense oriundos do lugar... preconceito é muito simples, é o julgamento antes de conhecer. Existe gente tosca no RS? Sim. Existe gente tosca em todos os lugares. Sou gaúcha, cantamos o hino rio grandense sim, as pessoas de todos os estados deveriam no mínimo conhecer o hino do seu estado (eu que acho). Moro em SP a um bom tempo, morando aqui conheci gente de diversos lugares do Brasil e sim constatei que a tosqueira não vem do lugar de nascimento, vem da pessoa, e vocês precisam aceitar que as pessoas são zoadas independente do lugar que nasceu.

  39. Andréia Postado em 06/Apr/2016 às 09:29

    No mínimo essa professora não tem noção do que é ser mãe. São as que mais poderia sentir orgulho de ter em sua sala de aula mulheres com dupla e as vezes tripla jornada de trabalho e ainda assim procurar através do conhecimento melhorias para sua família. Simplesmente lamentável a atitude deste SER.

  40. Gustavo Postado em 06/Apr/2016 às 09:51

    Senti influencias de Bruce Dickinson e Silas Malafaia nessa performance que seria cômica, se não fosse trágica.

  41. Marta Postado em 06/Apr/2016 às 10:30

    Queridos, além de irmãos, perante Deus, somos do mesmo país. Sou gaúcha, amo a Bahia e sempre fui muito bem tratada lá, amo SP, muitos amigos e parentes vivem lá. Mato Grosso, mais parentes e amigos, até no Tocantins. O caso é um fato a ser estudado. Na realidade todos tem uma certa razão, mas tudo tem solução nessa vida, é só chegar a um acordo, a idéia de creches nas universidades não é ruim não. Em tempos tão difíceis melhor sermos solidários e tentar nos ajudar. Abraços a todos.

  42. Thiago S. de Paula Postado em 06/Apr/2016 às 11:10

    É lamentável ver pessoas como a Poliana e o Jonas, que quase conseguiram tirar de foco a matéria por causa de seus preconceitos(alegando ser contra o preconceito). Sou pardo, natural de ES, descendente de afro-português por pai e austríaco por mãe, me criei no RS e já sofri preconceito sim, algumas vezes mas a maioria dos que conheço(e já fui a passeio por metade do estado) não é assim, são hospitaleiros nunca vi ter preconceito com 3°, menos ainda contra mim. Já presenciei esse preconceito no meu estado, já trabalhei com vários baianos, alguns em POA numa multinacional e outros aqui na serra gaúcha, me dei bem com vários, mas teve um caso que fui ofendido, inclusive com preconceito. Isso não me dá o direito de falar que todos os baianos são preconceituosos. Com base em mapas de estereótipos regionais(pesquisa no google) alguns estados seriam assim: Acre, existe? Rio de Janeiro, se acha a elite! Bahia: Só festa e nada de trabalho.São Paulo, acham que sustentam o Brasil. RS, só gay. Minas, os come quieto. Algum desses que falei é verdade? Não. Já fui em estados do Nordeste e quando falei que morava no RS, teve quem me perguntou(mais de uma vez) "É de Pelotas?"(cidade gaúcha que o pessoal acha que só tem gay). Conheço pessoalmente Pelotas e não sei de onde tiram essas coisas. Agora só porque poucos fizeram essa brincadeira(preconceituosa) vou sair dizendo que todos no Nordeste são preconceituosos? Claro que não. Ao contrário, achei as pessoas lá muito boas, fiz várias amizades e não vejo a hora de voltar e revê-los. Então deixem desses preconceitos(sei lá de onde tiram isso, só falta me dizer que se baseiam numa revolta de quase dois séculos atrás) e aprendam, TEM SER HUMANO "BOM" E "RUIM" EM QUALQUER LUGAR. Agora, quero ver que desculpa vão dar contra meu argumento que não toma lado, e que vem de alguém que tem família no Sul, Sudeste e vários amigos no nordeste. Chega de preconceitos, a hora que tivermos mais empatia pelos outros seremos um Brasil melhor. Abraço

  43. Anderson Postado em 06/Apr/2016 às 12:21

    Ainda acho que de São Paulo pra baixo deveríamos fazer um 'paisão'! Dali pra cima só existem petistas sugões.

  44. Thiago Postado em 06/Apr/2016 às 12:37

    Tem razão Fernando, como podemos criticar uma ação preconceituosa com preconceitos?

  45. Juliana Postado em 06/Apr/2016 às 13:18

    Esse pessoal q fala daquimorre de inveja, gostariam de ser sulistas. Felizmente para nós que somos, estão bem longe.

    • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:31

      Opa. Nasci em Porto Alegre e meus pais são gaúchos. :)

  46. medi Postado em 06/Apr/2016 às 13:29

    É infelizmente falta fruto do Espírito nas pessoas. Mansidão domínio próprio. Os tempos são maus precisamos buscar conhecimento da palavra de Deus!!!!

  47. Marcelo Melo Postado em 06/Apr/2016 às 14:21

    precisa ser levado às instâncias da UNIversidade!!! NO departamento e depois na unidade e por fim no Conselho UNiversitário. No mínimo receber uma moção de censura por parte do colegiado maior da Universidade; Cada vez que entrar para dar uma palestra em algum lugar see recebida pelo grito de INSENSÍVEL. Até se desculpar! Marcelo Melo (prof da UFRJ, que já teve muitas crianças em sua sala acompanhando pais e maes estudantes)

  48. Eliane Postado em 06/Apr/2016 às 14:21

    Eu já levei a filha de cinco anos para a universidade e não houve problema algum...recentemente, em minha aula tive uma aluna com filha e isso não me incomodou em nada...acho que não foi legal a atitude da professora, pois em nenhum momento a matéria informa que a criança incomodou durante a aula. E se incomodasse, pediria a mãe e aluna que fosse dar uma voltinha com ela. Faltou bom senso por parte da professora.

  49. Lisa Siqueira Postado em 06/Apr/2016 às 16:19

    A matéria é sobre o assédio moral sofrido por uma aluna que precisou levar a filha em uma aula na UFRGS. A Poliana entrou aqui, lascou o pau nos gaúchos e aí o assunto principal, praticamente se perdeu. Porém, tirando a falta de educação da Poliana, não posso discordar totalmente dela. Sou gaúcha e sei o quanto é difícil conviver com a mentalidade provinciana de grande parte da nossa sociedade. Temos uma herança maldita deixada pela aristocracia, um quê de superioridade em relação a todos: negros, índios, gays, mulheres, pobres, nordestinos e paulistas, especialmente. O coronelismo é a marca registrada (pasmem, ainda!) de boa parte das cidades pequenas do interior. A soberba também é uma das características presentes nos perfis de muitos gaúchos. A atitude da professora da UFRGS é um exemplo disso. A doutora se sentiu afrontada pela presença da filha de uma aluna, mesmo que a criança tenha entrado muda e saído calada. Uma pessoa que, claramente, não consegue lidar com o diferente. Obviamente que não se pode generalizar, afinal, diante do que estamos vivenciando no Brasil, podemos perceber que o preconceito é latente em muitos estados brasileiros. Mas, não posso tapar o sol com a peneira. Infelizmente, muitos de nós gaúchos não sabemos lidar com as diferenças e agimos de forma irracional.

    • poliana Postado em 06/Apr/2016 às 16:56

      vc me chama de mal educada e corrobora tudo o q eu falei?! ok, obrigada. mas é sempre bom ver um sulista reconhecendo as mer%$# de seu povo e de seus estados..

      • Isaura Leão Postado em 06/Apr/2016 às 19:34

        Poliana, fui visitar sua terra adorada! Tudo muito lindo, hotel maravilhoso, gastronomia impecável, povo alegre e festeiro, mas com uma pobreza sem igual, sujeira latente, analfabetismo inigualável, falta de educação em lojas, mercados e transportes ( palavrão parece água na boca dos baianos), assédio dos vendedores. Vou voltar? Um dia, quando tiver digerido tudo que vi e ouvi.

      • Rejane Postado em 06/Apr/2016 às 21:54

        Eu tinha uma ideia bem diferente dos baianos, mas estou vendo que tem nordestinos bem parecidos com alguns gaúchos. Imagina se eu pensasse que todos são como tu? Generalizar é sempre perigoso.

      • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 18:00

        isaura, tenho certeza q todos esses problemas q vc citou da bahia e dos baianos, n tem aí no rs, não é gaúcha arrogante e hipócrita( (com perdão da redundância, claro). não precisa voltar ao meu estado não...gente como vc n faz falta aki.

  50. César Ricardo de Andrade Postado em 06/Apr/2016 às 16:24

    O QUE a professora fez de errado?!

  51. Angelo Postado em 06/Apr/2016 às 17:57

    Aew Dona Poliana, que nome de merda hein, puta que pariu. Mas enfim, tu é o tipo de pessoa que deveria de morrer da pior maneira possível. Tu vai até uma notícia que fala sobre um ato preconceituoso, e vem com preconceito pra cima dos gaúchos? Quem sabe tu não vai tomar no meio do seu cú, sua filha da puta! Ah, e por acaso tu é baiana? Ah sim, já ouvi falar desse tipo de gente. Tenho amigos que já foram para a Bahia, e que já foram enganados por taxistas para lucrarem em cima dos turistas, e tem a velha história do povo porco, principalmente em época de carnaval! Não fode porra.

    • poliana Postado em 07/Apr/2016 às 18:02

      "tu é o tipo de pessoa que deveria de morrer da pior maneira possível".................taí a verdadeira faceta do povo sulista!!!!!!!!!!!!!!!

    • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:35

      kkkkkkkkkkkkkk Angelo, eu quase caí da cama ao ler teu comentário. Vocês estão malhando a poliana mesmo hein kkkkkkkkk

  52. Hermes Postado em 06/Apr/2016 às 18:27

    A professora está correta, faculdade não é lugar de criança. Talvez a professora não precisasse falar dessa maneira. A Nina não tem direito de reclamar, é a mesma coisa de quem leva criança em cinema pra filmes impróprios e as crianças ficam atrapalhando os outros com choro e inquietação. Mas claro quem vai levar a culpa será a professora que queria dar aula em paz e não a Nina de ter feito o que não devia.

  53. Prof. Zaratim Postado em 06/Apr/2016 às 20:05

    Como professor da Universidade Estadual de Goiás em Palmeiras de Goiás, todos os anos recebo alunas que ocasionalmente precisam levar seus filhos para a sala de aula porque não consegue alguém para ficar com as crianças em casa. Às vezes, maridos machistas se recusam a cuidar dos filhos para pressionarem suas esposas a abandonar o curso superior para ficar cuidando do lar e servindo-lhes como empregadas. Nesses anos como docente, nenhuma criança atrapalhou o andamento das aulas. Certo seria não leva-las, mas existem casos que não são possíveis uma vez que a estrutura familiar mudou e a antiga organização não existe mais. Muitas mulheres são responsáveis pelos seus respectivos lares e os sustentam sozinhas. Impedir que frequentem a Universidade porque estão acompanhadas de seus filhos chega a ser cruel, excludente e preconceituoso. Afinal, a Universidade é o lugar do ócio, do espanto, da contemplação, das grandes interrogações, das hipóteses, das análises...enfim! da política. Lugar que questiona um País de maioria pobre e trabalhadora que não oportuniza acesso gratuito ao ensino superior a todos que dele espera um futuro melhor. Essa atitude condena ao exílio acadêmico as mulheres que querem estudar e que não conseguem guarda aos filhos enquanto estudam. Lamentável.

  54. Maria Célia Gros Postado em 06/Apr/2016 às 21:13

    A professora universitária aqui de SC ,quando uma aluna já um pouco idosa , começou a citar um autor na aula de Literatura, antes dela dizer o nome , já foi ela dizendo na presença dos alunas : "essas velhas não tem o que fazer em casa e ficam saracoteando de curso em curso. Mas isso vai acabar!( antes da eleição da Dilma. Não era prova , mas sim vontade da aluna em participar da aula. Olha aí outro preconceito aqui

  55. SuperGaucha Postado em 06/Apr/2016 às 21:31

    Oi kkkkkkkkkkk

    • Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:37

      Oi, tudo bem? A minha família é Gaúcha.

  56. Ana Helena Postado em 06/Apr/2016 às 21:45

    Esta professora é uma louca ela devia trabalhar num manicômio , não numa sala de aula é uma pessoa desumana e ridícula.

  57. Sandra Postado em 06/Apr/2016 às 21:52

    Poliana, a inveja mata!

  58. Cristiane Postado em 06/Apr/2016 às 21:53

    Nada justifica a grosseria da professora, que poderia muito bem ter conversado com a aluna do lado de fora da sala sem precisar constrange-la. Mas universidade NÃO É LUGAR de levar criança, por favor! Essa mãe não teve nem o bom senso de pedir licença à professora, já foi entrando. Já pensou se outras mães decidem fazer o mesmo? Eu sinceramente desistiria de estudar numa sala assim.

  59. Samir Postado em 06/Apr/2016 às 22:12

    Então, tudo depende da situação, se a criança realmente estava quieta, por que não deixa - la com a mãe? Total despreparo da professora em agir em situações adversas. Agora, se não for verdade, pois vejo pais (ambos) que não tem capacidade nenhuma de educar seus filhos e de pensar nas pessoas que a cercam (naquele caso, professora e colegas e, reflexo da educação que pode, ou não, estar dando pra seu filho), não há condições de manter uma criança mal educada em sala. Então essa mãe deve procurar outra opção para deixar sua criança e seguir com seus estudos. No caso das pessoas que não gostam do meu Estado: ainda há 25 estados + o DF pra vocês amarem.

  60. Amanda Postado em 06/Apr/2016 às 22:13

    Kkkk Poliana não sabe mais o que está falando! Amo o Nordeste, mas Do que adianta um lugar lindo e maravilhoso se estiver populando por gente estupida como essa "zinha" aí? Graças a Deus, sei q não é assim, mto pelo contrário, o NE, assim como S, é maravilhoso em suas belezas e tem gente sensacional, mas tem uns lixos como essa Poliana em Td que é canto, até na Suíça, que tem chocolates maravilhoso P adoçar a vida de gente amarga! Hahahaha Poliana, morre que passa! =)

    • Line Postado em 07/Apr/2016 às 14:03

      Sou baiana e simplesmente sinto vergonha dessa poliana. Ignorante, preconceituosa e fútil. Ah conheço pessoas da região Sul que são maravilhosas e tem pessoas no Sul que são menos racistas, machistas e homofóbicas do que muita gente aqui do Nordeste.

    • Line Postado em 07/Apr/2016 às 14:05

      Pior é ver que muitas feministas vão dizer que a tal professora é uma vítima reprodutora do machismo.

  61. Márcio Ferreira Postado em 07/Apr/2016 às 22:56

    Eu sou gaúcho mas moro no DF há 16 anos e, quando criança, por volta dos 7 ou 8 anos, minha mãe me levava para a aula dela de Letras, igual ao caso da matéria. Enquanto aguardava no corredor, eu me lembro que atrapalhei a aula abrindo a porta e gritando: MÃE, TO COM FOME! O que aquele "monstruoso" professor daquele "monstruoso" estado fez? Riu e disse: vai lá alimentar seu filho, mãe! Até hoje minha mãe se diverte com essa história. Poliana, você é uma idiota medíocre de baixa autoestima.

  62. Jonas Schlesinger Postado em 10/Apr/2016 às 03:53

    Bom minha gente, a minha opinião sobre a matéria. Tivemos aqui a discussão enorme sobre a poliana e um pobre Jonas (^^) lá em cima. Quero me retratar. Quando eu disse sobre o sul, concordando com a poliana, eu sempre cito que a xenofobia, o fascismo etc vem da camada mais top do povo gaúcho ou de outra região (em especial o sudeste e o sul). Top no sentido dessas pessoas de classe mérdia cheio de não me toques, que vivem no Morumbi da vida, em Higienópolis ou em alguma zona sul desses estados. Só vemos preconceito até mesmo contra pobre. Então quando eu falo "povo de baixo" há uma ressalva: "povo do nariz empinado aí de baixo". Não me julguem, até porque não fui vítima de preconceito em RS porque sou de lá, mas meus amigos que têm a pele parda ou negra já sofreram sim. Mesmo um olhar desconfiado, uma risadinha por causa do sotaque. É fogo. A poliana pode estar exagerando? Pode. Contudo, a meu ver, algo aconteceu com ela. Assim como aconteceu comigo, ainda me lembro quando fui pra SP acompanhar meu pai a trabalho um dos clientes dele fez uma piadinha que não gostei. É de dar raiva isso, e olhe que não sou pardo. Eu hein. Quando alguém olha pra mim pensa que sou algum ariano, mas quando abro a boca eu viro nordestino ignorante de uma hora para a outra. Porque digo isso? Porque muita gente julga o nordeste. Reclamaram quando o PT ganhou as eleições,e veio muita gente fazendo posts enormes no facebook dizendo assim: "morte aos nordestinos, nordestinos filhos da puta"// Ninguém reclama Bah! Quanto à matéria: A professora não está errada por não deixar a mãe entrar com a filha (até porque eu entendo que a aluna teria que avisar antes), mas ela tratou a criança como se fosse bicho, como se fosse um vermezinho desprezível. Deu pra sentir a frieza dá docente só pelo relato da garota. E isso me choca! Eu tenho um irmão de 10 anos e partiria a cara de quem fosse agredi-lo desse jeito. Ela deveria usar de tato para chamar a atenção da moça, mas a garotinha ficou muito assustada. Estou aqui em plena madrugada de domingo comentando o que eu acho. A partir de hoje vou especificar meus comentários a respeito de preconceito para não criar confusão. Abraços e que Deus os abençoe.

  63. Lann Postado em 14/Apr/2016 às 16:27

    Eu ia pra aula com minha mãe, no segundo grau ainda. Tem uma história dela que o prof des uma pergunta e só eu respondi(errado claro c a inocencia) mas foi engraçado rsrsrs. Maldade se a bichinha nao tava chorando nem nada pq ela nao podia ficar ali? Essa professora deve ter algum trauma.

  64. Victor Postado em 21/Apr/2016 às 23:49

    O oposto da atitude dessa "professora" aconteceu essa semana na minha querida Fortaleza. Segue link para apreciação http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2016/04/21/noticiafortaleza,3606515/professora-cuida-da-filha-de-aluna-durante-prova-em-faculdade-de-forta.shtml