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Mulheres violadas 17/Jul/2015 às 15:15
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Deputada tenta justificar a violência contra a mulher com explicação absurda

deputada Keiko Ota mulher
A deputada Keiko Ota (PSB-SP)

Revista Fórum

A deputada federal Keiko Ota (PSB-SP), vice-presidente da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher, teria afirmado que a agressão de homens contra mulheres é uma questão natural. A declaração foi feita em uma conversa com a também deputada Luizianne Lins (PT-CE), relatora da Comissão, para o site Brasil Post.

Segundo reportagem do portal, Ota explicou que está lendo um livro sobre as diferenças entre os sexos. “Se os dois fazem a mesma função, não dá certo. Briga e leva até a morte”, disse. “A mulher tem uma característica toda arredondada. Pode ver: os seios, o quadril, de envolver. O homem é todo rígido, força, razão, entendeu? Quando eles se casam e a mulher quer fazer o mesmo papel que ele, entra em conflito.”

A parlamentar foi questionada por Luizianne Lins, que lhe perguntou qual seria esse papel. “Papel… Tem mulher que levanta a voz e fala, fala. O homem, por natureza, não gosta disso aí”. Novamente, a petista lhe interrompeu: “Não pode esperar da gente baixar a voz para não apanhar”, disparou. “Se não deu certo, cada uma para um canto, não tem que matar. Mas se sair com raiva e ódio, ele vai e mata”, finalizou Ota.

Repercussão

Internautas criticaram as declarações da deputada e consideraram inadequado que ocupe o posto de vice-presidente da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher.

“Engraçado, ela defende penas duras para quem comete crimes contra a vida (motivado pelo o que aconteceu com o filho dela), mas parece não se importar muito com a violência que vitima as mulheres. Ela está em todos os lugares errados: Na comissão (comissão que visa proteger as mulheres), no partido (um partido supostamente socialista) e como mulher mesmo (pensa como uma japonesa servil – sim, a cultura japonesa é extremamente machista e sexista)”, publicou Cesar Neves.

“Essa explicação da deputada tem um fundamentalismo religioso da tradição japonesa. Ela quis deixar claro algo como ” Yin não pode ser Yang. Quando tenta há problemas”. Pra nossa cultura é ilógico isso, mas faz sentido quando se compreende os costumes orientais. Uma explicação de causa “oriental” não explica uma consequência ocidental.Esse é o mesmo problema de fundamentalismo das bancadas religiosas. Toda vez parece que não há fundamento na explicação que eles dão para as coisas”, escreveu Gabriel Mariano.

VEJA TAMBÉM: Mulher que matou marido após ser espancada vira símbolo nas redes sociais

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Comentários

  1. Matheus Arievilo Postado em 17/Jul/2015 às 15:44

    Um absurdo! Essa mulher vem com argumento de que homem e mulher não podem fazer as mesmas coisas "por natureza"... Podemos ser fisiologicamente diferentes, porém em valores somos iguais, seres humanos da mesma espécie, e portanto igualmente capazes e com as mesmas competências. Essa história de que quando os dois tentam fazer a mesma coisa há confitos não cola mais a muito tempo! Estamos no século XXI e vivemos em cidades cada vez mais populosas, se a mulher quer se garantir na vida ela tem tanto quanto o homem que seguir o mesmo caminho histórico de protagonismo...

    • João de Carvalho Postado em 18/Jul/2015 às 15:51

      "Podemos ser fisiologicamente diferentes, porém em valores somos iguais, seres humanos da mesma espécie, e portanto igualmente capazes e com as mesmas competências." Como você sabe disto? Quais são as fundações de sua afirmação? Você conhece alguma teoria científica sobre o comportamento de machos e fêmeas? Feministas honestas reconhecem que a natureza não é igualitária, e que homens, e não mulheres, representam a autoridade final. O que se diz é que não é porque uma coisa é natural que ela é necessariamente boa. A dominação dos homens sobre as mulheres, embora natural, é injusta e devemos combatê-la. Este raciocínio faz sentido, porém, ao contrariarmos a natureza, devemos tomar cuidado, e proceder com sabedoria. Afinal, o próprio desejo de homens e mulheres se relacionarem é um comportamento natural. Se resolvermos modificá-lo, temos que pelo menos conhecer aquilo que estamos modificando. A simples negação do comportamento não irá ajudar. Não é pelo fato de existir gravidade que devemos perder as esperanças de voar. Mas se realmente quisermos voar, é melhor admitirmos que a gravidade existe e buscarmos formas de lidar com essa situação. A negação cega desta força só irá dificultar nossa situação. No entanto, é justamente isto que estamos tentando fazer em nossa política de igualdade sexual. Os agentes promotores destas políticas não estão cientes das diferenças comportamentais entre homens e mulheres. Ok, a deputada se refere à sabedoria oriental quando fala de yin e yang, algo que não é científico. Mas não são apenas os japoneses que dão surras em suas esposas; os árabes, os ianomâmis, os europeus pré-revolução industrial, e provavelmente todas as culturas pré-modernas, procedem da mesma forma. Até chimpanzés machos batem em suas fêmeas (R. Wrangham e D. Peterson. (1998) O macho demoníaco. Rio de Janeiro: Objetiva, p. 178-82).

      • eu daqui Postado em 20/Jul/2015 às 10:38

        Mas eu não sou chipanze e portanto aqui bateu morreu.

      • poliana Postado em 20/Jul/2015 às 21:06

        "homens, e não mulheres, representam a autoridade final."........cara, parei de ler depois dessa. vc tem o meu desprezo. nojo!!!!!

      • Flora Postado em 23/Dec/2015 às 00:06

        "Feministas honestas reconhecem que a natureza não é igualitária, e que homens, e não mulheres, representam a autoridade final." - Aqui esmerdalhou a porra toda. Isso não é verdade biológica absoluta, pra nossa espécie ou pra outras. Na áfrica, berço da humanidade, há tribos matriarcais. O que vale pra bicho não vale pra nós. O que hoje há de comportamento violento não é residual evolutivo, é palhaçada e preguiça social. Nosso cérebro nos dá a capacidade de nos reconhecermos uns aos outros como indivíduos, de empatia, de senso de justiça e moral. Se hoje um ser humano é visto como menos valioso que outro é porque há justificativas lógicas pra isso, seja monetária, seja por questão de estima social, ainda que encobertas por toda uma roupagem cultural ou científica. Sempre há lógica porque há sempre quem ganhe com a permanência do status quo. Isso serve pra relações macho-fêmea Homo sapiens, isso serve pra ricos e pobres, isso serve pra políticos e civis, artistas e pessoas comuns.

    • eu daqui Postado em 20/Jul/2015 às 10:40

      Ela cre em genero e vc não. Eu também não. Genero é pros fracassados: quanto menos identidade sexual se tem mais se precisa de genero.

  2. Junipero Postado em 17/Jul/2015 às 16:19

    Como é? ela colocou homicídio como resposta natural a um desentendimento de um casal? uau! estupro, sequestro e pedofilia se enquadrariam no que? lamento certas coisas são bonitinhas no papel, mas na realidade, certas filosofias não tem aplicação, como a criada visando o bem estar masculino a séculos atras no Japão. Um dos grandes erros da sociedade atual é exatamente esse : teima em crer que se é antigo, não pode estar errado, tem que ser respeitado. lamentável.

  3. Eduardo Ribeiro Postado em 17/Jul/2015 às 16:33

    Defecou pela boca. Me lembra "Feliciano na Comissão de Direitos Humanos". Como assim uma maluca desse naipe envolvida na comissão pra combater a violencia contra mulheres?? Aliás ela é uma vergonha nem é de hoje. Eleita no único lugar em que alguem tão indefensável poderia ser: SP e seus boças. E que raio de livro é esse que ela tá lendo?

    • Meire Postado em 18/Jul/2015 às 05:29

      kkkkk Cinqüenta tons de cinza, elementar meu caro Watson!

  4. poliana Postado em 17/Jul/2015 às 16:50

    ok!!!!!!!!!!!!!!!!!! respira, respira...calma!!!!! eu vou aki, vou dar uma saída, tomar um ar fresco e depois volto. antes q eu xingue essa vaca todinha e venham me acusar de machismo ou dizer q tenho ódio no coração...ok...eu li a matéria 3x pra acreditar q ela realmente falou isso...fui. prefiro me manter longe dessa matéria.

    • eu daqui Postado em 20/Jul/2015 às 12:25

      Talvez ela tenha querido dar uma explicação mas não uma justificativa. São coisas diferentes....

  5. Patricia Postado em 17/Jul/2015 às 16:55

    Vergonha alheia serve ??

  6. professora Postado em 17/Jul/2015 às 16:56

    O "currículo" dela para ter sido eleita é algo terrível que aconteceu em sua vida pessoal, porém (como vemos) nada que a qualifique para ser deputada, aliás, parecem duvidosas suas "qualidades" , por pensamentos e ideias tortas e absolutamente retrógradas.

  7. Ingrid Postado em 17/Jul/2015 às 17:01

    O pior é saber que ainda existem muita mulheres que acham que não podem nem devem fazer nada porque " é normal homem ser agressivo quando contrariado", normalmente mulheres simples que não viram outra realidade na vida. Agora ai me vem alguém que tem a oportunidade de estudar e olhar o mundo e fala uma coisa dessas, sinceramente fico triste antes de ficar com raiva.

  8. Grace Diniz Postado em 17/Jul/2015 às 17:10

    Quem é essa "mulher"? Quem vota nessa "coisa"? Ela é deputada? Nunca vi tanto absurdo!!! Gente, aonde nós chegamos? Alguém, por favor diz que é mentira..."Isso" aí representa quem? Estou passada e engomada...Não dá mais pra continuar...Vou embora pra "pasárgada"...

  9. João Tomaz da Silva Postado em 17/Jul/2015 às 17:12

    Prá começo de conversa, ela e o marido ganharam visibilidade depois da morte do filho. Muitas mulheres a elegeram por solidariedade pelo sofrimento pela perda do filho. Agora ela achou uma maneira de retribui ou seja, usando modelos de outros países e outros costumes. A Japan Ar Line está com preços promocionais.

  10. Olga Postado em 17/Jul/2015 às 18:09

    Ela pensa assim? porque ocupa um cargo que é fundamentalmente de homens? vai para a cocinha, vai lavar louça, vai pro tanque... Porque ela esta ocupando um lugar dum homem? tem que apanhar!!! Ahhhh ela pode as outras nao podem? As mulheres tem seu trabalho em casa, na escola, etc... Me pergunto: estas pessoas vivem onde? Foram tiradas do tunel do tempo? o é pela sua mente retrograda que foi eleita para essa comissao? O foi para defender os homens? Cada dia que passa vejo que estamos no mundo do revés, onde 1+1 é 3, um ladrao é vigilante e outro juis (a ultima letra da palavra nao funciona)

  11. Davi T. Postado em 17/Jul/2015 às 18:13

    OK, mas atribuir as opiniões idiotas dela ao fato dela ter ascendência japonesa é outra idiotice, é xenofobia. Vamos ver os índices de violência contra a mulher no Japão? Não existe isso, e uma desinformação não pode justificar outra.

  12. Renato Postado em 17/Jul/2015 às 18:26

    O mais triste nisso tudo é saber que pessoas com esse pensamento medíocre decidi sobre a vida de milhões de cidadãos brasileiros.

  13. Eliene Postado em 17/Jul/2015 às 19:05

    E quando eu penso o " o apocalipse chegou"... vem essa ainda e vejo que tudo foi só uma prévia do fim dos tempos...kkkk :D

  14. Xavier Postado em 17/Jul/2015 às 19:06

    Esses votos por compaixão dar nisso ! Como diz o dep Francisco Everardo,é uma abestada !Aliás,sp está se tornando território de abestados!

  15. Paulo Postado em 17/Jul/2015 às 19:48

    A explicação sobre ela seguir a cultura japonesa até teria sentido se ela morasse...no Japão, mora há quantos anos aqui? Será que não deu pra entender um pouco da nossa cultura?

  16. Guilherme Postado em 17/Jul/2015 às 21:14

    Antes de tudo, diretos iguais à todos e violência nunca poderá ser justificada. Colocado isso, o posicionamento dela foi correto, mas acho q a Carta "Vejou" e redigiu a matéria de forma tendenciosa, esquecendo d conceit masculino e feminino. Não é a mesma coisa NUNCA. Não é cultural, nem preconceito, blablabla... É orgânico, próprio da natureza. O homem cria e a mulher nutre, e as pessoas esqueceram disso. Cultura européia é o lixo contemporâneo da humanidade, muita ciência e pouca sensibilidade.

  17. Marília Cardoso Postado em 18/Jul/2015 às 01:16

    Quer dizer que as diferenças se resolvem no braço? Desde quando? Enquanto houver pessoas que tolerem esse tipo de atitude, vai ficar difícil homens e mulheres se respeitarem.

  18. Sergio Carneiro Postado em 18/Jul/2015 às 04:34

    "Violência contra a Mulher, teria afirmado que a agressão de homens contra mulheres é uma questão natural" (sic).A deputada teria sido mais feliz se tivesse trocado a palavra "natural" por "da natureza masculina". O masculino tendem a resolverem suas questões pela força, pela agressividade; seja o oponente masculino ou feminino. Isso é uma característica natural (no sentido de que lhe é próprio) do masculino. O "natural" usado pela deputada remete ao significado de aceitável ou normal. A violência masculina - contra o masculino ou feminino - é inaceitável.

    • João de Carvalho Postado em 18/Jul/2015 às 16:52

      Ok. A agressividade é de fato algo muito mais masculino. Também é de se esperar que exista um conflito de valores entre os sexos (analiso esta questão em um artigo: Ensaio para uma teoria político-sexual: www.ponto-omega.com/ensaios/politico-sexual.html). Porém, duas observações são importantes: A primeira: Enquanto o poder do macho é a agressividade, o da fêmea é o sexo. Isto porque a fêmea é o fator limitante da reprodução, portanto sua moeda sexual vale muito mais que a do macho. (É por isto que machos cortejam ou pagam as fêmeas por sexo, e não o oposto.) Em épocas anteriores a agressividade era mais liberada, e o sexo, mais contido. Duelos, por exemplo, foram proibidos no fim do século 18, embora durante todo o século 19 ainda fosse prática comum. Já o sexo foi cada vez mais liberado. Na década de 1920, por exemplo, as mulheres começaram a frequentar clubes noturnos de Jazz e encurtaram suas saias até os joelhos. Os trajes de banho femininos também começaram a ser encurtados desde pelo menos a década de 1910, e na Inglaterra medidas foram tomadas para impedir esta tendência. Foi tudo em vão. Não é necessário aqui observar que, desde esta época, a erotização dos trajes femininos se tornou cada vez maior. Nos dias atuais, uma menina de 15 anos pode sair na noite, dando para quem ela quiser, sem nenhum problema. Ou seja, enquanto o poder da agressividade, tipicamente masculino, vem sendo cada vez mais reprimido, o do sexo, tipicamente feminino, é cada vez mais liberado. A segunda: Em geral a agressividade masculina é sublimada por meio da política. O ideal, para um macho, é matar todos os outros e ficar com todas as fêmeas. O problema é que os outros machos pensarão da mesma forma. Assim, para evitar este banho de sangue onde todos perdem, eles chegam a um acordo, que constitui o casamento, no qual as fêmeas são distribuídas entre os machos de forma relativamente igualitária, e de acordo com regras. (Este é um ponto que muitos pensadores do ocidente ignoram: casamento não é a celebração pública de duas pessoas que se amam, é um contrato social e político com o objetivo de criação da prole.) Não é de se admirar, portanto, que a política hoje em dia esteja tão débil. Esta atividade vem sendo reprimida pelo estado desde pelo menos o século 18. Já o sexo toma o caminho oposto. Ele se torna, portanto, uma válvula de escape para a impotência política do homem atual (o futebol também cumpre função semelhante). Se não podemos ter uma vida política ativa, temos pelo menos uma vida sexual.

      • eu daqui Postado em 20/Jul/2015 às 10:41

        A agressividade é mais masculina? Vc realmente não entende nada de mulher...........

  19. Wilson Postado em 18/Jul/2015 às 09:46

    Qualquer tipo de violência é inaceitável, inclusive aquela que matou o filho dela. Ela e tantos outros cidadãos desse nosso país também foram atingidos por essa mesma violência, que torna as pessoas intolerantes, mesquinhas e, pior do que isso, uma massa pronta para ser manipulada, que se agrupa nos meios sociais através da voz de comando de uma elite que domina a política e os meios de comunicação, criando uma polarização de idéias absurdas e preconceituosas. Não passam de estúpidos e egoístas que não conseguem ver as questões de outros anglos, apenas aquele em que é do interesse do seu grupo social. A deputada poderia aproveitar a ocasião e mudar o seu nome para Idi.

  20. João de Carvalho Postado em 18/Jul/2015 às 17:51

    Mais conhecimento e menos opinião em nossas posições sobre as relações entre homens e mulheres: www.economist.com/news/science-and-technology/21591157-new-technique-has-drawn-wiring-diagrams-brains-two-sexes?fsrc=scn/fb/wl/pe/viveladifference

  21. hari Postado em 21/Jul/2015 às 08:32

    Já pode trocar o Keiko por Idi.

  22. Newton Postado em 27/Jul/2015 às 15:00

    Caramba quantos comentários preconceituosos! Parece que outras culturas não tem nada a nos oferecer.

  23. Wanderson Postado em 01/Aug/2015 às 10:49

    O machsimo só pode ser natural quando o encaramos como um fator primitivo na escala evolutiva do homem,que deve ser abandonado quando mais próximo ele fica da civilização.Certos códices religiosos antigos demonstram que eram feitos para conter um povo primitivesco e por conseguinte não serveriam para regular as sociedades modernas. A religião,com seu conservadorismo anacrônico, tem grande culpa nisso ao pregar uma forma antropomórfica de deus,com traços e defeitos humanos e com semelhança de homem.Explica que nos primórdios da criação,a mulher foi criada a partir da costela do homem para ser totalmente subserviente a ele e que parir com dor é um castigo de um deus machista.Deus não tem sexo nem forma.Se os homens enchergassem Deus como somente uma inteligência suprema,impessoal,sem características humanas,com certesa a sociedade seria melhor. O comentário dela é parecido com aquele que diz que todo homem trai e é assim mesmo. O Machismo é tão arraigado nas entranhas da sociedade que muitas mulheres o aceitam de forma totalmente paradoxal.

  24. Gilmar Postado em 22/Dec/2015 às 17:51

    Seres humanos não têm as mesmas competências! Alguns têm mais capacidades em uma área que em outra. Não sejam ignorantes! Porém em uma sociedade séria a violência não acha espaço. E o Brasil tem se afastado cada dia mais do ideal de justiça!

  25. Gilmar Postado em 22/Dec/2015 às 17:53

    Seres humanos não têm as mesmas competências! Alguns têm mais capacidades em uma área que em outra. Não sejam ignorantes! Porém em uma sociedade séria a violência não acha espaço. E o Brasil tem se afastado cada dia mais do ideal de justiça! ?!