Redação Pragmatismo
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Revista Veja 10/Apr/2015 às 15:39
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Solidariedade à professora agredida por um blogueiro da Veja

Educadores, juristas e entidades assinam manifesto de solidariedade e congratulação à professora Mariana Trotta, agredida por Rodrigo Constantino, colunista da Veja

mariana trotta professora constantino veja
A professora Mariana Trotta e o blogueiro de Veja (Pragmatismo Político)

Viomundo

Manifesto de solidariedade e congratulação

Para a Profa. Doutora Mariana Trotta

Ao ilustre Diretor da Faculdade de Direito da PUC/RJ

No início do século passado, na Universidade de Salamanca, quando da abertura solene do ano acadêmico, o reitor Miguel de Unamuno foi interrompido pelo general fraquista Millán-Austray e sua tropa armada aos gritos de “Viva a morte”, símbolo da ideologia fascista que acabara de se instaurar na Espanha. Dias depois, foi destituído do cargo.

Unamuno é hoje reverenciado na Universidade e no mundo das ideias.

No curso da Ditadura Militar que governou o Brasil de 1964 a 1985, agentes repressores eram pagos pelo Estado para desempenhar a vil tarefa de cercear a liberdade de cátedra, monitorando a conduta acadêmica de professores e alunos.

Infelizmente, ainda hoje, já sob a égide da democracia conquistada, vez ou outra nos deparamos com tentativas torpes, cruéis e abomináveis de atacar a liberdade de ensino.

No dia 8 de abril deste ano, uma revista conhecida pelo desrespeito contumaz à ética e a dignidade no exercício do jornalismo, publicou em um de seus blogs matéria com o seguinte título: “Doutrinação ideológica na PUC-Rio: professora troca sala de aula por monólogo de feministas e MST”.

Em razão desse ataque gratuito e desprezível à docente e à liberdade de cátedra, vimos a público nos manifestar em solidariedade à professora doutora Mariana Trotta Dallalana Quintans da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro-PUC/RJ.

Os termos usados na reportagem contra a professora Mariana Trotta são semelhantes ao que fez uso o general franquista. Palavras como “Enojado”, “lado negro da sociedade”, “dar um basta”, a estruturam.

Nenhum outro aluno foi ouvido, sequer a própria professora. Repetição de práticas como esta contribuem para explicar alguns traços autoritários da sociedade brasileira nos dias de hoje, mas não podem ser tratadas como jornalismo. Inexiste espaço nesses ambientes para o debate franco de ideias. O que impera no texto é a agressão covarde, a calúnia e a disseminação do preconceito.

A professora Mariana tem um currículo brilhante, mestrado e doutorado em universidades reconhecidas, estágio doutoral fora do País. A disciplina que leciona, Sociologia Jurídica, é conhecida por proporcionar aos alunos uma vertente de aproximação da ciência jurídica com outros saberes como a antropologia, sociologia, história e a relação entre direito e mudanças sociais. Nada mais natural e recomendável, portanto, suas escolhas didáticas.

Em defesa da liberdade de cátedra e para congratular a professora e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro pelo acerto nas escolhas docentes e pedagógicas, abaixo assinamos:

José Geraldo de Sousa Junior, ex-Reitor da Universidade de Brasília-UNB.

Cezar Britto, ex-Presidente da Ordem do Advogados do Brasil.

Juarez Tavares, professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Juarez Cirino, presidente do Instituto de Criminologia e Política Criminal – ICPC.

Wadih Damous, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro.

Geraldo Prado, professor da Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro UFRJ.

Pedro Estevam Serrano, professor de direito constitucional da PUC/SP.

Marcio Sotelo Felippe, jurista e ex-Procurador Geral do Estado de São Paulo.

Alexandre Bernardino Costa, professor da Universidade de Brasília.

Alexandre Morais da Rosa, professor da UFSC e Juiz do TJSC.

Rubens Casara, juiz de direito e professor convidado da FIOCRUZ.

Patrick Mariano Gomes, doutorando em direito na Universidade de Coimbra, Portugal.

Giane Alvares, advogada e mestranda na PUC/SP

Suzana Angélica Paim Figueredo, advogada e doutoranda em direito pela Universidade de Coimbra, Portugal.

Aton Fon Filho, advogado.

Camila Gomes, advogada.

Beatriz Vargas Ramos, professora da Universidade de Brasília.

André Nicolitt, professor da Universidade Federal Fluminense e juiz de direito.

Elaine dos Santos, socióloga e doutoranda na Universidade de Coimbra, Protugal.

Juvelino José Strozake, doutor em direito pela PUC/SP.

Maurício Azevedo de Araújo, professor da faculdade de direito da UFBA.

Erli Camargo, advogada e pedagoga, conselheira nacional do MNDH

Emiliano Maldonado, Doutorando em Direito UFSC.

Pedro Teixeira Diamantino, Professor da Universidade Estadual de Feira de Santana/BA

Nadine Borges, Advogada, professora e integrante da Comissão da Verdade do Rio

Rafael Borges, advogado.                                                      

Daniela Felix, advogada popular – Coletivo Catarina de Advocacia Popular e professora da UFSC e Cesusc.

Élida Lauris, Doutora em Pós-colonialismos e Cidadania Global pelo Centro de Estudos Sociais e Faculdade de Economia, da Universidade de Coimbra.

Rodrigo de Medeiros Silva, Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares.

Luzimar Barreto de França Junior, Advogado, Pres. Prudente – São Paulo

Ludmila Cerqueira Correia, Professora do Departamento de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba, Coordenadora técnica do Centro de Referências em Direitos Humanos da UFPB

Antonia Gay, advogada

Daniel Araújo Valença, professor Direito UFERSA

Cristiane Gonçalves de Oliveira, advogada, RJ

Alexandre Mandl, Advogado – Renap/SP

Eduardo Baldissera Carvalho Salles, advogado, Santa Catarina

Marcilene Aparecida Ferreira, Procuradora-Geral do Município de Catas Altas,  Professora, Minas Gerais

Emiliano Maldonado, advogado, Rio Grande do Sul

Eduardo Correa, advogado, Maranhão

Melisanda Trentin, advogada, Rio de Janeiro

Alexandra Montgomery, advogada, Rio de Janeiro

Juliana Neves Barros, advogada, Rio de Janeiro

Luiz Carlos S. Faria Junior, advogado, Minas Gerais

Sônia Costa, advogada e professora, Tocantins e Goiás

Felipe Coelho, advogado, DDH, Rio de Janeiro;

Simone Quirino, advogada, DDH, Rio de Janeiro;

Gabriela Azevedo, advogada DDH, Rio de Janeiro;

Raphaela Lopes, advogada DDH, Rio de Janeiro;

Laíze Gabriela Benevides, advogada DDH, Rio de Janeiro;

Thiago Melo, advogado, DDH, Rio de Janeiro;

Cristiane Gonçalves de Oliveira, DDH, Rio de Janeiro;

Natália Damazio, advogada, Justiça Global, Rio de Janeiro

Themis, Gênero e Justiça

Instituto de Defensores de Direitos Humanos-DDH

Justiça Global, entidade de direitos humanos

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Comentários

  1. Denisbaldo Postado em 10/Apr/2015 às 15:47

    Os babacas da Veja já estão aceitando a derrota de suas campanhas patéticas contra o PT. Hoje mesmo o Reynaldo Azedo escreveu um texto no UOL desclassificando o PSDB como representante do povo e já prevendo e justificando porque as manifestações do dia 12/4 não serão tão intensas. Adeus coxinhas, até 2018! http://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldoazevedo/2015/04/1614715-trabalhadores-sem-partido-uni-vos.shtml

    • Sergio S. Postado em 10/Apr/2015 às 18:40

      Talvez seja mais um sinal de que o PSDB está prestes a tomar um bom de um "chute na b." da elite econômica brasileira. Acredito que passarão a investir em novos partidos com ideologia mais radical à direita...

      • Roger Postado em 10/Apr/2015 às 20:33

        E sem o PSDB para distribuir a revistinha porca nas escolas, notadamente de SP... A Abril vai tomar (se já não tomou...) o mesmo rumo decadente da famigerada Rede Globo e sua horda de igualmente péssimos jornalistas.

  2. Alfredo Belohlavek Postado em 10/Apr/2015 às 16:43

    Não é a primeira vez que este cretino desonesto desrespeita professores. Somente sobre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ele coleciona textos e textos de puro desrespeito, ignorância, preconceito e má-fé no que diz respeito à reitoria, à UFSC e aos membros da comunidade acadêmica ( aqui: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/tags/ufsc/ ). Ele, Felipe Moura Brasil e Reinaldo Azevedo chegaram a desrespeitar a reitora em alguns textos, dizendo que ela havia feito da UFSC "uma república de maconheiros". A verdade é que estes idiotas nunca puseram os pés na UFSC, são completamente ignorantes sobre a nossa universidade, que está entre as melhores do país, mas não admitem que haja professores e reitores de esquerda. E, claro, tem seus colaboradores-capacho de plantão dentro do campus.

  3. Bruno Postado em 10/Apr/2015 às 17:05

    "Agredir" é piada! Foi o depoimento de um aluno, e que se repete em quase todas as universidades do país. Não existe sequer referência bibliográfica de maneira séria a autores renomados liberais como Burke, Mises, Hayek, Ortega y Gasset ou Sowell. Desrespeito é a perseguição política que existe principalmente dentro das universidades públicas e em outras tradicionais como a PUC, em que a pessoa é obrigada a concordar ou não é aprovado ou é impedido de se expressar, ai vai buscar ajuda e ainda é taxado como vilão. Felizmente o panorama tem mudado, e hoje vejo alguns grupos de liberais conseguindo espaço dentro das universidades, como na UFV, onde estudei. Mesmo com os estudantes de esquerda, que estes sim agridem, tentando impedir as reuniões e os grupos de estudo e ainda se fazendo de vítimas. No mais, a esquerda se usa como referencial pra tudo, e por isso não conseguem aceitar nenhum tipo de crítica.

    • Alexandre Postado em 10/Apr/2015 às 17:15

      A academia suporta contraditório. Só ter requisitos básicos de metodologia.. lógica, pesquisa, dados... coisa que os liberais de araque não tem.

      • Fernando Brito Postado em 10/Apr/2015 às 19:56

        Tipo o que a Marilena Chauí falou sobre a classe média ? Sem contar que ela ganha R$22.000,00 por mes

    • ricardo Postado em 10/Apr/2015 às 17:48

      A esquerda não escuta, a Esquerda impõe... Quando eles falam em trocas de idéias isto não passa de falácia...

      • Brunno Postado em 10/Apr/2015 às 20:58

        E o que você propõe?

    • Roger Postado em 10/Apr/2015 às 20:38

      Típico da direita: se fazer de vítima. Mesmo que sempre tenha feito o papel de agressora. O liberalismo de vocês vai até onde encontra a opinião contrária. Daí em diante são tomados pelo fascismo mais torpe, evidenciando seu culto ao que de pior há no país: a mentalidade de Olavo de Carvalho, Lobão, FHC, Bolsonaro, Mainardi, Constantino, Sheherazade et caterva. Os liberais que citas teriam vergonha se soubessem por quem são admirados por aqui...

  4. Eduardo Ribeiro Postado em 10/Apr/2015 às 17:36

    Playboy bravinho porque teve que assistir palestra sobre movimentos de defesa às minorias e oprimidos. "Ah, eu estava indo para uma aula de Sociologia, e no lugar teve uma palestra sobre feminismo, racismo, homofobia e outras coisas chatas...violaram meus direitos de estudante". Aí ele escreve estrategicamente pra quem daria o próprio braço em troca de receber um email com esse conteudo, que confirma a suposta "ditadura marxista no sistema de ensino brasileiro blablabla" (é o tema mais caro para Rodrigo Constantino, pra quem não sabe), amplificando a tal "denúncia". Larga disso, moleque. SEMPRE é hora de discutir/debater sobre setores oprimidos da sociedade. SEMPRE. E outra: o menino mimado autor da carta é Olavete de carteirinha. Falou de Gramsci, defecou algumas linhas sobre "esquerda = lado negro da sociedade", ensino ideologizado, MST golpista....enfim...só não citou o Foro de SP...mas é Olavete e como tal, escreveu 120 linhas do mais puro lixo tóxico. Parabens aos que não se omitiram, não foram covardes e assinaram o manifesto de solidariedade à professora, vítima da intolerância irracional de um playboy Olavete e de um dos pitbulls raivosos da Veja.

    • Sergio S. Postado em 10/Apr/2015 às 18:37

      PERFEITO!

    • Roger Postado em 10/Apr/2015 às 20:39

      O menino mimado da carta só soube da existência de Gramsci, provavelmente, pela boca suja do astrólogo Olavo de Carvalho...

  5. Denisbaldo Postado em 10/Apr/2015 às 18:00

    pergunta lá no Posto Ipiranga...

  6. Thiago Teixeira Postado em 10/Apr/2015 às 18:26

    Aposto que está cheio de joinhas e frase "Constantino me representa" nas redes sociais dos modinhas. Quanto mais reacionário, covarde, babaca e escroto for a pessoa a Direita delira.

  7. Jose Antonio Postado em 10/Apr/2015 às 18:50

    Ainda bem que burrice não é contagiosa, já que existem antídotos tais como um livro de História ou um debate academico. A verdade cristalina é que essa direita travestida de liberal é ignorante, iletrada, inculta e deficiente cognitiva. Écaracteristico o burro que se acha intelectual sem ter aberto um livro sério sequer. Não tenho pena destes idiotas. Tenho nojo.

    • Marilda Postado em 10/Apr/2015 às 19:32

      Concordo com voce. Como e dificil argumentar com esses tipinhos. Simplesmente agridem e repetem os "mantras" direitistas. Eu, francamente, desisti...

    • Fernando Brito Postado em 10/Apr/2015 às 20:24

      Li o artigo do Constantino e a carta do rapaz. Não é tão idiota assim. Ele está lá para aprender Direito e não para ter posição política. Aliás o MST é muito bom em violar leis com invasões a prédios públicos. Li e estudei o Capital de Marx, Gramsci Lenin e Rosa Luxemburgo. Estudei História. Por isso posso lhe dizer que sou de direita porque conheço a esquerda. Xingar não vai fazer desaparecer pessoas que pensam assim. E outra. Qual esquerda voce está falando ? Onde ela deu certo ? Qual país que passou pelo socialismo quis voltar ? Então Europa Oriental e boa parte da Asia são todos burros, não leram, são ignorantes, incultos blá blá blá.

      • Brunno Postado em 10/Apr/2015 às 21:01

        E quem falou de socialismo? Vocês são muito delirantes. Devem sonhar com golpes comunista toda noite. Vão se tratar. A guerra fria já acabou.

      • poliana Postado em 11/Apr/2015 às 21:47

        "Ele está lá para aprender Direito e não para ter posição política"...........oi???????????????????????????????????????????

  8. Míriam Martinho Postado em 11/Apr/2015 às 09:58

    Vocês estão parecendo os bizantinos discutindo o sexo dos anjos com o exército turco-otomano já às portas. Incrível a alienação. Foram tantas as merdas que a esquerda, PT à frente, tem feito no poder e na sociedade brasileira que vai levar muito tempo até esquerda voltar a significar outra coisa que não mentira, cinismo, mediocridade, incompetência, corrupção e autoritarismo. E o exército oposicionista está nos portões. Acordem, esquerdiotas.

    • Rodrigo Postado em 11/Apr/2015 às 10:43

      Eu vivo no Brasil ha 40 anos e nunca vi tanta gente ganhar dinheiro como nos ultimos 12 anos. Nao soh os pobres ascenderam de consumo como os ricos ganharam muito com a abertura de novos mercados (China especialmente). Sei que chegou o momento em que a elite brasileira nao aguentou mais perder e esta apelando para todo e qualquer santo para derrotar o PT. Sim, por que nas urnas nao da, o povo pensa e isto surpreende os incautos elitistas. Nao votei no PT, mas sei reconhecer por que eu estava aqui este tempo todo e pude perceber o fim da ditadura, que na verdade nunca se extinguiu completamente, pois seus representantes continuaram impunes e no comando. Por este motivo qualquer alteracao nas elites causa ameacas de retorno deles, pois estao lah todos alinhados e avidos a retornar. Soh nao retornam por que o chefe supremo EU nao dah a liberacao necessaria para tal. Vivemos hoje em um Brasil confuso devido a midia, com roubalheiras (como sempre), e que precisava continuar o progresso para sair da miseravel condicao que nos impuseram de terceiro mundo. Expressao alias que quem realmente governa o pais nos cunhou e impos para seu proprio beneficio de nao ter concorrencia na America Latina e sim um consumidor de lixo industrial.

    • Thiago Teixeira Postado em 11/Apr/2015 às 14:46

      Que tipo de merdas? Acessibilidade da classe marginalizada a bens e serviços por exemplo? Emprego com carteira assinada? Prisões de políticos e empresários corruptos? Redução da pobreza? Por favor, nos conte. Acesse as páginas da Abril e G1 para te ajudar, pois opinião própria e argumentos sem estar pautado por um ancora modinha, a senhoria não tem.

  9. Andrea Postado em 11/Apr/2015 às 12:19

    Não fosse por esses ataques rasos e esse medíocre estaria fadado ao anonimato A profundidade intelectual do sujeito é de um pires...

  10. Rosana Morgado Postado em 11/Apr/2015 às 17:37

    Prezados, Constantino e aluno, sou Professora do curso de Serviço Social da UFRJ, atualmente coordenadora do programa de Pós Graduação da Unidade de Ensino, e deste lugar penso que algumas considerações são necessárias. Espera-se que na Universidade, os discentes tenham a oportunidade de vivenciar/apreender conteúdos que os currículos formalmente estruturados não comportam em seus objetivos. Melhor dizendo, temos como princípios pedagógicos, que para além dos conteúdos previstos nas diversas disciplinas, o docente promova uma diversidade de atividades, capazes de proporcionar aos alunos a apreensão do conteúdo em suas diversas formas de concepção. Assim, promover debates, seminários, palestras, etc, fazem parte sim, de uma proposta consistente e pedagógica de formação profissional. A Universidade não deve ser um colégio de terceiro grau, onde o conteúdo, infelizmente, tem se dirigido majoritariamente, para a cobrança de obtenção de sucesso no vestibular. Att Rosana

  11. Oblivion Postado em 11/Apr/2015 às 19:56

    Acredito que é perda de tempo tentar explicar algo, por mais claro e racional que seja, ao colunista da veja. Muito nobre a elaboração do abaixo assinado, esperemos que a PUC não dê ouvidos àquela matéria má intencionada da revista....

  12. Carlos Mello Postado em 11/Apr/2015 às 19:57

    Se querem o pluralismo, então que convidem o Bolsonaro para palestrar, e não somente os esquerdopatas.

    • poliana Postado em 11/Apr/2015 às 21:49

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Vinicius Postado em 12/Apr/2015 às 21:15

        Só rindo mesmo... *Outro Vinicius

    • eu daqui Postado em 14/Apr/2015 às 11:59

      Justo: onde pode falar um esquerdopata deve poder falar um direitopata também. Plurarismo puro. Por isso sou alguém tão singular !

  13. Scafi Postado em 23/Dec/2015 às 18:46

    Rodrigo Constantino, Ciro Gomes te manda lembranças ! kk

  14. Paulo Postado em 23/Dec/2015 às 20:15

    Ele deve estar lavando pratos nos E. U. A Agora. Ahahahahahahah

  15. daniel Postado em 24/Dec/2015 às 15:57

    nem o lixo de revista que o empregava o aturou mais