Redação Pragmatismo
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Especial 30/Apr/2015 às 15:15
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Jornalista de Curitiba revela detalhes do massacre de 29 de abril

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(Imagem: Leandro Taques)

por Dimitri do Valle, Jornalistas Livres

A série de explosões começou a ser ouvida pouco antes das três da tarde. Quem estava a distâncias que chegavam a seis quilômetros, por exemplo, conseguia ter uma ideia clara de que as coisas no Centro Cívico, a praça dos três poderes do Paraná (mais a Prefeitura de Curitiba), não estavam para brincadeira. Os estrondos eram resultado da ação violenta de policiais militares contra servidores públicos, a maioria professores da rede estadual.

Há dois dias, eles protestavam contra uma série de medidas de arrocho que a Assembleia Legislativa começava a colocar em segunda e última votação naquele momento. No final da tarde, sabia-se que houve pelo menos 107 feridos — dois policiais e 105 servidores. O placar medonho retrata um verdadeiro massacre.

Já à noite, sabia-se que os feridos aumentaram para 150, segundo informações oficiais do SAMU. Oito deles seguiam em estado grave por causa de mordidas de cães policiais e tiros com balas de borracha.

Na segunda-feira, com o registro de escaramuças entre PMs e servidores, mas em escala menor do que a de hoje, o fatídico e já histórico 29 de abril, os deputados já haviam aprovado em primeira votação, por 31 votos favoráveis contra 21 o tal pacotaço, encaminhado pelo governador Beto Richa (PSDB) para melhorar as finanças do Estado, cujos balanços festejados por ele mesmo durante sua campanha à reeleição, no ano passado, apontavam para uma contabilidade em céu de brigadeiro.

Por mais de uma hora e meia, as bombas de gás e de efeito moral mostraram do lado de fora do parlamento estadual que eram a verdadeira garantia para a votação definitiva de hoje no interior do prédio, fazendo valer a vontade de Richa e de sua equipe de governo, comandada pelo baiano Mauro Ricardo Costa, importado pelo tucano para seu segundo mandato e já conhecido pelos serviços prestados na área fazendária da Prefeitura de de Salvador (BA), gestão de ACM Neto (DEM), e no governo de São Paulo, na gestão de José Serra (PSDB). A sessão prosseguia, sem final previsto, até a conclusão desta reportagem.

No entanto, à medida em que as bombas, os cães, as balas de borracha e os cassetetes caíam sobre os manifestantes armados apenas com gritos e palavras de ordem, deputados preocupados com a onda de violência que se desenrolava na praça principal, em frente a Assembleia, batizada de Nossa Senhora da Salete (trágica ironia), chegaram a sair do prédio para pedir calma aos policiais. A exemplo de servidores públicos feridos, com quem ficou lado a lado durante a confusão e barbárie generalizada na praça, o deputado Rasca Rodrigues, do PV, saiu no prejuízo e foi mordido por um dos cães da tropa de choque da PM, além de ter aspirado gás de pimenta e lacrimogênio. Voltou ao prédio com sangue escorrendo pelo braço.

Proibidos de se aproximar da Assembleia Legislativa por grades e um cordão humano de 1.500 policiais, a maioria deslocados de batalhões do interior e sem garantia de pagamento de suas diárias, restou aos manifestantes fazer o caminho de volta, diante da intensa repressão policial que se iniciou. Eles voltavam correndo em direção à avenida Cândido de Abreu, a principal via de ligação com o Centro Cívico. Não estavam sozinhos.

Muitos vinham carregando, como feridos da guerra campal, pelos braços e pernas, manifestantes desacordados e feridos.

O prédio mais próximo em que eles poderiam ficar à espera de socorro, foi a Prefeitura, comandada atualmente por Gustavo Fruet (PDT), atual desafeto de Richa, que lhe negou candidatura a prefeito, em 2012 pelo PSDB, vindo a se candidatar e ganhar o poder da capital, como azarão.

O hall de entrada e salas próximas, onde o IPTU e tributos municipais são cobrados, foram transformados em hospital de campanha. Vídeos de smartphones com os feridos deitados, sangrando e sem camisa passaram a ser veiculados na internet. Mesas de trabalho viraram maca, e as poucas que chegavam, apareciam por meio das escassas equipes do SAMU, que estavam em dificuldades para se aproximar do Centro Cívico, por conta do bloqueio policial de ruas próximas, e à multidão em fuga por calçadas e a avenida principal.

O expediente em toda a Prefeitura foi interrompido para que se desse cabo do atendimento aos feridos. Só ali foram acolhidos 35, muitos deles machucados no corpo, da cabeça aos pés, pelas balas de borracha das carabinas da tropa de choque e outros com dificuldade de respiração por inalação dos gases de dispersão, além dos atingidos de praxe pela força dos cassetetes. Testemunhas entre os manifestantes relataram ter visto um helicóptero com policiais atirando bombas em voos rasantes, no que seria o primeiro ataque aéreo feito contra seus próprios civis em território nacional.

Uma creche municipal que fica no Centro Cívico, a poucas quadras da praça onde a guerra prosseguia, testemunhou de dentro de suas paredes todo o terror protagonizado pelos policiais. Se a seis quilômetros, o barulho das bombas se fazia surpreender, como exposto no início deste relato, pode-se ter uma ideia da intensidade dos estrondos e do eco provocado dentro da creche infantil, exposta ao barulho das explosões e dos gritos dos manifestantes, apoiados por potentes carros de som, além do incômodo nauseante da fumaça dos gases de dispersão. O choro tomou conta das crianças, funcionários e professores, que não tinham a quem recorrer, restando torcer para que tudo terminasse o mais breve possível, o que não aconteceu.

Do ponto de vista militar, a polícia cumpriu, mesmo com o uso de força excessiva, a missão de deixar afastados da Assembleia os manifestantes, o que não havia conseguido em fevereiro, quando Richa tentou colocar o pacotaço em votação pela primeira vez, ocasião em que foi rechaçado pela presença de 20 mil manifestantes e um mês de greve dos professores, a maior categoria de servidores do Estado, com 50 mil profissionais. Naquela ocasião, os deputados da bancada governista tiveram que entrar na Assembleia dentro de um vetusto e gigante camburão policial de cor preta. Tentaram encaminhar a votação do restaurante da assembleia, pois o plenário havia sido ocupado, mas tiveram medo da reação dos manifestantes e adiaram o intento.

Como se percebe, era questão de tempo para Richa assimilar o recuo, reorganizar a tropa, tanto a da fiel Assembleia, como a das balas, bombas e porretes, para fazer valer seu projeto que tira vários direitos do funcionalismo, como o corte de licenças de parte dos professores, o livre uso de recursos dos fundos estaduais, inclusive o do poder Judiciário, aumento da alíquota do ICMS de mais de 90 mil produtos, e mudanças no setor de previdência dos servidores, que os obrigarão a pagar um índice extra caso queiram manter seus salários integrais acima de R$ 4,6 mil.

paraná curitiba professores massacre
(Imagem: Leandro Taques)

O preço político a ser pago para os principais atores do episódio, como Richa e seus colaboradores no governo e na Assembleia, ainda é tão nebuloso e maleável quanto a fumaça de cor branca das bombas que tomou conta do Centro Cívico e fartamente captada pelos celulares dos prédios próximos.

Antes que o leitor estranhe esse direcionamento nessa parte do texto, um pouco de história recente da política local. Em 30 de agosto de 1988, a PM reprimiu no mesmo Centro Cívico, um protesto de professores da rede estadual, no então governo de Álvaro Dias, na época no PMDB, e hoje senador filiado ao PSDB. Muitos decretaram o fim de sua carreira política, marcado pelo pisoteio da cavalaria em professores desarmados, mas Álvaro segue firme na lida. Tirando duas derrotas circunstanciais ao governo paranaense, contra Jaime Lerner, em 1994, a novidade política daquele ano, e Roberto Requião, em 2002, apoiado por nada menos do que o presidente Lula, o bamba da vez, Dias é o senador com mais mandatos eleitos. Ganhou, por exemplo, com ampla folga mais oito anos em 2014. Já havia sido eleito em 2006 e em 1998, portanto, depois da pancadaria de 88.

Richa tem um destino mais incerto, mas nem por isso menos favorável. Richa encarna o antiesquerdismo visceral de boa parte do eleitorado paranaense atual. Com o tempo, como todo político, pode ser beneficiado pela diluição natural do episódio dantesco, assim como aconteceu com Álvaro Dias. A diferença é que, pelo tamanho do massacre e sua presença constante na internet (ferramente inexistente na época de Álvaro), Richa poderá passar o que resta do seu segundo mandato tentando explicar os “comos” e “por ques” de tanta violência contra profissionais da Educação. E mais: boa parte da população paranaense, assim como a brasileira, ainda marca sua rotina diária em frente à televisão pelo noticiário das emissoras de sinal aberto. Nesta noite, Richa pode ser beneficiado ou não pelos filtros editoriais e critérios supostamente jornalísticos (“não abusar das imagens, tem muita criança assistindo neste momento”, pode ser um deles, sim) lançados à mão por editores e cúpulas das emissoras.

A administração de Richa enfrenta também profunda investigação sobre supostos pagamentos de propina a servidores da Receita Estadual de Londrina, no Norte do Paraná, sua cidade natal, por empresas pressionadas a se verem livres de qualquer fiscalização e cobrança dos agentes do fisco. Um dos jornalistas mais premiados do Brasil, ao investigar o caso, teve que sair da cidade, pois recebeu a informação que seria morto em falso assalto a uma churrascaria que frequentava. O primo de Richa, Luiz Abi, é suspeito de estar por trás de fraudes de licitação para consertos de carros do governo, assunto que o jornalista ameaçado, James Alberti, da afiliada da Globo, no Paraná, também investigava em Londrina. Abi foi preso, a pedido do Ministério Público, mas atualmente responde ao processo de suspeita de corrupção em liberdade.

Beto Richa é filho de José Richa (morto em 2003). Richa pai teve papel de destaque na época da redemocratização, quando Tancredo Neves foi eleito presidente da República, no colégio eleitoral de janeiro de 1985. Se os militares da linha dura decidissem impedir a posse ou não reconhecessem o resultado da eleição indireta feita no Congresso Nacional, Richa pai havia se comprometido a participar de um plano para abrigar Tancredo no Paraná e resistir contra uma eventual tentativa de golpe, colocando a sua Polícia Militar, para proteger o novo presidente civil. Hoje, trinta anos depois, a mesma corporação, sob o desígnio de outro Richa, faz o caminho inverso, o da violência desenfreada, sem qualquer ligação com as garantias democráticas tão defendidas pelo próprio pai, como ficou explícito na tarde desse 29 de abril, marcada pelo frio e garoa que caiu no centro do poder da Capital do Paraná.

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Comentários

  1. C.Paoliello Postado em 30/Apr/2015 às 15:34

    RICHA E ASSESSORES COMEMORAM MASSACRE DE PROFESSORES (VÍDEO): http://www.viomundo.com.br/denuncias/blog-do-esmael-com-gritos-de-aeee-e-isso-ai-richa-e-assessores-comemoraram-o-massacre-contra-os-professores.html

    • José Ferreira Postado em 30/Apr/2015 às 16:41

      Não se sabe se são realmente assessores do Governo.

  2. Eduardo Postado em 30/Apr/2015 às 15:38

    quanto mais ignorante o povo, melhor.... vocês acham que tucano gosta de professor...... quem vota neles são os que não sabem seus direitos....

    • Pereira Postado em 30/Apr/2015 às 15:50

      Com o PT a vida dos professores é uma maravilha.

      • Ana Paula Postado em 30/Apr/2015 às 16:59

        Grande argumento! Diz aí: UM, apenas um governador ou prefeito do PT que tenha tratado qualquer professor com truculência. Aliás,não precisa ser professor, qualquer cidadão. Inclusive, nem os golpistas que saíram às ruas para protestar, xingar, dizer palavões pra Presidenta, foram tratados assim.

      • Cassia Postado em 30/Apr/2015 às 22:37

        Rpz, muda o disco que esse discurso de culpar o PT por tudo está cansativo demais. Reconheça que esse governador foi a pior opção que o Paraná poderia ter escolhido. Espero que esse senhor nunca mais seja eleito pra nada. O brasileiro precisa usar a memória e se informar mais, antes de escolher esses canalhas, inimigos dos trabalhadores e do povo!!!

  3. jeff Postado em 30/Apr/2015 às 15:44

    Veja a expressão de ódio das criaturas fardadas contra os professores, as criaturas fardas não são seres humanos mas sim, animais adestrados e verdadeiros chacais fardados que obedecem as ordens do comandante que ordenou atacar e agredir os professores e essas criaturas fardadas horrendas e perversas gritaram ordem dada é ordem cumprida, isso é motivo de nojo, de repugnância e de repudio contras os truculentos militares que agrediram covardemente nossos heróis: os professores. Um alerta para os pais e mães se não deseja que seu filho ou filha se transformem em perversos e cruéis animais adestrados nunca permitam que vistam uma farda!

    • Fernando Postado em 01/May/2015 às 13:54

      Assino embaixo e endosso cada palavra sua. esse câncer chamado polícia militar é mais uma excrescência deixada como herança pelos colonizadores portugueses que precisavam e ainda precisam de uma tropa de animais adestrados para fazer o serviço sujo de proteção aos crimes do estado e intimidação da população. E acreditam piamente que são heróis... seria cômico se não fosse trágico!

  4. IVONE Postado em 30/Apr/2015 às 16:07

    Em qualquer administração de governo independente de partido politico tem que se priorizar dialogo e a democracia. Se este Governador fosse petista nos ja saberíamos o desfecho disso tudo. Porem e do Psdb, então e sempre protegido por gente sem consciência politica, e que não consegue enxergar o coletivo, sua visão e limitada a seu próprio umbigo e interesse o que não deixa de ter sua coerência, não por acaso sem identificam com o desgovernador Beto Richa.

  5. Pereira Postado em 30/Apr/2015 às 16:07

    Vou me mudar já para um estado onde o governo seja petista e matricular meu filho numa escola estadual. É tudo que eu quero para meu amado filho.

    • poliana Postado em 30/Apr/2015 às 18:10

      pereira, n seja cínico! vc sabe muito bem q o q gerou essa guerra no paraná não foi a má remuneração dos professores da rede estadual de ensino. o problema todo foi a maldade do beto richa em querer usar os dinheiro do fundo de previdência dos serv pub estaduais do pr pra COBRIR O ROMBO Q ELE DEU NOS COFRES PÚBLICOS. vc está agindo de má fé tentando deturpar a cerne desse massacre!!!

      • Fernando Postado em 01/May/2015 às 13:56

        Não perca seu tempo discutindo com este asno fascista, Poliana. O lixo direitista tem sempre o mesmo perfil: invejosos, incompetentes, falso moralistas, ladrões e maçons.

      • Fernando Postado em 01/May/2015 às 14:07

        Infelizmente, este ladrão que se presta ao papel de office-boy da canalha judaico-sionista de curitiba encabeçada pelo capo Lerner, será eleito e reeleito muitas e muitas vezes porque o povo neste estado é cafona, ignorante, carola de seitas estelionatárias ou seguidores do esgoto opus dei católico. Se acham lindos e europeus (piada, né?) e acreditam piamente que curitiba é o centro do mundo e uma das 3 melhore cidades para se viver. haja provincianismo! Polacos e italianos que juram viver numa sede da pátria-mãe... Tive o desprazer de viver alguns anos neste lugar desprezível e lamento o tempo perdido embora tenha sido por razões profissionais. Um povo que aplaude a corrupção desde que esteja sendo exercida por algum mauricinho e despreza sua própria condição de zé povinho tem mais é que tomar naquele lugar! Uma pena que pessoas sérias e honestas como os professores, a classe artística e outros profissionais que dão o melhor de si no serviço público vegetem neste lugar. merecem melhores opções de vida e o Brasil está cheio delas.

  6. Silva Postado em 30/Apr/2015 às 16:11

    Pereira exercendo seu lado cristão evangélico!

    • Pereira Postado em 30/Apr/2015 às 16:16

      Minha esposa é professora da rede municipal, num município que o Pt governa. O prefeito adia o pagamento, paga pela metade, não da condições de trabalho, não faz nada nos casos de violência contra professores em sala de aula e ainda quer rever o sistema de aposentadora. O estranho que nesse município não tem manifestação, não tem professor descontente e nem pede 75 % de aumento. Estranho não acham ?

      • Silva Postado em 30/Apr/2015 às 17:58

        Pereira porque sua mulher não dá aulas no estado? Não conseguiu passar no concurso?

      • Lisete Postado em 30/Apr/2015 às 18:47

        Cada vez que leio aqui, a mulher do Pereira trabalha em um lugar diferente. Pereira, você é um piada sem graça.

    • Pereira Postado em 30/Apr/2015 às 16:20

      É que o povão já entendeu os esquemas que a esquerda faz para se manter no poder. Se até o Foro de são paulo já está escancarado. É crescente o número de pessoas que não aturam mais o vitimismo de pretensas minorias desfavorecidas. O povão está entendendo a nefasta presença da esquerda numa sociedade. Por isso vocês são cada vez mais piada pronta.

      • Eduardo Ribeiro Postado em 30/Apr/2015 às 17:01

        Ninguém no mundo se preocupa tanto com esse Foro de SP quanto as Olavetes. Nem os próprios participantes dessa parada aí tem tanta preocupação quanto as Olavetes-Piadas-Prontas tem.

      • Ana Paula Postado em 30/Apr/2015 às 17:03

        Piada pronta? Acho uma pena que a tua esposa não seja professora em Curitiba...

      • Eduardo Ribeiro Postado em 30/Apr/2015 às 17:09

        E o que que tem a ver "pretensas minorias desfavorecidas"? Que "pretensas", bicho? O ódio é tão grande que já confunde o raciocínio. Calma, cara. Você vai ter oportunidade rapidinho de sacar seu "manual do menino fascista que odeia a esquerda" e falar das "minorias birrentas", logo logo. O opressor nunca dá trégua ao oprimido. Mais dia, menos dia, acontece alguma barbaridade envolvendo nossas já massacradas minorias e você vai poder destilar seu ódio no lugar certo. Aqui é pra falar de massacre da PM comandada pelo PSDB pra cima de professores publicos que reivindicavam direitos que foram surrupiados. Eu sei que você não gosta quando oprimidos se levantam contra o opressor, mas o contexto infelizmente é esse. Um assunto que te desagrada, a insurreição de oprimidos.

      • Ricardo Postado em 30/Apr/2015 às 17:10

        Sim, foi a esquerda que bateu ontem, foi a esquerda que aprovou a terceirização... Das duas, uma: ou vc tem um problema de definição de esquerda ou tem problema de definição de povo. Só pra entender: tua mulher é trabalhadora e vc apoia a direita?! É gostar de se fuder!!! Como disse Tim Maia: "o Brasil é o único país em que puta goza, traficante cheira e pobre vota na direita". Ah, desculpa, vc não é pobre...

      • Ricardo Postado em 30/Apr/2015 às 17:12

        Calma, Eduardo, o Pereira só quer mostrar que entendeu o que o padre lhe disse! Repetiu direitinho, hein, Pereira?! Agora fala pra nós: vc é da Canção Nova ou da Opus Dei?! Porque da Teologia da Libertação vc não é, kkkkkkk!

      • j. andrade Postado em 01/May/2015 às 09:55

        Bom é no Estado do Pauraná. Educação de base do cacete? Que nada! Educação lá é na base da porrada e do cacete! Você é a piada pronta, carolinha olavete. Vai cuidar de tua ardência no regaço.

    • poliana Postado em 30/Apr/2015 às 18:10

      ele está sendo hipócrita e agindo de má fé mesmo, silva. deturpando a verdadeira razão de todo esse massacre. absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. Silva Postado em 30/Apr/2015 às 17:24

    Não Ricardo ele não é católico é evangélico, extremamente conservador e preconceituoso, na hora que o pastor leu na bíblia. "Amar o próximo como a ti mesmo," ele sempre dorme, motivo de exalar ódio pelos poros

  8. Duarte Postado em 30/Apr/2015 às 21:38

    O povo escolheu o PSDB, condenou o PT a destruicao, espero que fique so nisso, infelismente nao acredito que fique, nos proximos 4 anos o povo tomara conciencia de seu erro.

  9. Elizabete Postado em 30/Apr/2015 às 22:50

    Porem e do Psdb, então e sempre protegido por gente sem consciência politica, e que não consegue enxergar o coletivo, sua visão e limitada a seu próprio umbigo e interesse o que não deixa de ter sua coerência, não por acaso sem identificam com o desgovernador Beto Richa. Oba, que maravilha! Gente de Esquerda, gente inteligente. Poucos Miquinhos amestrados por aqui. Parabéns pessoal!

  10. j. andrade Postado em 01/May/2015 às 09:53

    Bom é no Estado do Pauraná. Educação de base do cacete? Que nada! Educação lá é na base da porrada e do cacete!

  11. Aristóteles Postado em 02/May/2015 às 01:01

    Esses fascistas contam, sempre, com a memória curta do povo brasileiro. Aqui no Paraná temos um histórico de políticos da pior espécie, senão vejamos: Álvaro Dias, Jaime Lerner e seu discípulo fiel, Beto Hitler. Vade retro!

  12. Deisi Postado em 02/May/2015 às 07:53

    Precisa de muito sal grosso, alho e cruz, para espantar os fascistas do poder no Paraná!