Redação Pragmatismo
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Política 30/Apr/2015 às 17:19
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Evangélicos e católicos se unem no Congresso Nacional

Deputados evangélicos e católicos se aliam no Congresso Nacional em 'defesa da família e da moral cristã'. Pesquisadora diz que aliança religiosa visa reunir forças para pautar temas para além da moralidade sexual

eduardo cunha bancada evangélica
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, participa de culto da Bancada Evangélica em fevereiro (Agência Câmara)

Helder de Lima, RBA

Graças ao voto conservador para a Câmara Federal e à presença de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Casa, trabalhadores e outros segmentos da sociedade brasileira se mobilizam para impedir o Projeto de Lei 4.330, que expande a terceirização para as atividades-fim das empresas, e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Muito da onda conservadora que varre a Câmara ganha apoio da bancada evangélica, que é a terceira da Casa em número de parlamentares e a primeira a defender os “valores sagrados” da família, contra os direitos dos segmentos LGBT e dos grupos de direitos humanos.

Mas, afinal, o que se passa com a bancada evangélica e como entender a sua ascensão em um país que hoje vive a contradição de ter um governo central progressista e um parlamento conservador?

A jornalista e professora Magali do Nascimento Cunha, da Universidade Metodista de São Paulo, que desenvolve estudos sobre a bancada evangélica, afirma que a pauta dos evangélicos hoje encontra eco em outros setores da sociedade e, por isso, a sua repercussão.

“Mais recente é o forte tradicionalismo moral que tem marcado a atuação da Frente Parlamentar Evangélica, que trouxe para si o mandato da defesa da família e da moral cristã contra a plataforma dos movimentos feministas e de homossexuais e dos grupos de direitos humanos, valendo-se de alianças até mesmo com parlamentares católicos, diálogo historicamente impensável no campo eclesiástico. Este discurso tem um apelo que atinge não só evangélicos, mas também católicos e outros grupos sociais mais conservadores que nem são ligados à religião”.

Em entrevista, a professora faz um balanço destes primeiros tempos da bancada na nova legislatura, mas adverte que não podemos falar em uma representação unificada dos evangélicos na Câmara, a despeito de sua força: “Primeiro porque ‘evangélicos’ é um segmento social de uma diversidade que em um parágrafo já não se pode explicar. Falamos de uma enorme gama de grupos desde os históricos ligados à Reforma Protestante, os pentecostais relacionados aos movimentos avivalistas nos Estados Unidos e na Escandinávia, aos grupos independentes nascidos no Brasil desta ou daquela experiência e que se concretizam em incontáveis denominações”.

Leia a entrevista a seguir.

Por conta do perfil conservador do Congresso, o Brasil está discutindo hoje o PL 4.330, sobre terceirização, e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Como você vê o peso da bancada evangélica nesse cenário?

A bancada evangélica, desde a sua formação em 1986, nunca teve uma pauta progressista, ou de esquerda. Os parlamentares evangélicos até os anos 2010 não eram identificados como conservadores do ponto de vista sociopolítico e econômico, como o é a Maioria Moral nos Estados Unidos, por exemplo.

Seus projetos raramente interferiam na ordem social: revertiam-se em “praças da Bíblia”, criação de feriados para concorrer com os católicos, benefícios para templos. O perfil dos partidos aos quais a maioria dos políticos evangélicos estava afiliada refletia isso bem com recorrentes casos de fisiologismo.

Mais recente é o forte tradicionalismo moral que tem marcado a atuação da Frente Parlamentar Evangélica, que trouxe para si o mandato da defesa da família e da moral cristã contra a plataforma dos movimentos feministas e de homossexuais e dos grupos de direitos humanos, valendo-se de alianças até mesmo com parlamentares católicos, diálogo historicamente impensável no campo eclesiástico.

Este discurso tem um apelo que atinge não só evangélicos, mas também católicos e outros grupos sociais mais conservadores que nem são ligados à religião. É na última legislatura que vemos emergir uma pauta mais conservadora do ponto de vista sociopolítico e econômico entre os evangélicos, que são uma frente parlamentar estratégica, a terceira do congresso em número.

Isto é um sinal de mudança de postura tanto de boa parte dos parlamentares evangélicos, que se veem com força para pautar temas para além da moralidade sexual, como de políticos não-religiosos identificados com o conservadorismo e que veem neste grupo um aliado.

O que temos nos movimentos conservadores é que são causas reacionárias frente a avanços conquistados por movimentos sociais nas últimas décadas e estes grupos têm encontrado bastante eco na sociedade.

E o papel de Eduardo Cunha, que é ligado à bancada? Ele é mais responsável do que a bancada pela pauta conservadora que está em discussão com esses projetos?

Eduardo Cunha não está no cargo de presidente da Câmara porque é evangélico. Está pelo seu histórico de aliado das empresas de telefonia e de liderança do PMDB. Tornou-se evangélico há pouco mais de dez anos, o que foi um reforço a mais ao seu poder de penetração e já mudou de denominação, identificando a força das Assembleias de Deus para onde migrou como membro no final de 2014, deixando a Igreja Sara Nossa Terra, que o vinha apoiando.

Portanto, a pauta de retrocessos é dele como político dos empresários e da ala mais conservadora do PMDB. O fato de ele ser evangélico reforça isso e lhe dá mais margem de negociação como integrante destacado desta que é a terceira bancada da Câmara.

Ao se colocar contra os direitos LGBT, a bancada evangélica está fomentando a homofobia?

Qualquer tema ligado à sexualidade humana desperta paixões, particularmente quando uma cultura é construída sob os princípios patriarcais de forma tão intensa como é a cultura latina, em que as bases cristãs-ocidentais estabeleceram o ato sexual como uma prática cujo objetivo exclusivo era a procriação, sendo os filhos a continuidade da família e sua herança.

A moralidade cristã (de evangélicos e católicos romanos) no que diz respeito ao corpo está baseada nos princípios patriarcais e na repressão à liberdade e ao prazer.

Portanto, é da natureza desses grupos religiosos cristãos reagir a todo e qualquer avanço que coloque o patriarcalismo e a moral sexual tradicional em xeque. A bancada evangélica se apresenta como credenciada para a defesa dessa moral tradicional e tem católicos como aliados. Isso é uma pauta homofóbica e que fomenta a homofobia, sim.

Algumas informações dão conta de que cultos evangélicos têm sido realizados dentro da Câmara. O que você pensa a respeito? Como fica a discussão sobre o Estado laico?

O Estado laico é uma busca não plenamente alcançada, desde que o Estado se desvinculou da Igreja Católica com a República. Esta questão está mais acesa agora à medida que temos uma bancada identificada como religiosa no Parlamento com poder de decisão baseado nos seus preceitos de fé.

No entanto, não podemos colocar apenas nos evangélicos o peso do comprometimento da laicidade do Estado. Há muitos anos, a fé católica romana interfere na dinâmica social, política e cultural do país, a começar com a existência de feriados nacionais relacionados aos santos e às festas católicas, passando pelos crucifixos em destaque nas paredes das repartições públicas e tribunais de Justiça até chegar ao Acordo Brasil-Vaticano, de 2009, que concede isenção tributária a instituições católicas, privilegia a Igreja Católica no ensino religioso nas escolas públicas e garante cooperação para preservar e valorizar os bens culturais da Igreja Católica.

O que os evangélicos fazem agora no parlamento é ampliar este espaço que já é dado pelos poderes da República ao catolicismo.

Tudo isso é grave na medida em que constitucionalmente somos um país laico que garante liberdade de crença. Isso significa direitos a todos que incluem os que não creem. Questionar as posturas da bancada evangélica é imperativo, mas este questionamento deve ser acompanhado das posturas em relação ao catolicismo também.

Você acredita que da legislatura passada para a atual houve um ganho de peso/influência da bancada evangélica, apesar de numericamente ela ter crescido apenas de 73 para 75 deputados?

A partir do Congresso Constituinte eleito em 1986 houve uma mobilização de igrejas para terem representantes no Congresso que votaria a nova Constituição depois da ditadura militar. Foram 32 eleitos naquele pleito.

Configurou-se então uma nova força não só política, mas sociocultural, com o crescimento intenso dos evangélicos a partir dos anos de 1990, que buscaram ocupar espaços na esfera pública, em especial os grupos pentecostais, com aquisição de mídias e projetos políticos muito claros – caso da Igreja Universal do Reino de Deus e da Assembleia de Deus.

Depois de altos e baixos em termos numéricos, desde o Congresso Constituinte, decorrentes de casos de corrupção e fisiologismo, a bancada evangélica se consolidou como força, o que resultou na criação da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) em 2003.

Tudo isso é resultante do crescimento das igrejas evangélicas, em especial as pentecostais, e do desejo desses grupos de mais visibilidade e influência social. Soma-se a isso o claro projeto político de igrejas como a Universal do Reino de Deus e a Assembleia de Deus de ocupação e criação de partidos e busca de mais poder decisório na esfera pública.

Frente aos 513 deputados da Câmara Federal, a bancada evangélica, com 75 deputados, detém 14,6% das cadeiras, enquanto o IBGE indica que 22% da população são de evangélicos. Você acredita que os evangélicos estão bem representados na Câmara?

Não podemos falar que os deputados na Câmara representam os evangélicos. Primeiro porque “evangélicos” é um segmento social de uma diversidade que em um parágrafo já não se pode explicar. Falamos de uma enorme gama de grupos desde os históricos ligados à Reforma Protestante, os pentecostais relacionados aos movimentos avivalistas nos Estados Unidos e na Escandinávia, aos grupos independentes nascidos no Brasil desta ou daquela experiência e que se concretizam em incontáveis denominações. Temos na Câmara 15 igrejas representadas, e 11 delas são pentecostais.

A Igreja Universal do Reino de Deus e a Assembleia de Deus são as duas grandes forças desse grupo, com mais de 50% dos deputados. Essas duas denominações evangélicas têm um projeto político claro e podemos dizer que os seus deputados as representam.

Os outros 50% estão distribuídos por 13 diferentes denominações, oito delas com apenas um deputado eleito e que está lá não representando o seu grupo, mas com um projeto pessoal. Só estes dados já jogam por terra a tese de que há uma representação.

Tamanha diversidade dos evangélicos no Brasil, diversidade que está no interior dos próprios grupos na sua singularidade, torna impossível que falemos de representação. Esta tese é uma armadilha de algumas lideranças em busca de poder político e religioso na qual as mídias noticiosas são capturadas e reproduzem sem reflexão e pesquisa.

A dissidência dentro da bancada evangélica que você previu no estudo do Diap (Radiografia do Novo Congresso) está de fato acontecendo? O que é possível notar sobre isso neste início de legislatura?

Ainda é cedo para uma avaliação mais precisa, mas nestes primeiros meses de legislatura é possível ver claramente o fiasco da presença do Cabo Daciolo no Psol-RJ. Se se esperava um candidato evangélico com propostas e postura de esquerda por ser vinculado ao Psol já está claro que isto não se concretizou, nem se concretizará.

Portanto, dos integrantes de partido de esquerda que mencionei no artigo, um deles já está descartado. Os outros, do PT, no caso da PL da Terceirização, se colocaram contrariamente.

Clarissa Garotinho (PR-RJ, presbiteriana) se manifestou contra a eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, mas, ao que tudo indica, foi uma oposição pontual pelas divergências políticas de Cunha com a família Garotinho, já que ela tem exposto nas entrelinhas de redes sociais simpatia ao tema da redução da maioridade penal, mas votou contra a PL da Terceirização. Por sinal, neste caso do PL ocorreu o que se poderia prever, com 40 evangélicos votando “sim” e 15 votando “não”.

Mas, ao mesmo tempo, temos um retrato de como a bancada evangélica pode ser previsível por suas características gerais mas não em particularidades. Por exemplo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB, batista) votou “sim”, mas foi o único evangélico membro da CCJ a votar “não” para a PEC da Maioridade Penal.

Por outro lado, entre os 15 que votaram “não” à PL da Terceirização estão conservadores no campo dos direitos humanos como os assembleianos Marco Feliciano (PSC-SP), Ronaldo Fonseca (Pros-DF) e Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ). É preciso muito monitoramento e reflexão para entender tanta complexidade.

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Comentários

  1. Jesuíno Postado em 30/Apr/2015 às 17:25

    “Quando orardes”, disse Jesus Cristo, “não deveis ser como os hipócritas; porque eles gostam de orar em pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas largas, para serem vistos pelos homens. Deveras, eu vos digo: Eles já têm plenamente a sua recompensa”. Ele acrescentou: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto particular, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; então o teu Pai, que olha em secreto, te pagará de volta.” (Mateus 6:5, 6) Com essas palavras, Jesus não condenava todas as orações feitas em público, pois ele mesmo orava em voz alta na presença de outros. (Mateus 14:19) Antes, ele mostrava que o errado é orar solenemente em público com o objetivo de ser visto ou ouvido por outros e receber deles louvor.

    • Carlos Prado Postado em 01/May/2015 às 11:24

      Daí um dos erros dos 'progressistas', que querem apenas aparecer como se fizessem um bem para os necessitados - ou para os 'oprimidos'. Mas não querem jamais pensar nas consequências além da aparência de suas ações.

    • Marcos Silva Postado em 01/May/2015 às 14:58

      Os mitos criados pelas religiões cristãs têm muito peso no pensamento único capitalista e são avidamente apropriados por ele para facilitar a aceitação do sistema pelos mais crédulos. Exemplos: “A pobreza é uma situação passageira da vida terrena”. “Sempre houve ricos e pobres”. “O rico será castigado no juízo final”. “Deve-se aguentar o sofrimento sem revolta para mais tarde ser recompensado.

    • paulo Postado em 03/May/2015 às 17:33

      Uma coisa eu digo. Dá gosto de ler esses comentários aqui. Pessoas com letramento. Inclusive religioso. Parabéns a todos.

  2. Eva Postado em 30/Apr/2015 às 17:26

    Deus serve à guerra e à desarmonia. Também é escudo para os exploradores de toda a hora. Deus se apresentou aos pobres, no Brasil, a partir de 2003. Antes disso, somente os ricos mereciam educação, saúde, profissão e trabalho digno. É assim que entendo: Deus não existe.

    • felipe Postado em 30/Apr/2015 às 18:22

      "Antes disso, somente os ricos mereciam educação, saúde, profissão e trabalho digno" fala isso para o pobre que ganha mil reais por mês, nao tem saude (3 anos para um exame do sus) que vive com professores desvalorizados e desmotivados, não tem dinheiro nem para comer, fala que o governo melhorou a vida dele.

      • Rocken Postado em 01/May/2015 às 00:53

        "fala que o governo melhorou a vida dele", ainda to procurando alguém que sabe melhor do que eu se a minha vida melhorou ou não, mas inda bem que neste caso ai que voce citou tem você pra ir la avisar o cara que a vida dele não melhorou

      • Felipe Postado em 01/May/2015 às 22:31

        Basta ir no seu vizinho ou na sua comunidade (moro na zona norte de SP) e conversar com seus amigos visitar uma escola, no seu trabalho enfim se você já fez isso ou se fizer terá a sua resposta, não vale ir a CUT campo do MST etc... Vá a uma comunidade de um bairro pobre e faça sua pesquisa pessoalmente e tire suas conclusões.

    • SILVIO MIGUEL GOMES Postado em 22/Oct/2015 às 08:32

      Parabéns pelo comentário. Não existe somente os nossos vizinhos e nossas cidades. Existe um Brasil imenso que sempre foi esquecido, humilhado e desmoralizado. Eu moro em cidade paulista, mas eu me lembro da época que não existia seguro desemprego, não existia atendimento nenhum. TRABALHADORES que se feriam gravemente não eram atendidos de imediato e os que moravam no meio rural quando ficavam doente vinham para a cidade apenas quando passava o caminhão do leite ou alguma carona.

  3. Ingrid Postado em 30/Apr/2015 às 17:43

    Respeito o direito das pessoas trem sua religião, mas quando vejo uma foto dessas, tenho muito, muito medo.

  4. Rodrigo Postado em 30/Apr/2015 às 18:07

    (Outro Rodrigo) Uma coisa é pessoas dizerem-se seguidoras de uma ideologia ou credo, assim buscando amealhar votos (ou adotarem uma interpretação pessoa como se verdade inegável fosse, passando a crer no que criou). Outra, bem diferente, é a ação efetiva de cada uma dessas pessoas, na prática. Se formos buscar exemplos veremos ditos católicos e ditos evangélicos, que não seguem o que Jesus ensinou e pautam-se pelo desamor. Veremos, também, que PT, PSDB e DEM se aliaram em eleições municipais e mesmo estaduais (DEM e PT no Pará, PT e PSDB no Amapá). Não posso crer que nenhum desses, religiosos ou políticos (ou políticos "religiosos) estejam realmente seguindo a ideologia partidária ou os princípios de sua fé.

  5. Rodrigo Postado em 30/Apr/2015 às 18:49

    A festa da HIPOCRISIA! Viva o lixo!

  6. poliana Postado em 30/Apr/2015 às 19:09

    triste, viu...triste! lamentável! total afronta ao estado laico!!!!!!!!

  7. Roberto Pedroso Postado em 30/Apr/2015 às 23:43

    Assim se configura a democracia no Brasil com um congresso que é o mais conservador dos últimos tempos (segundo pesquisa do DIAP )contando com as bancadas suprapartidárias muito bem organizadas,concatenadas e coesas sendo conhecidas como as bancadas da Bala, da Bíblia e do Boi,em um regime de "parlamentarismo branco" onde o executivo se tornou refém do legislativo estas bancadas conservadoras e retrogradas estão afinadas com as vontades e desejos dos grandes empresários e dos donos do capital e estão dispostos a legislar segundo os interesses dessa classe,em detrimento da classe trabalhadora, maior prova recente disso foi a aprovação da lei das terceirizações e o pior é que muito mais ainda está por vir.A bancada BBB e' o triste retrato do pensamento reacionário retrogrado e classista que hoje dá o tom no parlamento.Para além de pequenas discordâncias religiosas o que me interessa é aquilo que afeta a todos nós,ou seja como essas bancadas se comportam e votam em projetos de suma importância para a nação,sabemos que tais parlamentares estão sim defendendo os interesses dos setores conservadores, sendo assim poderemos ter mais dissabores e desagradáveis surpresas ainda por vir.

  8. Roberto Pedroso Postado em 01/May/2015 às 10:26

    O mais cômico é o discurso da direita que apregoa que o Brasil vive sob a 'Ameaça Bolivarianista"que ameaça todas as democracias na America Latina e nada falam ou escrevem sobre essas articulações nefastas dos setores conservadores em nosso parlamento, essa sim representando uma ameaça real e presente que pode por em xeque a noção clássica de democracia em nossa republica.

    • Fernando Postado em 01/May/2015 às 14:18

      A direita é a cara d maçonaria tupiniquim e faz parte de sua estratégia criar inimigos imaginários para assustar o povo assim como os EUA criam inimigos imaginários para aterrorizar sua população e jogá-la contra os orientais.

      • Mallu Postado em 01/May/2015 às 16:28

        Na mosca, Fernando. E estas "ovelhinhas" alienadas ainda acham que estes crápulas que usam da religião (esta praga retrógrada e inútil, para falar o mínimo) estão servindo a algum deus, só se for o deus dinheiro, aí sim! E tendo como espelho os EUA, aquele lixo ambulante, que a cada dia se afunda mais e mais na sua própria idiotice, caminhando para sua autodestruição.

  9. Fernando Postado em 01/May/2015 às 14:16

    Crentes e maçons. Essas duas pragas ainda serão o estopim de uma guerra neste país posto que servem ao mesmo patrão: o sionismo internacional. E é tudo o que esta canalha khazariana-sionista quer: destruir o Brasil e outros países para depois saqueá-los.

  10. Eduardo Postado em 01/May/2015 às 22:26

    ferram o povo com escravização via terceirização e depois curvam os joelhos como se fossem puros, puros como os de Sodoma e Gomorra, seus dias estão contados....

  11. José Carlos Postado em 02/May/2015 às 17:20

    Jesus a dois mil anos atrás era digno de respeito, após trezentos e cinquenta DC( depois de Cristo) até os dias de hoje, tornou-se capitalista. Ctiyicsmos os mulçumanos por os acharmos radicais, meu medo é os cristãos brasileiros se tornarem maioria no Congresso e elegerem um presidente da república, voltaremos à idade das trevas!!

  12. enganado Postado em 02/May/2015 às 21:52

    Evangélico metido com Eduardo Cunha! Não precisa dizer mais nada. Imagina se o CRISTO voltasse na Terra, o que não diria.

  13. Wilson Postado em 02/May/2015 às 22:04

    Que bom se católicos e evangélicos se unissem para promoverem Justiça Social, o bem comum a todos. Mas, na prática, o que vemos é uma união em torno do nome: Eduardo Cunha. Esse grupo, por sua vez, se une para votar projetos que beneficiam uma parcela privilegiada da população contra a maioria do povo. Seriam esses representantes dos saduceus e dos fariseus (também religiosos), e politicamente representantes dos herodianos e defensores do poder romano para melhor garantir seus privilégios? Jesus Cristo condenava sua falsa religião e preferia os que se arrependiam dessa turma e se convertiam para o Reino de Deus, preferia os da periferia, como os leprosos, os doentes que buscavam a cura para seus males e não tinham a resposta da elite. Jesus fazia o bem a todos que o procurava, mas não deixava de felicitar os pobres, os marginalizados, os defensores da justiça, os perseguidos, os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz.

    • Thiago Teixeira Postado em 03/May/2015 às 19:00

      Esses falsos profetas não conhecem a Jesus, e sim, seus desejos de poder e perseguição.

  14. Thiago Teixeira Postado em 03/May/2015 às 19:02

    Engraçado, esses coxinhas da direita acreditam em Deus mas querem os pobres, oprimidos e minorias exterminadas ...

  15. José Silva Postado em 04/May/2015 às 05:35

    Podem acreditar: as religiôes estão com os dias contados. Até 2019, haverá uma mudança tão profunda no mundo todo que os religiosos vão perder a força que ainda têm. E a tendência é que as religiôes desapareçam. Felizmente.

  16. Thiago Teixeira Postado em 04/May/2015 às 10:35

    Eu já sou profissional habilitado, quem precisa estudar é o senhor para arrumar outro emprego a não ser este, Troll da Direita. Cesar, maria, ou sei lá mais quem.