Redação Pragmatismo
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Desenvolvimento Brasileiro 14/Apr/2015 às 17:43
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Da insegurança a esperança na atual probidade administrativa

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Renato Corrêa*, Pragmatismo Político

A dissertiva que pondera os atos administrativos do atual governo aduz insegurança a alguns, desconfiança em outros e, por fim, a esperança em um terceiro grupo.

Deveras, a insegurança realmente é pretérita, pois não é de hoje que a administração (do executivo federal principalmente) predefine atos interrogativos e carentes de resultados concretos. Visto que muitos projetos não se concluem em um mandato de 4 anos.

Em segunda partida ocorre uma grande presunção de desconfiança, detentas, com base em atos administrativos infrutíferos no passado, cujos elencam a primazia de raciocínio lógico para com as necessidades sociais.

E, com esse respaldo exposto, apenas leva-se a crer que a sociedade beira a atos futuros com o realce de milagres, com uma possível intervenção divina. Deixando, assim, o futuro em um prisma totalmente fora da realidade humana. Exemplificando uma suposta falta de competência humana, ao ponto de não mais se acreditar na probidade romântica respaldada no texto constitucional positivada no art. 37, da Constituição da República Federativa do Brasil.

Mas, deveras, há de se corroborar um terceiro ponto de vista, e, esse determina àqueles que querem, desejam, imploram e praticam atos iniciais para em um futuro próximo poderem buscar e materializar a mudança social tão sonhada.

A base doutrinaria de Paulo Bonavides evidencia a evolução dos direitos humanos. Em outras palavras, em dimensões evolutivas, de acordo com a época pretérita a cada dimensão, e, com esse fulcro doutrinário, como não acreditar que as mudanças serão breves, necessárias e por consequência subjetivadas de acordo com a evolução cultural (educacional), das sociedades em conflito constante, para posteriormente buscarem meios de melhora na convivência social individual e coletiva em todos os aspectos.

Já dizia o filosofo Miguel Reale, que a sociedade apenas resulta de seu passado com atos presentes, mas isso não deixa de pressupor que no presente não exista àqueles que em um futuro próximo não possam revolucionar e aprimorar a solução dos riscos sociais.

E nesse prisma ideológico evidencia-se a terceira hipótese social da esperança. Pois, sem esta não haveria motivação daqueles que buscam nas cadeiras acadêmicas uma esperança de mudança para assim poderem ser àqueles que irão fazer algo diferente, na busca de uma realidade futura com mais dignidade ao interesse social em prol dos cidadãos e da coletividade.

Em suma, nesses locais de ensino onde o aprendizado dignifica a presença do respeito e a formação ética e moral do acadêmico, é que irá enfatizar a esperança em uma nova geração que irá revolucionar os futuros atos do Executivo Federal. E por assim aturem como os novos chefes do executivo e até mesmo dos outros dois poderes da União de maneira mais eficiente, proba e ética.

*Renato Corrêa é professor da Universidade de Taubaté, advogado e colaborou para Pragmatismo Político

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Comentários

  1. Paulo Postado em 14/Apr/2015 às 22:04

    Medo da palavra futuro!!! Espero que ele chegue logo.

  2. eu daqui Postado em 16/Apr/2015 às 10:37

    FORA PETRALHA. E LEVE JUNTO SEUS GEMEOS: A TUCANALHA.