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Europa 03/Feb/2015 às 12:08
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Por que a Noruega é o país mais democrático do mundo?

Pelo quinto ano consecutivo, a Noruega foi considerada o país mais democrático do mundo, segundo o Índice de Democracia 2014 publicado pela The Economist

noruega democracia política

Ao falar de vikings, petróleo e fiordes, a Noruega imediatamente vem à mente. Mas à lista de conceitos típicos associados ao país nórdico será preciso adicionar mais um: a democracia.

Pelo quinto ano consecutivo, a Noruega foi considerada o país mais democrático do mundo, segundo o Índice de Democracia 2014 publicado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) no dia 20 de janeiro.

O país escandinavo obteve 9,93 pontos em uma escala de 10 pelo terceiro ano consecutivo. A presença do país no topo da lista já é mais tradição do que surpresa dentro da lista de 165 países e dois territórios que o índice contempla.

A Noruega conseguiu a pontuação máxima em quatro dos cinco fatores avaliados pela medição (processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, funcionalidade do governo, participação política e cultura política).

Mas o que permitiu que o país nórdico se tornasse o mais democrático do mundo?

Os especialistas consultados pela BBC concordam que instituições públicas fortes, uma cultura baseada na confiança e na baixa desigualdade são essenciais.

“Um estado forte com pouca corrupção e favoritismo gera confiança e tem os instrumentos necessários para contribuir para baixar a desigualdade através de altos impostos que criam bons serviços públicos”, disse à BBC Benedicte Bull, líder da Rede Norueguesa de Estudos Latino-americanos (Norlarnet).

No país, a igualdade parece ser um conceito chave.

“A Noruega é um país com uma forte cultura igualitária cujas origens estão na religião protestante, de ter sido um país pobre e austero e com uma profunda tradição de proximidade entre o poder público e a sociedade”, disse à BBC Mariano Aguirre, diretor do Centro Norueguês para a Construção da Paz (NOREF), com sede em Oslo.

A alta valorização da igualdade tem muito a ver com a história do país. A Noruega é diferente de outros países europeus, já que nunca foi potência colonial. Na verdade, é o contrário.

O país foi historicamente dominado por outras potências como a Dinamarca, a Suécia e a Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo Aguirre, “a sociedade norueguesa não tem a melancolia do poder que alguns dos países que foram potências coloniais têm”.

“Também acho que nós temos uma cultura de participação que vem de muito tempo atrás. Ela surgiu com os grandes movimentos sociais (de trabalhadores, movimentos laicos, etc.) do século 19 e alguns, pelo menos, continuam sendo fortes”, completa Bull.

Mas o bom desempenho da Noruega no índice da EIU coincide com o do resto de sua região. Quatro dos cinco países mais democráticos, segundo o índice, são os nórdicos.

Historicamente, o primeiro lugar da lista quase sempre ficou com um país escandinavo: a Noruega nas últimas cinco medições e a Suécia nas edições de 2006 e de 2008.

“É uma sociedade pequena (menos de seis milhões de habitantes), rica devido a seu inteligente manejo do petróleo e a ter usado a renda que este recurso produz para desenvolver outros setores produtivos (como a pesca e a indústria hidráulica)”, afirma Aguirre.

“Todos estes países têm estados de bem-estar social que geram confiança no sistema e também nivelam as desigualdades, o que, por sua vez, gera confiança nas instituições democráticas”, explica Bull.

No entanto, a pesquisadora adverte que estes fatores podem estar em retrocesso em vários países escandinavos. Mesmo assim, “a cultura política que geraram permanece, pelo menos por enquanto”.

A Suíça é provavelmente o lugar mais emblemático da democracia direta, já que seus eleitores têm a oportunidade de participar frequentemente de referendos e iniciativas populares vinculantes, que costumam fazer parte da agenda do poder Executivo.

No índice do EIU, no entanto, o país não aparece em primeiro lugar, e, sim, em sexto.

“O processo de consulta cidadã que a Suíça tem foi, em muitos sentidos, um modelo. No entanto, algumas dessas consultas deram resultados que não são muito democráticos”, diz Francisco Panizza, da London School of Economics.

Por exemplo, a Suíça foi um dos últimos países a aceitar o voto feminino e graças às consultas populares foram tomadas decisões polêmicas, como a de proibir a construção de minaretes em mesquitas.

“A cidadania às vezes toma decisões que não parecem compatíveis com certos valores da democracia.”

Apesar do bom desempenho da Noruega, há aqueles que advertem que a democracia também tem problemas nesses países.

“Nos últimos anos aumentou o déficit democrático”, afirma Erik Oddvar Eriksen, diretor do Centro de Estudos Europeus (ARENA), da Universidade de Oslo.

Eriksen diz que, uma vez que a Noruega é parte do Espaço Econômico Europeu, mesmo que seus cidadãos exerçam o direito a voto, eles não necessariamente estão elegendo as pessoas que tomam as decisões finais que afetarão suas vidas.

Hoje, o principal teste para a democracia norueguesa tem a ver com a imigração. “O desafio mais importante é integrar todos os grupos de imigrantes nas instituições democráticas”, diz Benedicte Bull.

“Há um risco de que parte da comunidade norueguesa se contagie e se radicalize contra a comunidade de imigrantes muçulmanos. O partido de extrema direita, Partido Progressista, ganhou votos suficientes nas últimas eleições para ser hoje parte do governo de coalizão”, ressalta Mariano Aguirre.

BBC

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Comentários

  1. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 12:34

    Essa "democracia" toda está em risco. Com a islamização da europa e com os valores da moralidade cristã cada vez mais abandonados nesses países, o caminho é a tomada do governo pelos muçulmanos. A lacuna de ética e moralidade deixada pelo abandono do cristianismo será preenchida facilmente pelos extremistas islâmicos num futuro próximo. Daqui uns 30 anos as suecas e norueguesas teram que vestir burcas.

    • eu daqui Postado em 03/Feb/2015 às 12:46

      Não seja pessimista. O PESSIMISMO E O OTIMISMO NOS FAZEM CRUZAR OS BRAÇOS. O IDEALISMO NOS COLOCA EM MOVIMENTO POSITIVO.

    • poliana Postado em 03/Feb/2015 às 23:22

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 13:05

    E o que você quer que eu faça eu daqui ? Tente explicar para esses jumentos que aqui comentam, que a ética e a moralidade cristã são o caminho para uma sociedade justa, democrática, pacífica e igualitária ? Eu faço isso todos os dias quase. Eles entendem ? Não ! eles preferem acreditar em "Lá Revolución". Preferem acreditar que vai vir um messias socialista que dividirá as riquezas igualmaente. aham , !!! sei !! . Esta aí o Maduro que não me deixa mentir.

    • juliano Postado em 03/Feb/2015 às 15:10

      "a ética e a moralidade cristã" Pra mim, quem precisa acreditar que vai queimar no inferno por fazer algo errado não tem nada de moral nem de ético. prefiro quem faz o bem sem esperar nada em troca.

      • Marcelo Pereira Postado em 04/Feb/2015 às 11:08

        Muito bem dito, simples e conciso!

  3. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 14:12

    Ramphastos Toco, da uma olhadinha na população de muçulmanos na Suécia como está. Devido a grande intromissão estatal naquele país e pela falta de moralidade, casais não querem mais ter filhos, pois temem a interferência estatal na educação das crianças. O resultado disso é que a população islâmica cresceu muito por lá, e em breve governará. Dê uma pesquisada.

  4. Diego Postado em 03/Feb/2015 às 15:03

    Pereira, o crescimento vegetativo ocorre na Suécia há pelo menos duas décadas, e nada tem a ver com perda de valores cristãos. O mesmo ocorre basicamente por conta de uma coisinha chamada planejamento familiar, que é incentivado na Suécia mas em hipótese alguma é imposto pelo estado. O que de fato ocorre é que numa sociedade bastante desenvolvida, é comum que se façam diferentes planos de vida que atendam às demandas da população. Seja pela necessidade de se buscar maior nível de formação acadêmica - que é inviável para quem tem muitos filhos -, seja para ter uma carreira profissional aquecida, com muitas viagens e jornadas de trabalho extensas, ou mesmo pela opção de ter relacionamentos sem filhos simplesmente porque não se sentem confortáveis com a responsabilidade de se criar uma criança. Enfim, são esses e não a ausência de valores cristãos, os motivos que levam ao crescimento vegetativo na Suécia. Antes isso do que alguns vários cristãos inconsequentes aqui no Brasil, que não tem maturidade para educar seus filhos e colocam verdadeiras ninhadas no mundo para serem educadas por sabe-se lá quem.

  5. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 15:40

    "e nada tem a ver com perda de valores cristãos". Naquele país a perda da moralidade está em níveis tão altos que farmácias públicas fornecem kits de masturbação para meninas adolescentes. Na suécia o índice de estupros é muito maior que a média europeia, a consequencia é que as mulheres já se acostumaram com a cultura da violência sexual, isso decorre da total banalização do sexo e a "liberdade sexual" tomou conta da juventude. Aquele negócio de "deixar aflorar os instintos" como muitos filósofos definem. A política de liberação das drogas foi um fracasso completo, o sistema público de saúde já não consegue mais tratar todos os viciados. 30% da população já está inutilizada com o vício e o resultado é que toivram que rever a política de narcóticos, hoje a Suécia combate ferrenhamente o tráfico. Nas escolas foram terminantemente proíbidas qualquer oração, e a ideologia de genêro é que manda na educação. Não se trata mais crianças de meninos e meninas, eles que decidam o que querem ser. Um pastor(Gus... Alguma coisa) tentou alertar que comportamento homossexual não procria, e foi preso por "preconceito". O governo está pagando para casais ter filhos, pois teme que a invasão muçulmana se intensifique. Em cidades do interior já há bairros e vilarejos que a polícia local não entra mais, pois os extremistas declararam a Sharia(Lei islâmica). Logo, Logo a Suécia será islâmica e o modelo de democracia e desenvolvimento irá para o brejo, Motivo: Valores éticos e morais foram totalmente abandonados.

    • poliana Postado em 03/Feb/2015 às 23:26

      pereira, vc poderia me passar o link sobre essa informação relacionada à política "fracassada" de legalização das drogas na suécia? qdo vc falou sobre isso aki, te pedi o link mas vc n me retornou...já q vc mencionou essa infor de novo, pode me dar alguma fonte de informação sobre essa questão. é um assunto q realmente me interessa...

      • Jana Postado em 04/Feb/2015 às 01:32

        Pelo que entendi nestes links, a Suécia não está tão mal assim no que diz respeito ao combate contra as drogas... até porque se fala que o modelo deles pode ser um bom exemplo. Acho que o tal "Pereira" não se informou muito bem. "Nos últimos 30 anos, o número de dependentes de drogas na Suécia caiu de 12% para 2%. A taxa de usuários de cocaína é um quinto da taxa dos países vizinhos, como Inglaterra e Espanha. E, segundo as informações trazidas ao Senado pela embaixadora da Suécia, Annika Markovic, até o momento o país está livre do crack." NO LINK = http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/dependencia-quimica/mundo-e-as-drogas/as-drogas-na-suecia.aspx http://www.cassilandianoticias.com.br/ultimas-noticias/por-que-nao-copiamos-o-modelo-da-suecia-na-questao-das-drogas ARTIGO CIENTÍFICO: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232010000300002

  6. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 15:46

    Quando o cristianismo(maior inimigo do extremismo islâmico) é abandonado e enxotado, deixa uma lacuna de padrões que é preenchida facilmente por outro povo que tem alguma crença. Resultado disso é o islã dominando os ateus suecos.

  7. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 15:52

    O post é sobre a Noruega. Noruega, Suécia, finlândia, Holanda, Bélgica , reino unido e outros estão indo pelo mesmo caminho.

  8. Diego Postado em 03/Feb/2015 às 16:03

    Pereira, percebo que sua preocupação com os rumos da sociedade são válidas, entretanto devo salientar que sua percepção sobre os números de violência sexual na Suécia está equivocada. Há uma leitura errônea do fenômeno que acontece por lá, que você pode entender melhor em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120917_suecia_estupro_lgb.shtml Número por número, na Índia teríamos menos estupros que na Suécia, o que sabemos ser mentira posto que a diferença é que na Índia, garotas estupradas são apedrejadas e incineradas quando tentam denunciar os meliantes que as estupraram, na Suécia uma mulher que acusa o companheiro de tê-la estuprado durante um mês, por exemplo, fará 30 acusações diferentes, dilatando assim os números. Sobre a política de combate às drogas, você deve saber que lá eles têm de fato tolerância zero com relação a usuários, contudo, deve-se ressaltar o caráter pedagógico das punições por lá, que permutam reclusão por tratamento até eliminar-se o vício. Não obstante, a educação laica tem essa característica, e não é a existência de homossexuais que faz com que se diminuam os números da natalidade em um país. Já expliquei os motivos, e no fundo você sabe que é verdade, não se escolhe ser ou não homossexual, se nasce assim. Não caia nessa conversinha de que "se der um carrinho para o filho efeminado, ele vai virar homem", isso é tolice. Sou hetero, mas como quase todo mundo que um dia ousou gostar de Ciências na infância, eu fui um menino muito tímido e demorei muitos anos até ter minha primeira namorada. Meu pai, conservador, adepto do mesmo pensamento que o seu, sempre brigou com minha mãe alegando que eu me tornaria "veado", até que eu já no fim da adolescência, namorei uma mulher linda e mais velha que eu e ele teve de engolir suas palavras. Sugiro que leia mais e evite esses achismos reducionistas.

  9. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 17:11

    "e não é a existência de homossexuais que faz com que se diminuam os números da natalidade em um país". não foi isso que eu disse. Eu quis dizer que a moralidade cristã está tão abandonada que um pastor foi dizer que homossexuais não procriam e levou cana. Quem quiser ser homossexual que seja, eu não tenho nada com isso. Eles estão tão perdidos com esse negócio de identidade de gênero que não sabem mais se levantam a bandeira que diz : "se nasce" ou a bandeira da "livre escolha", uma vez que a ciência não comprova que se nasça homossexual, o que eu não acredito de forma alguma. Quem quiser ser homossexual que seja, o que não pode é se acabar com os padrões, como esses países estão fazendo. Aliás o mundo inteiro está fazendo. Quando todos os padrões estiverem na lona, vem o islã e toma conta de tudo, aí quero ver direitos de homossexuais(teram direito a serem enforcados em praça pública pelos islâmicos). "Não caia nessa conversinha de que "se der um carrinho para o filho efeminado, ele vai virar homem"". Sinceramente na minha opnião o que faz uma pessoa se tornar homossexual, entre outras coisas, estão as referências familiares. Meninos que crescem sem pai, sem avô ou com padrasto pedófilo têm 90 % de se tornarem homossexuais. Meninas que crescem vendo a mãe sendo espancada pelos homens que leva para dentro de casa também. E mais uma vez caímos na ausência de ética e moralidade, pois se os homens espancam as mulheres ou as abandonam, a culpa é de uma educação precária dos mesmos.

  10. Pereira Postado em 03/Feb/2015 às 17:22

    Ademais, meu filho brinca de carrinho, bola e video game e vê desenhos mais adequados para meninos ou no máximo que sirva para os dois sexos. Quem der de presente coisas que remetam ao mundo feminino será jogado no lixo. Todos sabem como eu penso e respeitam. nunca tive problema até hoje.

  11. Pedro Postado em 04/Feb/2015 às 01:27

    Esse Pereira fala tanta merda ...

  12. leonardo Postado em 04/Feb/2015 às 02:40

    Até concordo Pereira mas o Islã na Europa não têm haver com enforcar homossexuais em praça pública, os islâmicos moderados que são maioria não aceitam muito bem os gays mas isso é mais comum em países pobres como na África no Oriente Médio isso varia muito, a Arabia Saudita é cheia de gays no armário, na verdade o Alcorão se refere a Lot a cidade pecaminosa e tal mas coloca como uma punição divina e não humana, por isso que em países onde o Islã é mais enraizado apenas a "epidemia" gay é vista como algo digno de repressão claro que o Islã é bem conhecido por seus abusos da lei, esse é o problema, os Árabes com certeza nunca foram os melhores juízes de nada daí pensar que as religiões foram surgir bem ali no Oriente Médio deu nisso, antes fosse o paganismo bem menos pior, ou o budismo, taoismo.

  13. Ricardo Postado em 04/Feb/2015 às 08:12

    Olha como eles mantém a igualdade: http://www.istoe.com.br/reportagens/403112_NORUEGA+QUER+PUNIR+QUEM+PEDIR+ESMOLAS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

  14. Lázaro Pacheco Postado em 04/Feb/2015 às 11:26

    Antes de sair por aí puxando saco da Noruega e de outros países, é bom lembrar que se trata de uma qualidade (país mais democrático do mundo) dada segundo uma medida (Índice de Democracia 2014) feita e formatada por uma agência (The Economist Intelligence Unit) que se apoia em ideologias e conceitos duvidosos: veja só os fatores avaliados (processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, funcionalidade do governo, participação política e cultura política)... eles não são medidos objetivamente, e sim qualitativamente, graças à mediação de uma ideologia, um modelo supostamente perfeito na cabeça dos avaliadores... Além disso, a Noruega não tem nada a ver com uma democracia absolutamente perfeita e transcendental, nem se trata de um país "bonzinho" graças à "origem protestante": são capitalistas exploradores de petróleo, baleias, acionistas de empresas que destroem o ambiente e exploram riquezas de países da África, Ásia e América e assim, entrando montes de dinheiro sem gastar com guerras e colônias, com um punhadinho de gente apenas, fica fácil tornar o ambiente agradável para a participação popular. É só cortar a entrada fácil de dinheiro que toda o "padrão nórdico de democracia" cai por terra...

  15. Pereira Postado em 04/Feb/2015 às 13:07

    "o que mais cresce é o número de ateus" Pior ainda. Isso só ajuda o islã a tomar conta. Como eu disse, o abandono do cristianismo deixa um buraco de ética, padrões e moralidade. Um povo sem religião é facilmente dominado por outro que tem religião, a história mostra isso. Sem o cristianismo para combater o islã fica livre para impor os seus padrões. E aí já sabe né. Fim do feminismo, direito de gay e etc. Na França já se prevê um governo ligado ao Islã em 8 anos.

  16. Pereira Postado em 04/Feb/2015 às 13:12

    "os islâmicos moderados que são maioria não aceitam muito bem os gays" Aí que está o problema caro Leonardo. A maioria dos islâmicos não pega em armas, mas prontos para serem coptados a qualquer momento. A maioria talvez não faça nenhum tipo de atentado armadao, mas são presas fáceis para o extrremismo armado. Pacífico mesmo é a minoria.

  17. Pereira Postado em 04/Feb/2015 às 13:17

    No Brasil já estão se fromando células islâmicas supostamente "pacíficas". Na tríplice fornteira Brasil,Argentina e Paraguai(Região que conheço bem) o número de muçulmanos que entram é crescente. Ninguém sabe ao certo de onde vêm, coiotes atravessam essas pessoas via Bolívia e paraguai e o governo federal nada faz.

  18. Pereira Postado em 04/Feb/2015 às 13:29

    Fico realmente preocupado, pois, muitos perderão direitos se o projeto de estado que o islã quer impor se concretizar. Mulheres, homossexuais, cristãos, negros, budistas, ateus e etc... todos perderão.

  19. v tmnc pereira Postado em 05/Feb/2015 às 01:31

    Pereira nem mesmo se mostra, se esconde atras de um perfil fake e quer credibilidade?

  20. Felipe Peters Berchielli Postado em 10/Feb/2015 às 16:27

    Pereira continua engraçadissimo.