Redação Pragmatismo
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Drogas 27/Feb/2015 às 16:45
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Jamaica aprova a legalização da maconha

Descriminalização da maconha é finalmente aprovada na Jamaica. Lei autoriza a posse de 57 gramas e cultivo de até cinco plantas por pessoa na ilha caribenha. Nova legislação pode ser considerada uma homenagem póstuma a Bob Marley, o rei do Reggae

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Reggae, rastafari e maconha estão para a Jamaica como samba, carnaval e futebol para o Brasil. Por isso, pode soar estranho que só agora o consumo de ‘ganja’ tenha sido finalmente autorizado por lei. De tão amplamente queimada na terra de Bob Marley, alguns dirão que nem precisava dessa formalidade, afinal, como se diz por lá “Jamaica no problema“. Depois do estado americano de Ohio e do Uruguai, a maconha está liberada para uso médico, com receita, e religioso, como fazem os rastafáris. A quantidade prevista na lei por pessoa é de 57 gramas para porte e até cinco plantas para cultivo.

A legalização foi motivo de debate por anos, uma reivindicação dos seguidores do rastafarianismo — religião para uns, filosofia para outros — segundo a qual a planta é sagrada e uma forma de elevar a alma. Para os rastafáris, a legalização é a conquista do direito de exercer plenamente sua religião. “É uma vitória na luta por nossos direitos, mas ainda há muito o que fazer“, afirmou Delanoë Seiveright, militante e diretor da Força Tarefa para Comércio e Uso Medicinal da Cannabis, ao jornal francês Le Figaro . Nos próximos meses, o legislativo da Jamaica decidirá os detalhes do “uso medicinal” da erva.

Leia também: A origem da proibição da maconha

Os defensores da legalização da maconha na Jamaica esperam que o país se torne uma referência no setor de cannabis medicinal, mercado que tem crescido em todo o mundo, provocando discussões sobre usos da erva. Autoridades de segurança, contudo, afirmam que a legalização não implica o fim do combate ao tráfico de drogas e cultivo de plantas proibidas, ou que o país vá se tornar exportador de maconha.

O Dia

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Comentários

  1. Guilhermo Postado em 27/Feb/2015 às 22:43

    Não sei por quê, mas acho que a maria joana sempre foi uma habitante nativa da Jamaica.

    • kino siena Postado em 28/Feb/2015 às 12:19

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Samael Postado em 27/Feb/2015 às 23:08

    Não era não, tantas pessoas pensavam assim q várias eram presas por fumar.

  3. Salomon Postado em 28/Feb/2015 às 12:17

    Quem inventou a maconha foi um cara chamado William Mac Honha quando tentava cruzar um burro de um lado com uma brasa do outro.

    • Bira Menezes Postado em 02/Mar/2015 às 18:52

      Quem inventou a maconha foi Deus. Apesar do seu poder supremo, às vezes Ele comete erros. Quando Ele foi criar um novo tipo de verme, errou na dose e criou Salomon.

  4. felipe Postado em 28/Feb/2015 às 12:19

    57g ? na jamaica? dá pra um fino...

    • Thiago Teixeira Postado em 28/Feb/2015 às 13:46

      Tá ligado no "baguiu" hein? kkkkkkk

    • nadja Postado em 28/Feb/2015 às 18:10

      Eu conheço como finório

    • Bira Menezes Postado em 02/Mar/2015 às 18:54

      57 g na Jamaica só dá pra fazer uma perna de grilo

  5. Carlos Alexandre Postado em 28/Feb/2015 às 12:24

    Não Não ... Quem inventou a maconha foi o seu deus. E quem disse que o outro é burro por fumar foi a sua hipocrisia e o seu medo !!!!

  6. Jackie Boy Postado em 28/Feb/2015 às 15:00

    aplausos.

  7. Márcio Ramos Postado em 02/Mar/2015 às 11:52

    Há uma grande diferença entre legalização e descriminalização. O texto, usa legalização no título e descriminalização no desenvolvimento. Isso causa um pouco de desinformação. Enquanto o primeiro, consiste em algo muito mais amplo, além de deixar de ser crime , permite a produção, distribuição, comercialização para fins industriais, medicinais, religiosos, terapêuticos, veterinários e recreativos. Já o segundo, é bem limitado, pois apenas isenta o usuário de ser punido por porte de droga, ou até mesmo, por tráfico de drogas, o que acontece muito no Brasil, superlotando as penitenciárias, e como as pesquisas indicam, a grande maioria dos presos são jovens, negros e pobres.