Redação Pragmatismo
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Curiosidades 28/Jan/2015 às 11:39
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O erro de português que virou caso de polícia

Erro de português em anúncio de loja virou caso de polícia na Paraíba. No cartaz afixado na entrada da loja constava o anúncio “Oferta imperdível Chip Vivo R$ 1 com aparelho”

erro de português anúncio
Erro de português em anúncio provocou confusão em Guarabira/PB. Caso foi parar na delegacia (reprodução)

Um erro de quem escreveu um cartaz para anunciar uma promoção numa loja de eletrodomésticos criou uma grande confusão na cidade de Guarabira, no interior da Paraíba.

No cartaz estava escrito “Oferta imperdível. Chip Vivo. R$ 1 com aparelho”. Ao ler, o professor Aurélio Damião, 38, considerou a proposta irrecusável.

Com R$ 4 no bolso, ele entrou na loja e pediu chips – com os quatro aparelhos celulares correspondentes. Ele havia registrado a oferta com uma foto antes de ir ao trabalho e decidiu fazer a compra no final do expediente.

“Passei na loja e pedi: me veja quatro aparelhos de R$ 1 da promoção”, contou Damião. O atendente da loja “explicou” o anúncio. Na verdade, disseram, o redator queria dizer que os chips da operadora em questão sairiam por R$ 1 no caso da compra de qualquer celular adquirido pelo preço normal de tabela.

O caso só foi resolvido na delegacia

“Eu quis mesmo era dar mais uma lição na loja do que qualquer outra coisa. Estava escrito errado, foi um erro de português. Cheguei e falei que queria comprar quatro celulares e o gerente começou a me destratar, me chamar de maluco. Disse que eu não era louco de pegar um celular de lá. Eu falei que não queria pegar, não ia roubar. Eu estava lá para comprar. Ele se recusou a vender e eu chamei a polícia”, explica Aurélio.

Uma viatura da polícia militar chegou ao local e convidou os dois — o professor e o gerente da loja — até a delegacia. Aurélio alegou que a loja estava fazendo propaganda enganosa e que tinha por direito, como consumidor, a receber o que estava escrito no cartaz.

Na delegacia, as partes chegaram a um acordo. Damião recebeu a doação de um vale de R$ 100 para aquisição de um aparelho. Com chip. “Caso não chegassem a um acordo, teria de se usar a Justiça e as partes resolveram se entender logo”, disse um agente do 4º DP.

VEJA TAMBÉM: A melhor educação do mundo é 100% estatal, gratuita e universal

informações de Extra e Uol

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Comentários

  1. Vitor Postado em 28/Jan/2015 às 12:13

    Que triste uma pessoa perder o seu tempo e o da policia para "ensinar" uma lição a loja por conta de uma cartaz...

    • Pedro Postado em 28/Jan/2015 às 12:17

      Triste? Acho é certo.

      • Gabriel Gabo Postado em 28/Jan/2015 às 15:41

        O nome do cara é Aurélio. Ironia? Talvez sim, talvez não kkkkkkk

      • Sandro Postado em 28/Jan/2015 às 17:03

        Corretíssimo! Triste é ter que ver esse tipo de erro frequentemente no nosso país! Acho que o Brasil já perdeu muito tempo sim, com falta de educação, já está mais do que na hora disso mudar.

      • Claudio Postado em 28/Jan/2015 às 20:48

        Concordo!

      • ney José dos Santos faria Postado em 28/Jan/2015 às 21:58

        Eu tbm...Não vejo tristeza no direito. .

    • bruna Postado em 28/Jan/2015 às 12:22

      concordo!

    • Nélio Postado em 28/Jan/2015 às 12:24

      Mais triste é um professor ter apenas R$4,00 no bolso.

      • Wilma Postado em 28/Jan/2015 às 13:16

        kkkkkkkkkkk... putz! Eu ri de primeira, mas depois me lembrei que isso é trágico mesmo. Deveria ser cômico, mas é trágico! Valeu, Nélio!

      • [email protected] Postado em 28/Jan/2015 às 14:51

        Claro com o salario que recebe, o que ele poderia dispor era somente este miseros Reais.

      • André Postado em 28/Jan/2015 às 18:26

        cara eu sou professor e não tenho nenhum hauhaua

      • poliana Postado em 28/Jan/2015 às 23:22

        Kkkkkkkkkkk...desculpa, nélio, n me contive diante do seu post. Kkkkkkkkkkk

      • Helena Postado em 29/Jan/2015 às 10:12

        Tão triste quanto vc errar e escrever MAIS, e não MAS... Professor, bela lição!

    • Marta Postado em 28/Jan/2015 às 12:31

      Não é perda de tempo, nossos direitos foram conquistas árduas, de pessoas que dispuseram de seu tempo em favor de outras, temos que valorizar sim e cobrar os nosso direitos, mesmo porque também é nossa obrigação! "quem não luta pelos seus direitos não é digno deles"

      • Clausemberg Postado em 28/Jan/2015 às 14:00

        E você acha que o prejuízo é da loja ou do funcionário que recebe 800 reais por mês?

      • Claudio Postado em 28/Jan/2015 às 20:53

        Verdade. Mas o pior é existem pessoas que costumam se ferrar e se conformar!

    • francisco Postado em 28/Jan/2015 às 12:35

      triste foi o seu comentário.

    • Sílvio AB Postado em 28/Jan/2015 às 12:43

      Que triste uma pessoa pensar como você pensa. O cara merecia uma medalha.

    • gabriela Postado em 28/Jan/2015 às 12:49

      CARTAZ é uma palavra masculina. Você deve escrever ou dizer: ...UM CARTAZ..

      • Mailson Postado em 28/Jan/2015 às 16:52

        É UM SUBSTANTIVO MASCULINO!

    • Roberto Postado em 28/Jan/2015 às 12:50

      Por pensamentos como o seu, os brasileiros estão acostumados com um serviço péssimo, e a não ir atrás de seus direitos.

    • Alan Postado em 28/Jan/2015 às 12:51

      TRISTE É VER O QUANTO VC É DESINFORMADO . O QUE A LOJA FEZ FOI PROPAGANDA ENGANOSA. ESTÁ CORRETÍSSIMO ESTE PROFESSOR. POIS ESTÁ FAZENDO VALER O SEU DIREITO. ALÉM DO MAIS O CARA DA LOJA O DESRESPEITOU CHAMANDO DE LOUCO. ALÉM DA PROPAGANDA ENGANOSA , HOUVE DESCASO COM O PROFESSOR. É JUSTO ISSO ?

    • Lucas Postado em 28/Jan/2015 às 12:52

      Ele está correto em fazer valer seus direitos.

    • jorge Postado em 28/Jan/2015 às 12:54

      Triste é seu comentário, chega de ver as coisas erradas e cruzar os braços !

    • Alan Postado em 28/Jan/2015 às 12:54

      para com isso .Que triste é ver vc achar triste uma pessoa querer fazer valer seus direitos. Está na hora de ser mais esperto rapaz!

    • Lucas Postado em 28/Jan/2015 às 13:02

      Por culpa de pessoas conformistas como você, que ainda existem muitas merdas no mundo... além da falta do desejo de mudança...

    • luiz felipe paz Postado em 28/Jan/2015 às 13:08

      Triste é um erro desses! Ó consumidor tem toda razão em brigar pelos seus direitos. Ficar calado e aceitar tudo, que é o lamentável.

    • marco Postado em 28/Jan/2015 às 13:12

      Perdeu tempo coisa nenhuma. Isto se chama direito do consumidor, amigo. Deve ser exercitado a todo momento que for desrespeitado.

    • Karine Postado em 28/Jan/2015 às 13:14

      Ensinar nao eh perder tempo. Perdeu tempo quem foi a escola e nunca aprendeu. Quem na escola nao aprende a vida trata de ensinar de forma dura. Alem de que, propaganda enganosa eh crime. Vamos nos educar.

    • Daniel Santana Postado em 28/Jan/2015 às 13:29

      Triste? Se vivêssemos em um país onde todos reclamassem quando algo está errado, hoje não teríamos um dos piores serviços de telefonia e internet pelos maiores preços do mundo. As pessoas que lutam por seus direitos são punidas pela ignorância de gente que pensa assim.

    • Emilio Postado em 28/Jan/2015 às 14:00

      Temos de diferenciar direitos de "aproveitamentos". Direito é saúde, segurança social, auxilio aos necessitados, segurança, educação,etc. Aproveitamento é querer tirar vantagem de um erro de ortografia.Típico Gerson. Aí vem um monte de gente falar que muita gente lutou por esses direitos. Direito de quê? De levar vantagem em cima dos outros?

      • Neto Postado em 28/Jan/2015 às 14:13

        Concordo, Emílio. Ademais, é consolidado o entendimento de que um erro grosseiro na propaganda não dá direito ao consumidos. O tal Professor tentou dar uma de esperto. Eu não daria sequer o vale de R$100,00.

      • Yuri Postado em 28/Jan/2015 às 15:01

        Mas que vantagem??? Ele só ta querendo o que ta na promoção "Chip vivo R$1,00 com aparelho"... Problema da loja que escreveu errado, ou publicou algo sem alguém revisar antes... O professar está certinho em sua decisão.

      • Isaqueu Postado em 28/Jan/2015 às 15:25

        *** Não, Emílio, não é pela Lei de Gerson não. Essa tal Lei (do tirar vantagem de tudo) se aplica muito mais aos comerciantes que buscam engambelar os clientes com falsas promoções, na maior cara de pau! Por outro lado, a atitude do professor revela uma preocupação legítima, que é provocar o grupo social envolvido, a fim de que, no mínimo, as pessoas comecem a se preocupar um pouquinho mais com o que andam escrevendo por aí... inclusive em propagandas "imperdíveis" de produtos e serviços. O Código de Defesa do Consumidor está aí justamente para promover "proteção" ao consumidor contra os abusos do mercado de consumo. É isso.

      • Vinicius Ferri Postado em 28/Jan/2015 às 17:09

        Ahhhh pelo amor né ? Aproveitadores são essas lojas que fazem esse tipo de propaganda para atrair clientela e depois quer fazer a pessoa de boba falando q foi um erro o cartaz....aí pessoas como vc, simplesmente deixam passar esse tipo de abuso dos lojistas

      • Elisangela Postado em 28/Jan/2015 às 21:29

        O que mais se vê no meio publicitário é campanha com dizeres e imagens que sugerem bem mais do que se está disposto a oferecer ao cliente. É a tal prática de fazer o cliente se interessar pelo produto/serviço a qualquer custo, mesmo que, ao fechar o negócio ( depois de ter enchido os olhos do cliente ), seja preciso dizer que "não é bem assim... o preço não inclui tal coisa...". Prática totalmente condenada pelo Código de Defesa do Consumidor, que alerta que o serviço oferecido deve ser entregue tal como foi ofertado. O texto do cartaz dessa loja está tão mal escrito que, creio, tenha sido sem essa intenção, mas vai saber! A intenda, pelo menos, vai valer para que a loja tome mais cuidado ao redigir e expor suas ofertas.

      • Catarina Postado em 28/Jan/2015 às 22:52

        eu vi mais esperteza de comerciante do que erro de português.

      • Jefferson Postado em 29/Jan/2015 às 10:34

        Já ouviu falar em direito do consumidor?

    • Alice Postado em 28/Jan/2015 às 14:29

      Está certo, ele tem seu direito como consumidor, erros assim não podem acontecer, então se VC chegar no Cabelereiro e esta escrito: Só de domingo, corto cabelo e pinto. Quer dizer q VC vai aceitar?

    • Roberta Postado em 28/Jan/2015 às 14:40

      Ele quis foi tirar proveito da situação. Só sendo muito besta pra acreditar que ele queria "dar uma lição" no dono da loja.

    • Dulce Cabral Postado em 28/Jan/2015 às 15:02

      Triste?Uma tristeza são os constantes erros de português e a publicidade enganosa. Aprendam a escrever!

    • Rodrigo Rafael Reinert Postado em 28/Jan/2015 às 15:03

      O mais triste é a pessoa incompetente que escreveu este cartaz,e ta mais do que certo o Sr Aurélio,e se fosse eu ia pra justiça reclamar os meus direitos,por isso que o Brasil ta a merda que esta,nunca ninguém reclama nada,todos acham bonito.

    • Geralda Ávila Postado em 28/Jan/2015 às 16:46

      o professor está certíssimo, errados são as pessoas que se calam diante de desrespeito aos seus direitos.

    • Alessandra Postado em 28/Jan/2015 às 19:07

      Triste é você escrevendo, mas mais triste mesmo é sermos obrigados a ler o que você escreve.

    • Anderson Postado em 28/Jan/2015 às 19:38

      Tá mais do que certo. Quando se aprende um pouco de legislação e direito do consumidor (o que deveria ser obrigatório na escola), você percebe que em muitos casos é a loja que abusa do consumidor.

    • Hirlam Seabra Postado em 29/Jan/2015 às 00:36

      Também acho triste e oportunista!

    • Waleska Postado em 29/Jan/2015 às 01:07

      Se fosse com vc, Vitor, que visse algo que lhe interessou e encheu teus olhos. Vc obviamente vai querer aquilo. Pq, nos podemos exigir àquilo que esta escrito, aquilo que nós lemos. De verta forma, o "consumidor" saiu lesado, pois o gerente da loja começou a ofendê-lo.. Se fosse qualquer outra pessoa, ou até mesmo vc, tenho certeza que faria o mesmo!

    • Caio Postado em 29/Jan/2015 às 01:46

      Triste? HAHUAUAUHAUHUA vai lá brasileiro. Continua sendo brasileiro.

    • siliane Postado em 29/Jan/2015 às 07:05

      Triste é perceber que diante de um fato de correção gramatical e defesa do consumidor, a culpa também seja do professor. Por isso o Brasil vai de mal a pior.

    • Diego Postado em 29/Jan/2015 às 10:55

      Triste é ver um cidadão brasileiro não exigir seus direitos, enquanto fica na internet vomitando seu ódio pelo Brasil mas não faz nem o básico para melhora-lo.

  2. satanás Postado em 28/Jan/2015 às 12:15

    por essa e por outras é que se entende meio de milhão de redações zeradas no enem!

    • Adriano Postado em 28/Jan/2015 às 12:42

      É isso mesmo satanás. Se não foi uma "pegadinha" para atrair consumidores até a loja, a mesma ainda merece ser punida por não ter dado um treinamento adequado aos seus funcionários (analfabetos funcionais).

  3. Daniel Postado em 28/Jan/2015 às 12:15

    Que triste nada! Que pensem duas vezes antes de anunciar/oferecer qualquer coisa, como deveria ser feito em qualquer sociedade civilizada.

  4. Luiz Postado em 28/Jan/2015 às 12:18

    Direitos são inalienáveis, sejam quais forem.

  5. euuuu Postado em 28/Jan/2015 às 12:20

    O nome disso é direito do consumidor....

  6. Lucas Postado em 28/Jan/2015 às 12:21

    Em entrevista ao UOL, o "professor espertalhão" disse que vive procurando por esses tipos de erros. Ou seja, virou meio de vida, famosos "jeitinho brasileiro' de querer levar vantagem em tudo. Se realmente quisesse dar uma lição ou agir de "boa fé" deveria entrar e informar o estabelecimento da ambiguidade.

  7. Vanilda Carneiro Postado em 28/Jan/2015 às 12:23

    Que triste alguém achar triste quem exije seus direitos!

  8. Dhoco Postado em 28/Jan/2015 às 12:25

    Uma questão de bom senso, o próprio cdc define isso. Segundo o meu pensamento, nada além de oportunismo.

  9. silvana Postado em 28/Jan/2015 às 12:27

    Concordo com VC. Já me senti constrangida a exigir meus direitos por medo de ser hostilizada por quem estava perto.

  10. Chico Antunes Postado em 28/Jan/2015 às 12:28

    O freguês tem sempre razão! Não, péra... #máfé

  11. camila Postado em 28/Jan/2015 às 12:28

    No caso ele não quis ensinar, quis tirar vantagem. É isso que brasileiro faz, e no código de defesa do consumir esta explícito que a empresa deve cumprir a oferta desde que não seja um erro onde o valor acaba sendo surreal. Esses dias anunciaram uma TV Sony de 50 polegadas, última geração, 3d, wi fi e blablabla por 399 reais. É óbvio que isso foi claramente um erro. O site ate saiu do ar com gente tentando comprar e claro q não entregaram e nem deu nada pq foi claramente um erro de anúncio, não foi proposital. Nesse caso a justiça não da ganho para cliente.

    • Gustavo Postado em 28/Jan/2015 às 12:35

      Não entendo de lei. Mas se a pessoa errou não e problema meu. Vou querer o preço que está anunciando. Não quero roubar e sim comprar.

      • Rosali Canlin Postado em 31/Jan/2015 às 05:48

        Gustavo, a Defesa do Consumidor prevê e faz ressalva para esse tipo de erro. Como disse a Camila, se o valor for surreal e a empresa alegar erro de redação,ou de digitação, o cliente perde o direito, porque não houve má fé. Houve um engano na hora de redigir. Dá uma boa briga na Justiça e no final o consumidor perde.

    • Brízia Postado em 28/Jan/2015 às 12:53

      Camila, aí cabe a empresa colocar uma pessoa com melhor capacidade pra formular uma frase ao criar os anúncios. Vejo cada asneira nesses cartazes que dá nojo! Bem feito!

    • Ana Henkel Postado em 28/Jan/2015 às 13:28

      Mas a loja erradíssima. Agiu de má fé. Propaganda enganosa para empurrar celulares. Como um babaca daqui onde eu moro na Zona Norte de São Paulo que passa com um carro de som dizendo: "COMPRE UM CARRO POR APENAS CINCO REAIS !!!" Um dia vou fazer o mesmo com essa besta quadrada que anuncia uma coisa absurda destas para enganar as pessoas humildes. SUJOS !!!

    • Felipe Postado em 28/Jan/2015 às 14:53

      Aí vc se engana Camila, Um conhecido viu em um site parceiro do Walmart um Galaxy Note 3 por 399,00. Finalizou a compra, porém na hr da emissão da NF, o site informou que o preço estava errado, e não permitiu finalizar. Esse conhecido tentou de todas as formas comprar pelo valor anunciado, reclamando inclusive no Procon. Juntou todas as provas, levou ao Juizado Especial e em 3 SEMANAS, o juiz deu ganho de causa. Resultado: conseguiu comprar pelo valor anunciado.

  12. André Anlub Postado em 28/Jan/2015 às 12:29

    Oscilação de opinião - Sendo um desconhecido: acho que o ignorante tem que aprender a fazer a propaganda certa, por isso tantos tiram notas ruins e blá, blá, blá. - Sendo seu filho, ou pai, ou irmão: cabe bom senso; o sujeito entendeu a placa; perda de tempo desse mané infeliz.

    • Anderson Postado em 28/Jan/2015 às 15:17

      Não tem nada de perder tempo e nem se aproveitar da situação. Se fosse em outeo país a loja ainda seria processada por propaganda enganosa. Até mesmo no brasil se o professor estivece disposto a continuar. Por culpa de pessoas com o pensamento igual ai seu que eate pais nao se desenvolve. Direito é direito se você nao briga pelo seu nao tente desencorajar os poucos que ainda lutam. #ficaadica

  13. maira Postado em 28/Jan/2015 às 12:29

    puro oportunismo. Querer se aproveitar de um erro de português chega a ser desonesto. O bom senso passou longe...

  14. Simone Postado em 28/Jan/2015 às 12:35

    Existe uma enorme diferença entre exigir seus direitos direitos e ser OPORTUNISTA, que ao meu ver foi o caso do professor em questão. Boa índole é nata, se a pessoa nasceu com má índole não adianta, vai quere levar vantagem mesmo! E pelo cartaz, fica claro que trata-se de uma ljoinha de bairro. Ele foi mesmo infeliz de ter feito tudo isso!

    • Thiago Postado em 28/Jan/2015 às 19:09

      O professor foi oportunista? Por favor né gente, vamos ser mais críticos. Não foi um erro, foi proposital. A loja escreveu desta forma pra tentar confundir as pessoas. O que mais tem são anúncios maldosos como este. Tiro meu chapéu para o professor

      • Regina Postado em 29/Jan/2015 às 01:08

        Se foi um erro, não poderia existir. Ao meu ver acaba se traduzindo por propaganda enganosa.Quem me garante que não foi a loja que quis tirar vantagem , induzindo os clientes? Concordo plenamente

  15. Bis Bis Postado em 28/Jan/2015 às 12:36

    "Que triste alguém achar triste quem exije seus direitos!" Elevado à décima potência!

  16. Carlos Lima Postado em 28/Jan/2015 às 12:36

    Em minas um anuncio de um carro por 1,99 foi parar na justiça. O consumidor perdeu a causa e teve de pagar as custas todas pois o Juiz entendeu que o consumidor em sã consciência sabe que 1,99 não compra um carro zero e quis levar vantagem por conta de um erro de ortografia (a promoção: Compre seu carro com documentos por 1,99) 1,99 seriam apenas os documentos do carro)

  17. Beth Postado em 28/Jan/2015 às 12:37

    Para mim o cliente está errado e ponto final, oportunismo puro....

    • Rui Carodi Postado em 28/Jan/2015 às 17:22

      Milhares de propagandas se utilizam desta linguagem dúbia para prejudicar consumidores. Imagino que se mais atitudes como a do professor fossem feitas teriamos propagandas mais honestas. Acho que a loja esta errada.

  18. Lucifer Postado em 28/Jan/2015 às 12:38

    Bem feito. Já não dá mais para aguentar a irresponsabildade tecnica do comércio brasileiro. Uma loja não pode ser tão irresponsável e grotesca ao ponto de negligenciar o que escreve. Não há um funcionário com um ensino médio bem feito? Algum dia estarão todos se comunicando por urros, e há de alguém achar isso é bonito.

    • Tinhoso Postado em 28/Jan/2015 às 13:20

      Vá atrás de ler um pouco sobre Léxico, inteligencia suprema. Duvido compreender dois parágrafos.

  19. Nayane Marques Postado em 28/Jan/2015 às 12:41

    O nome do cara é muito sugestivo "Aurélio" quanta ironia !!! Seria cômico se não fosse trágico...rsrsr

  20. emerson Postado em 28/Jan/2015 às 12:43

    Lojista despreparado duas vezes, pois além da edição errada do cartaz o mesmo não sabe o que consta no código de defesa do consumidor, quando constatada que uma oferta está muito fora do mercado ou seja tratando-se de um erro, o lojista não é obrigado a realizar a venda da forma informada, que fraqueza....

  21. Rodrigo Postado em 28/Jan/2015 às 12:45

    O nome do cara e Aurélio.... Irônico :)

  22. Tau Calmo Postado em 28/Jan/2015 às 12:53

    Ironicamente o nome do cliente sabidinho é Aurélio. Vai botar o nome do filho dele de Houaiss.

  23. John Postado em 28/Jan/2015 às 13:04

    Leiam as leis antes de dizerem que a loja tinha de entregar. Se o tal professor realmente quisesse o aparelho por um valor obviamente equivocado, estaria agindo de má fé e a lei protege a loja. Tem vários casos assim por aí, inclusive com erros de digitação no preço do produto ou com produtos que só foram inseridos para teste no sistema e depois não foram retirados. Ele ou foi aproveitador ou um puta chato, não precisava de tudo isso.

  24. Lucifer Postado em 28/Jan/2015 às 13:07

    Bem feito à empresa. Deve-se ter o mínimo de decência técnica para abrir uma loja, daqui a pouco comunicaremos no urro e há quem vá achar isso belo e poético.

  25. Jegão Postado em 28/Jan/2015 às 13:13

    Cada um com a sua atitude. Eu jamais chegaria com esta soberba (que tb pode ser direito do consumidor) pedindo 4 celulares. Eu simplesmente chamaria atenção do gerente quanto a isso, pois sei que celular algum vale R$ 1,00. Foi um erro que QUALQUER UM pode cometer, e aposto que 100% dos que concordam com a atitude (mais uma vez, digo que não foi absurda e está no direito do consumidor), não gostariam de passar por esta situação. Mas, como brasileiro quer tirar vantagem de tudo...

  26. Cíntia Postado em 28/Jan/2015 às 13:19

    Má fé total desse professor. Ridículo. Isso não tem nada de direito do consumidor. Um aproveitador, sem caráter e tem gente que apoia... sinceramente...

  27. Renato A M Postado em 28/Jan/2015 às 13:30

    Se existe o estatuto do consumidor e a loja errou em sua propaganda que pague pelo erro,já por sua vez o professor teve uma atitude nobre de fazer esse tipo de observação e além disso como outra pessoa fez uma belíssima explanação pois o ( mais triste ) é ver um professor ter apenas R$:4,00 no bolso é lamentável o que o país faz com seus lecionadores e em vez de criticarem ele deveríamos aplaudir pois,ele como consumidor tem de fazer valer seus direitos,pois num país em que pagamos impostos a nível de países como Suécia,Finlândia etc e recebe em troca benefícios de países como Serra Leoa,Uganda,Niger etc.

  28. Mika Postado em 28/Jan/2015 às 13:30

    Já passei em frente a uma loja de celulares em que tinha uma promoção furando baloes, meu cunhado foi , furou e dizia: você ganhou um celular, entrando na loja para buscar o prêmio, eles diziam que o celular que ele havia ganhado acompanhava um plano de R$ 59,00 - conclusão ele não havia ganhado nada - chamamos a polícia e fizemos valer nossos direitos( acham que as pessoas são idiotas o bastante pra cair nessa ladainha deles, vai que cola)! O professor fez certo!

  29. Leandro Silva Postado em 28/Jan/2015 às 13:31

    “Eu quis mesmo era dar mais uma lição na loja do que qualquer outra coisa. Estava escrito errado, foi um erro de português." Se fosse realmente um bom professor, teria simplesmente alertado...e o CDC é claro nesses casos, má fé do comprador, e ponto final.

  30. ocione Postado em 28/Jan/2015 às 13:35

    Seria simples, era só a loja informar que o produto tinha acabado de acabar, rsrsrsrsr

  31. Luciano Postado em 28/Jan/2015 às 13:37

    Tinha q dar um aparelho de fazer barba pra ele. Isso sim.

  32. Anderson Bays Postado em 28/Jan/2015 às 13:47

    No cartaz também não está explícito que é um aparelho de celular. O gerente se fosse esperto entregaria 4 aparelhos de cortar unha com seus respectivos chips. Simples. Contra a malandragem. Use a malandragem.

  33. José Postado em 28/Jan/2015 às 13:48

    Oportunismo puro, a escrita do cartaz pode até estar errada, mas com um mínimo de capacidade de interpretação de texto da pra entender o que o anúncio queria dizer. Ele não quis dar uma lição na loja, quis ganhar dinheiro fácil. Bom senso está em falta.

  34. Victor Salgado Postado em 28/Jan/2015 às 14:02

    "Exigir seus direitos" com uma lojinha de bairro? Não estamos falando de mega corporações capitalistas que utilizam de altos recursos de marketing avançado para enganar um consumidor, estamos falando de um funcionário que deve receber um salário mínimo pra escrever os anúncios e se equivocou com um erro de português que gerou ambiguidade, fruto da provável péssima educação que teve. Se o professor quisesse fazer uma boa ação entraria na lojinha para propor fazer um novo cartaz sem esse erro, poderia até ajudar já que era um professor. Mas, ao contrário disso quis adquirir um celular por 1 real! Com um erro evidente, e não " propaganda enganosa". Vejo isso como "povo contra povo" não como defesa de direitos. Teria ele a mesma disposição para dar uma "lição" numa Casas Bahia da vida quando cobrar valores ultra abusivos em compras a prazo, se aaproveitando da falta de informação do povo? Aí sim eu viria vantagem!

    • carlos lima Postado em 28/Jan/2015 às 16:17

      perfeito, muito bom.

    • Plínio Postado em 28/Jan/2015 às 19:23

      Fico imaginado como será que esse professor corrige seus alunos.

  35. karina Postado em 28/Jan/2015 às 14:05

    Certíssimo, e os direitos do consumidores? Certíssimo, Se fosse comigo eu ia querer 4 celulares mesmo, a loja quando quer me ter a faca colocar juros e preços absurdos elas. Fazem isso sem do, só pensando em seus lucros.

  36. Silas Postado em 28/Jan/2015 às 14:19

    Silas

  37. Lucas B. Postado em 28/Jan/2015 às 14:25

    Esse é o famoso mala sem alças entrando em ação. Ele não poderia apenas apontar o erro ao gerente da loja? Aposto como não queria apenas dar uma lição na loja, mas sim tentar conseguir os 4 aparelhos por 1 real na justiça. haha E aos que têm síndrome de vira-latas e dizem: "aah, se tivesse mais gente assim o pais não ia estar como está"... Francamente, erros ortográficos são problemas estão presentes até nos países mais dessenvolvidos. E além do mais, cartazes tem intuito de passar uma mensagem de forma breve e de modo que todos entendam o escrito, este, cumpriu isto, aposto como todos vocês, e inclusive o professor chato entenderam o que dizia-se neste.

  38. ronald Postado em 28/Jan/2015 às 14:31

    grammar nazi detectado

  39. Mariana Postado em 28/Jan/2015 às 15:14

    Seria mais nobre ele ter se dirigido até o gerente da loja, informar que o cartaz estava escrito errado e orientar como escrever corretamente, como bom professor de português que ele é!! Muito barulho por nada!!! Ah.. concordo com vc, Emilio!!

  40. Thiago Teixeira Postado em 28/Jan/2015 às 15:27

    Quem liga pra polícia ou vai atrás da justiça para arrumar assunto com um cartaz como esse, certamente não tem o que fazer. O mundo seria bem melhor se as pessoas, caso não concordem ou não aceitem algo, virasse as costas e seguisse em frente.

    • Jonas Schlesinger Postado em 28/Jan/2015 às 16:17

      Será a primeira vez que concordo contigo? Oportunismo define esse professor de meia pataca.

  41. Brunna Postado em 28/Jan/2015 às 16:05

    Claro que o mundo não seria melhor, por isso ele está essa bagunça! É um direito dele como consumidor e a justiça está aí pra isso. Parabéns pela iniciativa Aurélio

  42. André Postado em 28/Jan/2015 às 16:18

    caso clássico de má-fé do consumidor.

  43. Daniel Postado em 28/Jan/2015 às 16:31

    Triste? Triste é ver tantos comentários tristes acusando um triste comentário de um pobre infeliz.

  44. Rodrigo Postado em 28/Jan/2015 às 17:07

    (Outro Rodrigo) Em que pese a reiterada confusão entre "exercício regular de direito" e "abuso de direito", os Tribunais, desde há muito, vêm aclarando e decidindo a questão no sentido que segue, estabelecendo que, sim, a oferta vincula o produto, mas o preço vil (ou seja, aquele facilmente identificado como incorreto, desproporcional) não tem o condão de promover a vinculação. O caso é de "erro evidente" e, ante a máxima desproporção entre preço real e anunciado (não sendo sequer o caso de "Black Friday"), é ainda relembrado que a boa-fé é também do consumidor, que não deve buscar enriquecimento sem causa (expressão genérica, que abriga qualquer ganho indevido): "CIVIL. DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO QUE VISA OBRIGAR A LOJA A VENDER E ENTREGAR AO CONSUMIDOR MERCADORIA PELO VALOR ANUNCIADO EM SITE. IMPROCEDÊNCIA. FATO QUE EVIDENCIA ERRO E NÃO DOLO DO COMERCIANTE, MÁXIME PELA DESPROPORÇÃO ENTRE O PREÇO REAL E O ANUNCIADO. SENTENÇA REFORMADA. I. O ART. 30, DO CDC, CONSAGRA O PRINCÍPIO DA BOA-FÉ, QUE DEVE VIGORAR NAS RELAÇÕES DE CONSUMO DESDE A FASE PRÉ-CONTRATUAL E COIBIR OS ABUSOS PRATICADOS POR INTERMÉDIO DO MARKETING, A OBRIGAR O FORNECEDOR A CUMPRIR O PROMETIDO EM SUA PROPAGANDA. II. NÃO SE PODE OBRIGAR, NO ENTANTO, O COMERCIANTE A VENDER MERCADORIA PELO PREÇO ANUNCIADO NA INTERNET, SE NÃO SE OBSERVA A EXISTÊNCIA DE DOLO, MAS SIM DE EVIDENTE ERRO NA INSERÇÃO, DENUNCIADO PELA GRANDE DESPROPORÇÃO ENTRE O PREÇO REAL E O ANUNCIADO. III. A BOA-FÉ, QUE A LEI EXIGE DO FORNECEDOR, TAMBÉM É EXIGIDA DO CONSUMIDOR. "ASSIM, NA HIPÓTESE DE EQUÍVOCO FLAGRANTE E DISPARATADO PRESENTE EM INFORMAÇÃO OU PUBLICIDADE, NÃO SE PODE CONSENTIR NA VINCULAÇÃO OBRIGACIONAL DO FORNECEDOR ALMEJADA POR CONSUMIDOR ANIMADO PELO PROPÓSITO DO ENRIQUECIMENTO ILÍCITO" (OLIVEIRA, JAMES EDUARDO, CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANOTADO E COMENTADO, ED. ATLAS, P. 201). (TJDF - Classe do Processo: 2009 01 1 056409-2 ACJ (0056409-12.2009.8.07.0001 - Res.65 - CNJ) DF - Registro do Acórdão Número: 408595 - Data de Julgamento: 23/02/2010 - Órgão Julgador: 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do DF - Relator: FERNANDO ANTONIO TAVERNARD LIMA - Publicação: Publicado no DJE : 09/03/2010 . Pág.: 128)".

    • Hirlam Seabra Postado em 29/Jan/2015 às 00:41

      Isso aí!

  45. GiLL Postado em 28/Jan/2015 às 17:08

    Também no anúncio, está escrito aparelho. Não especifica se é novo, velho , ou mesmo se é um celular kkkkkkkkkkkkkkk.. A loja podia ter se aproveitado disso kkkkkkk

  46. eduardo simões Postado em 28/Jan/2015 às 18:07

    Ninguém conhece a lei, isso que me espanta. Por um lado, realmente, o fornecedor do produto é responsável pelo que anuncia. Por outro lado, o próprio código de defesa do consumidor diz que se a propaganda está errada por erro facilmente perceptível, como é o caso -qualquer pessoa adulta sabe que jamais um celular custará R$1,00, sendo óbvio que houve apenas erro no cartaz, e não propaganda enganosa- o fornecedor não tem responsabilidade. Assim, todos agiram errado. O comprador, pela evidente má-fé e o delegado, que deveria ter um minimo de conhecimento e explicar que não caberia no caso nenhuma reparação ao comprador.

  47. caima Postado em 28/Jan/2015 às 18:15

    Triste e atrevida é sua opinião que nada mais é do que a afirmativa de um sábio ao dizer que: "A Ignorância é muitas vezes atrevida!"

  48. Oicram Postado em 28/Jan/2015 às 18:39

    Pergunta meio idiota,a policia ou o policial entendeu o erro de português???

  49. Elizabeth Postado em 28/Jan/2015 às 18:39

    Isso não foi erro de português, foi proposital! Contando com a burrice do povo consumista! Achei pouco, jamais a loja iria imaginar que um "cliente" fosse fazê-la provar do seu próprio veneno, certamente tomará mais cuidado, pois escreveu, não leu, o pau comeu!

  50. Ramael Postado em 28/Jan/2015 às 19:58

    Puta babaquice heim professor?! Sabe outra coisa que você poderia ter feito?? Lido o cartaz, dado risada e ido pra casa. Arrumar uma puta confusão dessa só pra "dar uma lição"?! Se eu sou dá polícia te levava pra delegacia pra "registrar o ocorrido" e te deixava lá umas 6 horas esperando, só pra largar a mão de ser coxinha idiota!!! Gastar o tempo da polícia só pra uma estupides destas.

    • Silvio Postado em 29/Jan/2015 às 18:32

      Não acredito que tenha sido erro de português não! Tenho visto muito esse tipo de anúncio enganoso... Má fé e é sim caso de para a delegacia do consumidor pois fere o estatuto que foi criado para inibir esse tipo de prática.

  51. claudio Postado em 28/Jan/2015 às 20:17

    Eu teria evado ao juiz

  52. Aline Postado em 29/Jan/2015 às 00:53

    Acho justíssima a reclamação do cliente. Sou professora de Publicidade e Propaganda e sempre digo aos alunos que o português precisa ser excelente. Em casos de "confusões", os clientes devem ser muito bem tratados. Neste caso, espero a loja busque trabalhar melhor. Se todo consumidor fosse assim as empresas caprichariam nos cartazes e na publicidade, em geral, e não delegariam a qualquer um esse trabalho que exige bastante atenção e qualidade profissional.

  53. Sophie Postado em 29/Jan/2015 às 02:25

    Concordo contigo, Elizabeth! Nós consumidores estamos acostumados com propagandas enganosas, que muitas vezes se utilizam de um duplo sentido o uma linguagem não clara só pra atrair o cliente. O professor agiu corretíssimo, no meu ponto de vista, e o gerente deveria tê-lo dado a razão e no minimo retirado o cartaz da loja e explicado o equívoco se tivesse sido apenas um erro de português. Mas como o erro foi proposital o gerente agiu na ignorância.. Só sinto, pelo seu Aurélio não ter levado o caso adiante e exigido os 4 aparelhos com chips, cada um no valor de 1 real. Seria hilário!!!!! kkkkkkkkkk

  54. Adriane Postado em 29/Jan/2015 às 08:34

    Sim!!temos que reivindicar cada direito, e esse anúncio errôneo mostra a qualidade da formação que essa pessoa teve.

  55. Morgana Postado em 29/Jan/2015 às 09:09

    O caso foi um pouco parecido com o de uma moça aqui do Rj... Na ocasião a propaganda foi a promoção das casas Bahia "Quer pagar quanto?" A tal moça fez uma compra e na hora do acordo sobre o quanto ela queria pagar por parcela ela disse -Um Real! O gerente da loja se negou a fazer esse preço por parcela,chamou a tal moça de "Pão dura" Mas para a surpresa dele a tal moça era uma juiza,especializada em direitos do consumidor. Que isso fique de lição para essas lojas que tentam enganar o publico com "promoções imperdivéis" como essa do anuncio e parabéns sr Aurélio

  56. Lara Postado em 29/Jan/2015 às 09:29

    Quando o erro é grosseiro, os juízes consideram que não há direito do cliente sobre aquele bem. Portanto, o professor só perdeu seu tempo. Se insistisse em ajuizar ação, provavelmente perderia. Esse é o Brasil: aceita as desculpas de quem tem poder e faz persecução penal implacável contra os moradores de rua.