Redação Pragmatismo
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Economia 27/Nov/2014 às 16:33
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A nova equipe econômica do governo Dilma Rousseff

Agora é oficial. Dilma Rousseff anuncia Joaquim Levy na Fazenda e Nelson Barbosa no Planejamento. Eles são os substitutos de Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente. Alexandre Tombini continuará na presidência do Banco Central

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Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini (Imagem: Pragmatismo Político)

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira os nomes de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e de Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento. Os dois já integraram equipes econômicas em governos petistas e vão substituir Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente. Alexandre Tombini continuará na presidência do Banco Central.

O anúncio acontece após uma semana de expectativa. O mercado financeiro esperava a formalização dos nomes na última sexta, mas a Presidência da República adiou a confirmação.

Joaquim Levy será o terceiro ministro da Fazenda de governos petistas. Guido Mantega está no cargo desde 2006, fim do primeiro mandato do governo Lula, em substituição a Antonio Palocci. Dilma agradeceu a Mantega, “o mais longevo ministro da Fazenda do período democrático”. “Em seus 12 anos de governo, Mantega teve papel fundamental no enfrentamento da crise econômica internacional, priorizando a geração de empregos e a melhoria de renda da população”, diz a nota. O texto também agradece Miriam Belchior pelo seu trabalho no andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da gestão do Orçamento.

Abaixo, a íntegra da nota:

Presidenta Dilma Rousseff anuncia três nomes da equipe econômica do seu ministério

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, hoje, três nomes da equipe econômica do seu ministério.

Para o Ministério da Fazenda, a presidenta indicou o sr. Joaquim Levy. O novo titular do Ministério do Planejamento será o sr. Nelson Barbosa. O ministro Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, foi convidado a permanecer no cargo.

Os ministros Mantega e Miriam permanecerão em seus cargos até que se conclua a transição e a formação das novas equipes de seus sucessores.

A presidenta agradeceu a dedicação do ministro Guido Mantega, o mais longevo ministro da Fazenda do período democrático. Em seus doze anos de governo, Mantega teve papel fundamental no enfrentamento da crise econômica internacional, priorizando a geração de empregos e a melhoria da renda da população.

À frente do Ministério do Planejamento, a ministra Miriam Belchior conduziu com competência o andamento das obras do PAC e a gestão do Orçamento federal.

Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Agências

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Comentários

  1. Natália MS Postado em 27/Nov/2014 às 16:59

    Agora só nos resta esperar para ver o comando do banqueiro.Não nego minha frustração com essa escolha.Mas sou apenas uma eleitora de Dilma palpiteira..Dilma é que está com as mãos na massa e deve saber o porque colocar o Levy em um cargo tão importante.Uma coisa é presidir BC o TN,agora presidir os rumos econômicos de um país o buraco é mais profundo...Para quem criticou tanto o Armindo Fraga essa escolha me parece no minimo incoerente... Boa sorte aos novos ministros e a nossa Presidenta...

    • Joao Postado em 27/Nov/2014 às 19:16

      Natalia, não se preocupe. tudo dará certo...ele não é banqueiro feito Trabuco. Trabalhou no FMI e foi secretário de tesouro do primeiro mandato de lula, onde foi bastante austero, e deu muito certo. abraços

  2. Daniel Postado em 27/Nov/2014 às 17:17

    Queria ver esse jornal ser menos folhetim a la Veja e um pouco mais crítico...

    • rafa Postado em 28/Nov/2014 às 11:15

      nenhum no mundo tao acritico e enganador como veja

  3. Thiago Teixeira Postado em 27/Nov/2014 às 18:23

    Bom é você. Porque não se candidata a presidente?

  4. Natália MS Postado em 27/Nov/2014 às 21:04

    João,não estou colocando em dúvida a competência do Levy,sei da sua atuação diante da herança que FHC deixou para Lula.Uma coisa é ter o Levy no TN ou o Meirelles no BC.Outra e ter o perfil do Levy no mais auto posto do ministério. Torço para que ele não abandone a política de inclusão social e que não faça o crescimento do país a qualquer custo,até agora a gestão petista tem mostrado que o IDH é mais importante que o PIB.Espero que o Levy mostre para oposição como é que se governa para todos!

    • rafa Postado em 28/Nov/2014 às 11:16

      muito bem, natália

    • Silva Postado em 28/Nov/2014 às 13:39

      Pelo amor de Deus estude um pouco de Economia. O PIB é fundamental para o desenvolvimento do país, como você espera que o governo aumente os investimentos (de 2,2% para pelo menos 4%) com um PIB baixo?! O governo deve voltar as atenções para o crescimento do país, pois APENAS as políticas sociais não serão suficientes para oferecer uma vida decente as pessoas.

  5. Fernando Postado em 28/Nov/2014 às 10:49

    A mídia hoje gargalha escancaradamente dizendo que Dilma está cumprindo o que prometeu ao vencer as eleições: ouvir e fazer pactos com os derrotados e ainda tiram a maior onda dizendo que Aécio se livrou do pepino que teria que descascar junto com Armínio. Só se vêem críticas a absolutamente tudo o que o governo fez: isenção de impostos, PAC, críticas à condução da economia, etc. Alguém poderia, por obséquio, dizer à Dilma que ela está assinando o próprio atestado de incompetência pelos desmandos de seu primeiro mandato?

  6. Natália MS Postado em 28/Nov/2014 às 14:37

    Silva, não disse em momento nenhum que o PIB não é importante, mas o que não é fundamental é querer fazer o crescimento do PIB a qualquer custo, caso o PIB fosse tão fundamental na economia de um país, a China que é o país que mais cresce atualmente não teria uma extrema desigualdade social, enquanto a Suíça que tem um PIB bem baixo tem um dos mais altos IDH..

  7. Silva Postado em 28/Nov/2014 às 15:29

    Por favor não compare dois países com políticas socioeconômicas completamente diferentes. A China possuí uma população de aproximadamente 1,357 bilhões enquanto a Suíça possuí uma população menor do que a da cidade de São Paulo. Se o país não cresce como ele vai investir em educação, saúde, segurança, etc. Infelizmente o governo atual perdeu a oportunidade de manter o país nos trilhos e agora será necessário ajustar algumas contas, e você acha que eles vão começar pelo salário deles? Eu acho que não.

  8. Natália MS Postado em 28/Nov/2014 às 17:26

    Silva a minha comparação foi em relação a importância do PIB e não em relação a Suíça e a China..Sei que essa comparação seria esdruxula, pois seria o mesmo que comparar o Brasil com a Finlândia...Já sabemos quais serão os primeiros cortes do governo..