Redação Pragmatismo
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Educação 04/Nov/2014 às 13:05
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Criado em lixões, mendigo entra na melhor universidade do mundo

Ex-mendigo que foi criado em lixões e aterros sanitários conquista vaga em Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli e lingala

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Justus viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo (Pragmatismo/The New York Times)

Durante boa parte da sua infância, Justus Uwayesu, viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo. “Não havia chuveiro, e eu não tomava banho”, contou. Ele já chegou a ficar um ano sem tomar banho. As informações são do The New York Times.

Justus nasceu na zona rural do leste de Ruanda e quando tinha 3 anos perdeu seus pais, vítimas de um combate motivado por questões políticas, onde mais de 800.00 pessoas morreram em apenas 100 dias. A Cruz Vermelha conseguiu resgatar um irmão e duas irmãs.

Um casal começou a cuidar das crianças, mas a quantidade de órfãos na região foi crescendo e a família abandonou os quatro.”Foi um momento muito escuro, porque eu não podia ver um futuro. Eu não podia ver como a vida poderia ser melhor ou como eu poderia sair daquela situação de vida”, contou.

VEJA TAMBÉM: A brasileira que ficou milionária vendendo coxinhas a R$ 1,00

Certo dia, a criança viu sua vida mudar completamente. Clare Effiong, fundadora de uma ONG em New Rochelle, Nova York, decidiu no ano 2000, através de viagens pelo país, conhecer histórias de vida para ajudar crianças que se encontravam pelo mundo. Ao encontrar com Justus, perguntou qual seria seu maior desejo. “Eu quero muito ir para a escola”, contou.

Após completar seus estudos, ele conseguiu muito mais. Hoje, Justus Uwayesu, faz parte da maior universidade do mundo, Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli (uma das línguas oficiais do Quénia) e lingala (idioma materno na região noroeste da República Democrática do Congo).

Ele começou a estudar e conseguiu vaga em uma escola especializada em ciência. Durante os estudos, trabalhou na caridade e abriu uma escola de culinária para garotas, no campus do próprio orfanato. Em Harvad ele estudou através de uma bolsa integral, matemática, economia e direitos humanos. Atualmente, ele diz ter 22 anos (ainda não se sabe a data exata do seu aniversário) e faz parte de 1.667 alunos da sua área.

Ibahia, com The New York Times

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Comentários

  1. Emerson Postado em 04/Nov/2014 às 13:06

    hmmm meritocracia ....

    • Catia Postado em 04/Nov/2014 às 16:15

      Foi irônico né?

      • eu daqui Postado em 05/Nov/2014 às 11:43

        Ironico por que? Então o protagonista do texto não tem nenhum mérito?

    • Lucia Postado em 04/Nov/2014 às 18:48

      Sem a ajuda humanitária da ONG que o socorreu ele não chegaria a lugar algum. Meritocracia ? Ou ajuda social?

      • Luh Souza Postado em 05/Nov/2014 às 13:35

        Todos são MERECEDORES, o que define um e outro é o apoio. Sem a ajuda humanitária, sem cotas, sem políticas afirmativas... os merecedores continuarão sendo aqueles que tem ajuda desde o berço. Simples assim!

      • Hugo Saraiva Postado em 06/Nov/2014 às 17:46

        Oportunidade. Essa é a chave...

      • eu daqui Postado em 10/Nov/2014 às 11:46

        Se ele não tivesse feto sua parte nos esforços a oportunidade teria passado inaproveitada.

  2. Rodrigo Postado em 04/Nov/2014 às 13:29

    (Outro Rodrigo) Duplo parabéns: a quem estendeu a mão a ele e também ao próprio Justus Uwayesu. É, verdadeiramente, um exemplo de vida! Não importa se você é branco, negro etc.; homo ou hétero; homem ou mulher; mais ou menos favorecido - de posse das mesmas condições, do mesmo fomento, suporte (ensino de qualidade, alimentação, atenção) e, adicionando a tal o esforço pessoal, o indivíduo, enxergando-se como um ser humano em sua integralidade, tem a possibilidade de alcançar de patamares dos mais altos.

  3. eu daqui Postado em 04/Nov/2014 às 14:01

    ESSE É O CARA, HEIN?

  4. Alisson Postado em 04/Nov/2014 às 15:12

    Meritocracia? E se ele não tivesse tido essa assistência ele iria do lixão diretamente para Harvard?

    • Paula Ferreira Postado em 04/Nov/2014 às 16:46

      vc ta querendo dizer q ele foi p harvard pq alguem colocou ele lá dentro?? Tipo Q.uem I.ndica?

      • Regina Postado em 04/Nov/2014 às 17:21

        Alisson quis dizer que o rapaz conseguiu porque lhe foi dada a OPORTUNIDADE. Ele aproveitou a oportunidade que lhe foi dada e conseguiu!

      • Cassia Postado em 04/Nov/2014 às 19:20

        Na Harvard não existe quem indica, existe testes de capacitação feitos com alunos que se destacam do mundo inteiro, ou precisa ser muito rico para pagar altas $$ de mensalidade. Morris nos States por vários anos e a filha do meu ex patrão que é milionário estudou lá e eu sei a fortuna que ele pagava cada mês.

    • edna Postado em 04/Nov/2014 às 16:48

      Boa resposta Alisson! Tem gente que só enxerga o que quer.

    • Diogo Postado em 04/Nov/2014 às 16:55

      Emerson, você foi sarcástico? Se não, agradeço ao Alisson por ponderar usando o bom senso.

    • Luana Postado em 04/Nov/2014 às 23:14

      Sim, meritocracia sem sombra de dúvidas. O que foi concedido a ele chama-se oportunidade. Não duvide da capacidade humana!!

    • Luana Postado em 04/Nov/2014 às 23:15

      O que você chama de assistência, eu chamo de equalização de chances!

    • Renato Postado em 05/Nov/2014 às 01:58

      Ele n foi diretamente né..o cara passou 13 anos aprendendo. Ajudaram ele blz, mas ai ele decidiu não ficar parado mamando e estudou 13 anos. O povo só vai nos extremos ou ajuda ou é mérito. Quase nunca o extremo é o ideal e sim esse mix, com enfase na meritocracia pois quem não quer, mesmo após ter sido ajudado, não é digno de continuar a ser ajudado sem dar algo em troca.

  5. Salomon Postado em 04/Nov/2014 às 15:44

    As pessoas precisão é de oportunidades. Que o digam os nordestinos.

    • Neto Postado em 04/Nov/2014 às 18:33

      E você precisa de aulas de português!

      • César Postado em 04/Nov/2014 às 19:57

        Erros de português têm solução. Agora, educação e gentileza não fazem parte de nenhuma grade curricular, Neto.

      • Cícero Postado em 05/Nov/2014 às 16:11

        Neto, Pai e Avô, falta de educação é de berço.

    • Nordestino Insatisfeito Postado em 04/Nov/2014 às 21:58

      Não sei se você sabe mas o nordeste é bem grande. Não generalize e fale que os nordestinos tem poucas oportunidades. O nordeste só tem um numero maior de pessoas abandonadas, mas falar no geral nunca. Nasci no interior do nordeste e sempre tive amplas oportunidades...

    • eu daqui Postado em 05/Nov/2014 às 11:45

      As pessoas também precisam se esforçar para aproveitar as oportunidades que aparecem e caçar as que não aparecem. Eu costumo me dar esse trabalho, acreditem, é muito compensador e realizador.

      • poliana Postado em 05/Nov/2014 às 12:25

        hipócrita! tá bom queridinha, vc é guerreira!! é melhor q todo mundo! an ran!!!

      • Rodrigo Postado em 05/Nov/2014 às 17:59

        (Outro Rodrigo) Não, Poliana, ninguém é melhor do que ninguém. De outro lado, apenas é verdade o adágio popular a dizer que a oportunidade é como um cavalo, que passa inicialmente selado em nossa porta. Em segunda oportunidade, não aproveitada a primeira, já estará trotando e, em eventual terceira, já sem sela e correndo. Ou seja, é imprescindível a ajuda recebida, a mão estendida (afinal, todos nós, recebemos essa mão, essa ajuda, de pais, tios, avós etc. e ou amigos), mas a ela há de ser somado o esforço individual - não devem ter sido poucas as noites em claro desse valoroso rapaz, nem mesmo poucas as tardes, manhãs, debruçadas em livros, na internet, em busca de ampliar o próprio conhecimento. Se não estou errado, creio que você seja concursada (algo que exige alto preparo e dedicação), de modo a ser uma situação aplicável a você: soube bem aproveitar, prudente e sabiamente, todos os incentivos recebidos, aliando a tanto a dedicação. Com o receio de ter sido repetitivo/prolixo - pelo que, peço desculpas, se o fui -, em suma, não falamos de ser melhor do que ninguém, mas de o indivíduo buscar, sim, ser melhor que si próprio, a cada novo dia.

      • Leonora Postado em 06/Nov/2014 às 11:31

        Rodrigo, você só esqueceu de considerar que ao contrário do que dá a entender seu discurso, as oportunidades não estão uniformemente divididas. Algum esforço pessoal é certamente necessário, mas enquanto para muitos a oportunidade só passa uma vez, para alguns (os privilegiados por cor, gênero, posses, etc) as oportunidades são mais do que abundantes, e perder uma ou mesmo várias não compromete em nada o futuro e sucesso desses felizardos.

      • Rodrigo Postado em 07/Nov/2014 às 10:56

        (Outro Rodrigo) Leonora, aí é uma conclusão sua, partindo de sua interpretação particular, totalmente dissociada de minha fala. Em momento algum eu disse que as oportunidades são igualmente divididas, mesmo por isso eu tendo parabenizado quem estendeu a mão ao brilhante rapaz. Como disse o filósofo Bertrand Russell, em entrevista à BBC disponível no Youtube, temos de identificar qual é o fato e tomá-lo partindo da sua particular verdade. Mas não da verdade que nós gostaríamos que ele representasse, nem mesmo nem em função dos (supostos) benefícios que pensamos que ele traria às crenças sociais. Nesse sentido, pois, o fato por mim trazido é: bem aventurado aquele que estende a mão ao seu semelhante e bem aventurado quem aproveita a oportunidade, torna-se melhor que antes, evoluindo, mostrando à sociedade o valor de uma dupla caridade - para com o próximo e para consigo mesmo.

      • eu daqui Postado em 10/Nov/2014 às 11:48

        Grata aos que concordam e discordam sabendo divergir sem passar atestado de fracasso !!! Sou melhor do que os outros sim em algumas coisas. E pior em alguns aspectos. Como todo mundo !

  6. José Ferreira Postado em 04/Nov/2014 às 15:47

    Esse cara é um vencedor. Admiro o seu esforço e acho que ele é um exemplo de vida para todos nós, principalmente aqueles que reclamam demais e fazem "de" menos.

  7. Tiago Postado em 04/Nov/2014 às 16:15

    Em algum momento a matéria fala em meritocracia? Vocês são idiotas ou o quê?

    • eu daqui Postado em 05/Nov/2014 às 11:46

      Não fala mas deveria: o protagonista da reportagem tem muito mérito sim. Pode ter sorte também. Mas sem se dar o trabalho e o esforço de aproveitar as oportunidades que a sorte traz, nada se conquista: só bolsistas.

  8. Silva Postado em 04/Nov/2014 às 16:50

    "Certo dia, a criança viu sua vida mudar completamente. Clare Effiong, fundadora de uma ONG em New Rochelle, Nova York, decidiu no ano 2000, através de viagens pelo país, conhecer histórias de vida para ajudar crianças que se encontravam pelo mundo."

  9. Dorival Gonçalves Santos Postado em 04/Nov/2014 às 17:17

    Leiam essa matéria: http://www.revistaforum.com.br/mariafro/2014/10/27/dorival-de-ser-humano-invisivel-garimpeiro-lixao-ao-doutorado/

    • Nika Postado em 04/Nov/2014 às 18:55

      Parabéns, está certo que os programas de Lula e Dilma foram primordiais ao seu desenvolvimento, mas sem o seu empenho, seriam apenas incentivos que vemos e sabemos que é muito importante, só que para os outros, não para nós. É preciso muita força de vontade para estudar, trabalhar e depois de graduado, fazer mestrado e doutorado, enfim, não desistir enquanto não alcançar o objetivo, portanto, você mereceu chegar onde está.

  10. Alex Postado em 04/Nov/2014 às 18:02

    Meu máximo respeito à esse homem, não só à ele, mas à tantos outros que tem sua história, igual ou parecida, parabéns à quem estendeu a mão e à ele por um feito muito grande em sua vida e as demais vidas que se espelharão, na história de vida de Justus.

  11. Daniel Postado em 04/Nov/2014 às 18:16

    Mesmo recebendo ajuda o esforço e a motivação continua sendo um artifício necessário. Não quero desmerecer o rapaz. Porém, acredito que haja outras crianças na mesma situação que a dele e que foram esquecidas, ou simplesmente não havia forma de ajudá-las. Capitalistas que se encontram no topo da pirâmide adoram histórias como esta, segundo eles as oportunidades são iguais e só não alcança seus objetivos quem não se esforça o suficiente. Entretanto se fosse nos dada a oportunidade de escolhermos a cor da qual gostaríamos de nascer, haveriam pouquíssimos negros no mundo. Não podemos ser hipócritas e fingir que a discriminação social (não apenas racial, mas em todos os sentidos) não exista.

  12. Kelly Postado em 04/Nov/2014 às 18:18

    Uma adendo ao texto, o massacre de ruanda vai alem de guerra politica, foi um massacre étnico comparado ao genocídio. Onde hundus matavam tutsis por considerarem "baratas" do ruanda.

  13. Cláudia Ribeiro Postado em 04/Nov/2014 às 19:57

    Eu diria que Justus Uwayesu serve de exemplo. Pois ele se preocupava com a condição dele, tinha interesse em melhorar. Logo, a fundadora da ONG cruzou o caminho dele, oferecendo a ele uma oportunidade. O que ele fez? Aproveitou a chance para alcançar seu sonho! Sempre há chances, possibilidades nos rodeando. Se temos uma perspectiva, conseguimos enxergá-las e com esforço aproveitá-las em busca de um sonho.

  14. Juca Postado em 04/Nov/2014 às 19:59

    Desculpe-me, mas não creio que estatistas atrapalhem o acesso de todos à escola; antes poderíamos dizer que aqueles que defendem a tal "lei de mercado" é que estão mais propensos a isto. Em tempo, não estou defendendo aqui o estatismo em si, apenas não gostaria que uma afirmação equivocada vicejasse.

  15. Josiane Mello Postado em 04/Nov/2014 às 20:03

    Essas histórias me emocionam e motivam. Ele teve um grande amparo, mas se não tivesse tido coragem e determinação, é claro que não chegaria lá. Esse é um caso RARO. Mesmo porque as chances de uma pessoa ter sucesso na vida são consideravelmente maiores para quem teve os estímulos necessários na primeira infância, uma família "equilibrada", estudou em bons colégios, as pessoas que conviveu e os lugares que conheceu. E aí, qdo consegue entrar em uma universidade, até mesmo a tradição da faculdade vai ajudar vc ser uma pessoa de sucesso. Diga-se de passagem a recente pesquisa que pode ser conferida: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/11/141031_bilionarios_universidades_rm?ocid=socialflow_facebook Uma parte diz: "Esse 'mapa da riqueza' também mostra que esses bilionários são mais propensos a terem frequentado algumas das universidades mais prestigiadas do mundo." Aí chega essa rapaz, sem a mínima estrutura emocional e econômica, mas com a vontade de estudar e ser alguém, passar em Harvad ?! Emocionante!

  16. Itajaci Machado Postado em 04/Nov/2014 às 21:41

    A oportunidade faz a diferença. O governo Dilma deu mais oportunidades a todos e a diferença é que hoje temos mais negros, indígenas e pessoas pobres nas universidades. Lutemos cada vez mais por boas escolas, bons cursos ( professores, aulas, infraestrutura) e com isso certamente o Brasil vai avançar de 7 econoomia mundial ...e com justiça, com distribuição de renda. Só a educação, o conhecimento vai fazer revolução. Não esperemos pelos congressistas!

  17. Sílvia Postado em 05/Nov/2014 às 06:22

    Depois de ler os comentários acima concluí que quem defende meritocracia pura e simples acha que todo indivíduo tem que ser forte, inteligente, e ter a sorte de achar quem o ajude ( contanto que não seja ele) para ter direitos aos benefícios que outros tem apenas pelo fato de terem nascido brancos e em espaços físicos privilégiados. Esta meritocracia defende o direito de ser bem nascido. Quem não for bem nascido tem que ser forte como o Justus, e não tiver a ajuda de um bem nascido ( não ele) não merece sobreviver.

    • Eduardo Postado em 18/Nov/2014 às 21:08

      Sílvia, diante de tanta sandisse, me desculpe, mas acabei escolhendo o seu post para entrar... "não merece sobreviver"???? mas quanto radicalismo!!! Gostaria de discutir a meritocracia contigo, ou qq outra pessoa, pois me parece haver um exagero sobre o tema. Não consigo entender como as coisas possam existir sem a influência do mérito. Qq intervenção que n considere o mérito, no meu ponto de vista, resta como ARTIFICIAL. E como todas as coisas artificiais, não subsistem.

  18. Rosangela Postado em 05/Nov/2014 às 17:57

    Penso que ele tinha uma aptidão para assimilar bem a parte cognitiva e a capacidade dele foi habilitada pela ONG ,,,ele poderia ter aptidão mas sem a ponte da organização humanitária jamais teria saído do lixo.

  19. Sophie Postado em 05/Nov/2014 às 23:32

    Porque pensar de forma tão maniqueísta: meritocracia ou ajuda??? No dia que o ser humano entender que ninguém é forte sozinho, certamente o mundo será bem melhor. Existirão mais pessoas preocupadas com o próximo e consequentemente mais pessoas acreditarão em si mesmo. Penso que todos nós somos capazes de lutar para alcançarmos nossos sonhos e objetivos, mas é imprescindível que seja nos dada condições objetivas isso. Por trás da sua história existem várias pessoa que sonharam junto com vc, seja seu pai, sua mãe,sua família em geral, seus professores, algum desconhecido, ajuda do governo... Ainda não conheci ninguém q obteve êxito na vida sem ajuda de ninguém. Amoral dessa história, e constatação muito mais importante do que meritocracia ou ajuda, é que ainda existem pessoas nesse mundo que se preocupam com o sonho dos outros, e existem pessoas que por mais difícil que seja sua vida elas nunca desistem de seus sonhos, e com muito trabalho e esforço conseguem vencer. Melhor pensar assim: o que seria da solidadriedade sem a vontade individual de cada um de acreditar em seus sonhos? E o que seria dos nossos sonhos se mais ninguém além de nós acreditassem neles? "Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade"

  20. Cézar Luz Postado em 06/Nov/2014 às 00:22

    Mais uma prova inequivoca de que a cor da pele nada tem a ver com a capacidade intelectual. Para que estes ascendam é bastante não tirar-lhes as oportunidades. Resumindo, se não puder ou quiser ajudar pelo menos não impeça ou atrapalhe.

  21. Raimndo Postado em 07/Nov/2014 às 13:35

    Se o capitalismo fosse um sistema mais democrático, mais humano não haveria tanta necessidade de mãos estendidas.