Redação Pragmatismo
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História 06/Nov/2014 às 19:02
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25 curiosidades sobre o Muro de Berlim

No aniversário de 25 anos da queda, conheça 25 fatos sobre o Muro de Berlim. Derrubada da barreira que separava as duas Alemanhas virou símbolo do fim da Guerra Fria; cidade comemora com instalações de balões representando muro

muro de berlim alemanha portal
Muro de Berlim e Portão de Brandemburgo

Rafael Targino, Opera Mundi

A queda do Muro de Berlim, um marco do fim da Guerra Fria e símbolo do desmantelamento do bloco socialista do leste europeu, completa 25 anos neste domingo (09/11). Antes desse aniversário histórico, conheça 25 fatos sobre a barreira que dividiu a Alemanha por 28 anos:

1. A Alemanha Oriental surgiu antes do Muro de Berlim: A Alemanha Oriental – conhecida em português pela sigla RDA (DDR, em alemão) – surgiu anos antes da construção do Muro. Em 7 de outubro de 1949, o novo país foi fundado a partir dos territórios controlados pela União Soviética (após a divisão feita ao fim da Segunda Guerra entre os vencedores). Um contraponto direto ao lado controlado por EUA, França e Reino Unido, que, em 16 de setembro do mesmo ano, arquitetavam a criação da República Federal da Alemanha (RFA, ou BRD, em alemão). No lado oriental, a capital era Berlim; no ocidental, Bonn.

2. Mesmo com duas Alemanhas, Berlim continuava sem divisão física: A cidade foi dividida em quatro partes entre os vencedores da Segunda Guerra: EUA, Reino Unido e França a Oeste, União Soviética, a Leste. Mesmo após a criação das duas Alemanhas, havia certa liberdade de movimento entre as zonas, por mais que o controle (especialmente de leste a oeste) tenha sido aumentado gradativamente. O metrô, com várias linhas que iam de um lado a outro, circulava normalmente.

3. Stalin tentou unificar as Alemanhas: Em março de 1952, o então líder soviético, Josef Stalin, enviou uma proposta aparentemente boa para as forças capitalistas: tratado de paz e eleições livres em uma Alemanha reunificada. A condição era que o novo país não poderia entrar em nenhuma aliança militar contra os antigos ocupantes. O então chanceler alemão ocidental, Konrad Adenauer, recusou o plano, o que muitos historiadores veem hoje como um erro, já que poderia, em tese, ter evitado os 37 anos seguintes de divisão. Mas a proposta de Stalin tinha seus “poréns”: ela fazia com que a nova nação renunciasse a antigos territórios prussianos a leste – o que tinha potencial para acabar com a força política de Adenauer.

4. Stalin autorizou a criação de um “muro virtual”: Com a recusa de Adenauer, Stalin chamou a direção da Alemanha Oriental (notadamente Walter Ulbricht, primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Socialista Unificado da Alemanha – SED, em alemão – e quem efetivamente mandava no país) para uma reunião em Moscou. O líder soviético deu dois conselhos: “organizar o próprio Estado” e “reforçar a proteção da fronteira” entre os dois países. Foi o suficiente: em 26 de maio de 1952, os líderes orientais fecharam a fronteira entre as zonas e estabeleceram perímetros máximos de circulação de estrangeiros dentro da área sob controle soviético – em uma espécie de “muro virtual”.

5. Alemanha Ocidental ganhou soberania no mesmo dia do fechamento da fronteira: No mesmo 26 de maio de 1952, um tratado dava soberania (mesmo que relativa) à Alemanha Ocidental, permitindo que ela entrasse na Otan (Aliança do Tratado do Atlântico Norte) três anos depois.

6. O lugar para fugir era… Berlim: A fronteira interna entre os dois países havia sido fechada, mas ir de um lado para o outro não era muito difícil: bastava viajar a Berlim. A cidade continuava dividida, mas atravessar de uma zona a outra não era tão complicado. Isso preocupava Ulbricht.

7. Morte de Stalin atrasou construção: Em janeiro de 1953, Stalin havia acertado com Ulbricht a colocação de guardas na fronteira entre as zonas soviética e dos outros ocupantes em Berlim. Segundo a historiadora Hope M. Harrison, professora da George Washington University, no livro “Driving Soviets up the Wall”, os homens seriam colocados para “acabar com o acesso descontrolado a Berlim Oriental a partir dos setores ocidentais” e, principalmente, vice-versa.

Frederick Taylor, autor de “Muro de Berlim”, uma das obras mais importantes sobre o tema, afirma que isso era, basicamente, “a premissa de uma fronteira fortificada em Berlim”. Em 1º de março, no entanto, Stalin sofreu um derrame, morrendo no dia 5. O novo governo soviético, então, engavetou os planos para a capital da RDA.

8. Fugas para Berlim Ocidental ajudaram o governo da RDA a decidir pela barreira: Mesmo com controles cada vez mais rígidos, o número de pessoas que atravessavam da zona soviética para a zona controlada pelos capitalistas só aumentava. Em maio de 1961 (ano da construção do Muro), 17.791 haviam fugido para o oeste; em junho, 19.198; só nas duas primeiras semanas de julho, 12.578. Até o fechamento da fronteira, o número total superava 870 mil.

9. “Ninguém pretende construir um Muro”: Walter Ulbricht ficou famoso por essa frase, dita durante uma entrevista coletiva à imprensa em 15 de junho. Na conversa com os jornalistas, ele havia deixado claro que, assim que Berlim saísse do controle das forças de ocupação, o SED assumiria o controle de todas as rotas aéreas e terrestres que tivessem como origem ou destino a capital Oriental.

Vídeo mostra a resposta de Walter Ulbricht sobre construção do Muro (em alemão):

Na entrevista, uma repórter do jornal Frankfurter Rundschau, da Alemanha Ocidental, perguntou a UIbricht: “Em sua opinião, a criação de uma cidade livre [no caso, Berlim sem ocupação] significa que a fronteira do Estado ficará no Portão de Brandemburgo?” O líder alemão oriental respondeu:

“Depreendo de sua pergunta que existem na Alemanha Ocidental pessoas que gostariam que mobilizássemos operários da RDA para construir um muro. Não tenho conhecimento de qualquer intenção neste sentido. Os operários da construção civil em nosso país estão ocupados principalmente na construção de casas, e suas forças são completamente consumidas nesta tarefa. Ninguém pretende construir um muro.”

10. Barreira foi construída de um dia para o outro: 1 hora da manhã, 13 de agosto de 1961, domingo: sob o comando do então secretário de Segurança do Comitê Central do SED e futuro líder da Alemanha Oriental, Erich Honecker, soldados foram posicionados a cada dois metros ao longo de toda a fronteira interna de Berlim. Enquanto isso, outras tropas cercavam a parte ocidental com arame farpado e mais bloqueios. A iluminação nas ruas próximas foi desligada enquanto o trabalho era feito.

Segundo o historiador Frederick Taylor, 68 dos 81 pontos de cruzamento entre as zonas soviética e as outras foram fechadas, além das 193 ruas que atravessavam as fronteiras. Linhas de metrô (U-Bahn) e de trem (S-Bahn) foram interrompidas.

Às 6h, Berlim amanhecia fisicamente dividida.

11. Nem o prefeito de Berlim sabia do fechamento da fronteira: A construção da barreira física pegou todo mundo de surpresa: Washington, Londres, Paris, Bonn e… o então prefeito de Berlim, Willy Brandt. No dia anterior, de forma quase premonitória, Brandt havia feito um discurso em Nuremberg, ao sul da Alemanha Ocidental, durante a campanha eleitoral para a chancelaria do país (cargo para o qual era candidato). O político disse, se referindo ao número de pessoas que fugiam da porção oriental:

“Eles temem que as malhas da cortina de ferro se fechem definitivamente. Pois receiam ser encarcerados numa enorme prisão. Pois sentem a terrível angústia de que venham a ser esquecidos, descartados, sacrificados no altar da indiferença e das oportunidades perdidas…”

Após o discurso, Brandt pegou um trem noturno para a cidade de Kiel, ao norte. Às 5h da manhã, ele foi acordado com uma mensagem urgente do chefe de gabinete: o Leste estava fechando a fronteira. O prefeito estava de volta a Berlim já na hora do café da manhã.

13. EUA, França e Reino Unido evitaram confronto: Recebida até com certo alívio pelos Estados Unidos, a notícia da divisão da cidade provocou menos reações das forças dos países capitalistas do que esperava o prefeito Brandt. A cidade tinha um mandatário, mas eram os comandantes militares das potências de ocupação que ditavam os rumos. Brandt foi ao encontro da Kommandatura (como era chamado o grupo, sem representante soviético desde 1948) para discutir a situação e saiu decepcionado: por mais que eles estivessem solidários, só decidiram mandar patrulhas adicionais para as fronteiras após a reunião.

Além disso, forças de segurança dos três países afastaram berlinenses ocidentais que tentavam ajudar orientais a ultrapassar a recém-construída barreira.

Aconteceu, após a construção, um reforço na presença de tropas em Berlim, mas não houve uma reação militar de nenhum membro da aliança.

14. Muro dividiu ruas ao meio: Por conta da divisão estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, havia determinadas ruas em que a zona soviética, por exemplo, terminava literalmente no meio da pista. Com a construção da barreira física entre as áreas, vizinhos foram, de repente, separados e impedidos de atravessar de um lado para outro.

O caso da Bernauer Straße (rua Bernau), no bairro de Prenzlauer Berg, foi um dos mais notáveis: ela foi partida ao meio. Atualmente, no local há um memorial do Muro.

15. Muro dividiu o metrô ao meio: Além de todos os problemas inerentes à divisão repentina de uma cidade, situações curiosas acabaram sendo criadas. Como dividir o metrô, por exemplo? Havia linhas que saíam de Berlim Ocidental, entravam na RDA e voltavam para o setor dos outros aliados (a linha existe até hoje e liga o norte ao sudeste da cidade). A solução foi fechar as estações de Berlim Oriental sem interromper o tráfego de trens, o que provocou o surgimento de estações fantasma, onde não havia parada. Elas eram fortemente vigiadas e protegidas até quanto a uma possível fuga dos guardas que cuidavam do local.

Algumas estações foram simplesmente muradas por dentro.

estações muradas metrô de berlim
Mapa do metrô de Berlim em 1968; em claro, o Muro e as estações “fantasma” a leste

16. Muro cercou bairros e criou “ilhas” capitalistas na Alemanha Oriental: A divisão entre as potências ocidentais e os soviéticos não se restringiu ao meio da cidade. Bairros mais afastados sob domínio dos países capitalistas foram praticamente cercados pelo Muro e viraram ilhas dentro do território oriental. No total, foram criados 12 exclaves.

Um desses lugares é um pacato bairro chamado “Steinstücken” (do alemão “pedaços de pedra”), onde hoje não moram mais do que 300 pessoas. Após uma troca de terras entre as duas Alemanhas, foi aberta uma estradinha que ligava a região a Berlim Ocidental – devidamente margeada pelo Muro.

17. Número de mortos tentando atravessar Muro até hoje é incerto: Até hoje, pesquisadores não conseguem fechar um número preciso de quantas pessoas tentaram atravessar o Muro e morreram, muito porque o governo da RDA (que chamava a barreira de “muro de proteção antifascista”) evitava divulgar as mortes – que eram sempre um constrangimento no resto do mundo.

Uma pesquisa da Universidade de Potsdam, em 2011, fala, no entanto, em 136 mortes causadas por tiros disparados por guardas da fronteira. Só que esse total já foi revisto: dois anos depois, o número subiu para 138.

O caso mais famoso é o do jovem Peter Fechter, que tentou atravessar o Muro aos 18 anos, em agosto de 1962, junto a um amigo. Na hora em que os dois subiam a primeira barreira de arame farpado, os guardas começaram a atirar. Fechter foi baleado em uma artéria da perna e ficou sangrando e pedindo por ajuda até morrer. Ninguém, nem do lado ocidental, nem do oriental, foi ajudá-lo. Uma hora depois, o jovem faleceu e foi “recolhido”.

O constrangimento provocado pelo caso – fartamente fotografado – fez com que a RDA enfrentasse protestos e mudasse as regras, autorizando “atendimento imediato” em casos semelhantes.

18. O Muro não era só um muro, mas pelo menos dois: Com o passar dos anos, o Muro foi se sofisticando. No final, havia, pelo menos, um muro de contenção, duas cercas, uma barreira antiveículos, arames farpados e torres de observação. Essa área entre os muros ficou conhecida como “faixa da morte”: o objetivo era dificultar ao máximo a passagem para o outro lado.

faixa da morte muro berlim
“Faixa da morte” em Berlim, sob a neve, em foto de 1987

19. Economia ajuda a explicar a queda: A Alemanha Oriental entrou nos anos 1980 ainda como grande potência do bloco socialista, mas com a economia desandando. Junte-se a isso uma onda reformista, que se iniciou na Polônia, e podem-se ter algumas razões para o fim da RDA.

Um dos “czares” econômicos da Alemanha Oriental afirmava que, em 1989, se o padrão de vida da população não fosse reduzido em 30%, o país não conseguiria fechar as contas do ano. O Muro caiu antes, entretanto.

20. Um piquenique na Hungria tirou o primeiro tijolo do Muro de Berlim: Em agosto de 1989, Áustria e Hungria fizeram um piquenique exatamente na fronteira entre os dois países. Foi a oportunidade para que vários alemães orientais fugissem para o lado ocidental.

21. Erro de comunicação provocou abertura surpresa da fronteira: Em 9 de novembro de 1989, o governo da RDA recém empossado (com Egon Krenz no lugar de Erich Honecker no comando do país) tentava controlar as seguidas manifestações por mudança. Em uma coletiva de imprensa, o então porta-voz do governo, Günter Schabowski, anunciou que qualquer cidadão poderia atravessar a fronteira da Alemanha Oriental sem autorização prévia.

O anúncio foi tão surpreendente que, efetivamente, os jornalistas que estavam no local não entenderam o que estava acontecendo e, de acordo com Taylor, precisaram fazer uma pausa para um café para pensar. A questão é que a medida só valeria a partir do dia seguinte — o que Schabowski não sabia. Ele acabou dizendo que a norma entraria em vigor imediatamente.

Os jornalistas não sabiam o que fazer, mas, como a coletiva era transmitida ao vivo, a população entendeu bem o que estava acontecendo. Foi o suficiente para que uma multidão, antes mesmo do término da entrevista, já se aglomerasse em frente aos postos de controle em Berlim.

Sem conseguir segurar o público, os guardas liberaram a passagem. Era o fim do Muro.

22. Líderes mundiais não esperavam abertura: Por mais que uma série de protestos já tomasse a Alemanha Oriental (em especial nas cidades de Berlim Oriental e Leipzig), não se acreditava que a RDA tivesse as fronteiras abertas.

No dia da queda, o chanceler da Alemanha Ocidental, Helmut Kohl, nem em Bonn estava: o político participava de um jantar com o novo governo reformista da Polônia em Varsóvia. Informado da situação, interrompeu o banquete e correu para a Alemanha.

23. Muro dos anos 2000 teria barreiras de micro-ondas e sensores sísmicos: O governo da Alemanha Oriental acreditava que o Muro iria durar ainda muito tempo. Por isso, sempre tentava melhorá-lo. No começo de 1989, Berlim Oriental começou a estudar avanços tecnológicos para a construção, como barreiras de micro-ondas e sensores sísmicos que detectariam movimentos. A ideia era tornar o Muro mais “humano” e diminuir os casos fatais entre os que tentavam atravessar o obstáculo.

muro de berlim dia seguinte
Dia seguinte à queda do Muro de Berlim: fato abriu caminho para a reunificação alemã

24. Um quarto de século depois, Muro virtual ainda existe: A Alemanha virou um só país em 1990, mas, até hoje, sente os efeitos da reunificação, em um processo que envolveu a transferência da capital de Berlim pra Bonn. O que foi então comemorado, hoje, provoca sentimentos de nostalgia entre os antigos moradores de cada um dos lados, criando uma espécie de “muro virtual”: seja nos estilos de construção dos bairros (o modelo socialista domina a paisagem das cidades a leste), seja nos hábitos das pessoas. Isso abriu margem para um preconceito de ambos os lados: os “Ossis” (ao alemão Ost, “leste”) reclamam dos “Wessis” (de West, “oeste”), que reclamam dos “Ossis”.

25. Nas comemorações dos 25 anos, Muro está sendo “reerguido”: Desde o começo do ano, a Alemanha lembra o Muro com diversos eventos, mas o ápice foi no dia 7 de novembro: a barreira foi “reconstruída” com balões de luz. A instalação, que fica na cidade até hoje, percorre 15 km do trajeto onde ficava o Muro. Veja no vídeo como ficou:

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Comentários

  1. Natália MS Postado em 06/Nov/2014 às 20:23

    O Muro de Berlim foi o ápice da extinção do socialismo na Europa .Como diz o Putin" a extinção da URSS foi a maior catástrofe geopolítica do século".

    • Friddi Postado em 08/Nov/2014 às 18:50

      E isso mostra demais o cinismo desse politico, pois ele apenas pensa em termos de poder politico e não em liberdade ou direitos civís

      • beto Postado em 09/Nov/2014 às 16:44

        Friddi vc cai na mesmice de quem ama o capitalismo e dos eua que sempre fez muitas desgraças por baixo dos panos. O controle da URSS nunca esteve nas mão dos eua ou da França ou da inglaterra e por isso esses paises que queriam a todo custo extinguir a URSS para não dar exemplos a outros gigantes adormecidos e precisam dessas sanções até hoje. A queda do muro não foi nada mais do que marketing norte americano. Putin, como ex agente da KGB conhece bem as mentiras norte americanas que destruiram na surdina o que foi a maior e mais gigantesca nação contra o imperialismo: a URSS.

  2. Pedro Postado em 06/Nov/2014 às 21:45

    26 - Nunca deveria ter caído

    • Andre CdE Postado em 06/Nov/2014 às 22:10

      Falar isso, daqui, de longe, é mole!

    • Gabriel Gabo Postado em 07/Nov/2014 às 08:34

      Como depois de ler o texto inteiro você ainda tem coragem de falar isso?

    • Caio Postado em 07/Nov/2014 às 16:42

      Não levem a sério um palhaço kkk

      • Gildo Silva Postado em 09/Nov/2014 às 11:57

        Os palhaços não merecem essa comparação, Caio.

    • Hell Postado em 11/Nov/2014 às 05:07

      27 - O Pedro dá o c...

  3. Harife Viégas Postado em 06/Nov/2014 às 21:53

    O metrô de Berlim dos anos 60 era maior e com mais estações do que os metrôs brasileiros no século XXI

  4. Andre CdE Postado em 06/Nov/2014 às 22:09

    Engraçado: ninguém da Alemanha Ocidental fugia pra Oriental, mas o contrário acontecia de monte. Pq será, hein???

    • Capitão América Postado em 06/Nov/2014 às 22:36

      Sua pergunta já vem com resposta meu amigo andré.

    • Wellington Postado em 17/Oct/2015 às 15:32

      É porque o capitalismo era melhor do que o socialismo,sem falar que no lado ocidental tinha liberdades,coisa que nunca existiu no lado oriental e em qualquer país comunista durante a Guerra Fria.

    • Wellington Postado em 17/Oct/2015 às 15:33

      Por que o Capitalismo era muito melhor que a merda do Socialismo.

  5. nelsoncarvalho Postado em 06/Nov/2014 às 22:11

    A Rússia então soviética, que venceu a ww2, na Europa, sozinha, desocupou a Alemanha. Os EUA mantêm tropas de ocupação até os dias de hoje, até parece que a guerra ainda não acabou.

  6. Raphael Postado em 06/Nov/2014 às 23:26

    Acho que o apice sera no dia 07 de novembro.

  7. Ivonildo Cezar Postado em 07/Nov/2014 às 04:38

    A queda do muro de Berlim foi prova definitiva que Regime Comunista foi utopia ou o imaginário, exceto para aqueles que estavam ou que estão no Poder até hoje, v.g. Fidel Castro, Raul Castro. Cuba se isolou do mundo, a Coreia do Norte também. Por outro lado, Josef Stáli promoveu a morte de 20.000.000 de pessoas ou mais. Contudo, para seus críticos de esquerda, esses países sequer poderiam ser chamados de socialistas, por terem Estados fortes, nos quais uma burocracia ligada a um partido único exerce o poder em nome dos trabalhadores. Logo após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), formou-se na Europa, sob liderança da União Soviética, um bloco de nações chamadas de comunistas. Esses países tornaram-se ditaduras, promovendo perseguições contra dissidentes. A sociedade comunista, justa e harmônica, concebida por Marx, não foi alcançada. A Alemanha é hoje a maior potência econômica da Europa e uma das mais fortes do mundo, com muito orgulho.

    • Andre CdE Postado em 07/Nov/2014 às 06:56

      Deturparam Marx, né?

    • Jonas Postado em 07/Nov/2014 às 08:40

      Ás vezes fico com pena de Marx, utilizou-se errado demais das palavras, toda vez deturpam ele né?

    • Cauê Postado em 07/Nov/2014 às 10:32

      "Cuba se isolou do mundo". Parei de ler aqui. Foi ela, então, e não as sanções econômicas americanas? Conte-me mais sobre isso...

      • Ivonildo Cezar Postado em 08/Nov/2014 às 07:35

        E continua isolada, querendo ou não, mas hoje até mesmo boa parte dos dissidentes do governo já são contra o embargo, pois está mais do que provado que ele não tem força alguma para derrubar o governo. A conhecida blogueira dissidente Yoani Sanchez, em uma entrevista concedida nos EUA em março deste ano, manifesta sua opinião de que uma mudança de regime só poderia ocorrer após o fim do embargo econômico. Se quase todos os países do mundo e parte dos dissidentes cubanos são contra o embargo, por que razão os EUA continuam mantendo essa política ano após ano. Fernando Morais, em seu livro “Os últimos soldados da Guerra Fria” explica as razões: Nenhum presidente americano havia chegado à Casa Branca sem antes se submeter ao beija-mão dos chefões da diáspora cubana em Miami. A cada quatro anos, um Comitê de Ação Política [...] irrigava com doações que chegavam a 10 milhões de dólares as campanhas eleitorais de cerca de 400 candidatos a deputado federal e senador [...]. Bastava que defendessem os pontos de vista da diáspora cubana, que fossem comprometidos com a manutenção do bloqueio a Cuba e com todas as formas de luta para pôr fim ao regime comunista que imperava na ilha. Segundo a unanimidade dos observadores políticos, o poder do lobby cubano no congresso só perdia para o multimilionário AIPAC [lobby pró-Israel]…” Independente de você ser defensor ou opositor do atual modelo político cubano, você deveria ser favorável ao fim do embargo econômico à ilha, pois Cuba só terá condições de se desenvolver, seja pela via socialista ou capitalista, a partir de quando o embargo não mais existir.

    • Cauê Postado em 07/Nov/2014 às 10:39

      Eu colocaria mais uma curiosidade, ao menos, na lista. A espécie que me causa ao ver que a Berlim dividida em capitalista e em comunista ficava integralmente do lado comunista da Alemanha. Ou seja, o muro impedia passagens de pessoas apenas na capital, mas não ao longo de todo o território alemão. Além disso, gostaria de saber o que foi feito para que a URSS permitisse um pequeno território das nações ocidentais bem no meio do seu setor.

    • beto Postado em 09/Nov/2014 às 16:54

      A Alemanha é a maior assassina de seres humanos, criadora de armas químicas, de politicas separatistas, de ditaduras militares, criadora do racismo e preconceitos. Roubaram os homens do dinheiro que eram os judeus. Hoje é quem comanda o FMI assim como os EUA. Não me faça rir e estude história.

  8. Weslei Prado Postado em 07/Nov/2014 às 09:11

    QUALQUER regime que inflija a liberdade do povo, do ser, é por si só um regime desumano.

  9. Fabio Burch Salvador Postado em 08/Nov/2014 às 11:30

    Há um erro nisso... os alemães fugiam do lado socialista normalmente depois de fazerem faculdade ou cursos tecnicos que jamais poderiam pagar no lado capitalista. Literalmente roubavam o Estado socialista ao consumir seus recursos sendo educados e treinados para depois irem ganhar dinheiro do outro lado. Eram ubs malandros.

    • Friddi Postado em 08/Nov/2014 às 18:52

      Eles fugiram em grande escala de todos os setores, pois a ditadura da RDA basicamente impediu qualquer modo individual. Tem que imaginar que o STASI basicamente supressou qualquer opinião diferente e também qualquer atividade economica foi vista como crime contra o estado

    • Armando Postado em 09/Nov/2014 às 01:23

      Aqui na UFPR tem uns diretórios acadêmicos, com uns deslumbrados retardados que até fizeram um vídeo ridículo de apoio ao Maduro, sabe a quanto tempo o líder deles tem de faculdade? Está lá desde 2004/2005, uns 10 anos já e não terminou o curso (pago com dinheiro público), ao invés de estudar, terminar o curso, e ir ganhar dinheiro, o vadio prefere ficar fazendo protestinho e desfilando com bandeirinhas vermelhas por aí. Gente safada tem em tudo que é lugar, só que alguns além de malandros são preguiçosos tbm...

      • beto Postado em 09/Nov/2014 às 17:11

        Toda ação requer uma reação. A lei mais clássica da física está mais do que correta. Se tu bate e oprime tu vais receber resposta depois. No Brasil no entanto, os opressores continuam fazendo o que querem e uma parte da população, aquela que nunca esteve na pobreza, continuam seguindo como capachos lambendo os pés dos seus deuses de papel. O comunismo, o socialismo, o Marxismo não foi e é nada mais é do que a reação de uma população oprimida contra seus opressores. Logico que esses opressores fazem de tudo para desfazer do comunismo e do socialismo pois se todo mundo pensar como um 'comunista' não existiria imperialismo norte americano nem tucanos! Quem tem c.. tem medo.

  10. Carlos Postado em 08/Nov/2014 às 20:45

    Existe um muro ainda e o povo vive fugindo de lá, CUBA.