Redação Pragmatismo
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Palestina 29/Jul/2014 às 19:51
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Soldados dos EUA e da Europa são vistos na Faixa de Gaza

Entidade denuncia 6 mil soldados estadunidenses, canadenses e europeus na Faixa de Gaza lutando ao lado do exército israelense contra os palestinos

exército israel eua canadá
Exército de Israel estaria recebendo o apoio de soldados dos EUA, Canadá e Europa, denuncia entidade (divulgação)

Brasil de Fato

A Rede Euro-Mediterrânea de Direitos Humanos (REMDH) revelou que cerca de seis mil soldados, vindos principalmente dos Estados Unidos, Canadá e Europa estão participando do bombardeio de Israel contra os palestinos na Faixa de Gaza.

O exército israelense já confirmou a morte de um soldado francês de 22 anos. Na última semana, o Ministério das Relações Exteriores dos Estados Unidos também já declarou a morte de dois soldados.

VEJA TAMBÉM: E se 27 mil crianças norte-americanas fossem assassinadas?

Fontes palestinas dizem que a medida está sendo tomada porque muitos israelenses se recusam a lutar no campo de batalha e as autoridades são obrigadas a substituí-los pelos estrangeiros. 53 soldados de Israel morreram desde o começo da ofensiva contra Gaza. Enquanto do lado palestino, ao menos 1.191 pessoas foram mortas além de mais de 6300 feridas.

“Crime contra a humanidade”

Vinte e quatro médicos europeus que estão em Gaza lançaram uma carta aberta descrevendo os ataques de Israel de “um crime contra a humanidade”.

“Solicitamos aos nossos colegas que denunciem a agressão de Israel. Estamos combatendo a propaganda do governo que transforma o massacre pela denominada ‘agressão defensiva’. A realidade é que se trata de uma agressão cruel com duração e intensidade ilimitadas”, diz a carta que também reforça que a maioria dos alvos israelense são civis inocentes.

Os médicos também denunciam que Gaza está sendo bloqueada, e os feridos não podem buscar socorro em hospitais fora da região, além do acesso a comida e medicamentos ser limitado.

“Israel está insultando nossa humanidade, inteligência e dignidade. Os médicos que tentam viajar para Gaza, não conseguem chegar por conta de bloqueios”, denunciam.

Recém nascidos

Outro aspecto pouco conhecido da ofensiva israelense em Gaza é a morte de bebês abandonados na região, já que recém-nascidos não podem ser levados pelos seus pais para um local seguro.

É o caso da maternidade do hospital Shifa, onde três bebês dividem a mesma incubadora. A falta de energia e de mantimentos nos hospitais fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitasse um “corredor humanitário” para tratar dos feridos.

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Comentários

  1. Thiago Teixeira Postado em 29/Jul/2014 às 20:29

    Nossa que fofos! Os israelenses precisam de ajuda, de mais munição. Afinal, morreram 53 israelenses. Que horror. Viva os Estados Unidos, vida longa a rainha! (bando de fdp)

    • Gustavo Postado em 30/Jul/2014 às 11:44

      Os soldados de outras nacionalidades são judeus que simplesmente nasceram em outros países e resolveram se alistar no exército de Israel. Isso já havia sido noticiado há algum tempo.

      • eu daqui Postado em 31/Jul/2014 às 08:07

        Os soldados de outras nacionalidades são europeus que simplesmente e sempre atuaram nos bastidores do nazissionismo. Vamos deixar de eurocentrismo puxassaquista?

    • testemunha binocular Postado em 30/Jul/2014 às 12:02

      O seu comentário, entre parenteses, resume tudo...

  2. Marcel Postado em 29/Jul/2014 às 20:34

    Fugindo do campo de batalha? São Três anos de serviço militar. Ai Exageram. O Hamas sabia que o sr. Netanyahu é adepto da diplomacia do porrete, como fazem os russos na Ucrânia. crianças inocentes estão morrendo e nada vai ser feito.

  3. varner Postado em 29/Jul/2014 às 21:54

    Meu caro Marcel, não culpe a russia pelo o que está acontecendo na ucrania, um presidente foi deposto por não aceitar a imposição dos eua e europa, sendo assim, colocaram lá na marra uma marionete e a coisa chegou onde está, procure se aprofundar nas noticias e faça uma avaliaçao melhor.

    • testemunha binocular Postado em 30/Jul/2014 às 12:04

      é um bom resumo sobre o que tá rolando na Ucrania...

    • Marcel Postado em 30/Jul/2014 às 20:19

      Caro Varner onde culpei os russos? Os russos são amáveis e cordiais, só passearam em Grozny. Acho que o colega deve buscar mais informações também. O povo ucraniano não morre de amores pelos russos, ou é um mito?

  4. croif Postado em 30/Jul/2014 às 00:10

    Para acrescentar no debate: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/07/22/americanos-mortos-em-gaza-eram-soldados-solitarios-do-exercito-de-israel.htm

  5. Roberta Postado em 30/Jul/2014 às 09:57

    Devemos boicotar esses países também! São covardes e criminosos contra a humanidade!

  6. Pereira Postado em 30/Jul/2014 às 10:11

    http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/judeus-sao-presos-em-jerusalem-por-agredir-palestinos,39d415687e587410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html Vejam a diferença entre Israel e Hamas. Vejam a diferença entre democracia e anarquia. Vejam a diferença entre justiça e terrorismo

    • Felipe Peters Berchielli Postado em 30/Jul/2014 às 12:52

      Mas o Natanyahu está entre os presos? Se não é só jogo de cena,se for prender cada agressor da Palestina não sobra um do Likud solto.

      • Pereira Postado em 30/Jul/2014 às 13:57

        O lula ficou fora do julgamento do mensalão e a Dilma não está sendo acusada de nada na comissão da verdade. Jogo de cena por jogo de cena 0 x 0

      • Felipe Peters Berchielli Postado em 30/Jul/2014 às 16:17

        Eu acho que por culpa do mensalão o PT devia ser banido,chutado e estuprado não é Pereira? Danem-se os outros escandalos até mais escandalosos,dane-se ,se a Dilma não tem a minima relação,gosto de culpa-la até da minha encravada. E claro,a uma clara relação entre o mensalão e o massacre de Gaza. Tudo começou com Lula ,ainda no Hamas já tinha grandes planos,depois de muito lutar pelos metarlugicos palestinos fundou o PT no Brasil,chamou a Dilma e fizeram uma orgia chamada mensalão,pois era todo mes que o bacanal rolava,Israel ficou p da vida e mandou matar todos os palestinos. Agora tudo faz sentido.

  7. Aristóteles Postado em 30/Jul/2014 às 10:30

    Bando de covardes, f.d.p.!

  8. joao alvez Postado em 30/Jul/2014 às 11:10

    E quantos brasileiros estao participando desta carnificina? ??? Brasileiros que duvido que tenham servido aqui.

  9. Ronaldo Postado em 30/Jul/2014 às 13:23

    Combater "terrorismo" com mais "terrorismo", se a intenção é fazer os árabes parar de lutar o efeito vai ser inverso! A jihad islâmica propõe a guerra santa igual foi as cruzadas europeias na idade medieval. Ao invés de tentar se integrar com os muçulmanos, pegamos e jogamos bombas neles, nas crianças deles que eles vão parar de pensar na jihad. Vai nessa.. Depois que caírem outras torres, que outros americanos, europeus e povos ocidentes morrerem por conta do chamado "terrorismo", ai acreditaremos que Bin Laden, Sadam e etc. eram sim terroristas.

  10. Marcel Postado em 30/Jul/2014 às 22:32

    Onde estão as imagens destes soldados com uniformes e insignias? Existem diferenças entre combatentes regulares, mercenários e voluntários. E perdem o foco da notícia, provem, mostrem ao mundo. Ficar de conversa fiada não vale. É imprensa livre, mostre fotografias, vídeos, mandem correspondentes.

    • Jão Da Silva Postado em 31/Jul/2014 às 02:52

      O site está citando a fonte.

    • eu daqui Postado em 31/Jul/2014 às 08:09

      Precisa de prova material pra todo mundo saber que a Europa é o que sempre foi?

  11. Raphael Postado em 30/Jul/2014 às 22:52

    Israel deveria se lembrar tudo o que aconteceu na 2a guerra, olha o exemplo que eles estão dando.

  12. Zbgniew Brzezinski Postado em 31/Jul/2014 às 11:39

    Guerra em Gaza expõe antissemitismo: 24/07/2014, às 08h01min. Quase tão chocante quanto as mortes da guerra Hamas-Israel é a reveladora onda antissemita que varre o mundo, especialmente na Europa. Na França, sinagogas e estabelecimentos de propriedade judaica foram deliberadamente atacados por manifestantes pró-palestinos. Na Alemanha, pela primeira vez desde o Holocausto, slogans antissemitas foram cantados nas ruas. Na Áustria, jogadores de um dos principais times de futebol israelense foram atacados em campo. A imigração islâmica semeou no fértil solo europeu um raivoso antissemitismo que não consegue mais sustentar sua máscara antissionista. Relatório recente do governo britânico aponta o ensino regular de ideias antissemitas e antissionistas nas escolas de comunidades islâmicas do Reino Unido. Mas a cereja (ou a suástica) do bolo é a acusação cada vez mais sem vergonha de que Israel está cometendo genocídio contra o povo palestino, atuando como a Alemanha nazista; o premiê israelense, retratado como Hitler; a situação de Gaza, comparada ao Gueto de Varsóvia. São acusações de uma infâmia atroz. Servem para expiar a culpa pelos 6 milhões de judeus exterminados na Europa ("os judeus também são nazistas") e revelam um ódio visceral contra Israel. Um ódio que produz efeito oposto ao desejado por seus arautos. Quanto mais Israel se sentir isolado, incompreendido e ameaçado, mais resistirá a ceder território e poder aos palestinos. Existe um arrazoado deste novo round Hamas-Israel que é deliberadamente ignorado pelos críticos do Estado judeu. Enfraquecido pela grave crise em Gaza, o Hamas apelou para o que a correspondente do "New York Times" relatou como "opção zero" –usar todo o arsenal bélico acumulado pelo grupo extremista islâmico desde a última guerra para melhorar sua posição crítica. Israel respondeu com esperada força aos ataques indiscriminados contra sua população civil. Mas o Hamas dobrou a aposta, recusando cessar-fogo, disparando seus novos mísseis e mostrando que o que não investiu na melhoria de Gaza, gastou em armas e uma rede tentacular de túneis e bunkers para proteger e projetar seus líderes e soldados. O cinismo do Hamas é de matar. Deliberadamente usa a população que promete defender como escudos humanos e faz de hospitais, escolas da ONU e mesquitas bases de lançamento de foguetes. Isso tudo está tão documentado quanto é ignorado pelos críticos de Israel. Um milagre socioeconômico e tecnológico, com uma das maiores produções per capita de prêmios Nobel, Israel é a única democracia funcional da região, cercada de ditaduras, estados falidos e guerras fratricidas. À sua volta, grupos extremistas islâmicos e ditadores sanguinários travam batalhas diárias que já mataram centenas de milhares de pessoas, grande parte civis, inclusive com uso repetido de armas químicas. Mas quem se importa com árabes matando árabes? Antigamente, os apologistas de sempre diziam que os tenebrosos homens-bomba palestinos eram produto de sua miséria diante da opressão israelense. Os suicidas hoje são tão ou mais comuns em outros conflitos árabes do que na Palestina. Por isso, pode ser muito mais esclarecedor enxergar a guerra em curso pelo ângulo da disfuncionalidade sociopolítica do mundo árabe do que de imorais julgamentos morais do Estado judeu. Se você quer a paz, é preciso compreender e respeitar os anseios de seu inimigo. Isso vale para Israel, deve valer para os inimigos de Israel. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiomalbergier/2014/07/1490456-guerra-em-gaza-expoeantissemitismo. shtml

  13. Erick Nogueira Postado em 03/Aug/2014 às 04:42

    Quanta hipocrisia. Acusar muçulmanos de anti-semitas quando sabemos que judeus foram perseguidos por cristãos enquanto que muçulmanos viveram em paz por séculos com judeus. Meu nome é a prova disso. Não igualem judaísmo a sionismo pq são coisas bem diferentes.