Redação Pragmatismo
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Geral 05/Jun/2014 às 17:53
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Boris Casoy chama Lei da Palmada de 'fascista'

Boris Casoy, apresentador da Band, diz que "no inferno, Mussolini e Hitler devem estar aplaudindo essa tal lei fascista da palmada"

lei da palmada boris casoy
Boris Casoy disse que lei da palmada é fascista (Reprodução)

O jornalista Boris Casoy atacou duramente a chamada ‘Lei da Palmada’, aprovada no Congresso depois de muita discussão na noite desta quarta-feira 4, e que segue agora à sanção da presidente Dilma Rousseff. A polêmica lei prevê punição aos pais que aplicarem castigos físicos aos filhos.

Para o âncora da TV Bandeirantes, a lei é “fascista” e revela uma “intromissão grave” do Estado na família. “É evidente que ninguém equilibrado defende a agressão à criança. No inferno, Mussolini e Hitler devem estar aplaudindo essa tal lei fascista da palmada”, disse ele na bancada do Jornal da Noite.

“É uma intromissão grave na família, na qual o Estado não pode, nem deve se meter, nem deve meter bedelho nenhum”, acrescentou o jornalista.

Veja também:
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Apresentadora da Band “ostenta” em entrevista e irrita marido e colega de TV

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Comentários

  1. Rafael Postado em 05/Jun/2014 às 18:08

    Na verdade, alguns psicólogos até defendem a palmada na criança quando pequena. Lógico que não estou falando daquela agressão animal, mas uma boa parte da psicologia apoia uma pequena punição física na infância, tanto como diz que certos traumas são até bons, pois evitam muita tragédia futura. Talvez, na teoria, não seja realmente uma boa ideia, mas o problema mesmo é a generalização que fazem nas leis. Talvez não fosse uma coisa tão ruim assim se cada caso fosse tratado como único (afinal, cada caso é diferente mesmo).

    • Felipe Postado em 06/Jun/2014 às 10:08

      Que postagem coerente. Parabéns!

  2. Grey Postado em 05/Jun/2014 às 19:26

    Holy shit.... fale em Lei de Godwin x11. Não poderia ser mais absurdamente patético.

  3. carlos Postado em 05/Jun/2014 às 19:35

    Não sei se "facista" seria o melhor adjetivo para essa aberração. Um Estado que não tem competência para garantir saúde, educação, transporte público e saneamento básico de qualidade, que competência tem para definir como tenho de educar meus filhos? E não é preciso lei dizendo que não se pode espancar uma criança ou qq outro cidadão. O que precisamos é criar mecanismos para que as leis existentes funcionem e sejam aplicadas. O resto é balela, hipocrisia e factóide.

    • ricardo Postado em 05/Jun/2014 às 20:54

      o mesmo que eu penso... esta lei é só para mostrar que está fazendo uma coisa "social"... mesma coisa a lei seca: Pode colocar a multa em um milhão de reais, se não tiver fiscalização e punir de verdade (e eu digo suspendendo, tirando carteira) vai continuar morrendo gente no trânsito as pencas...

  4. Elias Postado em 05/Jun/2014 às 19:55

    E é mesmo, o estado é algo abstrato não deveria interferir na sabedoria milenar religiosa, o próprio Cristo seria contra esta lei, a família está sendo destruída aos poucos o resultado está ai, um país sem autoridade com menores assassinos por toda parte completamente impunes.

    • Bruno Postado em 09/Jun/2014 às 12:58

      O ignorante!Nosso Estado é Laico!!E o conceito Burguês de família é um conceito ultrapassado!!!Não dê argumentos baseados em suas crenças religiosas pois nem todo mundo compartilha delas.Seu anacrônico!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • Igor Muniz Postado em 09/Jun/2014 às 16:38

        Limpa a baba, está espumando ódio.

  5. elza maria Postado em 05/Jun/2014 às 20:01

    Boris vc já era.....

  6. Carlos Postado em 05/Jun/2014 às 20:06

    Penso que essa lei da palmada é desnecessária e não se aplica ainda na nossa sociedade. O adolescente já vive com uma concepção de que ele pode tudo com isenção de qualquer responsabilidade. As autoridades tentam imitar o modelo americano de proteção à criança e adolescente, mas se esquecem de que lá nos States aos adolescentes também são delegadas as responsabilidades. Se essa lei for aprovada, será mais uma das inúmeras que o Estado não terá condições nenhuma de fiscalizar e consequentemente de pô-la em prática. Ás vezes, quando o canal do diálogo se esgota, é necessário um pouco mais de rigidez. A falta de rigidez, quando necessária, pode levar os pais a perderem a referência na educação de seus filhos. A cultura do "dá nada não" tem levado muitos jovens a caminhos obscuros, já que muitos deles não se sentem responsáveis, de forma que acabam por transferir suas obrigações e os resultados de seus atos ao seus país, tio, avô, professor etc. Para mim, ou venha com leis que deem direitos e DEVERES à crianças e principalmente à adolescente, com um bônus de mais proximidade do poder público em famílias turbulentas; ou deixem em paz as famílias que de fato se preocupam com a educação de seus filhos e que, em razão disso, precisam de um pouco mais de dureza na relação com eles.

  7. Annibal Botto Postado em 05/Jun/2014 às 20:08

    UÉ! Ele, então, deveria gostar da dessa lei...

    • Carlos Prado Postado em 05/Jun/2014 às 20:32

      Pelo jeito ele não conseguiu ser tão mau-caráter para seguir à risca a cartilha, mas o pessoal daqui parece ter adorado.

      • Bruno Postado em 09/Jun/2014 às 13:02

        Ofender aos garis por acaso é sinal de bom caratismo?Caráter é uma coisa que esse jornazista e essa mídia burguesa nunca tiveram!!!Tudo que eles querem é dinheiro e poder.Para isso defendem as ideologias que os mantiveram no poder que é a ideologia do autoritarismo!!!Se não conseguirmos instalar uma democracia nem na menor unidade social que é a família que dirá numa nação inteira

  8. Carlos Prado Postado em 05/Jun/2014 às 20:30

    Mas e não é?

  9. Fernando Postado em 05/Jun/2014 às 22:22

    Coxinhas são engraçados, quando se trata do direito da mulher sobre o corpo dela, dizem ser contra o aborto, por defenderem o ser (sic) inocente que ela carrega no ventre (na verdade, um punhado de células indefiníveis até certo ponto da gestação), agora, quando é para defender um "ser inocente" de verdade, que sente medo, dor, sofrimentos diversos, aí é o "Estado interferindo na privacidade família". E ainda falam de valores. Vai entender?

    • Angélica Postado em 05/Jun/2014 às 23:33

      perfeito Fernando!

    • Bruna Postado em 05/Jun/2014 às 23:42

      Perfeito, fernando! Eles querem ter o direito de bater nos próprios filhos pois não sabem usar o cérebro e ensinar o respeito de verdade, aquele que não é por medo. Ter filhos não é pra qualquer um...ter filhos é ensinar diariamente. E bater só ensina uma lição: quando alguém é diferente ou quer algo diferente é só descer porrada...imagino como foi a infância desses homóficos agressores ou dos homens violentos que batem nas esposas e nos filhos. Mas parece que essa é a tradição que os coxinhas querem passar a diante.

      • Manuel Castanheira Postado em 06/Jun/2014 às 01:22

        Isso, Bruna, perfeita generalização simplista. Como se palmada e beliscões fossem sinônimos de flagelos e espancamento. E que moral altíssima essas pessoas que defendema a lei da palmada têm. Devem ser mais bondosas que o próprio Deus, né? Que incrível! Ok, não vamos beliscar nem falar alto e firme com nossos filhos mais, isso dá muito trabalho. Vamos abortá-los de uma vez enquanto ainda estiverem no ventre. Que moral "superior", hein! rs

      • Alexandre Postado em 06/Jun/2014 às 01:52

        vocês disseram exatamente o que eu pensei, que educa batendo prova que não tem competência pra educar.

      • Luciana Postado em 06/Jun/2014 às 02:56

        Só uma perguntinha Bruna, tu tens filhos?

    • João Carlos Postado em 06/Jun/2014 às 10:20

      O grande problema com este "jornalismo vagabundo" que se pratica e mal, nas emissoras que são concessões do Estado, está cada dia mais selvagem em tudo que possa se relacionar à Presidente, pelo simples fato de ser a ordem geral dos seus patrões que temem cada vez uma aprovação na lei de democratização da mídia. É ancoras destas bostas de jornais são comprovadamente idiotas, pois quem se interessa pela opinião deles? Se estes já têm o histórico claro de manipulação.

    • Carlos Prado Postado em 06/Jun/2014 às 13:10

      Você também não é muito mais que um feto, um amontoado de células. Não é nada racional usar de empatia para formar opiniões assim. Sentir medo, dor e sofrimento igual a nós pouco significa a não ser que podemos sofrer ao imaginar um sofrimento igual ao nosso. É um egoísmo sem igual. Já ser contra a lei da palmada não é apoiar que se espanquem criancinhas, nem mesmo que se eduquem os filhos desta forma. Todavia não cabe ao estado este tipo de intromissão. Para violências e espancamentos já temos leis, não precisamos de mais legitimação a um estado policial. Já tentar equiparar umas palmadas a um espancamento é coisa de louco. Compararemos então colocar uma criança de castigo no quarto ou num cantinho como cárcere privado e sequestro?

  10. André Postado em 05/Jun/2014 às 22:43

    Eh simples: qdo chegarem os boletos de escola, plano de saúde, fralda, remédios, comida e roupa dos nossos filhos, a gente manda pra Brasília pra eles pagarem.

    • Bruna Postado em 05/Jun/2014 às 23:45

      Escola pública existe. SUS, pelo menos na teoria, existe. E assistência social também existe. Pelo seu raciocínio, só pq você sustenta uma criança você tem o direito de bater nela. Por favor, caso você engravide uma pobre mulher aborte ou dê para adoção. Crianças não precisam apanhar em troca de comida, frauda e médico.

      • Carlos Prado Postado em 06/Jun/2014 às 13:12

        Mas quem paga são os deputados ou somos nós? E do jeito que você fala parece que as pessoas batem nos filhos por diversão. "Ah, vou ter um filho para poder bater nele. Já que dou comida e casa pra criança, nada mais justo que eu possa espancá-la". Só mesmo alguém muito desregulado para pensar assim. De onde você tira isso?

  11. leonardo Postado em 05/Jun/2014 às 23:52

    Em época de Copa do Mundo, alguém duvida que a próxima lei que a Dilma assinar será sobre propagar a paz mundial ??

    • Carlos Prado Postado em 06/Jun/2014 às 13:13

      As canetas mágicas dos políticos são incríveis. Não vejo a hora de eles obrigarem no papel a paz mundial.

  12. Renata Postado em 06/Jun/2014 às 03:52

    Educar dá muito trabalho, impôr limites, regrar e conseguir ser firme nestes propósitos dá muito trabalho. Então quem não quer ter este trabalho desce a porrada. Acho que bater é atestado de covardia e de fracasso de quem não sabe ou não quer educar, pois bater é fácil mas educar dá trabalho.

  13. Deisi Postado em 06/Jun/2014 às 09:05

    Q projeto que prevê punições socioeducativas à pais que batem nos filhos é fascista, só poderia vir da cabeça desse velho babão, que humilha garis sem constrangimento no último dia do ano, ele sim é um tremendo fascista, só pode punir pais que matam, como o caso do Bernardo, que mesmo buscando ajuda foi morto aos 11 anos e os dois irmãos Igor e João Vitor que foram mortos, queimados e esquartejados, mesmo buscando ajuda a psicóloga decidiu que voltariam para casa. Deu no que deu, quanto hipocrisia desse escroto ser.bater não educa e sim revolta, impor limites sim educa, hoje grande maioria dos pais por falta de tempo e interesse delegam à educação, à baba, avó, ou professores, ai está o problema, ausência de pai e Mãe. Precisamos sim de lei, para proteger inocentes, e evitar que sejam mortos, ainda tem o caso do menino Joaquim, morto pelo padastro. Me poupe velho babão fascista.

  14. renata Postado em 06/Jun/2014 às 10:27

    Lembra da Suzane Richthofen?????? É galer, cuidado!!!!!!

  15. Pereira Postado em 06/Jun/2014 às 11:22

    Poxa vida !! compara descer a porrada com dar um palmada tem uma diferença abismal. Quanto ao aborto, o que fizeram com o menino bernarno nada mais foi que um aborto tardio. Já há lei que puna pais violentos,é preciso que sejam cumpridas.

  16. Pereira Postado em 06/Jun/2014 às 11:24

    A lei sequer define o que é castigo humilhante e degradante, isso ficará a cargo do conselho tutelar. Derepente eles podem achar que tirar o video game pode causar problemas psicológicos para meu filho. Vai saber !!! PT se metendo na educação dos filhos.

  17. Celio Bernstein Postado em 06/Jun/2014 às 13:25

    Se castigo físico educasse, os presídios não estariam lotados.

  18. Thiago M. Postado em 06/Jun/2014 às 14:20

    Alguém ainda dá moral à essa múmia decrépita da elite midiática? Quem não deveria estar metendo o bedelho no processo legislativo do país é ele, que em nada contribui pra sociedade. Muitos desestruturamentos, traumas, fobias e breakdowns psicológicos vêm do fato de MUITOS pais imbecis (reforço: MUITOS) baterem nos seus filhos mascarando isso como "educação". Falo isso porque conheço muita gente zoada que apanhou demais, e com isso acarretaram problemas na adolescência/vida adulta. A criança tem que ser protegida sim pelo Estado, sabemos que não são todos os pais que usam da força pra educar os filhos, mas a lei é válida pra alcançar os lares arcaicos que tanto infestam o Brasil (vide o caso do pai que bateu no moleque até ele morrer porque ele gostava de lavar louça e não ser um machinho padronizado). Bater nos filhos é coisa de idade média. Estamos no século XXI, da informação, da razão. Quem bate em filho, mesmo que seja uma palmada "corretiva", assina seu atestado de progenitor fracassado. Essa é minha opinião, o choro é livre pra todos os públicos.

  19. Hudson Postado em 06/Jun/2014 às 17:04

    O grande problema nos dois lados da história são os extremos. Existem situações onde realmente existe abuso e descontrole por parte dos pais e educadores, mas por outro lado, existem situações como as que ocorrem nos EUA. Lá, e isso eu vi, ninguém me contou, um filho de um amigo, e o moleque era muito danado, ligou pra polícia dizendo que tinha apanhado do pai. Logo que o pai chega em casa, a polícia está lhe esperando, e teve toda a história de se explicar e dizer que ele nem estava em casa, e isso e aquilo. Resultado, mesmo desfeita a estória, a polícia ainda ficou alguns dias de vigília na porta da casa desse amigo. Acredito que o estado deva intervir em situações principalmente de abandono e dos casos de castigos e punições extremas, mas de vir a se intrometer na forma como a família educa seus filhos, isso é muito perigoso. A criança precisa de limites, e oxalá, a conversa sempre resolvesse. Sem esses limites, criamos verdadeiros tiranos e pessoas incapazes de ouvir um não, serem criticadas, pois nunca experimentaram isso no seu desenvolvimento.

  20. Thiago Teixeira Postado em 09/Jun/2014 às 17:06

    Os pois podem optar num país democrático a dar umas palmadinhas quando criança ou deixar que a ROTA ou ROTAM façam o serviço neles aos 16.