Redação Pragmatismo
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Educação 08/Apr/2014 às 18:44
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Comentários

Professor explica Valesca Popozuda em prova: "provocação à imprensa"

Professor que usou música de Valesca Popozuda em questão de prova diz que não foi irônico e quis "provocar a imprensa". Docente também alega intenção de provocar debate com os alunos

valesca popozuda prova filosofia
Professor citou música de Valesca Popozuda em prova de filosofia e gerou polêmica na internet (Ilustração: Pragmatismo Político)

“A intenção foi fazer uma provocação à imprensa. Não quis ser irônico”. Assim o professor de filosofia da Escola de Ensino Médio 3, no Distrito Federal, Antonio Kubitschek, justifica a sua decisão de colocar em uma prova do terceiro ano uma questão citando a música “Beijinho no ombro”, de Valesca Popozuda, e se referindo à funkeira como “grande pensadora contemporânea”.

O docente explica que queria gerar uma discussão sobre “formação de valores” entre os alunos e chamar atenção sobre o papel da imprensa “sensacionalista” no debate em torno do assunto. Sobre a repercussão que a história alcançou, ele diz que não esperava uma reação nacional:

“Achei que um membro da imprensa local fosse nos procurar, e não toda a imprensa nacional. A provocação partiu de um debate em sala de aula e nesse debate pensamos no papel da imprensa, que gosta de sensacionalismo e só vem à escola quando o assunto é ruim” disse Kubitschek.

Na prova elaborada pelo professor os alunos deveriam responder à seguinte pergunta: “Segundo a grande pensadora contemporânea Valesca Popozuda, se bater de frente:”, e aí vinham as opções: “a) É só tiro, porrada e bomba b) É só beijinho no ombro c) É recalque e, por fim, d) É vida longa”. Em sua página no Facebook, Valesca se disse honrada com a referência a ela.

O professor questiona o grau de polêmica que a questão da prova suscitou.

– A grande discussão foi porque eu a chamei de “pensadora contemporânea”. A proposta não era ser irônico com ela. Era muito mais uma discussão na sociedade.

Valesca se pronuncia

Valesca Popozuda se pronunciou sobre a polêmica e aproveitou para tratar do preconceito com o funk e o fato de ter sido chamada de “pensadora contemporânea”.

“Eu acho isso tudo uma bobagem! Se fosse um trecho de qualquer música de MPB ou qualquer música americana que tanto é valorizada por nós, será que fariam a mesma polêmica? É um título muito forte e ainda não me sinto pronta pra isso. Já estou pronta pra me chamarem de ‘diva’, ‘sambista’, ‘lacradora’… mas ‘pensadora contemporânea ainda não. Deveríamos nos unir e usar esse tempo todo que vocês passam me julgando para protestar por condições melhores de trabalho para os professores. Com os problemas reais ninguém se preocupa, mas com o fato de uma funkeira ser tema de uma questão de prova é um total absurdo. Meus parabéns ao corajoso professor que mesmo não ganhando muito bem é batalhador e corajoso demais para chegar em casa e elaborar uma questão de uma prova colocando um dito popular do momento e ‘sambando’ na cara de todo mundo que está a julgando por isso! Grande polêmica por algo pequeno. Vou ali ler Machado de Assis e ir treinando pra quem sabe um dia conseguir ser uma pensadora de elite!”

com R7 e Rádio CBN

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Comentários

  1. Caio Postado em 08/Apr/2014 às 18:57

    cada polemica inutil.. Mas por se tratar de prova, que questionamentos ela tem afinal? Além de fazer musica de trabalho? Quais foram seus artigos? seus livros publicados?

    • Junior Postado em 08/Apr/2014 às 20:58

      A ideia do professor foi ótima..essa musicas popularesca e de mal gosto precisa ser abordada mesmo em sala de aula para os alunos abrirem suas mentes a tanta cultura inútil fabricada pelo funk,,,,a grande pensadora diz na musica dela:Acredito em Deus faço ele de escudo"...logo em seguida esculhamba com a religiosidade aparente:""Late mais alto que daqui eu não escuto"

      • tati Postado em 09/Apr/2014 às 12:10

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Ela mesma Postado em 10/Apr/2014 às 10:23

        O Junior já ia se dar mal na prova porque não sabe fazer interpretação de texto.

    • Daniel Postado em 08/Apr/2014 às 23:49

      Suas músicas tem alto teor desconstrutivista de viés feminista, pois questionam o papel patriarcal e dominante do homem no sexo: "Late que eu to passando, "Minha buceta é o poder" etc. Como ela falou, se fosse alguém da MPB ou americano, mesmo sem ter publicado qualquer artigo ou livro, teria passado despercebido.

      • Thaís Postado em 09/Apr/2014 às 12:20

        Excelente comentário, Daniel. Tbm penso dessa forma. Eu, particularmente, detesto funk pois é um ritmo que não dialoga comigo. Mas tbm não sou o tipo de pessoa que acha que só o que eu gosto é que é cultura ou que é bom(mta gente entende que só é cultural o que é de boa qualidade, tratando a palavra cultura como um sinônimo de coisa boa e refinada, mas cultural é tudo aquilo que não é natural, que é produzido pelo homem). Sugiro que assistam o documentário "Sou feia mas tô na moda", para tentarem entender um pouco dessa cultura periférica, quais são as demandas sociais, quais são os problemas enfrentados no cotidiano, o porque do seu linguajar "ofensivo" (para alguns),enfim questões sobre qual é a realidade dessas pessoas que produzem o funk brasileiro.

      • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:36

        NÃO, NÃO, NÃO e NÃO! Que viés feminista meu amigo?? "My Pussy é o poder" - viés feminista?? Como alguém pode acreditar nisto e dizer que é contra o machismo. Esta música é RIDÍCULA, a letra é HORRÍVEL e a melodia PIOR. Pelo amor de Deus!

      • BRUNA Postado em 10/Apr/2014 às 08:59

        NÃO SOU DO FUNK, MAS QUEM É VOCÊ PRA JULGAR O QUE É BOM OU RUIM? VIVEMOS EM UM PAIS DE CULTURAS E PESSOAS DIFERENTES, GOSTOS DIFERENTES. O FATO DE VOCÊ ACHAR UMA COISA RUIM, NÃO SIGNIFICA QUE ELA SEJA. O MUNDO É RELATIVO MEU CARO JOVEM E EXISTE MUITOS 'GOSTOS' DIFERENTES.

      • Monalisa Postado em 12/Apr/2014 às 13:59

        Concordo contigo, Daniel. Existe feminismo no trabalho da Valesca, de forma sexualidade e obscena. Mas assim é o sexo, obsceno e ele é o tema preferido dentro do funk e na vida de todos os animais por mais "cultos" e fãs da Elis Regina que sejam. Por que então o moralismo com a forma explicita que ela fala dele e da sua liberdade de faze-lo !?

    • edeir oliveira Postado em 09/Apr/2014 às 12:50

      Este professor mostra a decadência acadêmica brasileira!! Tratou os alunos como idiotas q que curtem outaria. Elevar uma pessoa sem nenhum preparo ao nível de "pensadora"!!! Aposto q nem msm ele q assentou seis anos numa cadeia da faculdade já recebeu tal titulo!! O cara é um mediocre!!

    • GERALDA A. MACHADO Postado em 10/Apr/2014 às 17:12

      Gostei muito do comentário ! que sabe com isso " os bons professores serão mais valorizados ! Vai mídia ................. vai ...

    • morcego Postado em 11/Apr/2014 às 11:21

      sera que e verdade

  2. Thiago Teixeira Postado em 08/Apr/2014 às 19:00

    No escola éramos obrigados pelas professoras a reverenciar músicas do Chaetano Meloso, Chico Buarque, como se aquilo fosse o grau máximo da cultura. Quando eu trouxe uma letra do Racionais MC em 94 na escola, levei um tremendo zero. Estou vendo que hoje nada mudou. pelo menos a atitude de contextualizar com uma música atual partiu do professor.

    • Priscila Postado em 08/Apr/2014 às 19:54

      Thiago muito boa colocação até porquê o papel do educador é gerar debate

      • Francisco Postado em 09/Apr/2014 às 07:37

        Apoiadíssimo, Thiago. Pessoal querendo se esforçar em se mostrar intelectualmente superior e perde a oportunidade do debate. Desde sempre.

    • Juliana Postado em 08/Apr/2014 às 22:29

      Boa Colocação.

    • Alisson Postado em 09/Apr/2014 às 08:37

      Pela explicação do professor, ele em momento algum quis polemizar uma música atual. Ele quis mostrar o sensacionalismo da mídia que insiste em dizer que quer apenas informar, mas só quer buscar uma polêmica sem sentido. E o pior de tudo são as pessoas que leem sem a menor crítica, engolem a notícia sem nem cogitar o que levou um professor a elaborar uma questão como essa. Tanta coisa que acontece nas nossas escolas e as pessoas se incomodam com um questão como essa. Essa questão, se verdadeira, seria o menor de nossos problemas. O professor teve uma sacada muito boa e mostrou o lado reacionário e sensacionalista das pessoas que alimenta uma imprensa deficiente que não tem o menor intuito de informar, apenas de gerar uma confusão sem sentido.

      • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 14:04

        NÃO Alisson. Eu explico: o professor chamou V. Popozuda, na prova, de "grande pensadora contemporânea". Bom, todos sabemos, como ela mesma confirma, que isso não é verdade - observa o trecho: "Já estou pronta pra me chamarem de ‘diva’, ‘sambista’, ‘lacradora’… mas ‘pensadora contemporânea ainda não". Sendo assim, foi uma IRONIA do professor, já que ele escreveu uma coisa tentando dizer o seu contrário.

    • Eduardo Abreu Postado em 09/Apr/2014 às 12:12

      Tô contigo, e é uma grande pensadora sim, ou para ser artista não tem que pensar, ou será que não há ninguém que sonha ser como ela, ela é exemplo para muitas pessoas. Se a música dela é ruim para alguns ouvidos é ótima para outros, quanto a livros e ensaios, tem muito político imortal que tem que tem muita gente que quer distancia.

      • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:47

        Não percebes o que estás dizendo??? EXEMPLO é Machado de Assis!! EXEMPLO é Lima Barreto! Mas não ISTO! Não sentes pena das pessoas que não têm oportunidade escolar e têm de escutar ISTO??

    • Marcos Postado em 09/Apr/2014 às 13:49

      Quer mesmo comparar Racionais MC's com esta merda de funk?!

    • Geni Postado em 09/Apr/2014 às 15:06

      Você tem razão de questionar o porque não usar musicas do Racionais,pois Racinais Caetano Chico Buarque Emecida e muitos outros estão no mesmo patamar mas Valesca Popozuda é de dar pena.

      • Eduardo Abreu Postado em 11/Apr/2014 às 00:59

        dar pena porque, ela tem como muitas uma forma de marcar sua presença na mídia, que é seu corpo nos padrões que desperta o feromônio, isto é digno de pena, acho que não ela esta trabalhando honestamente, e não vejo porque os Chicos, os Caetanos são melhores que ela, ou será que só vale pensamento de um lado, o lado chique, o lado "culto", o lado que enche salas nobres..... não tem nada a ver, a obra dela merece respeito como qualquer outra.... até "A Eguinha Pocotó", deveria ser feito uma pesquisa escolar para que crianças dos grandes centros pudessem saber o que vem a ser uma eguinha....não teria nada de mais também.

    • Valéria Postado em 09/Apr/2014 às 18:32

      Exatamente como eu penso. O papel do docente é abrir o debate, fazer com que alunos pensem, discutam, questione. Mesmo que para isso use FUNK!

    • SidneiMV Postado em 10/Apr/2014 às 23:56

      Racionais MC é outra história, é pura letra. RAP é mais letra do que qualquer coisa! Não tem sentido comparar Racionais MC com Valesca Poposuda. O abismo de realidades diferentes já começa pelos nomes "Racionais" de um lado "Poposuda" de outro.. Eles pensam com a cabeça, e ela com a b..da!

  3. Cristina Gomide Postado em 08/Apr/2014 às 20:17

    O problema é que ela se sente, de fato elogiada. Entretanto, a questão não é essa, mas o que a sociedade contemporânea exclui. Preferimos músicas simples porque não problematizamos mais nossas percepções sobre o mundo. Vivemos no desejo do que visualizamos.. Do mesmo modo comemos fast food, escolhemos o que queremos e nem percebemos que todos têm o mesmo gosto. Ninguém quer amargo ou azedo. Queremos doce ou salgado, porque não conseguimos mais perceber outros sabores. Ela representa a falta de sensações da contemporaneidade. Fala de uma professada da Universidade Federal. Historiadora, não uma filosofa!

    • Julia Postado em 08/Apr/2014 às 21:28

      Não acho que a intenção dele foi fazer as pessoas perceberem que não possuem o mesmo gosto... Mas sim pensar no nível musical superficial que vivemos.

    • Monteiro Postado em 08/Apr/2014 às 21:37

      É exatamente disso que eu falo! É isso que dá ficar aplaudindo esse tal de "funk ostentação". Quando a Sheherazade criticou aquela estudante de direito que fez um trabalho sobre - pasmem - "Popozudas", nossa, a casa caiu, a esquerda toda xingou-a. Algumas pessoas pensam que o "funk" é a manifestação de cultura da "comunidade", mas a verdade é que esse tipo de cultura só serve para manter a ignorância e a alienação que muito atingem as comunidades mais pobres.

      • Luan Postado em 12/Apr/2014 às 14:13

        Caríssimo Monteiro, observando seus comentários, parece-me que não compreendeu a ideia do professor e muito menos o significado da palavra cultura. Como vc pode julgar o que é bom ou ruim? Você primeiro deve estar inserido a tal contexto para aí sim vc descobrir o que é ruim ou não para a comunidade. Como podemos julgá-los por não ouvir Mozart? Em que isso adicionaria a eles? Está na hora de respeitarmos a individualidade do ser, olhar o mundo pelo prisma do observador, deixar de lado esse olhar retrógrado, elitista e reacionário e é claro estar aberto a discussão, porém sem a ideia pré-concebida de uma sociedade ocidental moderna uniforme.

    • Daniel Postado em 09/Apr/2014 às 00:04

      Historiadora Cristina, a Valesca Popozuda questiona os paradigmas da sociedade a tal ponto da senhora não conseguir perceber por estar incluída na mesma. Questiona o machismo e patriarcalismo no sexo, desconstruindo por meio de suas letras: "Late que eu to passando", "My pussy é o poder". Na contemporaneidade pós-moderna, a pluralidade de interpretações, através da não hierarquização da cultura é a chave para "sentir".

      • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:30

        Meu amigo, NÃO! Valesca Popozuda não QUESTIONA NADA! Ela não sabe nem conjugar os verbos. Parem de ser idiotas!

      • Eduardo Abreu Postado em 11/Apr/2014 às 01:04

        tô com você amigo, todos temos direitos, e se o trabalho é feito para o bem, merece ser discutido e analisado, e pelo que vi na questão aqui é se a forma de pensar dela é de uma pensadora, ou de uma ninguém.... num mero preconceito que se você não for da "elite" vc é nada, e não merece nem ser mencionado.

    • Pedro Postado em 09/Apr/2014 às 08:44

      Acho que ela foi irônica na resposta, impressionante como uma historiadora não percebe o tom de uma ironia e se presta a criticar sem nem tentar entender os motivos que levaram o professor a elaborar a questão. É interessante ler o texto e entender, depois criticar.

      • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:42

        NÃO meu caro, nós percebemos a ironia. Agora dá uma olhada nisto : "Vou ali ler Machado de Assis e ir treinando pra quem sabe um dia conseguir ser uma pensadora de elite" - como assim, vou ALI ler Machado de Assis??? Vai "ali" do tipo "vou ali comprar pão"???

      • Eduardo Abreu Postado em 11/Apr/2014 às 01:06

        Esse tal MACHADO DE ASSIS teve seu tempo e aposto que tinha quem afirmasse que ele não era nada, o tempo encarregou de imortaliza-lo. E confesso, entre ler estas obras eruditas e ditas imortais, prefiro ouvir um sertanejo raiz.

      • Monteiro Postado em 11/Apr/2014 às 13:25

        "Esse tal MACHADO DE ASSIS teve seu tempo e aposto que tinha quem afirmasse que ele não era nada, o tempo encarregou de imortaliza-lo. E confesso, entre ler estas obras eruditas e ditas imortais, prefiro ouvir um sertanejo raiz." - ??????????????????????

  4. Monteiro Postado em 08/Apr/2014 às 21:27

    Será que só eu percebi que foi um deboche do professor?? E a dita cantora ainda escreveu uma redação para agradecer. Agradecer o quê? Foi uma ironia hahahaha

    • Luis Postado em 09/Apr/2014 às 00:19

      O comentário dela também foi irônico.

      • Francisco Postado em 09/Apr/2014 às 07:34

        Não entendo o porquê dessa polêmica que vem desde quando, à minha época (idos anos 90), alguns grupos seguravam o tchan, ralavam em garrafas. Desde sempre o discurso do quão ruim são as músicas 'atuais'...como se todos ouvissem as bachianas. Menos hipocrisia. Há anos, quando prestei vestibular, lembro-me de que alguma das questões de gramática envolvia versos de música do então Charlie Brown Jr. Ao meu ver, foi simplesmente uma questão, povo quer cair matando com os jargões 'isso é Brasil', 'não se fazem mais músicas boas', etc, etc...francamente. Muita hipocrisia pra pouco tiro, porrada e bomba.

    • Priscila Postado em 09/Apr/2014 às 11:37

      Será que você não percebeu que não foi um deboche do professor? O próprio professor deixou claro que o objetivo dele não era ser irônico ao colocar a questão na prova. Consequentemente não podemos dizer que ele quis passar a mensagem de que as canções de Valesca Popozuda são superficiais. E evidentemente também não explicitou sua opinião sobre o que ele realmente pensa sobre a música de Valesca P., a própria Valesca e ao funk de forma geral. Como professor de filosofia, nada mais coerente do que lançar uma provocação filosófica... De qualquer forma, ele teve um bom critério para pôr a tal questão na prova - longe do deboche e da ironia. Na verdade concordo com o professor, quando diz que Valesca Popozuda é uma grande pensadora. Porque acredito que qualquer um pode ser um grande pensador e os grandes pensadores podem vir de qualquer lugar, ainda que haja toda uma "elite" que os considere superficiais e sem valor

  5. Claudia Postado em 08/Apr/2014 às 22:34

    Tá qual é a resposta?

    • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 14:09

      A resposta é "c - É recalque". OPS. Errei. Estudei demais Sócrates e Platão.

      • Célia Siqueira Postado em 10/Apr/2014 às 20:47

        Nossa..você é muito chato!

  6. moreno Postado em 08/Apr/2014 às 22:55

    Monteiro. Seu comentário não merecia lugar nem dentro de uma fossa.

    • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:27

      Assim come este tipo de música "de periferia" que vocês aplaudem.

  7. Gabriel Bueno Postado em 08/Apr/2014 às 23:23

    Apesar da série de erros ortográficos e de concordância no agradecimento da Valeska, acho que o agradecimento foi justo. Ela não agradeceu por ser colocada em uma prova. A tentativa de agradecimento dela foi mais um questionamento sobre toda uma polêmica gerada por uma questão, quando na verdade em muitas escolas nem se é possível dar aula. E apesar de não gostar de funk, ele é sim uma manifestação cultural! Infelizmente a indústria percebendo a possibilidade de lucro, transformou tudo em um grande circo. A alienação é gerada pela mídia e não pelo funk ou pela Valeska!

    • Monteiro Postado em 09/Apr/2014 às 13:55

      NÃO Gabriel, a alienação também é gerada pelo funk. Eis a prova disto: "Vou ali ler Machado de Assis e ir treinando pra quem sabe um dia conseguir ser uma pensadora de elite".

  8. Wiliam Postado em 08/Apr/2014 às 23:57

    Filosofia. Sempre instigante. Esse professor realmente é um gênio. Conseguiu chamar a atenção da mídia nacional, e a partir do resultado, instigar os alunos à reflexão de como a imprensa é sensacionalista e tendenciosa. Mas você só vai entender o ponto de vista se estiver disposto a ler a coluna de Reinaldo Azevedo na revista veja. O sensacionalismo é físico, palpável e denso.

    • Eduardo Abreu Postado em 11/Apr/2014 às 01:10

      então se tenho que ler esta revista que você diz, não vou entender nunca.....e nem quero, e se foi ironia do professor, este é bem pior que a cantora, que com sua humildade chegou agradecer a referência. O que tenho lido aqui é muito preconceito ao trabalho dela, chegando a ser taxado de "música de periferia", será que só tem gente boa e inteligente nos grandes centros...

  9. Pereira Postado em 09/Apr/2014 às 09:27

    O legal foi o que o aluno escreveu do lado , que foi cortado pelo site : "É sério isso ? "

  10. Pereira Postado em 09/Apr/2014 às 09:42

    O problema não é a música ...e sim por a popozuda como "grande pensadora". Bom tem ex BBB que disse que a bunda dela pensa... daí o "níver" .

  11. Anna Postado em 09/Apr/2014 às 10:29

    "Todos nós somos pensadores contemporâneos", ela andou dizendo depois. E não é? Ah, e quanto a chamar a atenção da imprensa e promover uma pós-discussão disto em sala... como o professor tinha tanta certeza de que ia sair na imprensa? Muita corda para pouca caçamba, hein? Fora isso, não vejo nada a demonizar na questão toda. Colocar esta música na prova pode, sim, levar a questionar cânones e também a função social de um universo inteiro de músicas que têm um objeto interessante, mas sequer atingem os ouvidos mais acabrestados. A questão da prova poderia suscitar vários temas de reflexão em sala de aula, só acho que o bom castelo se desconstói inteiro quando o professor diz que discutir sobre a repercussão da imprensa foi seu interesse desde o início. Ele tinha a intenção de mandar sua para a imprensa? Já tinha combinado isso com algum aluno? Difícil, hein? E, sim, acho que a imprensa e suas atitudes TÊM de ser discutidas diariamente no Brasil. O egocentrismo e a honestidade idem.

  12. Carol Postado em 09/Apr/2014 às 10:43

    Vocês poderiam ter colocado a resposta da Valesca na íntegra, ou, pelo menos, ter mostrado de alguma forma que omitiram partes dela. Não sou de ouvir as músicas, mas sempre que leio algo sobre ela ou dela fica muito claro o seu posicionamento quanto à sociedade. Mesmo sem querer ela se tornou um exemplo a ser seguido. Se engana muito quem a considera "mais uma funkeira" ou "mulher fruta". Eu gostaria muito que algum dia os "intelectuais" se tornassem menos preconceituosos e pudessem reconhecer o valor de QUALQUER manifestação cultural. As músicas dizem mais sobre um país do que qualquer texto acadêmico. O posicionamento desses "intelectuais" joga no lixo todas as tentativas de uma cientificidade "imparcial". PS: em uma das partes omitidas da resposta da Valesca ela diz que não tem como se posicionar sobre a tal prova sem saber o que motivou o professor. Fala sobre o contexto da sala de aula, sobre a possibilidade de ter sido ironia, crítica social ou só descontração. Ou seja, a tal "funkeira-loira-burra" sabe melhor que muito "intelectual" que não se pode fazer análise descontextualizada.

  13. Esdras Pereira Alves Neto Postado em 09/Apr/2014 às 11:00

    Gostei da maneira como o professor se referiu a imprensa. É isso aí professor parabéns. Aquele abraço.

  14. Valéria Karla Postado em 09/Apr/2014 às 11:51

    E o pior é que ELA entrou na onda de "Um dia ser uma pensadora de elite"... Misericórdia. o que é pior??

  15. osmar Postado em 09/Apr/2014 às 12:07

    Lendo as postagens, percebi a boa qualidade das pessoas que estão participando do debate. Sou professor de Filosofia e ainda tenho grande esperança com a obrigatoriedade da Filosofia no Ensino Médio de provocarmos mais o debate na sociedade em que grande parte da população está fascinada pelo consumo diante do forte poder alienador da mídia. A filosofia está aí, o papel do professor é muito importante no momento que algumas pessoas da mídia lembra que existe professor de Filosofia.

  16. Gustavo Postado em 09/Apr/2014 às 14:10

    No Cortiço, de Machado de Assis, Valeska e tantos outros tipos criticados pela 'pobreza cultural' poderiam ser ricamente explorados.Já li muito Machado de Assis, ouço Chicos (Buarque, Science, Mineiro) nem por isso julgo as novas composições, são movimentos distintos demais para serem confrontados.

    • Fernando Postado em 10/Apr/2014 às 10:28

      O Cortiço é de Aluísio de Azevedo.

  17. eliel Postado em 09/Apr/2014 às 18:01

    PENSO LOGO EXISTO ! Se eu penso ? pq não posso ser considerado como um pensador da contemporaneidade O filósofo francés René Descartes (pronunciado "decárte") escreveu essa frase em latim: Cogito, ergo sum. Ele quis dizer que o fato de pensar assegura à mente o fato da própria existência psicológica. Em outras palavras, quando ela se dá conta de que está pensando, pode ter certeza de que existe. estudar e conhecer todos os grandes pensadores da antiguidade : Sócrates, Platão e Aristóteles , não te torna mais conhecedor, inteligente ou sei lá, qualquer ser humano melhor que o outro, você adquiri o poder de argumentar, questionar, fazer parte de uma discussão ,é tentar compreender e aprender de maneira critica a pensar, a prova era de filosofia é para que serve a filosofia : A filosofia não tem um prático muito específico, mas sim um subjetivo. Através dela, aprendemos a pensar de maneira crítica, a buscar a verdade concreta sobre as coisas. Aprendemos a solucionar problemas, a chegar a conclusões sobre vários assuntos que se colocam frente a nós, e assim passamos a construir conhecimento e pensamentos que servem para nos guiar em nossas trajetórias. Filosofia (do grego Φιλοσοφία: philos - que ama + sophia - sabedoria, « que ama a sabedoria ») é a investigação crítica e racional dos princípios fundamentais. Modernamente é a disciplina, ou a área de estudos, que envolve a investigação, a argumentação, a análise, discussão, formação e reflexão das ideias sobre o mundo, o Homem e o ser. Originou-se da inquietude gerada pela curiosidade em compreender e questionar os valores e as interpretações aceitas sobre a realidade dadas pelo senso comum e pela tradição. Acho que as pessoas deveriam conhecer mais sobre o que elas tanto tentam questionar. vivemos numa sociedade (multiculturalista várias culturas dentro de uma só), uma sociedade que a própria mídia aliena e dita até a forma de pensar, agir e vestir... é se você bate de frente com ela o que ela faz? , existe todo um contexto na prova que faz ligação com a questão, e ainda vem um ser humano querendo dizer que entendem de pensador filósofos, questionando o fato de uma cantora de funk ser chamada de pensadora contemporânea,, aff meu Deus ate que ponto chegamos vive sendo alienado pela Mídia sensacionalista e pelas redes sociais, só lembrando que MACHADO DE ASSIS não era pensador filosofo e sim Escritor,Jornalista, Contista e Poeta , ele foi um grande escritor para literatura Brasileira. como ser que penso e logo existo , me considero como um pensador da minha era contemporânea, ou eu vou ter que explicar o quê é era da contemporaneidade tbem? (srssrrsrr um pouco de ironia é bom as vezes ). hoje se você bater de frente com qualquer pessoa expressando sua opinião ou sei lá em qualquer cenário . o que você recebe em troca? me diga ? é só tiro, porrada e bomba, é claro não levando ao pé da letra mais o ser humano já está tão alienado que ele esquece do próximo e dele mesmo. quem enfrenta uma sala de aula sabe o quantos somos desvalorizados. enfim é tudo o que penso sobre essa grande polemica, que sem duvidas nos deu o prazer de discutirmos uns com os outros e até a questionar. Discuti é valido ... desde que você não impões aos outros aquilo quer você acha que é certo para você , ditando a maneira de como você espera que a sociedade viva.

  18. Genesis. Postado em 10/Apr/2014 às 00:05

    funkeira ser tema de uma questão de prova é um total absurdo. Meus parabéns ao corajoso professor e corajoso demais para chegar em casa e elaborar uma questão desta. coitado do " Machado de Assis" deve esta dando varias voltas no tumulo de tanta raiva. ... agora é certo, o mundo pode acabar, tenh certeza que chegamos no FIM..

  19. genesis Postado em 10/Apr/2014 às 00:10

    fico pensando, o que leva um camarada que se diz professor, ai comete um baita vacilo deste. tantos políticos roubando debaixo do nariz dele, em Brasilia. e ele aborda uma tema deste. chama a atenção com a realidade, e não com besteira. com essa porcaria de funk.

  20. Silva Postado em 10/Apr/2014 às 12:40

    Esse episódio me fez lembrar de um professor que me deu aulas de Filosofia e Antropologia na faculdade... Certa vez falávamos sobre "cultura" e, de como o funk estava se alastrando e "empesteando" os jovens... O professor com toda calma que tinha (nós o chamávamos de monge, tal a sua tranquilidade) nos disse que a música que os garotos que gostam de ouvir alto em seus "possantes" é uma forma de cultura sim, a gente gostando daquele ritmo ou não... De fato, criou-se o hábito de achar que cultura é só o que vem das "elites", sejam elas econômicas ou ditas intelectuais! Naquela dia aprendi com meu querido mestre (de quem sinto muita saudade) que cultura é o que é produzido por um determinado grupo, independente se condiz com nossos gostos e valores! Não gosto de funk, mas não posso negar que se trata de uma cultura, aliás, a cultura do presente momento quer a gente queira ou não!

    • Eduardo Abreu Postado em 11/Apr/2014 às 01:12

      Silva, você esta certinho da silva.....e este seu professor pode ser chamado de mestre.

    • ewerson Postado em 11/Apr/2014 às 10:38

      Todo a atividade lúdica de um povo pode ser chamada de cultura. O problema é que nem toda atividade cultural é boa, existe aquela que edifica e a que bestializa. o Funk, é pobre no conteúdo e na forma. não há beleza melódica, apuro instrumental ou vocal. O conceito das letras é a violência, drogas, promiscuidade, consumismo e vaidade. Toda experiência cultural influencia. Parte do caos social em que hoje vivenciamos apenas o início, é sim inflamado por esse tipo de "cultura".

  21. kaian Postado em 10/Apr/2014 às 18:55

    Nao se pode perder o foco do debate, nao se pode trancar a mente para a propria opinião. A questão se relaciona a realidade de uma classe social e a qualidade de vida das comunidades e homens favelados. Nao existe feminismo. O prof usou as palavras para expressar que uma cantora de funk, nao popular entre os pensadores da atualidade e de baixa importancia literaria, consegue descrever sua visao critica em uma muisica que fez sucesso e está chegando a milhões e milhões de ouvintes. Se mostra desapontado com a imprensa que nunca publicou em rede a opinião publica sobre tal aceitação, se foi a letra que faz a critica sobre a realidade, se é o ritimo que vulgariza a mulher, se é o tom o a melodia. Porém convenhamos, policos, policiais, empresarios e a igreja, se bater de frente é só tiro, porrada e bamba.

  22. Ewerson Viana Postado em 11/Apr/2014 às 10:26

    O pior é a frase: "É um título muito forte e ainda não me sinto pronta pra isso..." - "Ainda" ???? - A pessoa realmente acredita que tem alguma seriedade, que tem algum valor o "trabalho" que faz. Seu único atrativo é o corpo sensual que ela exibe em trajes mínimos, sua "música", o Funk, é podre no conteúdo e na forma. não há nenhuma beleza musical, nem melodia, arranjo, talento instrumental ou vocal. As letras falam de violência, drogas, promiscuidade, consumismo e vaidade. Ela "ainda" espera ser digina do título de pensadora. My Lord!!!

  23. Klayton Postado em 11/Apr/2014 às 13:43

    Gostei da resposta dela.... Se foi realmente ela que escreveu, e não algum assessor de imprensa, ela está de parabéns...

  24. Danielle Postado em 11/Apr/2014 às 18:53

    Gente Pelo Amor de Deus!!! ela está querendo comparar a música dela com MPB... Cara, não tem como isso!!! Se hoje ela pode falar putarias nas músicas dela, é porque tiveram pessoas que em suas música: MPB e outras, conseguiram mudar o pensamento da sociedade para lutarem por liberdade de expressão!! E o que a música dela nos ensina? NADA!! ela se diz feminista, mas na verdade ela é uma feminista de merda, porque não existe feminismo que trate a mulher como um objeto sexual, e é isso que as músicas dela falam sobre a mulher... não estou falando dessa especificamente, mas de todas! Essa polêmica é inútil? n, n é, a polêmica foi gerada pelo fato de o professor ter escrito que ela é uma pensadora contemporânea... Ela não é!!! imaginem O QUE AS MÚSICAS DELA ENSINAM? NADA! tiveram pessoas no Brasil que chegaram a serem exiladas do país por causa que suas músicas ensinavam as pessoas a lutarem por liberdade de expressão, pra que ela, hoje, coloque merda nas músicas dela sem ser presa por isso! Feminista: tem uma música dela que diz: "mamaaaa, pega no peito e mamaaa, me chama de piranha na caaamaaa", isso é feminismo?? será que ela sabe o significado de feminismo? o feminismo não é só ficar pelada na frente de todo mundo protestando... é mostrar que a mulher é dona do próprio corpo, e a música dela retrata a mulher como um nada!! só serve pra trepar e pronto! como a maioria dos funks! pensador contemporâneo, seria aquela pessoa que soubesse nos ensinar que o preconceito em geral é uma coisa desprezível em qualquer assunto. Ela não ensina nada a ninguém, ela só é famosa, porque tem bundão e peitão, e faz músicas com putarias... ela não faz sucesso com músicas de verdade porque ELA NÃO É CAPAZ DE FAZER ISSO! por isso que ela é funkeira e gosta de mostrar o corpo!! sinceramente! esse é o fim, as pessoas acham essa polêmica inútil, acham que as pessoas já não protestam a favor de melhores condições de trabalho etc... acham que as pessoas ficam apensa " julgando " a Valesca Popozuda, como se não tivessem coisas mais importantes pra fazer. Enfim, temos mesmo que dar os parabéns ao professor Antônio Kubitschek, pois ele conseguiu a polêmica que queria e conseguiu também fazer com que as pessoas acreditem que a Valesca Popozuda pode ser considerada uma pensadora contemporânea, afinal, como ela mesmo disse, ela nunca pensou que um dia fosse ser vista dessa maneira, de tão boa e interessante que a música dela é.

  25. márcia regina Postado em 11/Apr/2014 às 19:43

    Márcia professora de Filosofia. Aproveitando a polêmica, venho sugerir que as pessoas leiam alguns teóricos, para depois iniciar um debate. Existe um grande equivoco em tudo isso: a mídia continua fazendo seu papel, mais uma vez ela conseguiu chamar a atenção. Permanecendo no lugar, que acredita ser seu, no "mundo contemporâneo". E ainda encontramos pessoas para alimentarem esse tipo de discussão. Vamos ler... para adquirir habilidade e competência para F i l o s o f a r. Abraço à todos.

  26. Elias Postado em 12/Apr/2014 às 00:19

    Funk é cultura sim, cultura de merda, se vc pegar um monte de bosta de dois metros de altura e fizer uma estatua ora isso é arte, arte de merda.

    • Thiago Teixeira Postado em 12/Apr/2014 às 19:16

      Gosto é gosto meu caro. Por exemplo, eu acho o Sertanojo Universitário Modinha pior que funk. Meu estilo é Metal. Mas quando escuto um Tião Carreiro e em seguida uma bosta de Gustavo Lima ... prefiro quadradinho de oito. Mas particularmente acho o funk antigo dos anos 90 melhores, hoje é muita depreciação da figura feminina.

    • Monteiro Postado em 13/Apr/2014 às 21:14

      Comparar "fanque" a merda é uma ofensa à merda.

  27. kimberly Postado em 13/Apr/2014 às 20:35

    Nada vê tio kkkkkkkk

  28. roberto santos Postado em 13/Apr/2014 às 21:18

    este professor teve ser um depravado sexual, deve pensar dia e noite nesta valesca.

  29. Augusto Melo Postado em 13/Apr/2014 às 21:28

    Acho que o professor ficou numa saia justa. Porque se afirmar a ironia pode ser processado. Por outro lado, afirmar que queria criar polêmica com a imprensa, conta outra. Trata-se de uma absurdo e de muito mau gosto, alem de tratar de uma música que fala de violência. Lamentável, fora de sentido.

  30. Pereira Postado em 14/Apr/2014 às 09:20

    "É só tiro , porrada e bomba".... quando a Sherazade fala ela insita a violência , quando a popozuda fala isso ...aí é "cultura popular do funk" . LAMENTÁVEL.

  31. Adir Postado em 14/Apr/2014 às 13:24

    Quero dar os parabéns a este professor, ele conseguiu muito mais do que a maioria dos professores conseguem. Precisamos de mais professores com essa coragem, para que a sociedade e a mídia discuta mais as questões da educação, da cultura, da imprensa e do conhecimento humano. Além de tudo isso temos a questão da liberdade de expressão, que a imprensa tanto reivindica para si, mas quer retirar a do professor. Pensemos nisso!

  32. adelina Postado em 14/Apr/2014 às 15:57

    Monteiro,valeu o seu comentario...Parabens.

  33. André Postado em 24/Apr/2014 às 22:39

    http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/466469-APROVADO-PROJETO-SOBRE-TRANSITO-DE-FORCAS-ESTRANGEIRAS-NO-BRASIL.html

    • Monteiro Postado em 25/Apr/2014 às 11:21

      COMO ASSIM? Quer dizer que qualquer ministro de defesa agora pode autorizar o trânsito de forças estrangeiras no país sem dar satisfação à ninguém? A Globo nós sabemos que não irá noticiar. Então, por que isto não sai na Carta Capital e cia? Decerto estarão muito preocupados defendendo as picuinhas políticas da "presidenta", ao invés de se aterem a assuntos mais importantes para a nação. Isso sem falar que qualquer traidor da pátria pode chegar ao cargo de ministro da defesa com esses governos do PT e PSDB. Nelson Jobim, por exemplo, fraudou a Constituição Federal [ inseriu ilegalmente, no texto final da Constituição de 1988, adição no inciso II do artigo 166 ] e era ministro da defesa do Lula (o "incorruptível" Lula, não é?). Mas a mídia alternativa, que diz que faz melhor jornalismo que a grande mídia, está mais preocupada em defender mensaleiros...