Redação Pragmatismo
Compartilhar
Exploração Trabalhador 15/Apr/2014 às 09:40
28
Comentários

Os 5 trabalhos mais miseráveis do mundo

Cinco dos trabalhos mais miseráveis do planeta: Documentário mostra algumas das situações mais degradantes enfrentadas por seres humanos

Manuel Ansede, em Materia

“Uma das coisas mais tristes é que a única coisa que um homem pode fazer durante oito horas, dia após dia, é trabalhar. Não se pode comer durante oito horas, nem beber oito horas, nem fazer amor oito horas… A única coisa que se pode fazer durante oito horas é trabalhar. E esse é o motivo pelo qual o homem torna tão desgraçado e infeliz a si mesmo e os demais”, dizia o escritor norte-americano William Faulkner. É com essa reflexão que começa “Workingman’s Death” (A morte do operário), um opressivo documentário que percorre meio mundo para denunciar a existência de trabalhos miseráveis que, em sua face mais desumana, praticamente desapareceram da face dos países ricos.

O diretor do documentário, o austríaco Michael Glawogger, segue as “mulas humanas” do vulcão indonésio Kawah Ijen, os abatedores do mercado de carne de Port Harcourt (Nigéria), os desmontadores de petroleiros de Gaddani (Paquistão), os operários do metal chineses e mineiros clandestinos ucranianos para denunciar que os trabalhos mais miseráveis não desapareceram do planeta, apenas se tornaram invisíveis para os olhos dos cidadãos dos países industrializados.

Leia também: Fotografia: A escravidão moderna que fingimos não ver

“O trabalho pode ser muitas coisas. Com frequência mal é visível. Às vezes é difícil de explicar. E, em muitos casos, impossível de retratar. Mas o duro trabalho manual é visível, explicável e retratável. É por isso que com frequência penso que é o único trabalho real”, opina Glawogger, que ganhou o Prêmio Especial do Jurado no Festival de Cinema de Gijón (Espanha) por Workingman’s Death.

Conheça a seguir as atividades denunciadas no documentário. Longe de acabar, elas continuam a degradar a condição humana.

1. “Mula humana” no vulcão.

trabalho escravo mundo

Todos os dias, por algumas miseráveis moedas, dezenas de homens sobem ao vulcão indonésio Kawah Ijen para, asfixiados por fumaças tóxicas, arrancar enormes blocos de enxofre das suas entranhas. Sobem ao vulcão entre cantos e tosses, mas descem carregados como mulas, com mais de 100 quilos de mineral deformando suas costas. Numa cena do filme “Workingman’s Death”, um mineiro, possivelmente blefando, conta a outro como beijou uma mulher francesa que tinha acabado de conhecer. “Eu estava com o nariz sujo por causa dos vapores do enxofre, mas ela me deixou beijá-la. Foi muito bom.” É cada vez maior o número de turistas que vêm ao vulcão para tirar fotos ao lado das “mulas humanas”.

2. Trabalhador de matadouro numa cidade petroleira.

02

O nigeriano Isaac Mohammed levanta-se todos os dias às cinco da manhã para ir ao matadouro da sua cidade degolar cabras e vacas. Ele trabalha no mercado de carne de Port Harcourt, uma cidade do delta do rio Níger na qual convivem a pobreza extrema com a ostentação das petroleiras ocidentais, como a Shell. Durante sua jornada, os abatedores arrastam pesadas cabeças de vaca pela lama para leva-las até a fogueira, onde serão cozinhadas para venda. E, no final do dia, se não levaram uma chifrada de um zebu, muitos completam seu miserável salário com outros trabalhos, como dirigir uma moto-táxi.

3. Desmontadores de petroleiros.

03

Muitos pastunes, principal grupo étnico dos talibãs, são pobres. Por isso acabam procurando ganhar a vida em lugares como Gaddani, um porto do Paquistão convertido em cemitério de barcos gigantescos. Em Gaddani, milhares de trabalhadores desmancham cargueiros e petroleiros para convertê-los em placas de aço. “Um passo em falso e é uma queda de 80 metros. Ou te cai um pedaço de aço na cabeça. Ou o óleo e os gases residuais te incendeiam. Temos a morte sempre presente”, explica um trabalhador em “Workingman’s Death”. Eles trabalham durante um ano e depois, com sorte, poderão voltar durante um mês para suas casas. “O pagamento nunca foi suficiente, nem antes nem agora”, lamenta um homem que trabalha no desmanche desde 1991. “Alá nos encomendou essa tarefa”, proclama outro.

4. Metalúrgico na China.

04

A província de Liaoning, no nordeste da China, acolhe alguns dos maiores altos fornos do país e do mundo. Enquanto a Alemanha converte algumas das suas antigas fundições em parques temáticos para crianças, como fez a cidade de Duisburgo com suas gigantescas siderúrgicas em 1985, a China faz o movimento contrário e expande seus altos fornos para fornecer ferro e aço ao mundo. Nas fundições, os operários chineses trabalham de sol a sol em condições penosas, como faziam os empregados de Duisburgo há mais de meio século.

5. Mineiro na ratoeira nevada.

05

“Temos medo sempre. Um desmoronamento de 10 centímetros e é o fim. Não há forma de nos tirar daqui”, confessa um mineiro ilegal ucraniano no filme de Michael Glawoggfer. Junto com outros companheiros da bacia do Donbás, ele procura carvão em filões que seus avós chamavam de “ratoeiras”. Fora da mina, as mulheres carregam o carvão em meio à neve, até duas toneladas por dia cada uma. Diante da câmera, os mineiros caçoam de Aleksei Stajanov, o famoso mineiro transformado em ídolo pela propaganda soviética em 1935, depois de extrair mais de cem toneladas de carvão em uma só jornada. “Nós não somos movidos pelo entusiasmo. Aquilo foi uma palhaçada.”

Tradução: Simone Mateos, Revista Samuel

Recomendados para você

Comentários

  1. Ana Capitanio Postado em 15/Apr/2014 às 10:14

    E você ai? Tá reclamando de quê?

    • Marcus Postado em 15/Apr/2014 às 11:13

      Nao poder reclamar porque tem um trabalho pior que o seu é o mesmo que nao poder ficar feliz porque tem alguem mais feliz que você. O texto e filme começa falando que o trabalho é uma merda, independente de qual. Nao é aceite o seu porque tem gente pior não. Pensar 5 min antes de formar uma opinião em.

    • Grazi Postado em 15/Apr/2014 às 13:31

      O problema não é somente a pessoa que reclama. Existem pessoas que reconhecem a sorte que têm e não reclamam, e nem por isso a vida dessas pessoas miseráveis melhora. As pessoas tem que parar de falar, seja para reclamar ou não, e começar a agir. Não é justo que tenhamos tudo e essas pessoas não tenham nada. Não é justo nós, como seres humanos, ficarmos quietos diante dessas situações e de outras mil. O problema de tudo é esse sistema falho implantado pelo mundo, deixando a ilusão de que "para funcionar, tem de ser assim e pronto", sem discussões, sem controversas. Estão transformando pessoas em robôs, e nós estamos aceitando isso.

  2. JOSE Postado em 15/Apr/2014 às 10:23

    Isso pq a China é comunista

    • André Postado em 27/Nov/2015 às 11:08

      Amigo, a China tem um governo comunista, mas sua economia é capitalista. Tanto é que a maioria das grandes empresas globais instalam fábricas por lá, porque a mão-de-obra é de baixíssimo custo. Isto é capitalismo!

  3. Bruno Postado em 15/Apr/2014 às 11:42

    José meu amigo, citar o comunismo ou o socialismo como problema de uma sociedade é muito fácil. Pode-se observar em países capitalistas o quanto existe de trabalho escravo, principalmente escravidão infantil...

    • Luiz Reis Postado em 15/Apr/2014 às 21:26

      Pois é... qual país comunista foi representado no artigo? A China já deixou de sê-lo há muito, mas pode ser exceção à lista. Bom, jose, cite a Noruega como exemplo de país socialista... ou Suécia... ou Inslândia...

  4. Carlos Prado Postado em 15/Apr/2014 às 11:52

    A pobreza é a constante da história humana e da natureza. Para o homem ser pobre basta nascer. Muitos hoje se pegam invejando um rico achando que a riqueza deste advêm da pobreza de outrem. Porém não há nenhuma força oculta que deixa uma criança africana passando fome por conta de cada vez que vou numa loja. Nessa troca o meu objetivo é ficar mais rico e o do vendedor ficar mais rico, cada um trocando os valores dos quais tem para complementar com quais não tem. E não ter nada é muito fácil; como eu disse, é só nascer. O homem nômade muito tem quando tem uma pele de animal. Colher frutas? Talvez eles deem uns meses para o consumo de um homem. Mas há vários homens comendo mais rápido do que elas nascem e isto junto de outros animais. E elas estragam e não nascem o ano todo. Até que vem a agricultura e o homem pode produzir comida para toda a tribo. Uma pobreza a menos. E os cereais são muito bons para estocagem e passar um rigoroso inverno de privações. Mas por uma tribo ter uma plantação e consequentemente estar muito mais rica que qualquer outra não significa que as outras ficaram pobres em decorrência da primeira. Elas sempre foram pobres, uma está rica. Mas uma cama, um travesseiro, um abrigo dos animais e da chuva?. Agora com cereais armazenados pode-se dedicar a tarefas "supérfluas", a subsistência está garantida. Ai vem o trabalho de cortar madeira, caçar animais e guardar penas, construir paredes, telhados e moveis... Pobres? Os mais ricos entre os homens. Hoje temos grande parte da população muito mais rica que os os mais ricos de outrora, mas ainda o consideramos pobres. Entender porque alguém é pobre é perca de tempo. A pobreza é a constante da vida. É preciso entender como se perde a pobreza para que possamos copiar. Mas só o que fazemos é invejar aquele que é menos pobre e querer tomar tudo o que é dele. Assim perdemos uma história de como sair da pobreza e não eliminamos nossa eterna constante.

  5. Thiago Teixeira Postado em 15/Apr/2014 às 12:47

    Fico motivado ao ver estes trabalhadores. Vou colar esta reportagem no mural aqui da obra. São imagens fortes para as pessoas aprenderem a valorizar o trabalho que tem. Vou aproveitar e mandar no e-mail da turma do sindicato e ministério público para eles verem o que é exploração. São guerreiros, pessoas fortes que eu daria qualquer coisa para contratá-los e trabalharem comigo. Trabalho pesado não diminui ninguém, muito pelo contrário, perguntem a eles se eles tem tempo para roubar, escrever merda na internet como eu estou fazendo agora, fazer greve, motim, tacar fogo em ônibus, traficar ... terão seus dias no final compensados por um trabalho duro, honesto e digno.

    • Thaís Postado em 15/Apr/2014 às 13:13

      Você está dizendo que essa exploração os dignifica? Isso não é pra te motivar, meu caro, é pra causar revolta...

      • Thiago Teixeira Postado em 15/Apr/2014 às 20:06

        É revoltante porque você considera indigno o trabalho pesado, na sua concepção trabalho ideal é ganhar altos salários com mínimo esforço físico e mental.

    • nathaly Postado em 15/Apr/2014 às 17:40

      Fala sério! Só pode ser brincadeira, você não deve usar isso como exemplo ou motivação. Nem mesmo para dar lição de moral. Vc está usando um exemplo terrível e que jamais deveria existir. Essas pessoas ñ tiveram opção, e nem sentem orgulho do que fazem. Faça me o favor!

      • Thiago Teixeira Postado em 15/Apr/2014 às 20:09

        O que seria orgulhos para a família deles? Eles de tênis Nike, gelzinho no cabelo e dando rolezinho no bairro com um bando de vagabundos? Existe orgulho sim para esses trabalhos, e a sociedade onde vivem precisam do serviço deles.

    • Carlos Prado Postado em 17/Apr/2014 às 14:55

      Realmente, Thiago. Existe muito orgulho nesses e em qualquer trabalho honesto. O povo imagina que eles estão trabalhando duro assim por que há ricos os explorando. Ledo engano! Não houvesse quem possuísse riquezas estaríamos todos buscando cavernas para nos escondermos, gravetos para nos protegermos e frutas e raízes para nos alimentarmos em condições piores do que a desses pobres. Mas um "explorador" tendo um silo permite que um comunidade desfrute de grãos o ano todo e outro "explorador" tendo uma fundição permite que a mesma tenha ferramentas, machados, panelas e se desenvolva muito a partir dai.

      • Zemauro Postado em 30/Jan/2015 às 19:30

        É facil perceber a intenção do dignissimo T.T aí de cima, ele vai colar as fotos na porta da obra para mostrar aos seus (pobres), trabalhadores, que eles (os trabalhadores) devem trabalhar mais pois, pois o que fazem em comparação aos trabalhadores citados na matéria Sr TT, me dá teu end: vou pedir ao Ministério do Trabalho para dar uma passadinha aí!!!

      • Zemauro Postado em 30/Jan/2015 às 19:46

        Tiago Texeira, e o Sr.Carlos Prado, se vocês se associarem, e formarem uma empresa, muitas empresas, está aí restabelecimento da escravidão no Brasil, vocês são dignos de pena, devem ter sidos explorados por seus pais e/ou patrões, que fundiram seus micros cérebros, fazendo-os penar dessa forma tão mesquinha e retrograda, enquanto os homems de bem, tentam reduzir a carga horaria de trabalho para (seis horas/dia) vossas majestades, provavelmente exigirão 12, porque não 14/dia, 14, então tá 14, ainda bem que não vus conheço!!!

  6. joao Postado em 15/Apr/2014 às 14:09

    todo o trabalho honesto é digno sim, mas essa galera eh explorada, eles deveriam receber oq merecem.. o dinheiro q eles não recebem está sendo concentrado na mão de quem detém o lucro, pô!!

  7. Daniela Postado em 15/Apr/2014 às 15:39

    vc fica motivado em ver pessoas trabalharem em situações degradantes, sendo intoxicados, seus corpos e coluna deformados pelo peso, ganhando uma miseria que mal da pra se sustenttar, com expectativas de vida diminuidas consideravelmente? E no final sao compensados com o q? com o pão q nao conseguiram comprar pra comer, apesar de estarem se matando todos os dias? Essa e a solução pra vc?Trabalho pesado é a solucao de tudo pra vc? vai colar no mural da obra? ja trabalhou de pedreiro? no sol a sol, com a coluna tambem sendo prejudicada pelo esforço fisico ? acha mesmo q nao sao explorados?

    • Thiago Teixeira Postado em 15/Apr/2014 às 15:54

      Então você é uma pessoa que não valoriza o trabalho pesado. Acha que digno é ficar numa sala com ar condicionado, trabalhando no Boticário ou organizando eventos glamorosos. Sim, já trabalhei pesado e não foi de pedreiro, e sim serventão, vulgo oreia seca. Já colhi laranja, carpi, e hoje mesmo tendo estudo não deixo de descarregar uma carreta de cimento. Existe sim Daniela, valor no trabalho pesado. Não fico motivado em ver estas pessoas sofrendo, você interpretou errado, minha motivação está no fato delas encararem o trabalho delas e "nós" (a não ser você trabalhe no corte de cana) reclamamos de nosso trabalho, fazemos mal feito, corpo mole, sendo que podemos olhar esse cara sem camisa torrando dentro do vulcão e aprender com ele o significado da palavra determinação e GARRA, coisa que eles tem de sobra.

      • Zemauro Postado em 30/Jan/2015 às 19:55

        Tiago seu cérebro de de cemente de mostarda, você pode ate ter (estudado) mais é incapaz de interpretar o que lê seu asno, essas pessoas são exploradas, como devem ser seus (pobres) funcionários, desligue a TV e vai lê um livro, você vai ver como faz bem!!!

  8. Tatiele Postado em 15/Apr/2014 às 17:10

    Eu acredito que verificar que existem tais tipos de trabalho deve causar em nós indignação e não comodismo ou agradecimento. Ninguém deve realizar este tipo de trabalho! as tecnologias deveriam ser utilizadas para eliminar trabalhos que desumanizam as pessoas. Essas pessoas realizam trabalhos degradantes, humilhantes e de baixa remuneração (se é que essa palavra pode ser usada, à medida que recebem muito pouco pelo trabalho). Elas realizam tais trabalhos porque não possuem outras alternativas, porque são pobres e, por isto, por necessidade, são exploradas e levadas a realizar tais tipos de trabalho. Quem acha que o certo é isso, trabalhar até a morte sem receber nada em troca! Que é errado reivindicar melhores qualidades de trabalho e de transporte público, esqueceu do quão necessário é se indignar, não pactuar com a exploração e morte do outro! Eu acredito que devemos lutar por um país justo, por um mundo justo, em que a riqueza de alguns não signifique a miséria, a exploração e morte de milhares! Dar valor ao trabalho é uma coisa, ser explorado até a morte é outra muito diferente! E mesmo nos países desenvolvidos ou no Brasil, as pessoas trabalham muito, ganham pouco, tem pouco tempo com a família ou para realizar outras coisas. Vivemos para o trabalho e há pessoas que continuam a dizer que o legal são os Japoneses que não tem direitos e suicidam-se todos os anos; ou os chineses que são explorados até a morte, ou todas essas pessoas mostradas acima. Talvez quem concorde com isso, esteja na condição de explorador e não de explorado!

    • Carlos Prado Postado em 17/Apr/2014 às 14:59

      Como eles estão sendo desumanizados, Tatiele? E sabe você como levar a tecnologia para facilitar a vida deles? Eu com todo o meu conhecimento de máquinas, automação, mecânica, eletrônica e programação penso que seja muito difícil lhes fornecer isto, mas gostaria de poder fazer. Você com certeza deve saber de um modo mais fácil de produzir essa tecnologia sem explorar "desumanamente" pessoas e sem precisar investir em pesquisas e desenvolvimento. Logo, o que espera para fornecer essa tecnologia para eles?

  9. Paulo F Postado em 15/Apr/2014 às 19:18

    Prefiro trabalhar numa metalúrgica chinesa que me prostituir..essa lista é muito relativa.

    • Zemauro Postado em 30/Jan/2015 às 20:01

      Trabalhe aqui mesmo Paulo F, quem sabe você não consegue comprar um cérebro, eu tenho 7 irmãs, e uma filha, e preferiria que elas fossem prostitutas a pensar como você!!!

  10. Hélio Pires e Albuquerque Postado em 16/Apr/2014 às 10:03

    Trabalhar, gente!!!

  11. Marianne Postado em 27/Jun/2014 às 11:18

    O documentário fala quem são os donos dos empreendimentos e qual o padrão de vida deles? Porque esse artigo não os menciona...

  12. eu daqui Postado em 31/Jul/2014 às 09:06

    Esses são muito mais dignos do que puxassaco de psicopata corporativo.

  13. Angela Postado em 27/Nov/2015 às 12:46

    Tiago Teixeira porque você não vai trabalhar lá com eles? Ta achando tão dignificante ser explorado! Vai lá e fica lá,de preferência!