Redação Pragmatismo
Geral 01/Apr/2014 às 17:33
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Ana Paula Padrão sobre Sheherazade: "Imatura"

"Imatura, bem intencionada, ou seja... um perigo", diz Ana Paula Padrão sobre Rachel Sheherazade. Jornalista também comentou legalização da maconha

ana paula padrão rachel sheherazade
(Ilustração: Pragmatismo Político)

Longe da televisão há um ano, desde que deixou o “Jornal da Record”, Ana Paula Padrão respondeu a “50 perguntas” no “CQC”, da Band, na noite dessa segunda-feira (31). Entre assuntos polêmicos, a jornalista disse que acha a colega de profissão Rachel Sheherazade “imatura, bem intencionada, ou seja, um perigo”

Ana também falou que não pretende voltar à bancada de um telejornal e que é a favor da liberação da maconha. Muito à vontade, a jornalista se disse “liberalíssima” em política, “mais liberal ainda” na cama e, rindo muito, lembrou de sua maior gafe: chamou o “Jornal da Record” de “Jornal da Globo” na estreia dos Jogos Olímpicos de Londres. Só fugiu de uma pergunta (“Dilma ou Aécio?”), por entender que seria uma declaração de voto.

Rachel ganhou notoriedade por seus comentários e suas opiniões no telejornal da emissora de Silvio Santos. Atualmente, ela está sendo investigada por apologia ao crime após polêmica declaração “adote um bandido”.

com agências

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Comentários

  1. Silva Postado em 01/Apr/2014 às 18:05

    Chego a acreditar que essa moça ( cuja a maioria das ideias não representam minha opinião) ganhou mais notoriedade por meio de seus " opositores" do que por seus próprios simpatizantes! Tudo que ela fala ou que se fala sobre ela gera uma repercussão por vezes, exagerada!

    • Carlos Santos Postado em 01/Apr/2014 às 22:47

      Ana Paula Padrão respondeu a “50 perguntas” no “CQC” e falou que Rachel Sheherazade é um perigo. Você não entendeu a profundidade da discussão? Pois é, eu também não.

  2. Caio Postado em 01/Apr/2014 às 18:05

    As morenas são as melhroes mesmo.. rsrs

  3. Marina Postado em 01/Apr/2014 às 18:30

    Gostei mais dela.

  4. Carlos Postado em 01/Apr/2014 às 19:00

    Mas a Ana Paula Padrão é parâmetro de comparação para o quê?

    • Monteiro Postado em 01/Apr/2014 às 19:38

      A pergunta que não quer calar!

  5. Paulo Joel Postado em 01/Apr/2014 às 19:35

    Quem disse que Rachel Sheherazade fala por si ? Ela é apenas porta-voz de alguém que manda ela falar o que eles querem.

    • luiz mattos Postado em 02/Apr/2014 às 02:18

      SS......iniciais ou sigla....tanto faz é a mesma porcaria.

  6. André Campello Postado em 01/Apr/2014 às 19:58

    É tão interessante notar que os partidos de esquerda vivem dizendo que a ditadura calou a imprensa brasileira. Mas, ora, não é bem isto o que estão fazendo neste momento quando chantageiam o SBT para demitir a Rachel Sheherazade, sob pena de cassação da licença e deixar de repassar a verba de publicidade do governo federal? Bando de hipócritas!

    • Diddo Braga Postado em 02/Apr/2014 às 09:06

      ele ta respondendo processo de apologia ao crime e não liberdade de expressão.

  7. Ozias Postado em 01/Apr/2014 às 20:05

    Sheherazade tem razão em tudo, assim como no México as pessoas estão pegando em armas para matar criminosos e traficantes é questão de tempo para no Brasil algo semelhante acontecer. Ela não apenas disse que é compreensível, o que não é compreensível é um país com quase 100000 mortos anuais defenderem bandidos indiretamente, isso para mim é uma sociopatia coletiva ideológica.

  8. Thiago Teixeira Postado em 01/Apr/2014 às 20:11

    Ana Paula Padrão apresentava o Jornal da Noite em extrema fase de chapa branca da Rede Globo, governo FHC. Seu perfil não foi aceito quando a redação (após perder as eleições de 2002) decidiu transformar o noticiário em ataque histérico ao governo federal. Fora os botados, de que ela, Ana Paula, e FHC ...

  9. Fran Postado em 01/Apr/2014 às 20:52

    Concordo com Jean Wyllys: A subsombra desumana de Raquel Sheherazade Jean Wyllys: "Como a jornalista cafona se sentiria se um grupo de pessoas, fazendo "justiça com as próprias mãos", decide linchá-la por sua apologia ao linchamento?" "A mais triste nação, na época mais podre, compõe-se de possíveis grupos de linchadores". Esta frase é, na verdade, um verso de Caetano Veloso, que, no início na década de 1990, indignado com uma onda de linchamentos no Brasil ainda subdesenvolvido, escreveu a canção "O cu do mundo". Recorrendo ao fato linguístico de que palavra "cu" poder ser classificada como adjetivo ou substantivo comum, Veloso canta que o Brasil , "cu do mundo" (periferia das potências e dos centros de decisão da política internacional), seria, pela frequência com que linchamentos acontecem por esse sítio, um "cu" (no pior sentido desse "adjetivo esdrúxulo": sujo, fedido, péssimo, insuportável). O linchamento é - imagino que todos saibam disso - a violência dura (espancamentos e assassinatos) perpetrada por um grupo de pessoas como punição contra um indivíduo acusado de ter praticado algum delito, mas sem o devido processo judicial e em detrimento dos direitos fundamentais de toda pessoa humana garantidos pelas leis. Há uma controvérsia sobre a origem da palavra "linchamento". Alguns autores a atribuem ao coronel Charles Lynch, que fazia "justiça com as próprias mãos" durante a guerra de independência dos Estados Unidos. Outros, porém, defendem que a palavra é derivada do fato de o capitão William Lynch, do estado da Virgínia, ter mantido, por volta de 1780, um grupo de pessoas que, à margem da lei, punia com morte violenta os inimigos. Em ambos os casos, a violência praticada pelo grupo contra os delinquentes reais ou supostos estava eivada de ódio racial contra os índios e os negros. Aliás, esses grupos foram o embrião da Ku Klux Klan. Duas décadas depois daquele desabafo em forma de canção feito por Caetano Veloso, a "subsombra desumana dos linchadores" a que ele se refere volta a escurecer o céu de nosso frágil estado democrático de direito. Em Goiânia, moradores de rua são exterminados com requintes crueldade por "justiceiros" anônimos "cansados" dos pequenos delitos ou simplesmente da feiura que os sem-teto trazem à paisagem urbana (anônimos porque não há, por parte das polícias locais, boa vontade de empreender uma investigação rigorosa e eficaz que os identifique e possibilite que sejam punidos na forma da lei). Na capital paulista, além dos moradores de rua, principalmente aqueles entregues ao abuso do crack, são vítimas de "justiceiros" também homossexuais e travestis, abatidos por espancamentos e/ou assassinatos cada vez mais violentos. No Rio de Janeiro, capital, homeless pardos, malandros pretos, ladrões mulatos e outros cidadãos quase pretos considerados "suspeitos" por causa da cor da pele e/ou do jeito que se vestem que costumam frequentar o Aterro do Flamengo foram alvos de uma reação violenta de "justiceiros" locais, que, para mostrar o quanto desdenham das garantias jurídicas e o quanto se consideram acima das leis, ataram a um poste, com uma trava de bicicleta, um dos malandros pretos espancados (um adolescente despido de sua roupa e dignidade). A reação clara e inequivocamente criminosa dos "justiceiros" e linchadores cariocas à presença da população marginal no parque que consideram seu ganhou, de imediato, o aval e o estímulo (sim, estímulo!) da jornalista Raquel Sheherazade, âncora do Jornal do SBT, emissora que ocupa o segundo lugar em audiência. Sheherazade não só defendeu abertamente o linchamento do menor como afirmou que as pessoas "de bem" não têm outra resposta para o "estado de violência" que não a "justiça com as próprias mãos" (claro que ela estava se referindo apenas aos delitos praticados pelos pobres e negros, já que defendeu e justificou a delinquência do astro pop Justin Bieber), desprezando o - e debochando do - papel das polícias, do Ministério Público, do poder judiciário e dos defensores dos Direitos Humanos na mediação dos conflitos em sociedade. Acontece que, sendo o linchamento ou justiça por conta própria crimes previstos no nosso código penal, a apologia e o estímulo a estes crimes também constituem um crime! E aí? Embora o nome de Raquel Sheherazade circulasse por textos de ativistas indignados com suas opiniões tão medíocres quanto reacionárias, eu, até então, não tinha dado muita atenção a ela; nem mesmo quando me citou de maneira negativa em sua fervorosa defesa da permanência do deputado pastor Marco Feliciano na presidência da CDHM da Câmara, apesar das acusações de racismo e homofobia que pesavam sobre ele. Para mim, até então, Sheherazade não passava de uma mulher cafona, fundamentalista religiosa, limitada intelectualmente e de repertório cultural estreito - uma espécie de Afanásio Jazadji de tailleur - que caiu nas graças de Sílvio Santos. Não tinha, portanto, motivos para lhe dar atenção. Agora, porém, depois de sua apologia ao linchamento e da boa recepção que esta teve nas redes sociais, não posso mais ignorá-la: preciso enfrentá-la! O elogio de Sheherazade e seus simpatizantes aos "justiceiros" do Aterro do Flamengo materializa a velha tendência de se buscar, no que diz respeito à segurança pública, "soluções biográficas para contradições sistêmicas", como diz o sociólogo alemão Ulrich Beck. Isso quer dizer que a jornalista e sua gente pertencem à tradição que trata a delinquência fruto das históricas desigualdade e injustiça sociais com métodos de tortura ou execução sumária dos delinquentes, ignorando o sistema que os produzem. Se nos encontramos num "estado de violência", como ela diz, é também porque seu discurso e o de boa parte da mídia associam pobreza e negritude à criminalidade, desumanizando as populações das periferias e as expulsando da comunidade moral. Em sua visão de mundo estreita e sustentada em preconceitos, Sheherazade e os que lhe aplaudem, consideram a defesa dos Direitos Humanos dos pobres e dos marginais um estorvo para a segurança do "cidadão de bem". Ora, isso não passa de estupidez! Esses direitos, em sua formulação consagrada internacionalmente, são de todos e todas e não apenas de Raquel Sheherazade e sua turma. Os direitos à vida e à integridade física, bem como o direito à defesa num julgamento justo, não podem ser entendidos como privilégios de gente branca que mora em bairros privilegiados e tem renda para o consumismo - que é como Sheherazade os entendem. Esses direitos são também daquele adolescente espancado e atado a um poste por uma trava de bicicleta! Como a jornalista cafona se sentiria se um grupo de pessoas, fazendo "justiça com as próprias mãos", decide linchá-la por sua apologia ao linchamento? Sheherazade deveria refletir sobre essa pergunta antes de estimular a barbárie mais uma vez. Desacreditar o Estado Democrático de Direito em cadeia nacional para defender linchamento de um adolescente negro, pobre e supostamente delinquente é apodrecer nossa época; é fazer, do Brasil, o cu do mundo!"

  10. Marcos Silva Postado em 01/Apr/2014 às 23:39

    Indagada por sua preferência entre FHC e Lula, a Ana Paula respondeu: "Ambos são muito inteligentes, mas o Lula tem um "que" de genialidade".

    • Shasha Palanco Postado em 09/Apr/2014 às 19:17

      Francamente!

  11. Pereira Postado em 02/Apr/2014 às 10:04

    Putz !!!! Ana paula padrão ???? é padrão de que ? (sem trocadilho) . Jornalista de ultra direita. Onde está a coerência ?

  12. Pereira Postado em 02/Apr/2014 às 10:14

    Essa Sherazade só é demonizada porque diz que entedia um ato de selavageria protagonizado pela classe C, em momento alguma ela faz apologia à tortura. Acontece que a atual classe C é considerada inimiga do esqerdismo, pois , segundo os militantes da esquerda a classe C está vendida à burguesia após receber benécies do governo petista e é considerada traidora por isso. Se a população pegar um assediador de mulheres do metrô e linchar, pode ter certeza que ganhará apoio desse site e da esquerda(isso se verifica em comentários feitos em posts no tema de assédio às mulheres). A falácia de "direitos humanos" serve para delinquentes que atacam a classe C("inimiga") como o caso do assaltante amarrado ao poste. Citam problemas sociais para justificar os assaltos feitos pelo criminoso do poste, como se discernimento e bondade fosse privilégio da classe rica.

    • Fernando Garcia, Sagatiba Postado em 02/Apr/2014 às 10:40

      Dois dos suspeitos de torturar um adolescente infrator, defendidos por Sheherazade, têm um histórico muito mais extenso do que o "pivete". Agressão, drogas, ameaça, roubo a condomínio... Se esses são os heróis justificáveis do seu sistema, cara, não tenta atacar a esquerda, apenas assuma seu direitismo radical e o fascismo que ele bebe.

      • Pereira Postado em 02/Apr/2014 às 10:55

        A repórter em momento algum defendeu o ato, e a maioria dos 30 que fizeram esse ato de violência faziam parte da população comun. A tal Sherazade disse que entendia a fome de justiça da população,pelo fato do estado não garantir a segurança. A esquerda distorce tudo a seu favor. De novo, Sherazade disse que entendia a população em fazer isso , e não fez apologia do tipo: "Amarre mesmo, torture, bata " isso ela definitivamente e cabalmente não fez.

      • Monteiro Postado em 02/Apr/2014 às 13:49

        Fernando Garcia, onde está o "direitismo radical" do comentário acima. Tu deves ter muita má -fé para falar uma bobagem dessas...

  13. Renan Postado em 02/Apr/2014 às 10:52

    Por que Dilma e Aécio? É o CQC tentando polarizar ainda mais as próximas eleições?

  14. gustavo Postado em 02/Apr/2014 às 10:56

    credo, agora tudo se divide em esquerda ou direita. qualquer opinião precisa ser de um lado ou de outro. é modismo ou o quê?pobreza de argumentos? se eu não concordar com a sherazade, seja quaisquer que sejam meus motivos, sou comunista doido comedor de criancinhas?

  15. Pereira Postado em 02/Apr/2014 às 11:29

    Agora ta na moda chamar os outros de "fascista". A maioria nem sabe que o que é fascismo, incluindo deputados com pífia votação do PSOL eleitos no coefeciente eleitoral saído do BBB global.

    • Monteiro Postado em 02/Apr/2014 às 13:44

      Pois é, o tal deputado participou de um "reality show" da rede manipuladora e se acha muito coerente. É a sociedade que é hipócrita?

  16. luiz carlos ubaldo Postado em 03/Apr/2014 às 07:28

    Falam as maiores besteiras sobre a esquerda, mas não dizem o que são!

  17. Pereira Postado em 03/Apr/2014 às 09:25

    Todo o mundo é "fascista" , a menos que você seja a favor de aborto , homossexualismo e legalização de drogas . Afora isso você é "fascista" de carteirinha.

    • gustavo Postado em 03/Apr/2014 às 13:26

      e se eu for a favor de tudo isso (dadas objeções e considerações à respeito, que não convém discorrer no momento), serei socialista maluco, comunista desvairado sem alma? ou simplesmente socialista? pq não o sou, portanto, deixem um pouco de enquadrar toda e qualquer opinião como esquerda ou direita. senão, logo vão malhar a mônica de mauricio de souza feito um boneco de judas por usar aquele vestidinho vermelho, mauricio de souza quer o q? transofrmar nossas crianças em comunistas? (estou sendo irônico, por favor).

    • gustavo Postado em 03/Apr/2014 às 13:26

      e se eu for a favor de tudo isso (dadas objeções e considerações à respeito, que não convém discorrer no momento), serei socialista maluco, comunista desvairado sem alma? ou simplesmente socialista? pq não o sou, portanto, deixem um pouco de enquadrar toda e qualquer opinião como esquerda ou direita. senão, logo vão malhar a mônica de mauricio de souza feito um boneco de judas por usar aquele vestidinho vermelho, mauricio de souza quer o q? transofrmar nossas crianças em comunistas? (estou sendo irônico, por favor).

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