Redação Pragmatismo
Compartilhar
Geral 21/Nov/2013 às 16:05
2
Comentários

Marisa Monte e Caetano Veloso fazem show para "Amarildos"

Caetano Veloso e Marisa Monte fazem show contra a violência, em homenagem a Amarildo e aos desaparecidos em grandes centros urbanos do Brasil

marisa monte caetano veloso amarildo
Show de Marisa Monte e Caetano Veloso homenageia Amarildo (Foto: Felipe Assumpção / AgNews)

Diante de um público que usava máscaras com o rosto do pedreiro Amarildo de Souza, Caetano Veloso e Marisa Monte promoveram na noite de terça-feira (20) um show contra a violência, em homenagem aos desaparecidos em grandes centros urbanos do país.

Leia também

Pouco antes do início da apresentação no Circo Voador, no bairro da Lapa (no centro do Rio), foi projetada no telão a mensagem “Somos todos Amarildo”.

O primeiro a subir ao palco foi Caetano. O cantor e compositor não chegou a falar sobre o caso de Amarildo ou mesmo a respeito de qualquer outro episódio de violência. Apenas cantou.

A principal intervenção ocorreu durante a música “Odeio”, de Caetano. Sempre após o refrão “Odeio você/ Odeio você/ Odeio você/ Odeio”, o público acrescentava o coro: “Fora, Cabral! Fora, Cabral!”, em uma referência ao governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

Caetano apenas sorriu. E ao fim da música, comentou: “Esse é o Rio de Janeiro.”

Marisa Monte agradeceu a presença da família de Amarildo. E depois fez um pedido: “Queria que todo mundo pusesse a máscara do Amarildo para a gente tirar uma foto e deixar registrado para a posteridade esse momento onde a gente incorpora o Amarildo.”

Em seguida, ela usou uma máquina fotográfica para clicar o público mascarado. Caetano também vestiu a máscara.

Folhapress e AgNews

Recomendados para você

Comentários

  1. Caio Postado em 22/Nov/2013 às 17:56

    Devem ter pegado quanto dos cofres publicos pra isso? Cultura elitizada, o litoral eh o litoral, não é brasil.

  2. Camila Postado em 25/Nov/2013 às 13:42

    Como se usar a máscara do Amarildo resolvesse alguma coisa... Típico movimentos passageiros que só prezam pela emoção em si e não por uma luta politizada e consciente