Luis Soares
Colunista
Compartilhar
Religião 04/Jun/2013 às 22:16
41
Comentários

Religiosidade poderia ser tratada como doença mental, diz neurocientista

Neurocientista afirma que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental

fanatismo religioso religiosidade

Neurocientista afirma que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental (Foto: Ilustração)

Uma pesquisadora da Universidade de Oxford, e autora especializada em neurociência sugeriu recentemente que um dia o fundamentalismo religioso pode ser tratado como uma doença mental curável. Kathleen Taylor, que se descreve como uma “escritora de ciência filiada ao Departamento de Fisiologia, Anatomia e Genética”, fez a sugestão durante uma apresentação sobre a pesquisa do cérebro no Festival literário no País de Gales na última semana.

Em resposta a uma pergunta sobre o futuro da neurociência, a pesquisadora afirmou que “uma das surpresas pode ser a de ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas [clinicamente]“.

– Alguém que tem, por exemplo, torna-se radical a uma ideologia de culto – nós podemos parar de ver isso como uma escolha pessoal resultado de puro livre-arbítrio e começar a tratá-lo como algum tipo de distúrbio mental – afirmou a cientista, segundo o Huffington Post.

Leia também

– Em muitos aspectos, poderia ser uma coisa muito positiva, porque não há dúvida de crenças em nossa sociedade que fazem muitos danos – completou.

Ela afirmou ainda que não estava apenas se referindo aos candidatos óbvios, como o islamismo radical”, mas também exemplificou tais crenças como a ideia de que bater em crianças é aceitável.

Esse não é um tema novo na carreira acadêmica de Taylor, que em 2006 escreveu um livro sobre o controle da mente chamado de “Brainwashing: The Science of Thought Control” (Lavagem cerebral: A Ciência de controle do pensamento, em tradução livre), que explorou a suposta ciência por trás das táticas persuasivas de cultos e grupos como a al Qaeda.

gospel mais

Recomendados para você

Comentários

  1. Eric Postado em 04/Jun/2013 às 23:19

    A tendência atual de patologizar os comportamentos humanos é um sério problema. A diferença torna-se patologia. Tomemos cuidado.

  2. Pablo Vieira de Mendonça Postado em 04/Jun/2013 às 23:37

    Religiosidade vira doença mesmo pois se baseia em crença. Fé, não.

  3. Rodrigo Teixeira Postado em 04/Jun/2013 às 23:46

    Essa mulher é uma fanfarrona ! Eu sou agnóstico e achei uma piada !!! A religiosidade no sentido estrito sempre fez parte da história humana, mesmo nas sociedades secularizadas ! Mesmo quando o indivíduo é ateu, o teísmo sai e dá lugar ao Marxismo, cientificismo, ateísmo ou qualquer outro "ismo" que promete conduzir a humanidade a um futuro melhor. Mas até que a notícia não espanta... Afinal de contas, desde que foi criado, o DSM ( Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais) aumentou exponencialmente de tamanho, chegando atualmente a casa dos mil. Inventar um transtorno novo não é tão difícil assim !

  4. Daniel Postado em 05/Jun/2013 às 01:18

    É muito importante diferenciar crença religiosa, a qual devemos sempre respeitar, mesmo sem concordar, de fundamentalismo religioso, que leva as pessoas a por exemplo, acreditarem que se elas se explodiriem com bombas quando o lider religioso manda elas vao pro paraiso, ou que é normal espancar e assassinar gays pq eles sao pecadores, ou que se vc e homem vc manda na sua esposa e ela tem q te obedecer, etc. Essas pessoas perdem completamente o senso critico para seguirem cegamente um lider religioso ou um livro, como a biblia ou o alcorao. Mesmo nesses casos eu nao acredito que funcione ou q seja interessante esse tipo de terapia que a cientista propoe. Eu acredito q a sociedade deva simplesmente deixar claro q praticas q violem os direitos humanos nao serao aceitas de ninguem, nao importa se a sua crença religiosa as defenda. Mas nunca o Estado pode perseguir religioes, pois isso seria voltar para a idade media e as fogueiras. Mas deve haver terapia psicologica disponivel para pessoas que desejem abandonar ou refletir sobre suas crenças fundamentalistas.

  5. Melky Postado em 05/Jun/2013 às 08:22

    E Homosexualismo também.

  6. Bruno Postado em 05/Jun/2013 às 08:30

    Daniel, a cientista não esta propondo nenhum tratamento. Ela disse que uma das surpresas para o futuro pode ser " a de ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas [clinicamente]"

  7. PAULO ROBERTO ARGUELLES DA COSTA Postado em 05/Jun/2013 às 10:21

    CONCORDO EM PARTES NESTE ASPECTO! EXISTEM DOENTES MENTAIS EM TODOS OS SEGUIMENTOS DESTA VIDA! NA POLÍTICA , NO FUTEBOL, ETC... MAS O QUE NÃO PODEMOS É PERMITIR QUE OS MEIOS DE MÍDIA E PUBLICIDADE ROTULEM 'TODOS" O SEGUIDORES DE CRISTO COMO DESIQUILIBRADOS! NÃO CREIO QUE TODOS OS HOMOSSEXUAIS SEJAM "DOENTES "POIS FIZERAM SUA ESCOLHA , ASSIM COMO ALGUNS ESCOLHEM SEREM PEDÓFILOS , OUTROS ESCOLHEM SEREM BESTIAIS( TER RELAÇÕES COM ANIMAIS) , E OUTROS ESCOLHEM SEREM PROMÍSCUOS COM VÁRIAS MULHERES COMO AQUELES FAMOSOS MARIDOS "GALINHOS"! O PRAGUIMATISMO POLÍTCO PARA MIM É UM SITE ESPETACULAR, MAS ASSIM COMO TODOS OS SEGUIMENTOS DA MÍDIA , ESTA ENTRANDO NESTA LUTA TOLA QUE DE UM LADO TEM UM PASTOR QUE SÓ QUER SABER DE PODER POLÍTICO E DE OUTRO UMA CLASSE DE MINORIA QUE FICA SE ESCONDENDO ATRÁS DE HISTÓRIAS DE VIOLÊNCIAS COMO SE NOSSO PAÍS SOMENTE HOUVESSE VIOLÊNCIAS SOBRE HOMOSSEXUAIS , E ESCONDEM UM PRINCÍPIO PERVERSO DE SILENCIAR OS PRINCÍPIOS CRISTÃOS DE FAMILIA !

  8. A.Torres Postado em 05/Jun/2013 às 10:23

    Melky, você tem todo o jeito de ser um enrustido, olha essa carinha mimada...

  9. Sara Cristina Postado em 05/Jun/2013 às 10:43

    É.... a religiosidade mata muitos, por questão da ignorância, mas aqueles que buscam a Deus fervorosamente e andam conforme os caminhos de Deus, nunca e ñ são doentes mentais, e sim adoradores.

  10. Dinio Postado em 05/Jun/2013 às 12:24

    E quando as religiões e suas arrecadações Bilionárias e seus castelos suntuosos serão tributadas, como o é o dono da padaria, o dono da farmácia, o dono da creche ou o dono do boteco que vende vinho ?

  11. sergio Postado em 05/Jun/2013 às 13:06

    A Biblia é enfática sobre isso: " a sabedoria de Deus é loucura para os homens". Essa não é uma pesquisa que pode ser considera séria.

    • Marcia Postado em 05/Jun/2013 às 17:47

      A pesquisadora não pode ser considerada séria, mas a bíblia pode? Hã, sei...

  12. Anselmo Heidrich Postado em 05/Jun/2013 às 13:30

    Pelo menos em cães, base genética não impossibilita que sejam bem adestrados. Alguns de nós podem ter mais propensão à violência, mas até que se prove esta afirmação genérica e gratuita, todos nós podemos ser bem orientados. Ao invés de atribuirmos boa parte de nossas mazelas ao DNA, que tal darmos uma boa revisada no CP e no CC?

  13. Luan Postado em 05/Jun/2013 às 13:33

    galera esqueceu de ler a parte do "torna-se radical a uma ideologia de culto"... a moça não falou que todo mundo que tem religião é doente não.

  14. Melky Postado em 05/Jun/2013 às 13:57

    A. Torres se eu fosse não teria o menor problema em assumir, sou casado e muito bem casado, mas os homossexuais querem, e merecidamente, respeito e não querem respeitar, é uma faca de dois gumes, se dizemos que homossexual pode ser curado é preconceito, sou um monstro e não sei o que, mas se chamam religiosos de doentes aí tudo bem, tudo tranquilo.

  15. Isaías Postado em 05/Jun/2013 às 14:09

    Se a religiosidade pode ser tratada como doença mental, então o homem é doente desde quando começou a existir como espécie. Algo neste neurocientista me lembra Simão Bacamarte.

  16. Yuri Postado em 05/Jun/2013 às 14:10

    Meu caso é irreversível não tem mais cura pra min sou louco por Jesus

  17. Melissa Postado em 05/Jun/2013 às 14:19

    O título é tendencioso. A neurocientista diz uma coisa e a manchete diz outra. Ela fala do fundamentalismo e a manchete fala da religiosidade. Fundamentalismo é uma coisa, religiosidade é outra. O fundamentalismo depende da religiosidade, mas a religiosidade não depende do fundamentalismo. Querer patologizar todo comportamento humano é um erro, e é a grande tendência que é seguida hoje. A cada diz surge um novo distúrbio, uma nova forma de medicalização da vida. CUIDADO... Acesso muito este site, e provavelmente quem fez essa matéria já é ateu ou não gosta de religião/religiosidade/etc e por isso falou com todo vigor que religiosidade pode ser doença, o que faz com que o leitor atento fique com o pé atrás. Calma lá!

  18. Melissa Postado em 05/Jun/2013 às 14:27

    Melky, vc está confundindo as coisas. A sexualidade de alguém não é ISMO. Ismo é ideologia. Não é uma ideologia homossexual, é uma questão de sexualidade, por isso homossexualidade. E outra coisa, não é doença. A neurocientista está dizendo que os danos causados pelo FUNDAMENTALISMO, pela MANIA (conceito psiquiátrico e neurológico) - que pode ser despertada por várias coisas, não só pela religião como pelo futebol, pelo sexo, pela comida, entre outras paixões humanas, podem ser tratados. Na minha opinião, devem. A homossexualidade não é uma MANIA, uma COMPULSÃO, trata-se da orientação afetiva de alguém. Mas o sexo pode virar uma mania para HOMOs ou HÉTEROs. Existem vários transtornos relacionados ao sexo. Li um post acima, de um agnóstico (Rodrigo Teixeira) e achei muito bem colocado: "A religiosidade no sentido estrito sempre fez parte da história humana, mesmo nas sociedades secularizadas ! Mesmo quando o indivíduo é ateu, o teísmo sai e dá lugar ao Marxismo, cientificismo, ateísmo ou qualquer outro “ismo” que promete conduzir a humanidade a um futuro melhor." Compulsão e Mania já são elementos de doenças mentais. E a lista aumenta a cada ano. Nesse sentido a neurocientista é uma fanfarrona. Está isolando a religiosidade como fator de compulsão, mas qualquer paixão humana pode se tornar fator de compulsão. Até o ateísmo pode. Eu conheço ateus fundamentalistas doentes que tentam a todo custo me fazer não crer. Qual a diferença entre eles e os fundamentalistas religiosos? NENHUMA.

  19. Gisele Postado em 05/Jun/2013 às 14:34

    Tenho tanto medo de ver reportagens quando o assunto é religião por causa dos comentários. Não sigo mas acho um tremendo desrespeito o que estão fazendo. Aqui, ainda bem, vejo pessoas mais sensatas. Isso ainda existe!

  20. Diogo Postado em 05/Jun/2013 às 14:39

    Não acreditar no criador é ser tão imbecil como alguém que frequenta religiões.

  21. MAURO Postado em 05/Jun/2013 às 14:40

    ELES NÃO VIVEM TAXANDO TODAS AS PESSOAS DE DOENTES, BASTA APENAS NÃO CONCORDAR COM O QUE ELES ACHAM SER UM COMPORTAMENTO "CORRETO", VAMOS PROMOVER A CURA DOS CRENTES! KKKKKK

  22. Felipe Postado em 05/Jun/2013 às 14:43

    Que besteira, meu deus! É claro que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental, assim como qualquer outra coisa. Basta um grupo de especialistas conseguir convencer os responsáveis pelos manuais de doenças de que determinado comportamento é doentio que... tcharam... temos uma nova doença! Teoricamente qualquer questão humana pode ser encarada sob a ótica da doença: o amor, a raiva, o ciúme, o sexo, a alegria, a tristeza... e a religiosidade, por que não? Se quisermos entender o fundamentalismo religioso como uma forma de doença mental, nós podemos. Não há nada que impeça isso, afinal o que é ou não doença depende essencialmente de negociações e acordos entre especialistas e entre esses e a sociedade. Agora, imaginar que as pesquisas sobre o cérebro provarão que determinada questão é uma doença é de uma ingenuidade sem tamanho. As pesquisas sobre o cérebro não tem como provar que determinado comportamento, pensamento ou sentimento é ou não é uma doença. Isto é determinado anteriormente às pesquisas através, repito, de acordos e negociações. As imagens cerebrais não tem como mostrar que certa característica é ou não patológica, apenas que há uma correlação entre certos comportamentos, sentimentos e pensamentos e certas áreas do cérebro. De qualquer forma esta ideia da neurocientista de que "certas crenças" (quais?) podem ser consideradas patológicas e, portanto, devem ser tratadas (como?), aponta, mais uma vez, para um processo de medicalização de tudo o que incomoda. Concordo que certas formas de fundamentalismo religioso são de fato incômodas e mesmo danosas, mas será realmente o caso de considerá-las doenças? Neste sentido, como definir o ponto exato em que a religiosidade torna-se fundamentalismo? E mais: sendo doença, qual seria o tratamento? Por acaso existe algum remédio para tratar o fundamentalismo religioso? E o fundamentalismo secular, também seria tratado? Essa neurocientista devia pensar um pouco antes de falar uma besteira como essa.

  23. Bruno Postado em 05/Jun/2013 às 16:16

    A. TORRES, concordo com você, ele tem carinha de menino mimado, caçulinha, criando pela vovó... Pode até ser casado, a esposa que se cuide, os enrustidos são os mais problemáticos!

  24. Daniel Postado em 05/Jun/2013 às 19:02

    Bruno, eu me expressei mal, ela realmente so fala na possibilidade de um dia "certas crencas" serem tratadas como doencas. eu acho muito complicado falar assim "certas crencas", melhor seria falar em fundamentalismo e nao so no religioso mas de qualquer tipo, quando a pessoa perde o senso critico e segue alguem ou alguma coisa cegamente. nao se pode tratar crencas como doencas.

  25. Daniel Postado em 05/Jun/2013 às 19:13

    Bruno, eu me expressei mal, ela realmente so fala na possibilidade de um dia "certas crencas" serem tratadas como doencas. eu acho muito complicado falar assim "certas crencas", melhor seria falar em fundamentalismo e nao so no religioso mas de qualquer tipo, quando a pessoa perde o senso critico e segue alguem ou alguma coisa cegamente. nao se pode tratar crencas como doencas. Mas eu concordo com o pessoal q esta criticando essa questao da "medicalizacao" na sociedade, onde tudo vira doenca. Realmente isso e um problema muito serio hoje em dia. Isso e criado pela classe medica e industria farmaceutica objetivando o lucro, e nao melhorar a qualidade de vida das pessoas. Transtornos psicologicos devem ser tratados com terapia, remedio so deveria ser usado para casos graves, como depressao severa, esquizofrenia, etc. E nao ah eu to meio deprimido vou tomar antidepressivo. a crianca ta dando trabalho na escola da Ritalina. Isso e um absurdo. problemas desse tipo tem origem complexa, geralmente mais com fundo emocional, e a unica maneira de resolver as causas do problema e com terapia, remedio so mascara os sintomas as causas continuam.

  26. Daniel Postado em 05/Jun/2013 às 19:15

    Ops. saiu repetido uma parte.

  27. Fernanda Horvath Postado em 05/Jun/2013 às 19:48

    Sempre pensei nisso. Falar com Deus, pode ser considerado uma fé. Mas ouvir Deus, é considerado problema psiquiátrico.

  28. Paulo Postado em 05/Jun/2013 às 20:24

    Toda situação de consciência que cria mundos imaginários dissociados da realidade tem algum nível de esquizofrenia (estou falando de adultos). É natural que crianças acreditem em Papai Noel, fadas, duendes, mas adultos acreditando em deuses (qualquer que seja) alguma disfunção persiste, pois é notório que todos os deuses foram inventados pelos homens. Mais especificamente com relação à tradição cristã, é ridículo ver adultos marmanjões acreditando em vrgens inseminadas, milagres inventados, ressusrreição no terceiro dia, a vinda de um salvador, cobras falantes, o homem feito de barro por um ser que tinha varinha de condão,isso são contos e mitos para mentes infantis. Só adultos com um certo nível de mente esquiza para continuar acreditando em contos da carochinha.

  29. Gbsburg Postado em 05/Jun/2013 às 20:35

    As crenças só "funcionam" em pessoas com tendência a influência alheia. São as mesmas que começam a fumar ou beber por influência de terceiros. São as mesmas que pode-se "hipnotizar" com determinados truques psicológicos, a hipnose existe, mas não é "mágica" como alguns pensam, é uma manipulação de uma mente fraca, não é aplicável a todos.

  30. Luiz Amorim Postado em 06/Jun/2013 às 01:57

    Se eles obiservasse o papel da igreja na sociedade, não falava asneiras!

  31. Caio Novaes Postado em 06/Jun/2013 às 08:05

    A impressão que me dá é a maioria dos que criticaram a notícia ficaram apenas pelo título, que obviamente não espelha TODO o conteúdo. A cientista referiu claramente o FUNDAMENTALISMO religioso, e expandiu a possibilidade para qualquer absolutismo. Será que esse povo tão letrado não sabe ler???? TENHA DÓ VIU!!!!!!!!!!

  32. LUCIANA Postado em 06/Jun/2013 às 08:42

    ABSURDOS ESTÃO ACONTECENDO NO MUNDO E ACHAM QUE SER CRENTE É SER DOENTE MENTAL. POR FAVOR NOS SÓ QUEREMOS SERVIR A JESUS E NÃO ESTAMOS OBRIGANDO NINGUÉM SER CRENTE ,SOU CRENTE SIM COM MUITO ORGULHO E TENHO TOTAL CONSCIÊNCIA DAS MINHAS FACULDADES MENTAIS.E SE CONSIDERAREM SERVIR A JESUS SER DOENTE MENTAL NÃO QUERO SER CURADO.BUSQUEM A CURA PRA MENTE DE DROGADOS, PEDÓFILOS,E ENTRE OUTRAS SITUAÇÕES QUE AFETAM O MUNDO INTEIRO ;COMO A FOME MUITAS PESSOAS QUE NÃO TEM O QUE COMER, NEM ONDE MORAR,MAIS NÃO SE PREOCUPEM NÃO JESUS VEM BUSCAR OS CRENTES E NÃO VAMOS MAIS INCOMODAR NINGUÉM.

  33. Vander Postado em 06/Jun/2013 às 09:58

    Materia simplesmente idiota e preconceituosa.

  34. Jessica Postado em 06/Jun/2013 às 18:31

    As pessoas não entendem a distinção de Religiosidade e Fanatismo! Nenhuma das duas levam a Deus... Somente um espirito renovado compreendi o verdadeiro sentido do cristianismo, quando as coisas naturais já não fazem sentido! vivendo um relacionamento REAL repito REAL, pois o Senhor Deus todo Poderoso ressuscitou!!! SEM RELIGIOSIDADE SEM FANATISMO! "Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espirito de Deus, porque lhe perecem loucura; e não pode entende-las, porque elas se discernem espiritualmente" 1 Co.2:14

  35. Carlos Postado em 07/Jun/2013 às 11:57

    Pior são pessoas falando de fanatismo e citando a Bívlia e seu UNICO e verdadeiro deus... hahhahahahhahaha Eu incluiria muitas outras coisas no estudo, como o PTismo, e todos os ismos... O caminho do meio, disse Buda. Religião sem religião.

  36. Rodrigo Postado em 07/Jun/2013 às 14:56

    "Poderia"? Sensacional, para não se dizer infeliz, o argumento de quem é cientista, ou seja, de quem há de atuar de forma pragmática, mas não via antítese desta. Então questiono se a "religiosidade", o fanatismo, o extremismo (esquerdista e direitista) político também o podem? Afinal, é o que mais temos visto: "se não é de nossa turma, de nossa turba, é endemoniado e há de ser apedrejado".

  37. pocoyo Postado em 25/Jun/2013 às 08:50

    e o fundamentalismo politico, sera que nao funciona igual? rs

  38. pocoyo Postado em 25/Jun/2013 às 08:52

    o titulo da materia deu uma distorcida no fato, nao é religiosidade exatamente, mas fundamentalismo religioso, o apego a dogmas e a imposicao dos mesmos. galerinha, vamos pensar e ser honestos abraços,

  39. Rich Postado em 06/Aug/2013 às 21:13

    Melky, parabéns, e sua fisionomia não quer dizer nada. Ninguém pode ser julgado pela aparência "A pesquisadora não pode ser considerada séria, mas a bíblia pode?" SIM PODE !!!!!!! Fico pensando quando essa pessoa que fez a pergunta precisando de uma palavra positiva parece que consulta a satã Melky, vc NÃO está confundindo as coisas não. Homossexualismo é doença sim!!! Alguém diz: "Tenho tanto medo de ver reportagens quando o assunto é religião por causa dos comentários", Digo que não é para ter medo. E não espere que outros falem a verdades que esses precisam ouvir (ler, saber) sejam corajosos. Falem o que podem provar. Eu disse: TER PROVAS Diogo: Você falou e disse: Não acreditar no criador é ser tão imbecil como alguém que frequenta religiões. Outra pessoa diz: Sempre pensei nisso. Falar com Deus, pode ser considerado uma fé. Mas ouvir Deus, é considerado problema psiquiátrico. -Essa pessoa deve ter problemas mentais. não fala coisa com coisa. Se uma pessoa que ouvi Deus é problema psiquiátrico, logo uma pessoa falando sozinha é louca!!! - Graças a DEUS que eu falo com DEUS, o ouço, e não sou louco!!!

  40. Pereira Postado em 31/Mar/2014 às 08:50

    Fundamentalismo Religioso se assemelha ao fanatismo da esquerda. Talvez sejam 2 doenças. E tome Post requentado. Ta faltando assunto