Luis Soares
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Revista Veja 10/Jun/2013 às 14:24
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Justiça condena revista Veja por ofender professor de História

Revista Veja é condenada por ofensa a professor de história. Decisão da justiça confirma que reportagem produzida pela semanal da abril descontextualizou e distorceu fatos

Merece destaque a decisão da Justiça gaúcha que condenou a Revista Veja, da Editora Abri, e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira a indenizar, por danos morais, no valor de R$ 80 mil, a um professor de História do Colégio Anchieta, situado em Porto Alegre.

O dano moral em liça emergiu da veiculação pela Veja, edição nº 2074, da matéria “Prontos para o Século XIX”. Segundo a sentença de 1ª instância, confirma pelo Tribunal de Justiça em sede de apelação, a reportagem produzida pelas jornalistas descontextualizou e distorceu fatos, expondo aos leitores, de forma irônica, que educadores e instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

revista veja condenada

Veja condenada por ofensa a professor de História

A magistrada entendeu que a revista Veja pressupõe equivocadamente que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo em sala de aula. Também disse que a matéria agride ao concluir que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe.

A sentença, confirmada pelos desembargadores da 10ª Câmara Cível do TJ/RS, ainda identifica que o texto das jornalistas ofendeu a honra do professor ao qualificá-lo, de forma pejorativa, como esquerdista, sem a sua autorização, de modo a extrapolar os limites da liberdade de imprensa.

Confiram a nota produzida pela assessoria de imprensa do TJ/RS:

Do TJ/RS

Revista de circulação nacional indenizará professor da Capital

Por veicular reportagem cujos fatos foram descontextualizados e distorcidos, a Editora Abril S/A e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira terão que indenizar um Professor de História de Porto Alegre, em R$ 80 mil, de forma solidária.

Leia também

A decisão da 10ª Câmara Cível do TJRS confirma sentença de 1° Grau, mantendo também a obrigação dos réus de publicar na revista Veja o teor da decisão da Juíza Laura de Borba Maciel Fleck.

Caso

Professor de História do Colégio Anchieta, na Capital, ajuizou ação indenizatória por danos morais em desfavor da Editora Abril S/A e das jornalistas autoras da reportagem intitulada “Prontos para o Século XIX”, divulgada pela revista Veja nº 2074. De acordo com o autor, a publicação teve o objetivo de expor ao leitor, de forma irônica, que os educadores e as instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

Ele destacou um trecho da publicação:

“Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio Anchieta, de Porto Alegre, outro que figura entre os melhores do país. Lá, a aula de história era animada por um jogral. No comando, o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: ‘Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?’. Respondem os alunos: ‘A máquina’. Indaga, mais uma vez, o professor: ‘Quem são os donos das máquinas?’. E os estudantes: ‘Os empresários!’. É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: ‘Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso’. Fim de aula”.

De acordo com o autor, a reportagem distorceu fatos ocorridos em sala de aula, o que foi expressado em tom ofensivo e permeada de generalização infundada. Mencionou que as rés fizeram afirmações gratuitas e levianas, tornando o autor uma espécie de “ícone” representativo de uma classe de profissionais ignorantes, despreparados.

Citados, as rés sustentaram que a equipe da revista foi autorizada a assistir aulas nas duas escolas citadas na matéria, assim como fotografar e divulgar os nomes dos professores. Alegaram que a gravação da aula demonstra os ensinamentos do autor em sala de aula, indo ao encontro com o entendimento de que não se observa neutralidade política na aula ministrada pelo autor.

1° Grau

Para a Juíza Laura Fleck, a publicação deixou de registrar que o professor ministrava aula sobre a Revolução Industrial, Século XVIII, estabelecendo relações entre o passado e o presente, a fim de estimular a atenção e o raciocínio dos alunos. “Forçou, a reportagem, ao afirmar a ideologia política do autor e estereotipá-lo como esquerdista por conta de seu método de ensino, desconsiderando os seus mais de 15 anos como professor e a tradição da escola, transpondo a fronteira da veracidade e da informação“, afirmou a magistrada.

Tenho que o conteúdo da matéria jornalística, além de ácido, áspero e duro, evidencia a prática ilícita contra a honra subjetiva do ofendido. A reportagem, a partir do momento que qualifica o autor como esquerdista, com viés, de resto, pejorativo, sem a autorização do demandante, extrapola os limites da liberdade de imprensa“, ressaltou a julgadora.

“A revista está pressupondo que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo na escola. Da mesma forma, a publicação é agressiva ao afirmar que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe, induzindo o leitor a entender que o autor deve ser incluindo como este tipo de profissional”, completou a Juíza, que fixou a indenização a título de danos morais em R$ 80 mil. A quantia vai acrescida de correção monetária pelo IGP-M a contar da publicação da sentença e de juros de mora de 1% ao mês incidentes a partir do evento danoso (20/08/08).

Condenou os réus, solidariamente, a publicarem na revista “Veja”, sem qualquer custo para o autor, a sentença condenatória. A decisão é do dia 31/10/12.

Recurso

As partes recorreram ao TJ. O autor da ação buscou a majoração do valor da indenização por dano moral e os demandados defenderam a reversão completa da decisão proferida.

Ao analisar a apelação, o Relator, Desembargador Marcelo Cezar Müller, enfatizou que o direito de informação pode ser livremente exercido, mas sem necessidade de ofensa ao direito do professor, no caso, do autor da ação. “Contudo, na hipótese, a ofensa não era necessária e em nada contribuía para a apresentação do tema de forma clara e consistente ao público. Referiu-se o nome do professor de maneira a extrapolar o exercício regular de um direito. Isso porque uma parte da aula, que possuía um contexto, foi destacado e inserido na reportagem. Esse modo de apresentar o tema, em relação ao autor, escapou da completa veracidade do fato”, avaliou o relator. “Existiu o excesso, sem qualquer necessidade, que não era requisito para ser exercido plenamente o direito de informar“, completou o Desembargador.

O relator afastou a condenação referente à publicação da sentença condenatória na Veja, mas teve o voto vencido nessa questão. O Desembargador Jorge Alberto Schreiner Pestana divergiu do relator, e votou por manter a condenação também neste tópico. Ele foi acompanhado pelo Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz.

Apelação Cível 70052858230

EXPEDIENTE

Texto: Janine Souza
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
[email protected]

advivo.com

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Comentários

  1. Márcio Koehn Postado em 10/Jun/2013 às 15:16

    Não há isenção política em nenhuma escola. Todos os processos de ensino / aprendizagem estão permeados pelas ideologias da cultura em que estão inseridos. Para Fourquin (1993) a escola é parte do grande aparelho divulgador e inculcador das ideologias da sociedade dominante. É uma grande ignorância dizer que "isso" ou "aquilo" tem conteúdo ideológico sendo que nossos pensamentos, nossas falas, nossos gestos e movimentos, tudo expressa ideologia.

  2. Jowglas Postado em 10/Jun/2013 às 15:22

    Vamos ver, além do Vander, quantos comentários paranoico-reacionários aparecerão... Vai ser de perder as contas. rsrs

  3. Carlos Postado em 10/Jun/2013 às 15:23

    Pelo contrário. Os fatos foram distorcidos a muito pelas ideologias de direita. Leia "A Era dos Extremos" para ter uma boa abordagem sobre política no séc. XX e compreenderá que as "ideologias esquerdistas" são em sua grande maioria em prol do humano e não do capital. A direita atribui-se do egoísmo para gerar lucros e empobrecer a maioria. "Não há capitalismo sem egoísmo" - Adam Smith

  4. Cacique Postado em 10/Jun/2013 às 15:27

    Quaisquer ideologias, não só de esquerda, podem ser encontradas em sala de aula. Os professores não são politicamente neutros, porque a neutralidade é um mito. A Veja e o seu público conservador, claro, só critica a ideologia em sala de aula quando ela é "esquerdista", seja lá o que eles pretendem dizer com essa palavra.

  5. MAURO Postado em 10/Jun/2013 às 15:29

    Esse folheto reaça e tendencioso já era para ter sido extinto da face da terra, ainda tem quem leia uma diarreia destas?

  6. Thiago Postado em 10/Jun/2013 às 15:40

    Cada comentário estranho..."ideologia esquerdista"... Vivemos no capitalismo. O que esse professor disse que está errado, embora não seja sua ideia imediata? Sim, os trabalhadores não são donos de suas "maquinas". Isso é errado? Sim, no capitalismo há desigualdade. Isso é errado? O pior de td é um bando de pobre tentando se fazer de burguês...

  7. Yuri Holanda Postado em 10/Jun/2013 às 15:44

    O melhor comentário disparadamente foi o do Mauro; essa revista é uma porcaria que só serve pra desperdiçar papel, não há uma só qualidade neste folhetim cuja identidade oscila entre a ficção e a pornografia explícita.

  8. Carla Postado em 10/Jun/2013 às 15:46

    Distorção do fatos é ótimo. Historia é um fato. Portanto contra fatos nao há argumento. Se é de direita ou esquerda nao importa, o que estudando se sabe é que quem sempre deteve o poder seja na antigüidade clássica seja na modernidade sempre quis explorar os menos favorecidos.

  9. Jean Postado em 10/Jun/2013 às 16:29

    Na minha infancia tive varios professores que ensinavam-nos a ser reaças

  10. Silvio Postado em 10/Jun/2013 às 17:48

    "História é um fato". Meu Deus, por que as pessoas falam do que não conhcem? Vamos estudar antes de dizer besteiras.

  11. vitoria Postado em 10/Jun/2013 às 18:10

    Podem mentir e falar oque for, a revista Veja sempre vai ser a revista coragem e a revista que enriquece a mente das pessoas. (não com bobagens como a revista Caras)

  12. Müller Postado em 10/Jun/2013 às 18:20

    Que a veja afunde e apodreça no inferno...kkkkk

  13. ginnnusd Postado em 10/Jun/2013 às 18:26

    A Veja pega pesado em suas capas e em suas matérias, é uma revista anti petista, ponto. Agora, a realidade é que a imensa maioria dos professores no Brasil vota no PT e alguns se utilizam do horário de aula para fazer propaganda. Tive professores que distribuíam santinhos em época de eleição. Ambiente universitário é a mesma coisa, bandeira do MST em sala de professor e inúmeras demonstrações de ideário comunista. ninguém fala isso pois criticar professor é tabu, mas existem maus profissionais em todas as áreas, e tive péssimos professores até no nível superior, muito mais preocupados com seu currículo e publicações do que em ministrar aula, e quando havia greves, os estudantes que se danem!

  14. Pedro Postado em 10/Jun/2013 às 18:38

    Bom é o Lula q está rico com a indústria da fome,ignorância e assistencialismo

  15. Carlos Postado em 10/Jun/2013 às 18:39

    Carla, você não sabe nada de História.

  16. Patricia Postado em 10/Jun/2013 às 19:14

    A veja não me engana! Revista reacionária! a cara da classe dominate e obsoleta desse país!

  17. Altair Ahad Postado em 10/Jun/2013 às 19:39

    essa revista é ridicula!!!

  18. Reinaldo Soares de Souza Postado em 10/Jun/2013 às 19:55

    Dizem os alemães que:"Ainda existe Juiz em Berlim"Parafraseando dizemos:"ainda existe Juiz no Rio Grande do Sul".Essa decisão é importante para evitar achincalhes insulto que as pessoas recebem de parte da imprensa.Tendo que buscar o direito de resposta na Justiça.

  19. Gabriel Postado em 10/Jun/2013 às 20:21

    Carla, a História está longe, MUITO longe de ser uma ciência exata. Nós, historiadores, trabalhamos com fontes que nos dizem muito sobre nossos objetos de estudo, mas não tudo. É verdade que, na escola, trabalhamos com conteúdo (uma história factual), porém muito do que aquilo quer dizer demanda uma interpretação de professores e alunos. Não existe neutralidade. Uma nova descoberta pode mudar o que já existe na historiografia. O fascínio na história está justamente aí. Quanto à notícia, achei correta a condenação. Primeiro que nem todos somos de esquerda, segundo que estigmatizar uma classe inteira apenas por 2 semanas de aula vistas é um absurdo e terceiro que essa revista de quinta tenta, da mesma forma, impregnar o leitor com a sua ideologia, então por que está reclamando de outrem? Não dá para entender, mesmo.

  20. Brazil Postado em 10/Jun/2013 às 22:17

    Acho importante que essa revista, como muitas outras por aí, sejam de alguma forma advertidas pela falta de respeito e dignidade com que fazem uso de uma suposta "liberdade de imprensa", que mais está a serviço de determinadas ideologias ou quaisquer outros conceitos ou interesses queiram nomear...como bem disse o Mauro em comentário acima, a Veja despeja uma diarréia nas cabeças dos desavisados. Estas jornalistas sugerem tendenciosidade por parte do professor, sem nem mesmo demonstrar tal afirmação, mas o que estão fazendo de diferente além de usar desta mesma tendenciosidade ao emitir julgamentos pessoais de conteúdo pejorativo? O bom jornalista não deveria se abste-se de tecer julgamentos ou sugestões, limitando-se a descrever o que vê? Fico feliz de ver que essa praga de imprensa marrom encontra pelo menos algum limite....

  21. J Marcelo Duarte Postado em 10/Jun/2013 às 23:37

    O argumento de defesa da Revolução Industrial explica tudo, exceto a última frase, não acham? Incitando as crianças contra os pais, pra ter uma decepção por ele ser um vilão burguês explorador. E nem estou falando de quem é melhor, esquerda ou direita. Falo da tendência censuradora do judiciário, que abre precedentes: Não se vai poder criticar mais nada por causa do risco de ser retaliado judicialmente.

  22. Lombardi Postado em 11/Jun/2013 às 00:33

    Sério, alguém ainda lê essa m3rda? Revista-lixo, vergonha do Brasil.

  23. Felipe Postado em 11/Jun/2013 às 04:32

    tinha que processar os leitores que sustentam uma vergonha que essa revista Veja!

  24. Noema Jean Morterson Postado em 11/Jun/2013 às 12:27

    Hummm... capitalismo e burguesia. Os dois objetivam lucro através do consumo desenfreado. A Veja, uma revista com mais ou menos 120 páginas por publicação, tem em média, 80% delas voltadas à publicidade. Não é de estranhar que seus jornalistas queiram manchar de alguma maneira os professores, que, muitas vezes, são formadores de opinião e, sim, utilizam-se do espaço de suas aulas para expor ideologias, nem sempre abertamente explicitas. Afinal, se ocorrer o improvável - a total falencia da publicação - o deles estará na reta...

  25. Vander Postado em 11/Jun/2013 às 13:02

    Que legal. O site não pode ver uma opinião contraria e taca a censura. Isso é bem tipico de amantes do comunismo. So porque eu falei que as escolas estão sim lotadas de professores que usam o ambiente de aprendizado para doutrinação politica. E em 99% dos casos de caracter esquerdista.

  26. EdsonReis Sena Postado em 11/Jun/2013 às 13:32

    Bispo Josivaldo Batista

  27. Paulo Abreu Postado em 11/Jun/2013 às 22:15

    Tendência censuradora do judiciário? Desde quando punir uma agressão é censura? Tem gente errando a mão... gente que gosta de julgar sem avaliar o contexto tem mesmo que ser fã de Veja! Revista imunda!

  28. Paulo Abreu Postado em 11/Jun/2013 às 23:19

    "vitoria, em 10 de junho de 2013 às 18:10 disse: Podem mentir e falar oque for, a revista Veja sempre vai ser a revista coragem e a revista que enriquece a mente das pessoas. (não com bobagens como a revista Caras)" PUTZ! Fofinha, se vc acha que mentir, inventar, distorcer, incitar o desrespeito social, entre outras atitudes miseráveis, contribuem pra enriquecer a mente... só se for a sua! E a Caras ainda é mais respeitosa... rs. http://www.viomundo.com.br/humor/britanicos-chamam-veja-de-revista-de-fofoca.html

  29. Fernando Antônio de Oliveira Postado em 11/Jun/2013 às 23:31

    Sou professor de História, mas não posso negar que o assédio ideológico na sala de aula existe mesmo. É ingenuidade pensar que algum sistema possa ser perfeitamente bom ou fatalmente ruim, por isso, independente de socialismo ou liberalismo, só acredito em política ou ideologias, quaisquer que sejam, se quem as estiver praticando for movido unicamente por “elevados sentimentos de amor” (Che), e esta posição vale tanto para quem se coloca à “esquerda” ou à “direita” do razoável, por isso estou sempre procurando me livrar de "verdades" que em vez de somar, só dividem. Esta postura vale para qualquer discussão, e não estou argumentando a favor da neutralidade, pois sei que ela não existe, estou falando é de impessoalidade, já que nós, professores, temos como matéria prima seres humanos em formação, cabendo, portanto, ajudá-los a contextualizar os acontecimentos e a pensar criticamente, para que cheguem, por eles mesmos, às suas próprias conclusões. Sei que educadores que agem assim, não são deliberadamente ruins, suas posturas sempre são sinceras, porém, mesmo bem intencionados, sem querer, por conta da presunção de se acharem "donos da verdade", cometem os maiores desatinos e injustiças. Fernandão –Muriaé -MG

  30. Silvia Postado em 12/Jun/2013 às 14:28

    Indiferente de esquerda ou direita o FATO é que a HISTÓRIA sempre estará incompleta, SEMPRE terá dois lados para se estudar, e os FATOS mudam de acordo com novas descobertas. Acredito que o professor tentou ministrar suas aulas como TODOS os professores deveriam fazer: criar um ambiente com alunos que PENSEM por si só, que consigam distinguir o certo do errado, saber ouvir mais do que a opinião de um único jornal ou revista, e que possam mudar sempre que se sentirem enganados ou manipulados. Parabéns ao professor e que ele continue suas aulas com o intuito de criar cidadãos críticos!

  31. Larissa Cunha Postado em 14/Jun/2013 às 09:28

    A revista apenas expôs um fato, isso é o pode acontecer em qualquer aula (principalmente de história) em qualquer escola do Brasil. Acredito que muitos já tiveram aulas como essa, tanto no ensino médio, como no ensino superior. Em época de eleição, meus professores ficavam aulas inteiras sem dar uma única linha de matéria para divulgar as idéias esquerdistas. A reportagem não está errada, todos nós sabemos que isso acontece e coitado de quem se deixa influênciar pela ideologia utópica da esquerda, principalmente da esquerda radical. O único erro, em minha opinião, foi ter citado o nome do professor e da escola, fazer a crítica diretamente, se não fosse isso, a reportagem estaria totalmente de acordo e verdadeira.

  32. J. G. Marques Postado em 26/Jun/2013 às 18:21

    Eu tinha assinatura da Veja, mas cancelei há muito tempo. Conclui que ela é uma central de disseminação de ideologias direitistas em nosso país, e além do mais tenta o tempo todo manipular a opinião pública sobre fatos e personagens políticos do Brasil. Abaixo a Veja!

  33. Antonio Postado em 15/Jul/2013 às 10:03

    Larissa Cunha, coitado mesmo é quem se deixa influenciar pela ideologia de direita,no caso em foco a revista Veja, aproveite o embalo e laia também o Estadão, e faça bom proveito.