Luis Soares
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Religião 26/Jul/2012 às 23:33
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Conheça o 'Malafaia' católico, mais radical que o original evangélico

Considerado o Malafaia católico, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. acusa juízes de seguirem valores ateístas

padre paulo ricardo azevedo

Azevedo (foto) fala manso, mas é mais radical que o espalhafatoso Malafaia

Ao comentar a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul de retirar os crucifixos de suas instalações, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. (foto), da Arquidiocese de Cuiabá (MT), acusou os magistrados de imporem à sociedade uma “cultura ateia”, em detrimento dos valores cristãos. Para ele, isso é uma “perversão que abala o princípio da própria Justiça”.

Azevedo é um padre de fala mansa e gestos comedidos. Nesse aspecto, ele é bem diferente do espalhafatoso pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Mas Azevedo pode ser chamado de “o Malafaia da Igreja Católica” pela radicalidade de suas pregações e por suas ideias, que se situam à direita até mesmo em relação às do seu colega evangélico.

Ambos sofrem dos males da teoria da conspiração contra os valores cristãos. Para Malafaia, o movimento gay quer dominar o Brasil e o mundo. Para Azevedo, os conspiradores preferenciais são os ateus e os marxistas.

Em um vídeo de 12 minutos postado no Youtube no dia 21 de junho, o padre se muniu de arrogância para dizer que os juízes, em suas sentenças, não devem se desviar dos valores morais católicos, os quais, segundo ele, são as fontes de inspiração de todo o saber jurídico. Ele conclamou seus fiéis a denunciarem o “ativismo” ateu no judiciário porque, se isso não for detido, o país será lançado no abismo.

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O padre chamou de “malfeitores” os juízes que interpretam “a lei conforme a sua imaginação”, sem levar em conta os referenciais cristãos.

Azevedo admitiu que o Estado não tem religião, mas acrescentou que o povo brasileiro é cristão, o que, segundo ele, os juízes do Rio Grande do Sul não respeitaram quando decidiram pela retirada dos crucifixos das dependências da instituição.

Para justificar seus argumentos, o padre confundiu Estado laico com Estado ateu e ateísmo com religião. Ele disse que a abolição de todos os símbolos religiosos do espaço público consagraria o ateísmo como a “religiosidade oficial”, em confronto com a religiosidade do povo, ao qual o Estado deveria estar a serviço.

A arrogância do Malafaia católico não se limita em dizer como os juízes devem julgar, porque inclui como os seus colegas padres devem se comportar.

No começo do ano, em seu programa na TV Canção Nova, ele criticou os “padres que caíram no mundão” — os sacerdotes que não usam batina e desfrutam da “festança e do pecado”.

Na época, 27 padres pediram à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) o afastamento de Azevedo de suas atividades, fato inédito na história da Igreja Católica brasileira.

Paulopes

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Comentários

  1. Caio Everton Postado em 26/Jul/2012 às 23:46

    Eu acho honestamente hilário essa lógica religiosa. Eles acham que estão sendo perseguidos por uma minoria (???) mas nem tentam esconder que querem continuar na dominação. É aquele pensamento de que "a minha religião é a mais certa, somos maioria, acabou, mandamos". Foda-se todo o resto. Não querem igualdade, querem soberania. Como a que já acontece. Ao menor sinal de mudança para melhor, os instintos de preservação se ouriçam e partem pro ataque. É deprimente, sério.

    • ELIGIO CALLIGARIS Postado em 26/Feb/2014 às 15:20

      Esta lógica é de uma pessoa. E não reflete o pensamento da Igreja. Você ataca a pessoa ou a instituição? Ele reflete o seu pensamento, assim como você refletes o teu. É muito comodo generalizar. Você demonstra ser tão radical quanto ou mais dele. E os radicais realmente são deprimentes.!!!

  2. Jean Postado em 27/Jul/2012 às 00:47

    Exatamente o que o Caio Everton disse. O lance é que, principalmente a religião católica, percebeu que daqui pra frente seu número de fiéis só diminuirá, assim como já acontece há anos. Eles querem a todo custo se agarrarem a algum poder pra não morrerem de vez em breve. Outra coisa, estão percebendo também que essa "minoria" que são os ateus já não é mais uma minoria, está crescendo cada vez mais e exigindo os direitos de um Estado laico, direito a igualdade, e naturalmente despertando o ódio e o medo até mesmo nas religiões mais "bem sucedidas", assim como um comerciante se assusta com um novo concorrente.

  3. Leandro Coelho Postado em 27/Jul/2012 às 09:49

    Não sou a favor de retirarem os crucifixos dos Tribunais. Acho que o Sr. Padre tem razão. Creio que a cruz de Cristo deve permanecer (como cristão que sou). Contudo, em homenagem à isonomia, os seguintes símbolos também deveriam ser expostos: a estrela de Davi; a Lotus transportando Namam; a Estrela de Nove Pontas; a Roda do Darma, a Flor de Lotus; um Mjölnir (martelo de Thor), um Pentagrama (Wicca), a cruz do sol; o Ouroboros; uma "Happy Human" (dos humanistas); uma swastika, uma Kalima/Shahadah; uma Estrela Crescente; um o símbolo das mãos de Deus; o Spaghethys; o Khanda, a cruz solar; o Yin e yang; o"Tughra Inayati"; o cálice da chama e o Faravahar. PS: O símbolo de Baphomet (dos satanistas) e o o hexagrama unicursal (do maluco do Crowley) eu não sei se rolaria. Aí já seria punk demais....rs. PS2: Pode parecer brincadeira o que escrevi, mas realmente defendo o direito de participação de todas as religiões. Mesmo sendo cristão, não concordo com a prevalência de uma só fé. Isso não pode ser imposto. Logo, se a cruz permanecer, cada Tribunal deveria fazer um pequeno painel contendo todos os símbolos que mencionei, mesmo que não concordemos com algumas seitas ou religiões. Se elas são ruins, que o tempo e a evolução do espírito humano se encarreguem de "exterminá-la" através do simples abandono das idéias, e não sua perseguição e aniquilação forçada. Vamos evoluir sem destruir!

    • Caroline Postado em 29/Jul/2014 às 20:58

      Você está de parabéns, Leandro! Bastante lúcido e coerente o seu argumento. Realmente um Estado laico não deve prestigiar uma ou outra religião, a despeito do que professem os seus entes individualmente;-) Outrossim, a meu ver a defesa do Pe vai além da cruz: o plano de fundo são os valores por ela representados, e cuja ausência tem assolado a nossa sociedade.

  4. Leandro Coelho Postado em 27/Jul/2012 às 09:53

    Em tempo: Gostaria de esclarecer que não sou nenhum estudioso de teologia ou ocultismo. Eu já conhecia alguns dos símbolos mencionados, mas os demais, eu achei no Google mesmo! rs. Se faltou algum símbolo, peço que seja mencionado. E peço desculpas à galera do Thelema pela brincadeira com o Crowley (mas que o cara era doido de pedra, isso lá era...rs.).

  5. Luciana Postado em 27/Jul/2012 às 11:38

    Leandro, acho que a questão é um pouco mais complexa. "defendo o direito de participação de todas as religiões" as religiões não têm participar do que não é religioso. Onde fica o estado laico? "Se elas são ruins, que o tempo e a evolução do espírito humano se encarreguem de “exterminá-la” através do simples abandono das idéias," o fato é que cada vez mais pessoas acreditam que sim, elas são ruins para o bom funcionamento da sociedade. São nocivas às liberdades individuais e por isso têm sido combatidas. Retirar os crucifixos faz parte desse processo, abandonar ideias que não servem a sociedade como um todo. Um juiz tem que julgar de acordo com as leis e não de acordo com preceitos religiosos, quaisquer que sejam.

  6. dm1tr1 Postado em 27/Jul/2012 às 11:59

    Esses fundamentalistas só aparecem porque o estado democrático, por mais corrupto e errado que possa ser, permite. Essa discussão só é possível porque não vivemos numa China, numa Rússia, numa Cuba, numa Síria ou numa Arábia Saudita. Essas pessoas que veem à televisão com argumentos frouxos misturando apocalipse com crendices atraem seus seguidores mas não atraem - creio eu - quem comanda o país. Espero que os três poderes jamais se curvem às sandices de Malafaia, Azevedo, e outros aiatolinhos sejam eles de igrejas sejam eles da imprensa escrita (sim existem aiatolinhos metidos a filósofos que querem embutir na cabeça das pessoas ideias estapafúrdias sofre o domínio dos gays "gayzismo" basta ler o site MídiaSemMáscara).

  7. Luiz Fernando Postado em 27/Jul/2012 às 16:05

    O "Estado laico" que os fundamentalistas pregam ainda gira em torno de ódio, intolerância e exclusão. Por isso, não é um Estado laico, e sim, uma teocracia, cuja consolidação ainda considero a maior das tragédias possíveis que pode acontecer com o Brasil. Senhor Azevedo...um estado que proporciona igualdade e respeito a todos independente de eles crerem ou não em um Deus só pode lançar para o abismo fundamentalistas como vocês. Deixe nosso País desengatar a marcha à ré e mandar a primeira pra ir pra frente, por favor. Aliás, você, Malafaia e outras escórias convergentes ao nazifascismo...

  8. Marx Postado em 27/Jul/2012 às 16:26

    Leandro Coelho, o senhor destila ignorância. Primeiro, como você mesmo mencionou, sua opinião é movida pela sua religião, não é imparcial. Estado laico significa "não dar preferência à uma religião/crença/culto/etc.", isto está na constituição, leia. Segundo, existem muito mais religiões das quais você citou, seria muito imprático representar cada uma delas. Agora, Ouroborus não representa qualquer religião. O martelo de Thor não é o símbolo religioso daqueles que acreditam nas antigas crenças nórdicas. O Spaghethy é algo irónico, para tirar sarro do cristianismo. Baphomet não é um símbolo satanista. Crowley é louco apenas para você, sua opinião é subjetiva, não objetiva. Você não tem autoridade para julgar se a crença de alguém é "boa" ou "má", principalmente se sua opinião está contaminada pela sua religiosidade.

  9. Caio Everton Postado em 27/Jul/2012 às 22:09

    O Leandro não deixa de ter razão. Quem quer a cruz cristã, deve aceitar os outros símbolos. O problema é ser impraticável, dado o número de religiões que existem por aí e as que ainda vão vir, e também porque a maioria cristã simplesmente não aceitaria e viria como afronta (como tudo que se faz). Ou seja, em vez de manter a neutralidade "apoiando", mostrando todos os símbolos, é muito mais fácil pro Estado mostra a neutralidade não mostrando nenhum.

  10. Leandro Coelho Postado em 30/Jul/2012 às 10:22

    Max, Com relação a seu comentário, tenho que admitir que o sr. tem toda razão. Meu conhecimento sobre teologia tem a profundidade de um pires. Aliás, o sr. não se atentou para o fato de que eu confessei isso, pelo que transcrevo o trecho do comentário: "Gostaria de esclarecer que não sou nenhum estudioso de teologia ou ocultismo. Eu já conhecia alguns dos símbolos mencionados, mas os demais, eu achei no Google mesmo!". Ou seja, ao confessar que busquei os símbolos no Google, creio ter me despido de qualquer aparente tentativa de pedantismo ou falso conhecimento, e deixei claro minha ignorância sobre o assunto. Logo, com todo o devido respeito, seu comentário foi redundante, e pouco acrescentou ao debate. Quanto à questão sobre o Estado laico, é óbvio que, em tese, não deveria haver qualquer manifestação dos órgãos públicos. Contudo, baseado no que o padre expôs sobre a questão cultural, ponderei que, caso o ideal não seja atendido (ou seja, órgãos públicos sem símbolos religiosos) não seria justo permitir que apenas um dos símbolos fosse exposto. Ou seja, ou todos os símbolos seriam expostos ou nenhum deles poderia permanecer pendurado nas paredes. Ou seja, a tentativa não foi a de fomentar a colocação de todos os símbolos, mas sim, provocar um questionamento íntimo dos que trabalham na Administração Pública de que não seria justo manter qualquer símbolo, e levá-los à essa conclusão. Ou seja, nesse caso, só tentei iniciar uma dialética. Afinal de contas, foi assim que Sócrates mudou o pensamento humano, e não acusando, proibindo e ofendendo como aqueles que o forçaram a tomar o copo de cicuta. Quanto à questão do Crowley, o sr. também não se atentou para o que escrevi em tempo, abaixo do meu comentário, pelo que mais uma vez transcrevo: "E peço desculpas à galera do Thelema pela brincadeira com o Crowley (mas que o cara era doido de pedra, isso lá era…rs.)." Logo, esclareço que, o que disse foi apenas uma brincadeira, um chiste. Na verdade, pedi desculpas de antemão. Ainda assim, como percebo que o senhor não conseguiu "captar a mensagem" (pela segunda vez). Por isso, peço desculpas novamente pela carinhosa brincadeira com o Crowley (mas que cá pra nós, que o cara era maluco, isso lá era!!! rs). Um forte abraço, Leandro Coelho.

  11. Pedro Postado em 31/Jul/2012 às 14:10

    Hitler também mandou tirar os crucifixos dos órgãos públicos.

  12. Ozzy Postado em 05/Aug/2012 às 17:40

    Pra mim esse papo não serve pra absolutamente nada. Agora, seria muito interessante que se obrigassem a todas as igrejas sem distinção, a pagarem impostos como todo cidadão e empresa neste país. Esse padre Malafaia catolico reclama da retirada das cruzes dos orgãos do judiciario, mas não fala absolutamente nada a respeito dos crimes cometidos pela igreja catolica durante a Santa Inquisição. Até hipocrisia deveria ter limites!

  13. Felipe Kronéis Postado em 15/Aug/2012 às 20:15

    Arrogante és tu que não apresenta um único argumento, um único fato, muito diferente do Pe. Paulo, só ficas a jogar com os preconceitos de que achas que teus leitores estão munidos. Infelizmente, estão.

  14. Mne. Meanyny Postado em 11/Sep/2012 às 18:29

    "O padre confundiu Estado laico com Estado ateu"? Parece-me que o editor redigiu este texto em ódio obstinado de modo que sequer avaliou acerca do que está dizendo. Dá para se entender aqui, que levando em consideração a naturalidade humana de "ser religioso", ao contrário de outros animais, mesmo que aderindo ao ateísmo, este acaba por levá-lo como uma religião, defendendo-o dogmaticamente, sem (a exemplo de Richard Dawkins) se manter na hipótese coerente... Ora, prova cabal desta religiosidade está no fato de Botton querer erguer um templo ateísta. Tal "religiosidade" pode ser visível em outros meios fraternais, como dentro de uma loja maçônica, por exemplo. Evidentemente o Pe. Paulo está defendendo algo que faz parte da essência da religião católica e pela Igreja Católica (não "suas ideias" ou "opiniões"), o que mais se poderia esperar? Acho engraçado que um ateu tende a aceitar mais a filosofia budista, quando esta possui muitas similaridades com catolicismo, vide estudos de Chesterton.

  15. Hamilton Postado em 12/Sep/2012 às 16:55

    Concordo com o Padre Paulo Ricardo nas suas afirmações. Ele está sendo fiel ao que acredita e tem todo o direito para manifestar-se. Se é considerado intolerante não estará sozinho entre os discordantes.

  16. Mne. Meanyny Postado em 12/Sep/2012 às 20:53

    Ei! – moderação! -, porque removeram meu P.S.:?

  17. AMONVIX Postado em 13/Sep/2012 às 11:14

    ESTADO LAICO URGENTE... UM DESINFORMADO DESSE NAO SABE O SIGNIFICADO LIBRE ARBÍTRIO???

  18. William Postado em 13/Sep/2012 às 16:13

    Recomendação aos que leram esta matéria: assistam ao vídeo e tirem suas próprias conclusões. Digo isto porque é visível que o texto combate o padre, e não suas ideias. Com relação ao viés dos juízes, não caiam nessa conversinha de imparcialidade. É verdade que lei e moral são coisas diferentes, mas a nossa lei é baseada em valores cristãos, foi feita para ser lida nesta persopectiva. Há alguma tolice em dizer "valores ateístas", porque o ateísmo não rende valores - pois não pode dar origem a nenhum, visto que isso dependerá da subjetividade de cada indivíduo, isto é, há, no máximo, uma convenção sobre o que é certo ou errado - mas o fato é que, se as leis não são conforme os valores nos quais foram criadas, serão em outros, e cairão, justamente, no subjetivismo. Como foi dito aqui, Estado laico é estado indiferente à religiosidade, e não antirreligioso. Desafio-vos a encontrar, no ateísmo, ou mesmo neste suposto "laicismo", um valor que não seja um valor cristão meio enlouquecido que está sendo usado meio parasitariamente. Devo, contudo, reafirmar o que o autor disse: o Pe. Padre Ricardo é de direita mesmo, é conservador, e é "radical" na sua fé - garanto que os mártires não eram menos. Se é a isto que dirigem suas críticas, pois então seja bem-vinda. Um cristão deve ter o radicalismo de um mártir.

  19. Jorge Lima Postado em 18/Sep/2012 às 11:10

    A maior dificuldade de debater na internet está na dificuldade de fazer as pessoas exercitarem a dialética e o contraditório. Pouquíssimos estão interessados em argumentar. Fico lendo esses comentários e dá vontade chorar. As pessoas não se interessam em entender a argumentação do outro, mas simplesmente requisitar falácias (falácia não significa mentira, procurem estudar sobre argumentação falaciosa). Um tipo de falácia comum aqui é colocar na boca do outro significados que ele não proferiu (vários exemplos nesta discussão... O sujeito diz uma coisa e o outro retruca outra). Outra falácia que vemos aqui é associação falsa (a menção a Hitler por exemplo... Eu poderia dizer que papas já praticaram pedofilia e daí concluir que pedofilia é uma coisa boa ou que todo papa é pedófilo). E talvez a pior de todas as falácias, o chamado "argumento ad hominem", quando eu, na falta de capacidade para trocar argumentos, desqualifico a moral, a cultura, o conhecimento, a idade ou qualquer outra característica de meu debatedor. Recomendo a quase todos que gostaram aqui estudar um pouco sobre dialética e sobre argumentação falaciosa. Vai ajudar inclusive na vida porque, quando se conhecem as modalidades de falácia que existem, aprendo a combate-las.

  20. Renan Postado em 26/Sep/2012 às 23:13

    Tem que falar mesmo... uma parte da sociedade abomina religião sendo que as religiões são responsáveis por manter hospitais, casa de repouso, orfanatos, casa de recuperação para dependentes químicos sem contar os trabalhos sociais nas comunidades ou até mesmo a contribuição para a sociedade .... quantos assaltantes, homicidas, moradores de rua... que deixaram de incomodar os ateus....Quando eu não era Católico procurava não criticar, pois conhecia pessoas que poderiam estar matando, roubando traficando para alguém da minha família ou eu poderia ser o próximo a morrer e hoje fazem o bem... A contribuição para sua vida e a minha é grande sim! Não devemos ajudar a divulgar Igrejas Assim? É muita ignorância essa censura, é só pensar....

  21. Alex Postado em 02/Oct/2012 às 18:36

    Estas pessoas que falam contra o padre não exergar um palmo frente aos seus olhos.Massa de manobra de movimentos globalistas que tem como único objetivo de destruir os valores judaicos-cristãos.Porque não vão pregar a suafé materialista nos países muçulmanos?Resposta óbvia porque não teem quem os financie.

  22. Homem Postado em 27/Oct/2012 às 11:31

    PAIS LAICO.

  23. edson Postado em 30/Oct/2012 às 18:51

    Em defesa de um estado laico, para a liberdade de culto e de ateísmo... Cada um sabe da sua vida. O resto é fundamentalismo e fanatismo...

  24. Geraldo F. Pereira Postado em 20/Nov/2012 às 20:39

    Concordo inteiramente com o Revmo. Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. por inúmeras razões: 1) Trata-se de palavra sacerdotal, e não de qualquer pessoa. Sacerdotes são, de fato, pessoas mais santas e mais sábias que as demais. Ainda que suas palavras pareçam arrogantes, esse parecer se deve à incompreensão dos ignorantes. 2) O que Ele diz está em conformidade com a sã Tradição e o sapientíssimo Magistério da única Igreja de Cristo: a Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro, o Romano Pontífice, que atualmente é o Santo Padre o Papa Bento XVI, gloriosamente reinante. 3) A retirada da cruz do glorioso Nosso Senhor Jesus Cristo faz a sociedade afundar no caos e na imoralidade. As leis humanas devem seguir as Leis do Divino Fundador, que desejou ter suas imagens espalhadas por todo o orbe, a fim de manifestar seu Supremo Poder e Majestade. 4) Enfim, o Revmo. Padre contesta com coragem a arrogância dos magistrados e da sociedade em geral, da qual me orgulho de não fazer parte; sou mesmo separado, e de o ser me glorio. Sociedade é o reino do caos e da desordem. Consiste num bando de pecadores e homens imorais, mais inclinados ao pecado do que à graça. Não é justo acusar Padre Paulo ou qualquer autoridade católica, por qualquer motivo que seja, de arrogância. Quem possui a verdade (ou a possui em grau muitíssimo maior que os outros) pode gritá-la como bem entender. Termino este texto dizendo orgulhosamente que não me interessa conhecer as opiniões dos que não professam a fé católica integralmente como determina o Santo Padre. Se isso é entendido como intolerância, arrogância, prepotência, presunção ou o que quer que seja (o que, de fato, não é e jamais será, em se tratando de defender com unhas e dentes a Verdade), orgulho-me de ser intolerante, arrogante, prepotente e presunçoso. Não estou aberto a outras opiniões não por ser, supostamente, preconceituoso. É que, de fato, elas são tão vis e horrendas (para não dizer ridículas, sacrílegas e heréticas) que com elas nada tenho a aprender.

    • Elton Postado em 08/Sep/2014 às 23:03

      "a arrogância dos magistrados e da sociedade em geral, da qual me orgulho de não fazer parte; sou mesmo separado, e de o ser, me glorio." Primeiro, fala como se não fosse brasileiro. Segundo, faço uma pergunta. Você SE gloria de "não fazer parte" disso? E não consegue perceber que se gloriar é a exata atitude de satanás? Que se encher de pompa para declarar o quão justo você é, é atitude de fariseu, da qual Jesus tinha nojo? Sugiro que leia Pe. Paulo Ricardo direito, pois há um texto em que ele discute sobre esse tipo de atitude.

  25. EDER Postado em 30/Dec/2012 às 15:58

    CONCORDO EM TUDO O QUE FOI PROFERIDO POR ESTE PADRE! ELE É COERENTE EM SUAS AFIRMAÇÕES! E CHAMÁ-LO DE "O MALAFAYA CATÓLICO" É UMA OFENSA E DAS GRANDES! RESPEITO É BOM E NÓS CATÓLICO GOSTAMOS!!!

  26. Marcelo Postado em 18/Apr/2013 às 17:57

    Quanta Merda!!! Quanta gente carente!!! Se reúnem para falar mal disso e daquilo!!! Que ponto atingiu o brasileiro!!!

  27. Geralt Postado em 13/Jul/2013 às 09:04

    ele e a myriam rios são dá mesma seita radical... Canção nova!

  28. Luzia Peixoto Postado em 22/Jul/2013 às 10:51

    A verdade doi!! Principalmente quando o "Golias" pensa que já venceu a batalha! Somos um país cristão!

  29. Gobette Postado em 25/Jul/2013 às 18:21

    Geraldo F. Pereira, em resposta ao seu item 3, isso não faz sentido. Igrejas são cheias de crucifixos e mesmo assim há alguns padres corrompidos, sem falar nas brigas pelo poder e desvios de dinheiro, no Vaticano. A moralidade não está em uma cruz ou um terço. Isso que não citei a seita Opus Dei, que estragou a vida de várias pessoas e é financiada pela ICAR. Deus pode entender o livre arbítrio, mas os humanos que regem a igreja não têm essa capacidade. Chegam ao poder, e se souberem que esse poder é supremo (igreja vinculada ao Estado), eles impõem a própria crença à população. Islamismo no Oriente Médio é um exemplo disso. Europa na Idade Média (comandada pela ICAR) é outro exemplo. Quanto ao conceito de "desejou ter suas imagens espalhadas", não vi isso na Bíblia não. Lá está escrito o oposto disso. Sei que você não lerá isso, mas mesmo assim escrevi.

  30. Leo Postado em 27/Aug/2013 às 12:25

    "Se isso é entendido como intolerância, arrogância, prepotência, presunção ou o que quer que seja (o que, de fato, não é e jamais será, em se tratando de defender com unhas e dentes a Verdade), orgulho-me de ser intolerante, arrogante, prepotente e presunçoso". Geraldo F. Pereira É, estamos numa jihad, pessoal...

  31. Seu nome Fernandapunk Postado em 08/Sep/2013 às 09:39

    No Brasil, temos hoje o respeito e a tolerância pelas mais diversas religiões.não somos obrigados a seguir uma única religião,como ocorre em alguns países.inclusive a constituição nacional nos assegura a liberdade de credo e de culto segundo o artigo 5,capítulo 1,inciso vi .isso significa que ,ao nascermos ,quase sempre seguimos a religião de nossa família.mas que ao longo da vida podemos escolher uma nova religião,ou mesmo optarmos pelo ateismo. O que eu quero dizer com isso é que o pensamento religioso está sendo usado como uma forma de dominação,de intolerância e que ao extremo pode chegar ao fanatismo religioso.

  32. Thier Postado em 18/Oct/2013 às 12:04

    Se um Malafaia já era ruim imaginem 2

  33. Fernando Postado em 14/Aug/2014 às 16:46

    Cuida pseudos intelectuais sua fala é veneno nesta sociedade falam de fanatismo religioso sem saber o que é Deus, falam de politica sem saber ao menos como mudar o próprio bairro, porque ao invés de ficarem falando mal de cultura alheia não se movem e façam algo que presta, se banham em um laicismo para falar sobre a cruz em instituições mas se tornam fanáticos politicos petistas ou uma direita suja que é esta de nosso país, ao invé de discutir da importancia da cruz , ou se um padre é igual a um pastor, porque não movam seus traseiros e vão ajudar o mundo,ateismo pragmatico inútil.

  34. Talita Postado em 08/Apr/2015 às 16:44

    Esse padre é muito sábio gosto dele por que ele fala a verdade doa á quem doer, e assim que um cristão conhecedor da palavra deve agir, ele não é igual alguns padres que tem por ai que fala o que as pessoas quer ouvir..