Redação Pragmatismo
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Política 18/Nov/2010 às 11:31
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Absurdo: Lula criou mais empregos que FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos

Os 15 milhões de empregos gerados nos oito anos do governo Lula, portanto, superam a soma dos empregos gerados nos governos FHC, Itamar, e Sarney — que juntos são 10,4 milhões em 15 anos.

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Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para seu primeiro mandato, as pesquisas de opinião mostraram que o desemprego e a fome eram as maiores preocupações dos brasileiros. Chegando ao fim do governo mais popular da história recente, um levantamento feito pelo instituto DataFolha mostrou que os dois maiores tormentos agora são a saúde e a segurança.

De 2003 até setembro de 2010 — ou seja, durante o governo Lula —, foram criados 14.725.039 empregos. Isso dá a Lula uma média de 1,8 milhão de postos de trabalho para cada ano de seu governo. Ao deixar o cargo, o ex-presidente Lula alcançou a marca de 15 milhões de empregos geragos.

A comparação com os governos anteriores é quase injusta. Fernando Henrique Cardoso — que também governou por oito anos — criou 5.016.672 empregos. A média é de 627 mil por ano. Itamar Franco, presidente de 1992 a 1994, gerou 1.394.398 postos – média de 697 mil. Já José Sarney, em seus cinco anos como presidente, criou 3.994.437 empregos, marcando a segunda melhor média (998 mil) dos últimos 30 anos. Fernando Collor, por sua vez, deixou o governo com a extinção de mais de 2,2 milhões de postos de trabalho.

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Os 15 milhões de empregos gerados nos oito anos do governo Lula, portanto, superam a soma dos empregos gerados nos governos FHC, Itamar, e Sarney — que juntos são 10,4 milhões em 15 anos. Isso sem contar com o fechamento de 2,2 milhões de vagas durante os três anos do governo Collor, o que daria um saldo de 8,2 milhões de empregos em 18 anos.

Governo Dilma

Em seu programa de governo, Dilma Rousseff afirma que vai trabalhar a questão do emprego em três frentes. A primeira, calcada na continuidade da geração, vem do seu próprio perfil — de quem vê o Estado como grande indutor do crescimento econômico.

Para isso, vai investir ainda mais em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do programa Minha Casa, Minha Vida, e, principalmente, em projetos da Petrobras estimados em R$ 250 bilhões até 2014 – outros R$ 462 bilhões estão previstos pós-2014.

“As ações estatais são a locomotiva do crescimento econômico e da geração de emprego. Há projetos gigantescos envolvendo o Comperj [Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro] que vão demandar investimentos em hotelaria, restaurantes e outros serviços. Isso tudo é emprego que não acaba mais”, afirma o ministro.

A segunda frente de Dilma é a ampliação de cursos técnicos para todos os municípios com mais de 50 mil habitantes. Nesse ponto, os números estão a seu favor. Desde 2003, foram abertas 214 novas escolas profissionalizantes, com a oferta de 500 mil matrículas. Ainda nessa frente, há o programa Próximo Passo, que pretende qualificar, entre os beneficiários do Bolsa Família, 145 mil trabalhadores na área da construção civil e 25 mil na área de turismo e hotelaria.

O terceiro nicho de geração de empregos talvez seja o mais importante. De acordo com projeção do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os pequenos empresários foram responsáveis por quase 80% de todas as vagas criadas em 2010. Dilma afirma que fará políticas especiais tributárias, de crédito, qualificação profissional e suporte tecnológico para ampliar o setor.

Para o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Márcio Pochmann, tudo leva a crer que o caminho seja realmente esse. Apostar em milagres, como já foi comprovado pela história recente brasileira, não é saudável. “Muito já foi feito no sentido de criar falsos processos de geração sustentável de emprego”, afirma.

“Investir nas micro e pequenas empresas e, ao mesmo tempo, estimular o restante da economia por meio de ações estatais é uma saída viável. Mas não há melhor indicativo de sustentabilidade do que 28 milhões de brasileiros saindo da pobreza e tendo apoio do Estado para buscar um emprego digno”, conclui Pochmann.

Por R7 e Agências

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Comentários

  1. JOÃO SZABO Postado em 29/Aug/2012 às 04:35

    Aliás pelas mediidas econômicas implantadas e deixadas pelo governo FHC, e utilizadas pelo LULA, qualquer idiota criaria 15 milhões de emprego. Aliás muito mais, se não fosse o LULA o governante.

    • Rogerio Postado em 07/Jun/2014 às 05:47

      E por que FHC não fez isso em 8 anos? Vai ver é que as " medidas econômicas implantadas" só surtiram efeito no governo Lula, pois FHC estava muito ocupado dando a CVRD. Vai lamber sabão e estudar, porra!

    • Yara dos Reis Steinfatt Postado em 22/Feb/2016 às 13:59

      Qualquer idiota? Entao o FHC é menos ainda que um idiota? Ele não criou 15 milhões de emprego. O desemprego na era FHC foi o mais alto da Historia do Brasil.

  2. Lúcia Ribeiro Postado em 22/Dec/2012 às 13:13

    Joâo Szabo: se Lula tivesse seguido a política de FHC estaríamos pior do que a Europa.

  3. Angelo Frizzo Postado em 28/Jun/2013 às 16:29

    É João, mas o idiota do FHC não criou nada além de fome, miséria e analfabetismo. Graças ao Lula temo um País decente e respeitado no mundo.

  4. renildo da bahia Postado em 24/May/2014 às 13:30

    No governo fhc eu comia pão sem manteiga, agora eu como pão com, azeite extra virgem . ACHO QUE SOU UM IDIOTA. VOU VOTAR EM DILMA EM 2014

  5. Marco Sousa Postado em 30/Apr/2016 às 02:03

    Deveria receber um IMPEDIMENTO de (ex) por isso e voltar ao Governo!.

  6. Marco Sousa Postado em 30/Apr/2016 às 02:07

    Não é à toa que uma OPOSIÇÃO (VIL, CORRUPTA e CÍNICA) que crucificá-lo com o apoio de uma burguesia espúria e ignorante.